Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 24.04.17

 

 

 

 



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Sexta-feira, 14.04.17

 

 

 

Gosto de rever museus. Não me importo quando uma viagem se resume a esses espaços, aos alojamentos e a curtos passeios. A revisão permite aprender mais e atenua a busca do tempo perdido. O acervo do Prado é o que se sabe, mas permitam-me que escolha o tríptico "The Garden of Earthly Delights" de Hieronymus Bosch (El Bosco em espanhol), que justificou uma sessão interessante no último Folio de Óbidos.

 

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Bosh, Museu do Prado. (este vídeo ajuda)

 

internet permite saber muito mais. Basta googlar.

Contudo, a presença física continua insuperável.

 

1ª edição em 15 de Outubro de 2016



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Quinta-feira, 13.04.17

 

 

 

 

 

Sugerido por António Ferreira.



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Quarta-feira, 12.04.17

 

 

 

 



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Terça-feira, 11.04.17

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 09.04.17

 

 

 

 

 



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Sábado, 08.04.17

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 04.04.17

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 21.03.17

 

 

 

Da obra prima de Yasujiro Ozu.

"Um velho casal resolve ir a Tóquio visitar os filhos. É o pretexto que serve a Ozu para voltar magistralmente aos seus temas: o confronto entre o “velho” e o “novo” Japão, as relações familiares, o envelhecimento, a decepção e a resignação. No melhor estilo de Ozu, a duração dos planos acompanha os ditos e os não ditos (uns e outros sublimes) das personagens."

 

Tokyo Story: Official Trailer.

 

 

Versão completa.

 

 



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Segunda-feira, 20.03.17

 

 

 

Direitos Fundamentais da Criança e Educação Inclusiva: conferência de Laborinho Lúcio na Assembleia da República.

 

 



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Segunda-feira, 13.03.17

 

 

"Neruda" foi muito bem realizado por Pablo Larraín. Das duas grandes dimensões de Pablo Neruda, o filme escolhe a poética sem desvalorizar a política.

 

 



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Sexta-feira, 03.03.17

 

 

 

Eu, Daniel Blake.

 

 

 



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Quarta-feira, 01.03.17

 

 

 

Espero que sejam infundados os paralelismos que vou lendo a propósito das semelhanças do que existe com o que antecedeu a segunda-guerra; nomeadamente na Alemanha. "Stefan Zweig - Adeus, Europa", de Maria Shrader, é um bom filme, realizado por actos, que nos narra os últimos anos de vida do escritor judeu Stefan Zweig. É uma obra comovente. Não a deve ver, se me permite, sem um conhecimento sumário do argumento. Fica a sinopse do Público e o official trailer.

 

"Nascido em Viena (Áustria), a 28 de Novembro de 1881, numa abastada família judaica, Stefan Zweig era, nos anos 1920 e 30, um dos mais populares autores europeus. Escreveu sobre a vida e obra de muitos escritores – Dickens, Tolstói, Dostoiévski, Hölderlin, Nietzsche, Balzac, Stendhal, entre outros –, mas também se interessou por figuras históricas como Maria Stuart, rainha da Escócia, ou o navegador português Fernão de Magalhães. Quando, em 1933, Hitler chega ao poder na Alemanha, a influência dos nazis rapidamente se faz sentir na Áustria. Em Fevereiro de 1934, a polícia faz buscas em casa de Zweig. A circunstância persuade o escritor a partir para Londres com Lotte Altmann, a mulher. Quando rebenta a II Grande Guerra e os nazis invadem França, o casal deixa definitivamente a Europa e parte para os EUA. Em 1941, mudam novamente de país, desta vez para o Brasil, instalando-se em Petrópolis, Rio de Janeiro. A 23 de Fevereiro de 1942, deprimido com o crescimento da intolerância e do autoritarismo na Europa e sem qualquer esperança no futuro da Humanidade, Stefan Zweig despede-se com estas palavras: "Envio saudações a todos os meus amigos: que eles possam viver para ver a aurora após esta longa noite. Eu, que sou demasiado impaciente, vou à frente". Zweig e Lotte foram encontrados mortos na tarde do dia seguinte, deitados lado a lado. Tinham ingerido uma dose fatal de barbitúricos. A notícia do suicídio de ambos chocou o mundo.
Parcialmente rodado em Portugal, um "biopic" realizado por Maria Schrader ("Liebesleben"), segundo um argumento seu e de Jan Schomburg. Josef Hader, Aenne Schwarz, Tómas Lemarquis e Barbara Sukowa dão vida aos personagens."

