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Correntes

em busca do pensamento livre

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café central

12.04.12

 

 

 

 

O centro urbano da cidade das Caldas da Rainha tem também o seu Café Central. Está em plena praça da fruta. A sua sobrevivência já passou por fases difíceis. Reabriu em meados da década de noventa do século passado depois de uma profunda remodelação. É um café que sobrevive no descuidado "centro histórico" da cidade. Serve refeições, tem uma esplanada agradável, wireless gratuito, atendimento profissional e simpático, uma bonita decoração e um painel imperdível de Júlio Pomar.

 

 

5 comentários

  • Tem razão Lúcio. E tem piada que estive indeciso na escolha do adjectivo.

    Comecei a fazer estes posts sobre economia local por brincadeira dominical com outro blogger.

    Apercebi-me que alguns portais nacionais destacavam-nos em rubricas de interesse turístico e por aí fora e que tinham muitas entradas.

    Decidi continuar a fazê-los com um registo positivo. Sou sincero em relação ao que penso dos espaços, peço autorização aos proprietários e procuro sinais interessantes nas circunstâncias. É um pequeno contributo à economia local nos tempos difíceis que vivemos. Daí a brandura :)
  • Ah sim. E benditas as que referiu e muitas outras: Cerveira e Viana do Castelo, por exemplo.

    Numa outra que não vou referir o nome :), dei, há dias com uma marginal de uns bons quilómetros, que não visitava há anos, completamente requalificada e com uns candeeiros caríssimos. Para espanto, tinha um candeeiro para aí de 5 em 5 metros. Não sei se ligam aquela parafernália toda. Mas se o fizerem, os satélites ofuscarão com a luz, ficará de dia à noite, a EDP Chinesa agradecerá e a nossa bancarrota encontra mais uma explicação.
  • Sem imagem de perfil

    Lúcio

    15.04.12

    Referi aquelas duas localidades porque percebi que andou por lá nos últimos dias. Fez bem; o Norte, de há vinte anos para cá, em termos de recuperação urbanística e embelezamento de ruas, raramente nos deixa ficar mal. Nem Sul ou o interior, já agora. O mesmo custa a dizer das localidades litorais entre, sensivelmente, Sintra e Aveiro. Mas na maior parte tem havido algum esforço (seia injusto não referir Erceira, Santa Cruz, Alcobaça, S. Martinho, S. Pedro de Muel e, mesmo, Marinha Grande e Torres Vedras). A vossa cidade, contudo, vivendo das "gloriosas" memórias da termas, do Zé do manguito (... e de outros artefactos cerâmicos), contentando-se com a saloice de uma Câmara que mantêm há décadas (de que vale pagar menos taxas se não há serviços de limpeza decentes nem esforço de embelezamento e renovaçao de ruas - sempre pejadas de indigentes disfarçados de arrumadores de automóveis?) parece um subúrbio duma cidade do terceiro mundo - sem ofensa.
  • Subscrevo. A costa de Viana para Norte é inigualável e mesmo uns quilómetros para dentro. De Sintra a Aveiro parece mesmo outro país. Ílhavo, Mira e por ai fora até cortam o coração.

    Concordo mesmo com a descrição que fez.

    Há tempos visitei as aldeias históricas e gostei de algumas delas. Mas Belmonte mostrou-me um caos que me deixou perplexo e digo-o porque pode servir de termo de comparação em relação às diferenças que o Lúcio referiu no litoral. Parece que mudámos de país e torna-se incompreensível tanto desleixo.
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