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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

da diabolização

03.06.11, Paulo Prudêncio

 

 

 

É espantoso o encobrimento da prática de privatização de lucros na Educação. A parque escolar.sa, empresa criada em "surdina" pelos governos do PS e em obediência à lógica PPP, é proprietária dos terrenos e do edificado em todas as escolas intervencionadas e recebe uma renda do estado. Se associarmos o sucedido à ideia de transformar essas escolas em sedes de mega-agrupamentos, obtemos uma simples formulação: privatiza-se a empresa e em consequência a totalidade da rede escolar. Passaríamos, ou passaremos, de um dos países com mais privado na Educação da Europa para o lugar cimeiro no mundo conhecido. A diabolização em campanha, e o resto, são apenas soundbites. Há quem diga que são conluios negociados pelo centro político-partidário e que obedeceram a um concertado silêncio pré-eleitoral. Veremos.

  

Ministério vende edifícios geridos pela Parque Escolar

 

Os imóveis que o Ministério da Educação (ME) vendeu, em 2010, à Estamo, a entidade pública criada para comprar e vender património imobiliário estatal, estão sob gestão da empresa pública Parque Escolar, que entretanto já se tornou proprietária de vários deles.

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