 

 



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Segunda-feira, 27.02.17

 

 

 

O filme, "Toni Erdmann", de Maren Ade (dirigiu e escreveu esta comédia dramática austro-alemã) é de 2016 e não sei se foi candidato a qualquer óscar; se não foi, merecia (fui pesquisar e encontrei o seguinte: "num ano normal era o grande candidato; mas 2017 não é um ano normal"). É um filme com 2h45, mas nem se dá pelo tempo. Toni Erdmann é um professor desprendido e pouco ligado à família. Reforma-se e vai saber da vida de uma filha que é uma competente executiva. O official trailer diz o necessário.

 

 

 



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Quarta-feira, 01.02.17

 

 

 

Os "Resistência" vão estar em Paris numa das salas que foi alvo de acções terroristas. Devem tocar um dos temas com letra mais interessante. Ouvio-o de manhã numa rádio e guardei-o na memória para o resto do dia.

 

 



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Segunda-feira, 30.01.17

 

 

 


No tempo em que não havia google nem sequer internet, e considerando a informação preciosa que se perdia, dediquei-me à construção de bases de dados para alguns assuntos. A dos "ficheiros secretos" tem entradas com resumos de conferências. Andava à procura das questões que apresentei a Eduardo Prado Coelho e encontrei as que coloquei a Bragança de Miranda na conferência sobre corporeidade (estiveram lá os dois) em 7 de Novembro de 1997, na Cruz Quebrada.

Regressei a Bragança de Miranda por causa do vídeo, que colo mais abaixo, imperdível "Palavra e tentação". As questões foram colocadas assim:

Muito obrigado.

Vou colocar duas questões e gostaria que estabelecesse uma relação entre elas, partindo de três categorias: ideologia, responsabilidade e dor.

Primeira questão: considerando o conceito de ideologia, que por aqui estabelecemos, como um conjunto de interesses inconfessáveis (e pensei no consenso manufacturado de Chomsky e na comunidade que vem de Agamben) quais são os interesses inconfessáveis da ideologia do corpo?

Segunda questão: se a responsabilidade das ligações é de cada um dos corpos organológicos, e se o primeiro movimento da responsabilidade é a dor, como será a responsabilidade de um corpo sem dor e a que ideologia isso interessa?

A resposta de Bragança de Miranda, depois de sorrir e de uma pausa, foi sábia e merecia uma conferência: "o mundo passa mais pelas palavras do que pela fisiologia".

 

 



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Domingo, 29.01.17

 

 

 

Vi a apresentação e não perderia o filme de Fanny Ardant - produzido por Paulo Branco -, estreado ontem e filmado quase totalmente no Buçaco. A revista do Expresso despertou-me mais curiosidade com a interessante entrevista ao actor principal Gérard Depardieu, apesar da crítica de Jorge Leitão Ramos terminar assim: "(...)Mas a grosseria carroceira com que Depardieu incarna o personagem, emprestando-lhe uma violência descabelada no relacionamento directo com os que o rodeiam, é de tal maneira despropositada que o filme se desagrega antes mesmo de ganhar consistência." Discordo do crítico. O filme tem muita consistência. Depardieu tem um desempenho muito bom. Dá ao personagem a aura violenta, sem qualquer imagem "chocante" a não ser do ponto de vista psicológico, relatada pela história numa versão que cruza o marxismo com a psicanálise. Penso que o actor principal é mesmo mais um forte motivo para se considerar o filme imperdível. O "Público resume-o assim":

