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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

o gerente

07.02.12

 

 

 

É enjoativo o discurso carnavalesco dos dirigentes da maioria que governa. O conteúdo tem tanto de esperado como de escusado. A primeira década do milénio foi sempre assim: portugueses rotulados como uma espécie de parasitas pelos seus governantes. Quem não vive por cá não acredita em semelhante acontecimento, por mais sentido de humor que reúna o narrador. Às tantas, os lusitanos têm escolhido para os conduzir um friso de vaidosos sem remédio; e, como o espelho é sempre o melhor conselheiro, os eleitos vêem-se muito, gostam da figura e relatam-na.

 

Este post, com declarações de um anterior presidente do PSD, é uma boa caricatura. O senhor protesta porque os cidadãos querem a terça-feira de carnaval para lazer sem equacionarem a participação nos festejos. Querem ver que já são influências chinesas?

 

Depois há o nacional-faz-de-conta. O que importa é fingir que se está a produzir e são inúmeros os locais onde as chefias parecem atordoadas por não saberem o que fazer. O desnorte explica uma boa parte da bancarrota.

 

O actual primeiro-ministro recorda-me um "gerente". Está ali para gerir de acordo com os ditames e sem pensar muito. Se se der o caso de surpreender positivamente os "patrões", indo além das receitas mais temerosas, espera-se um mútuo esfregar de mãos e uma aflita interrogação: até quando?

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