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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

é giro ter ideias

29.05.12

 

 

O meu percurso profissional, em instituições públicas, privadas e de utilidade pública, ensinou-me a respeitar o que existe, a ser humilde perante procedimentos com história e que a inovação não é sinónimo de epifania e corresponde a trabalho e conhecimento do terreno.

 

Nao sei se será da educação em ambiente anglo-saxónico, se será da formação (sapiência e experiência) em treino desportivo ou se há alguma influência do código genético, o que sei é que percebi que era giro e fixe ter ideias ou achamentos mas acompanhadas do método e do tempo adequado para as desenvolver. Percebi cedo e não considero isso nada por aí além. Sensatez, digamos assim.

 

Não me surpreendem os relatos que vão me chegando das reuniões de rede escolar com elementos que representam o poder central: o desmiolo não é novo. Substituir o ensino ligado às tecnologias e afins pela pesca, agricultura e caça é uma ideia gira e até fixe. Mas exigir que, nesta altura do ano escolar que pressupõe variáveis estudadas e consolidadas, se encontrem respostas em exclusividade para a mudança é que já parece uma coisa demasiado impreparada, que é da família que nos empurrou para o estado em que estamos e que não é da responsabilidade da troika.

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