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Correntes

em busca do pensamento livre

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tratamento de imagem

12.06.12

 

 

 

Se as privatizações correrem bem a António Borges a sua missão estará cumprida. E convenhamos: o país do sul da Europa que mais cortou nos salários, e que vende em conta, está a ficar em condições para voltar a produtos como o subpraime e gerar lucros interessantes. Ainda por cima os offshores continuam a passar pelos pingos da chuva.

 

O exercício de charme que António Borges fez, ontem, no Prós e Contras, e praticamente sem contraditório, serviu para atenuar as últimas afirmações e passar a imagem antiga do homem pragmático não ideológico. A coisa foi de tal monta que estive sempre à espera que apelasse, também por exercício pragmático, ao voto no Syriza grego.

 

O seu optimismo, e todos esperamos que tenha razão, é uma repetição de 2007 ou 2008, quando apareceu como um homem providencial que tinha inventado o subpraime. A hecatombe fez com que imergisse durante anos para reaparecer agora novamente em passo fantasma e anunciando o regresso à felicidade no ano anterior às próximas legislativas.

 

António Borges: "Ninguém pode ser a favor de um país de gente pobre"

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