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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

fim do inexistente

06.12.12

 

 

 

 

 

O título que escolhi pode ser enigmático para classificar o fim dos planos de recuperação de alunos que o Público insere na primeira página de hoje. Mas como num sistema de informação, moderno e razoável, só é útil o que é obtido para ser fornecido em tempo real e de modo a produzir conhecimento que apoie a tomada de decisões ou que sirva de histórico relevante, pôr fim a um procedimento destes é acabar com o que nunca deveria ter nascido.

 

Estes planos de recuperação foram mais um devaneio centralista de hiperburocracia inútil alimentado nas escolas por impreparação de quem decide. É uma decisão importante, mesmo que tardia (em Dezembro, e nesta altura, mais parece uma manobra de propaganda), que deixará desoladas as extensões da traquitana do MEC.

 

Era bom, por exemplo, eliminar os campos de informação produzidos pelos achamentos das empresas comerciais de software que inundam a gestão escolar e que infernizam a vida informacional dos professores e proibir também (proibir, mesmo, estou a pesar bem) a gestão da informação escolar através das boas aplicações inseridas no conhecido Office da Microsoft.

 

 

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