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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

ameaçam professores para trabalharem mais

20.09.12

 

 

 

O título que escolhi é do jornal da noite da TVI e refere-se ao Grupo GPS que é a cooperativa de ensino proprietária dos colégios que integram a rede escolar das Caldas da Rainha.

 

A notícia (o link inclui um vídeo) tem uma imprecisão grave. Diz que esta cooperativa só recebe alunos que não têm lugar nas escolas do estado. É exactamente isso que não acontece nas Caldas da Rainha, e de forma acentuada, que provocou o aumento do número de horários zero e que reduziu os contratos com professores.

 

Ao que julgo saber, o movimento "Em defesa das escola públicas do oeste" apresentará oportunamente os números e os argumentos que contrariam essa ideia que é inclusivamente veiculada pelo Governo e pelo MEC.

 

 

"O grupo de escolas privadas GPS, que recebe dinheiro do Estado para lecionar os alunos que não têm lugar em escolas públicas, está a ameaçar os professores que lá trabalham, noticia a TVI.
Os docentes dizem que estão a ser coagidos e ameaçados de despedimento se não assinarem uma declaração para trabalharem mais horas pelo mesmo dinheiro.
«Os professores vão trabalhar mais horas letivas e não vão receber o salário devido», explicou Anabela Sotaia, da Fenprof.
Este grupo de quase 30 escolas, de norte a sul, recebe dezenas de milhões de euros por ano e não há registo de que nestes casos o Estado tenha diminuído a subvenção.
TVI tentou ouvir o Ministério da Educação e as direções das escolas envolvidas, mas ninguém prestou declarações."



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