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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

cortes estruturais

18.10.12

 

 

 

 

 

 

 

Já cansa ouvir dizer que o Governo não diminuiu a despesa estrutural do Estado porque, entre outros cortes, não reduziu o número de funcionários públicos.

 

Se há anos que nenhum professor entra para os quadros (até a comissão europeia já exigiu uma vinculação extraordinária de professores contratados), se de Julho de 2012 a Setembro do mesmo ano o Estado contratou menos cerca de 10000 professores e se em quatro anos quadruplicou o número de professores registados nos centros de emprego, haverá alguém de boa fá que possa dizer que o MEC não tocou na denominada despesa estrutural?

 

Deixemo-nos de eufemismos: houve um despedimento colectivo de funcionários públicos em Portugal e a natureza ilegal do vínculo confirmou a suspensão do Estado de direito que vivemos há anos. Esta facto não deve ser misturado com a opinião de que existiam professores a mais. Para além de tudo, e que se saiba, não foram os professores dos ensinos básico e secundário que dimensionaram os quadros das escolas nas últimas duas décadas.

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