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Correntes

em busca do pensamento livre

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o caso gps - informação adicional (2)

14.12.12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A reportagem de investigação jornalística "dinheiros público, vícios privados" vai proporcionando a revisitação histórica de processos relacionados com o cerne da questão.

 

Nas Caldas da Rainha, há muito que se escreve sobre o assunto. O portal-jornal da região oeste, o Oeste Online, tem uma peça interessante de 25 de Maio de 2005 com destaque para um detalhe não aprofundado na peça da TVI.

 

É necessário conhecer bem a rede escolar deste concelho para se entender as variáveis em causa. Por exemplo, os colégios foram inaugurados em 2005 e não em 2007 e, conforme consta da célebre reportagem, receberam matrículas antes de estarem edificados.

 

Por outro lado, tem-se falado bastante na sobrelotação das escolas do Estado. Esse pormenor carece de rigor. A sobrelotação circunscrevia-se ao 2º ciclo de escolaridade e estava adjudicada uma escola EB 2, 3 ou EBI 1, 2, 3 que foi cancelada pouco tempo antes da decisão de se construirem dois colégios da cooperativa GPS (um na mesma zona da escola não construída), conforme relata a notícia. Nunca se equacionou a necessidade de alargar a oferta no ensino secundário.

 

 

A funcionar no próximo ano lectivo - dois novos colégios em construção nas Caldas

 

 

 

"(...)O Colégio D. Leonor vai ficar junto ao complexo desportivo, no terreno para onde estava prevista uma escola 2, 3 a construir pelo Estado. Como este projecto nunca chegou a ser concretizado, a Câmara das Caldas vendeu o terreno à GPS por 50 mil euros para ali ser edificada a escola privada e vai procurar outro terreno para a escola pública porque irá continuar a ser necessária. O edifício da escola nas Caldas terá 42 salas de aula.

A autarquia vendeu também um terreno em A-dos-Francos por 20 mil euros, depois de ter insistido com a GPS em construir este segundo colégio. Os negócios foram aprovados em Assembleia Municipal. Este colégio terá três blocos, um deles com três pisos e os outros com dois pisos, com 36 salas de aula.

Está também previsto que no futuro sejam construídos pavilhões gimnodesportivos, mas as escolas vão abrir sem este equipamento. A GPS espera que a autarquia venha a apoiar a sua construção.(...)".

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