"Envelhecido e de saúde debilitada, Estaline – líder da União Soviética desde 1922 até a sua morte, em 1953 – resolve seguir os conselhos médicos e recolhe-se num palácio isolado durante alguns dias. Lidia, sua amante há várias décadas, acompanha-o nesta viagem. Inesperadamente, ele decide fazer todas as noites o seguinte: deitar-se num divã, assumindo-se como paciente, e obrigar Lidia a representar o papel de psicanalista. Temendo a sua fúria, ela concorda em seguir as indicações do livro "A Interpretação dos Sonhos", de Sigmund Freud. Oleg Danilov é um artista brilhante que ali se encontra, esperando ansiosamente pela oportunidade de mostrar a Estaline a obra que criou em sua honra. Mas Lidia, que não é indiferente aos encantos de Danilov, vê-se arrastada para um perigoso jogo onde qualquer indício de traição pode significar a morte.
Quase totalmente filmado no Buçaco Palace Hotel (numa co-produção franco portuguesa), "O Divã de Estaline" é um filme dramático que que se inspira na obra com o mesmo nome de Jean-Daniel Baltassat. Com argumento e realização de Fanny Ardant, conta com Gérard Depardieu, Emmanuelle Seigner e Paul Hamy nos papéis principais."

 

 



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Domingo, 15.01.17

 

 

 

 

"Na Via Láctea", de Emir Kusturica e filmado em quatro verões, tem as marcas do realizador: música e argumento. Desta vez, acrescenta-se a presença de Kusturica como actor principal e, nem por isso, a direcção de actores parece prejudicada. É exactamente o desempenho dos actores que me impressionou em "Manchester by The Sea" de Kenneth Lonergan. São dois filmes a ver. O primeiro é mesmo imperdível para quem gosta de Kusturica. Dá ideia de uma qualquer despedida. 

 

 

 



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Sábado, 14.01.17

 

 

 

 



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Sexta-feira, 13.01.17

 

 

 


 



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Domingo, 25.12.16

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 22.12.16

 

 

Captura de Tela 2016-12-22 às 13.33.38

 

Iniciei o blogue em 2004 e percorri os posts de Boas Festas. Guardo muito boas memórias deste blogue. Ainda ontem conversava sobre o desaparecimento dos postais analógicos de boas festas. A actualidade vai assumindo a voracidade da simplificação. Se a atmosfera relacional tem contorno diferentes, as emoções resistem às tendências e ligam as pessoas aos sentimentos de amizade e de respeito pelo próximo.

Dei uma volta por 2016. Em termos de saúde, que é afinal o mais importante, as notícias foram positivas. Em termos profissionais, foi mais um ano muito interessante na defesa da escola pública como valor inalienável da democracia e do Estado de direito.

Escolho sempre um vídeo significativo para este tipo de entradas. A esperança e o optimismo são recomendáveis. Quem veio ter aqui por acaso deve ver e ouvir o vídeo e, se for uma pessoa de boa vontade, pode crer que o que ficou escrito é para si também. Obrigado por passarem por aqui e por lerem.

Fique com o Time dos "Pink Floyd".

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 11.11.16

 

 

 

 



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Domingo, 28.08.16

 

 

Rams_2015_film_poster.jpg

 

 

É desconcertatnte o filme do Islandês Grimur Hákonarson que está no Nimas, em Lisboa. Desde os eternos conflitos entre progressistas e conservadores até aos duelos entre avanços da ciência e identidade cultural, e passando pelas mais diversas contradições no exercício da cidadania e na condição humana, Carneiros é uma obra cinematográfica imperdível.

 

No Público:

"Título original: Rams; De: Grímur Hákonarson; Com: Sigurður SigurjónssonTheodór JúlíussonCharlotte Bøving; Outros dados: NOR/DIN/POL/Islândia, 2015, Cores, 93 minutos.
Nascidos numa aldeia islandesa, os irmãos Gummi e Kiddi são criadores de ovelhas, tal como as várias gerações que os precederam. A sua rivalidade é lendária. Há mais de 40 anos que, por um motivo que já ninguém recorda, não dirigem palavra um ao outro. Um dia, é diagnosticada uma doença contagiosa a uma ovelha pertencente a uma quinta das redondezas. As autoridades optam por abater todos os animais que possam ter tido contacto com o agente infeccioso. Determinado a não seguir as regras, Gummi elabora então um plano de fuga para salvar os seus animais. Mas, para que isso se torne possível, terá de engolir o orgulho e pedir ajuda ao seu irmão.
Com realização e argumento de Grímur Hákonarson, "Carneiros" foi apresentado no Festival de Cinema de Cannes, onde recebeu o prémio Un Certain Regard. Os actores Sigurður Sigurjónsson e Theodór Júlíusson são os protagonistas."
 
