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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

o facebook e a liberdade para pensar

07.12.11

 

 

 

 

Este post do blogue Arrastão remete a discussão para a era da comunicação que tem tanto de absurdo como de virtual. O voyeurismo tem vários pesos e medidas e legitimou-se. O corpo organológico, o cyborg, está como sempre no limiar da implosão. O apelo da sobrevivência exige que na contratualização com a informação se sobreleve a capacidade de desligar.

 

Há tempos escrevi assim:

Parece que hoje era o dia D para se deixar o facebook como forma de protesto contra a violação da privacidade dos utilizadores. Sou um fraco utilizador das redes sociais, tenho uma ligação automática ao facebook para divulgar o correntes e continuarei.

O que me surpreende é o facto de ainda existirem tantas pessoas que não sabem que tudo o que escrevem na rede (chat´s, mails, sms e por aí adiante) fica registado e só é privado até que alguém queira ler o que ficou escrito. Livre, só mesmo o pensamento.

 

Quando publico os posts do correntes no facebook garanto sempre a possibilidade dos leitores virem ao blogue; por vezes, provoco-a. Há coisas que não gosto na popular rede social: no post Abecedário tinha um erro em despretensioso. Corrigi-o e fiz uma nova ligação; a rede social não assumiu a correcção. Manteve a versão inicial mesmo depois de ter apagado o post no facebook. O facto permite perceber muita coisa.

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