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Correntes

em busca do pensamento livre

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demissão do governo e perdão da dívida

16.03.13

 

 

 

 

 

O programa que quem manda na Europa impôs a Portugal foi um fracasso absoluto. Nem com um "bom aluno" mais do que entusiasmado a coisa teve qualquer resultado positivo; bem pelo contrário. A impossibilidade de desvalorização da moeda é um ligeiro álibi técnico e a crise europeia, e os efeitos da globalização e do comércio mundial, explica parte da desgraça. Mas a soberba inicial do Governo (que se apressou a dizer que não éramos a Grécia num gesto de falta de solidariedade inclassificável) impede a utilização desses argumentos e a realidade preenche a tragédia.


Resta a demissão do executivo e a nomeação doutro primeiro-ministro ou a marcação de eleições. Um próximo Governo terá a tarefa há muito enunciada: o perdão da dívida. A Europa e o mundo financeiro não se podem desresponsabilizar da situação portuguesa ou então parece preferível seguir os que defendem a saída do euro com um qualquer recomeço que permita uma solidariedade mínima.

 




6 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Alt

    16.03.13

    Um idiota que não sabe fracções não merece ter tempo de antena deste nível. A maior contracção foi do PIB causada pela maior crise financeira dos últimos 80 anos.
    Para além de uma arquitectura euromark totalmente nefasta para um país como o nosso.
    Se não sabe fazer contas ou perceber o que se passa, fique na sua douta ignorância até se inchar de raiva
  • Sem imagem de perfil

    Pedro

    16.03.13

    Só lhe falta dizer que o Sócrates nada teve que ver com as PPP`s e com os défices de 9% e 10% ao ano...
  • Francamente Pedro: já dei a minha opinião noutro comentário. Assim não vamos lá e o empobrecimento não terá limites. Insistir nas políticas actuais é trágico.
  • Sem imagem de perfil

    Alt

    17.03.13

    Totalmente de acordo. Este não é o modo de resolver os problemas iniciais que até eram mais suaves. Esta gente criou outros bem piores e de consequências inimagináveis. Quanto ao Sócrates, quem me conhece bem sabe que eu nunca o defendi e o critiquei mais do frequentemente. Mas isso não quer dizer que não reconheça que a crise foi culpa dele. Não foi. Ele é culpado de governar mal e tomar decisões processuais em algumas áreas muito nefastas e péssimas(e.g a Educação). Mas na questão financeira, a crise é essencialmente do âmbito europeu. Se ele teve alguma culpa, foi não ter se apercebido da armadilha e de ter arrastado o Estado para umas PPPs dos amigos.
    E estes protegem as PPPs até ao tutano, pois a corja é a mesma...
  • Exacto.
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