 

 



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Terça-feira, 23.08.16

 

 

 

É difícil uma classificação assim ("Mulholland Drive, de David Lynch, foi escolhido como o melhor filme do século XXI por uma votação, promovida pela BBC Culture, de 177 críticos de cinema de todo o mundo (de todos os continentes menos a Antárctida, como sublinham os editores da BBC que organizaram o inquérito juntando 36 países)"), mas Mulholland Drive (2001) é genial. Vi-o a primeira vez no King, em Lisboa. Fiquei fascinado. Lembro-me que viemos a viagem toda a discutir a complexidade do filme com uns amigos. Se me permitem, é uma obra do nível de "Eyes wide shut”", de Stanley Kubrick; e não só por serem temas semelhantes. Aliás, o filme de Kubrick ficou prejudicado com a morte do realizador com a montagem por concluir.

 

O trailer de Mulholland Drive.

 

 



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Quinta-feira, 18.08.16

 

 

 

  

 

 

 



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Sábado, 13.08.16

 

 

 

 

 

Mais logo; Parque Palmela; Cascais



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Sexta-feira, 12.08.16

 

 

 

 

Aproximava-se a independência de Moçambique quando fiz uma visita que guardo em lugar seguro.
Integrei uma selecção que representava a futura nação. Percorremos as principais cidades e realizámos jogos de basquetebol integrados nos festejos. O dia 25 de Junho de 1975 foi eleito para o momento mais esperado: descerrar a bandeira portuguesa e substitui-la pela moçambicana. A delegação era chefiada por um guerrilheiro da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), o generoso Cariquirique.
O 25 de Junho coincidiu com o intervalo da digressão. Três dias de descanso e contemplação na belíssima Gorongosa, no centro do país: uma extensa e deslumbrante savana, onde se convivia com animais que povoavam os nossos imaginários.
 
 
 
 
 
 
Encontrei um belo vídeo que nos conta a história de duas das suas guardiãs.

 

 

 

 



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Sexta-feira, 29.07.16

 

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 22.07.16

 

 

 

 

"Francofonia" é um bom filme de Aleksandr Sokurov. 1940: as tropas nazis entram em Paris e ficamos a saber o que aconteceu ao Museu do Louvre. É o ponto central do argumento. Os conceitos de "Liberdade, fraternidade e igualdade", "gosto pela arte" e "relação entre arte e guerra" são friamente analisados e ilustrados por imagens de um navio que transporta, e vai perdendo, contentores de arte em tempestuoso alto mar. A ver.

 

 

Título original: Francofonia; De: Aleksandr Sokurov; Com: Louis-Do de LencquesaingBenjamin UtzerathVincent Nemeth; 88 min.

 

1940. As tropas Nazis tomam conta da cidade de Paris (França). Jacques Jaujard (Louis-Do De Lencquesaing), director do Museu do Louvre, e o Comandante Franz Wolff-Metternich (Benjamin Utzerath), chefe da comissão alemã para a protecção das obras de arte em França, vêem-se obrigados a colocar as suas diferenças de parte e aliam-se para preservar os tesouros do museu. Assim, ao mesmo tempo que os exércitos arrasam a cidade, eles fazem o que podem para proteger algumas das mais importantes criações da Humanidade.
Com realização do aclamado realizador Aleksandr Sokurov (“A Arca Russa”, “Pai e Filho”, “Alexandra”, “Fausto”), um filme sobre um período negro da História europeia, onde se reflecte sobre a arte, o poder e a cultura e a importância dos museus na preservação da identidade humana. 

 

 



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Terça-feira, 19.07.16

 

 

 

 

"De cabeça erguida" tem como figura central uma juíza (Catherine Deneuve) de um tribunal de menores francês. Isso diz muito do argumento e tem uma relação poderosa com os actos terroristas a que temos assistido. O muito bom filme de Emmanuelle Bercot devia ser de visionamento obrigatório para as pessoas que opinam sobre o abandono escolar e a delinquência juvenil num tom crítico para os profissionais ou com ligeireza. A personagem interpretada por Catherine Deneuve dá uma lição de pedagogia, sensatez, firmeza e sabedoria. Imperdível mesmo.

