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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

fico e faço greve

20.11.11

 

 

Para já é assim e tenho a consciência que contrario as forças da natureza que dominam a selva. Não há catastrofista, blogger-visionário, secretário de estado da juventude, astrólogo, economista-neo-colonial, mentor-outrora-capitalista-selvagem e por aí fora que não tenha decretado o fim da nação e o apelo sentido à fuga inapelável. Um dos destinos mais recomendados é a minha pátria moçambicana. É uma terra mágica, sem dúvida, e, que se descontarmos as relações humanas que o capitalismo selvagem instituiu, bate aos pontos qualquer território da velha Europa. Estou muito informado do que lá se passa e percebo a ânsia da maioria dos lusitanos. Já vi o sucedido. Noutros tempos, os mainatos (empregados domésticos) eram dois por casa e agora uma mão cheia de euros contrata meia-dúzia. Apelativo para quem tem muitíssimo bom estômago.

 

Por outro lado, Assunção Esteves, que diz que recusou a Maçonaria e a Opus Dei e que acredita que numa folha A4 podia mudar a Europa toda, também afirma que "(...)um novo paradigma para o capitalismo passa por um regresso da política.(...)". É isso. Não me parece nada mal eliminar a papelada e meter a política a dirigir. Pela parte que me toca começo já a 24 de Novembro. Não sou militante partidário, mas milito na blogosfera e a nível local faço o que possso em acções no terreno. Fico interessado em saber se Assunção Esteves também fez greve para reafirmar que acredita no país, na política e no futuro.

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