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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

a primeira página do público

16.11.12

 

 

 

 

 

Não quero ser injusto com outros grupos profissionais, mas é impossível escapar à realidade: os professores foram os escolhidos e em exclusividade.

 

Nas autarquias não se toca porque boys e caciques fazem sempre falta, nos militares também não porque há golpe de estado, nas fundações e observatórios é a ladainha do costume, na saúde assobiam para o lado à primeira greve, nas empresas públicas ou municipais (estas são incontáveis, valha-nos sei lá o quê) há muito emprego de aparelho e ficaria aqui o dia todo.

 

Os professores e as escolas são a projecção do ciúme social da nação e de Sócrates a Passos, passando por Gaspar, Portas, Santos, Rodrigues, Relvas, Alçada e Crato, o jogo é fácil de fazer. O que ainda custa mais é ver professores a fazerem esse jogo porque desta vez são os da sua cor que dão as cartas do mesmo baralho. Já ontem tinha referido a eliminação de professores que o Público chama hoje à primeira página.

 

 

 

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