 

 

 

Título original: La Tête Haute; De: Emmanuelle Bercot; Com: Catherine DeneuveRod ParadotBenoît MagimelSara Forestier; 120 min.

 



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Segunda-feira, 18.07.16

 

 

 

Muito bom o filme de José Luis Guerin. O lugar das Musas é reflectido através do curso de um professor de Filologia e da sua vida particular. "O amor é uma invenção dos poetas e o matrimónio dos economistas" é uma asserção dissecada com ritmo e oportunidade.

 

 

 

Título original: La academia de las musas; De: José Luis Guerín; Com: Rosa DelorEmanuela ForgettaPatricia GilMireia Iniesta; 92 min.

 

"Ao chegar a casa depois de um dia de aulas na universidade, um professor de Filologia é questionado pela sua mulher sobre o projecto académico que tem em mãos. Convencido do poder da arte, e inspirado pelos clássicos, ele propôs-se a criar uma "Academia das Musas" destinada a regenerar o mundo pela poesia, através das míticas figuras que motivam a criação artística. Durante a discussão, o casal faz uma avaliação da sua vida afectiva, ao mesmo tempo que debate vários tópicos filosóficos: o amor, o belo, a subjectividade ou o papel do criador e da criação. A relação dele com as suas alunas, que inevitavelmente acaba por seduzir, acaba por ter repercussões directas no seu casamento e na forma como a esposa o vê.
Numa mistura de documentário e ficção, o realizador catalão José Luis Guerín ("Comboio de Sombras", "Dans la Ville de Sylvia") constrói uma história sobre o desejo, a infidelidade e a necessidade de inspiração. Em competição no Festival de Locarno (Suíça) e no Lisbon & Estoril Film Festival (Portugal), este filme arrecadou o Giraldillo de Ouro de Melhor Filme no Festival de Cinema de Sevilha (Espanha)."


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Sábado, 09.07.16

 

 

 

O que é que cimenta o título? Goldman Sachs (pode saber mais aqui).

 

Em 20 de Janeiro de 2015, um post dizia assim:

"Arnualt "interveio decisivamente para que fosse desbloqueado o empréstimo do Goldman Sach´s ao BES em vésperas do colapso do banco" e "já estava já no Goldman Sachs quando elogiou "o legado de Ricardo Salgado" e afirmou que "o BES é um banco profundamente estável". Esta malta, que acusava os seus críticos de uns sem-mundo, têm também um historial de delapidação do orçamento do Estado e são responsáveis pelo estado a que chegámos."

 

Sobre a personagem Durrão Barroso pode começar por aqui (Jorge Sampaio responsabiliza o Cherne pela invasão do Iraque): pelo demolidor romance de Clara Ferreira Alves.

 

Sobre o Goldman Sachs fica o vídeo.

 

 



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Quinta-feira, 07.07.16

 

 

 

Pode ver aqui um vídeo interessante do Expresso sobre Salgueiro Maia.

 

"A história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Um herói português."

 

Captura de Tela 2016-07-06 às 17.22.41.png

 



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Quarta-feira, 22.06.16

 

 

 

Cortesia do Sérgio Moreira

 



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Quinta-feira, 14.04.16

 

 

 

Aos 37 anos e sobrecarregadíssimo com lesões graves, Kobe Bryant fez ontem o seu último jogo na NBA depois de 20 anos recheados de grandes momentos. E não é que ontem Kobe marcou 60 pontos (mais uma marca inédita na NBA para um jogo de despedida) com todos os ingredientes que o tornam uma lenda desportiva. Vale mesmo a pena ver o resumo do jogo. Pode ver mais no site da NBA. Para além de tudo, impressiona como a sua equipa dedicou a época à sua homenagem. Nunca os Lakers sofreram tantas derrotas, mas Kobe foi recebendo o reconhecimento pelos diversos pavilhões até à noite épica de ontem que não tem paralelo na vida desportiva.

 

 

 



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Quarta-feira, 13.04.16

 

 

 

 

Kobe Bryant fará hoje o último jogo na NBA.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:04 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 03.04.16

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:34 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

E parece que em Maio se conherão os detalhes que envolvem Portugal. É de ler.

 

Captura de Tela 2016-04-03 às 20.09.39.png

 

 

Em vídeo.

 

 

 

 



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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
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