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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do pântano

03.06.11

 

 

 

Basta estar um bocado atento, não é preciso pedir mais. Os dirigentes do PS desdobram-se em veredictos de eternidade e de infalibilidade democráticas: sem eles não há país. Depois de 6 anos a delapidarem a traquitana do estado (para não falar no imenso centrão que está para trás disso), desdobram-se no apelo comovido do-deixem-nos-lá-ficar-com-umas-sobras-de-governo. Esta trupe que tomou as rédeas do PS é despudorada até na hora da derrota. 

 

Contam mais os actos do que as palavras. Este PS foi o partido que mais se insinuou. Ocupou a agenda mais à direita que se conheceu e continua a simular-se de esquerda. Quer agora convencer o próximo poder que essa capacidade de encobrimento pode dar algum jeito na anestesia da contestação. É um tipo de exercício execrável. É preferível, de longe, reconhecer-se o adversário do que o falso aliado. Aprende-se muito sobre a democracia na oposição. Nalguns casos, parece que só com a ameaça efectiva de prisão.

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