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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

inequívoco

02.02.12

 

 

Se chegámos a 2005 com cerca de 60 mil professores dos ensinos básico e secundário situados nos três escalões do topo da carreira, a culpa foi de quem usou o bem comum para perseguir interesses eleitorais e alimentar clientelas - foi assim na década de noventa do século passado e não continuou neste milénio porque a bancarrota atingiu, de forma concludente, a banca. Pode discutir-se se foi justo (afinal, existia ainda um último patamar a que os professores nunca acederam), mas não se pode responsabilizar os professores.

 

Em vez de se ter falado "verdade" a tempo, embora processos de auto-acusação sejam raríssimos, iniciámos uma viagem de retrocesso que nos aproxima da situação que encontrámos no sistema escolar quando terminou a ditadura de Salazar: a maioria dos professores estava a contrato e numa situação de precariedade.

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