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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

da génese e do fim da história

12.01.13

 

 

 

 

 

Vi anteontem um debate sobre o relatório do FMI em que Viriato Soromenho Marques desmontou com clareza a revolução ideológica em curso e deslocou a discussão para a questão central: a banca e a hegemonia ideológica que tem dominado a Europa. Maria João Rodrigues, ex-ministra de um Governo socialista e com presença constante nas instâncias europeias, considerou como principal problema português a ausência de modelos de avaliação meritocrática com uma alusão às políticas do seu partido que, disse, encontraram resistências em interesses instalados. Como professor, senti logo um arrepio.

 

Voltei ao relatório do FMI e li os nomes que o assinam: Gerd Schwartz, Paulo Lopes, Carlos Mulas Granados, Emily Sinnott, Mauricio Soto, and Platon Tinios. Fui ver, por exemplo, quem é Carlos Mulas Granados

  • Miembro de "Economistas 2004", grupo de economistas independientes responsable del programa económico de José Luis Rodríguez Zapatero para las elecciones de 2004.
  • Subdirector de la Oficina Económica del Presidente del Gobierno durante la primera legislatura de Zapatero.
  • Miembro del Comité de Redacción del Programa Electoral del PSOE en 2008 y 2011.
  • Candidato del PSOE por Madrid en las elecciones generales de España de 2011.

 

O que é que quero concluir com estas associações e evidências?

 

Na génese da tormenta em que navegamos está uma espécie de fim da história ideológica. Portugal e a Europa têm sido governados pelas forças financeiras que dominam os partidos políticos mais votados. Se olharmos para o futuro e pensarmos em soluções governativas, é decisivo que as oposições de circunstância condenem com veemência as políticas dos últimos anos e se comprometam com a mudança.