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Correntes

em busca do pensamento livre

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sobrevivência dos jornais no estado de sítio - o actual e o que se adivinhava

23.03.12

 

 

 

 

Imagino o exercício de sobrevivência dos jornais. Os impressos andam há anos numa saga dificílima. Ontem, o Público chamava à primeira página um exercício cómico de fosfenismo inspirado num francês de nome Francis Lefebure que dizia reencarnar o nosso Vasco da Gama de acordo com uma visita que nos fez em 1950. O MEC reagiu em relação à escola que adoptou o movimento e estabeleceu-se uma polémica sobre a autonomia. Pois é. O ensadecimento não é de agora. Tive um contacto com ele no início do milénio com as crianças Índigo. Como relatei aqui, a autonomia salvou o MEC. Resume-se assim: "(...)Manuel António Pina, cronista do DN, pega numa coisa que anda há uns anos por aí, as crianças Índigo, mas que agora, e ao que parece, ganhou credenciais passadas pelo próprio ministério da Educação. Certa vez, talvez no início do milénio, apareceu na nossa escola uma senhora que se dizia portadora dessa boa nova e que queria que fossemos pioneiros no acolhimento da ideia. Segundo os seus estudos, as crianças Índigo eram rotuladas de hiperactivas. Assegurou-me que uma criança destas, podia, num momento de descarga eléctrica, desactivar o quadro respectivo de uma qualquer habitação. E mais umas coisas de que não me lembro lá muito bem. Agradecemos-lhe a gentileza, mas não: na nossa escola, não. Mas nunca mais me esqueci. Recordo-me que, e uns anos depois, uma Universidade do Porto agarrou a ideia com a mesma senhora como promotora. E a coisa até parece que andou.(...)"

 

Escola põe alunos a fixar lâmpadas para terem melhores resultados

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