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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

consta

10.09.11

 

 

 

 

 

Consta que o MEC e alguns sindicatos, a sucursal FNE e umas quantas mini-micro-nano-estruturas, acordaram um rol de burocracia a que vão chamar de avaliação de desempenho dos professores. A FENPROF, desta vez, esqueceu-se da caneta por causa das quotas e do desmiolado SIADAP. Fez bem. Chegou muito tarde ao problema, três anos depois, e vai ter dificuldade em fazer valer esse ponto de vista.

 

A coreografia fez-nos viajar ao século passado e o modelito acordado também. As quotas é que baralham um bocado.

 

Apesar de estarmos perante mais uma redução do modelo Kafkiano, já está mesmo de tanga e com relatórios de 3 páginas incluindo a capa (a sério que negociaram isto), não há garantias de que o ambiente escolar não se venha a encrespar de novo.

 

Eis o elenco das principais conclusões:

  1. Relatório de autoavaliação de 3 páginas.
  2. As classificações de insuficiente permitem um plano de formação.
  3. Avaliação sem efeitos nos concursos para os professores dos quadros. Os professores contratados continuam na mesma nefasta condição, apesar das menções que acrescentam pontos na graduação terem passado de três para duas.
  4. Avaliadores do grupo de recrutamento dos avaliados.
  5. Ciclos de avaliação coincidentes com os momentos de progressão na carreira.
  6. Os professores que se encontrem nos 2º e 4º escalões, ficam isentos de aulas observadas se já tiverem sido objecto dessa provação em ciclos anteriores.
  7. Observação de aulas por avaliadores externos com formação em supervisão, avaliação de desempenho ou formação de professores.


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