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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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yes we can - barack obama (reedição)

03.11.08
 

Foi mais uma longa noite. Não resisti: fui ficando e acabei a ver o segundo debate entre os candidatos presidenciais nas eleições dos Estados Unidos. Eram já 4.00 horas quando resolvi dormir. Mas valeu a pena. Obama parece ganhar uma vantagem decisiva. Emociona-me esse facto. Sei que o que interessa é que ele exerça bem as funções descomunais a que se candidata, mas, e francamente, leia-se este comentário que o meu amigo Luís Redes colocou, por aqui, noutra entrada:

 

 

Vieram-me lágrimas aos olhos só de pensar na hipótese da América ter como presidente, um homem que é "coloured", filho de um estrangeiro negro, de uma região obscura da África Oriental.
Isto é uma prova de democracia do mais avançado que há! Seria possível cá?

O seu nome é árabe: Obama rima com o Ossama do Bin Laden.

 

 

Subscrevo o que o Luís escreveu. O lado simbólico dos factos não pode deixar de nos emocionar.

 

Sei que deveria escrever sobre outros assuntos importantes. Mas haverá algo mais decisivo de que começar por derrubar as ideias que levavam à roda livre dos grandes negócios e que, em simultâneo, asfixiavam, com uma monstruosa carga burocrática, o exercício profissional das classes médias (os professores portugueses sabem bem o que é isso)?

 

Recordo um vídeo lindíssimo produzido pela candidatura de Barack Obama. "Yes we can" é poesia e é aquilo que tanta falta nos faz.

 

Ora clique.

 

 

 

(reedição. 1ª edição em 9 de Outubro de 2008.

Daqui a 24 horas será a confirmação, assim espero.

Que coisa tão bonita)

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