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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

decreto regulamentar

30.04.11

 

 

A ordem do dono foi a seguinte: não saiam do decreto regulamentar; e o disciplinado coro deste PS teve de desconhecer qualquer outro argumento na mais recente polémica a propósito da avaliação dos escolhidos. Não podiam caminhar noutros sentidos, mas sabiam que o modelo era mesmo quase fascismo por via administrativa. Tiveram que fingir que professavam um qualquer totalitarismo por causa do emprego. Daqui a uns meses serão taxativos: bem avisei que era mau, mas os laços familiares exigiam solidariedades únicas.

 

É claro que os professores não se esquecerão dos entendimentos, dos acordos, dos adiamentos e das abstenções, mas quando tiverem que escolher não vão perdoar aos autores da monstruosidade.

 

E depois há atitudes que nunca se esquecem e que exigiram um pragmatismo do tipo da defesa dos direitos humanos: todos e já.

 

É. Este modelo de avaliação de professores situa-se nesse nível e impressiona ver pessoas que se acham democratas agarradas à letra do decreto regulamentar. É mesmo imperdoável.

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