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Correntes

em busca do pensamento livre

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4 comentários

  • Viva.

    Discordamos. Tb discordas do post para além do limite? (publiquei antes deste)

    Abraço.
  • Paulo,
    como é evidente (até porque está lá o comentário que fiz na altura da 1ª publicação) discordo totalmente desse post.
    As razões ficaram claras no post que escrevi em resposta ao teu.
    Aparentemente continuas a atribuir "aos sindicatos" um poder que manifestamente não têm.
    Sobre as questões do poder nas organizações democráticas já rios de tinta foram gastos desde que a sociologia das organizações se começou a debruçar sobre o tema.
    O poder não é um bem que se detenha ou se adquira nalguma loja ou supermercado. O poder exerce-se, mas para isso é necessário que seja reconhecido e aceite pelos actores sobre quem é exercido.
    Bem pode a hierarquia (empresarial, sindical, governativa) querer impor uma norma, que nunca o conseguirá sem a adesão daqueles a quem essa norma se aplica. É esse o poder das bases, que interpretam e se apropriam da regra, adaptando-a às suas circunstâncias num processo de Regulação Local Autónoma*
    * sobre a regulação autónoma podes ler Jean-Daniel Reynaud no que se refere à Teoria da Regulação Social. Depois podes explicar a outros bloguers de referência que a alusão à regulação autónoma nada tem a ver com a Margarida Martins, vulgo popota.
    Abraço
  • Sem imagem de perfil

    Paulo G. Trilho Prudencio

    14.07.11

    Viva Francisco.

    "Aparentemente continuas a atribuir "aos sindicatos" um poder que manifestamente não têm." Têm mais do que queres fazer crer e perderam algum também por causa do que escrevi no post.

    Mas já discutimos isso o suficiente. De resto, partilho dessas preocupações com o exercício do poder.

    Abraço.
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