Em busca do pensamento livre.

Sábado, 24.06.17

 

 

 

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Mas no facebook não é seguido: faz como aquelas pessoas que pedem amizade sem qualquer amigo, nunca publicam e têm perfil de outro mundo :). São invisíveis e espreitam o mundo; socializam. Haja paciência.



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Segunda-feira, 27.03.17

 

 

 

Agir sobre a informação é não só actuar sobre os dados obtidos, mas proceder sobre as relações que se estabelecem. “(...)Ou seja, é agir sobre os padrões coletivos ou individuais de formatação e através deles sobre a perceção do real e sobre a ação que dele decorre(...)” Rascão (2004: 21). Manuel Castells, por exemplo, enuncia vantagens na utilização das redes sociais. Trata-se de saber como usar as novas ferramentas e encontrar caminhos que sem a sua existência seriam improváveis ou mesmo impossíveis.



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Sábado, 10.09.16

 

 

 

A menos que faça como aquelas pessoas que pedem amizade sem qualquer amigo - não tinham qualquer acção na rede - e de perfil irreconhecível ou de outro mundo :). Haja pachorra.

twitter

 



publicado por paulo prudêncio às 11:28 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Domingo, 19.06.16

 

 

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Em 2006 ou 2007, e mesmo depois disso, ter um blogue era, para o mainstream, sinal de "pessoa incómoda" com textos clandestinos. Nos momentos mais quentes, os bloggers eram incomodados. Uma boa relação com o poder formal incluía dizer que não se lia blogues. Com as redes sociais, mais com o facebook, tudo foi mudando. Até os outrora "iletrados", e mesmo os utilizadores da caneta azul, passaram a postar e com páginas a duplicar ou triplicar. É uma longa história, cheia de peripécias, que um dia se contará; ou não.

 

Ou seja: em 2007, e para facilitar as tais leituras, meti a fotografia no blogue e passei a assinar com o nome completo. Fiz o mesmo, mais tarde, no twitter e no facebook. Chegou agora o tempo de voltar a abreviar o nome para Paulo Prudêncio.



publicado por paulo prudêncio às 19:18 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 23.04.16

 

 

"On bullshit”" é o título do livro do filósofo americano Harry Frankfurt. Na tradução portuguesa ficou "a conversa da treta”". Apesar da enorme quantidade do fenómeno, não há, diz o autor, estudos profundos sobre o tema. 

Não existe uma teoria geral do “bullshit”, o que é paradoxal considerando a sua ubiquidade. Reconhece-se que é uma ameaça mais insidiosa para a verdade do que a mentira, uma vez que não tem qualquer preocupação com o rigor. O “bullshit” é objecto de uma estranha tolerância, enquanto que a mentira é vista sem benevolência. “A principal razão para o seu aumento é o facto da sociedade exigir que todos tenham opinião sobre tudo, mesmo sobre aquilo que desconhecem. É evidente que o mundo da comunicação social, e das redes sociais, constitui um abundante caldo de cultura “bullshit “”.  

 

 

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Quarta-feira, 30.12.15

 

 

 

 

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Gosto de ter um blogue e existem possibilidades relacionais com as redes sociais que doutro modo seriam improváveis. Uso esta forma, o email, para desejar as boas festas a familiares, amigos de sempre ou mais recentes, reais ou virtuais e também a quem passe pelo blogue, twitter ou facebook. Se o leitor não está com pressa, e mesmo que não nos conheçamos, vá até ao fim que a edição é dedicada a quem anda no mundo com boa vontade.

 

A actualidade assumiu a voracidade da simplificação, a atmosfera relacional tem contorno diferentes, mas as emoções resistem às tendências e ligam as pessoas aos sentimentos de amizade e respeito pelo próximo.

 

Percorri o ano.

 

Em termos de saúde, que é afinal o mais importante, as notícias foram positivas.

 

Em termos profissionais, e pensando no mote principal do blogue, mantém-se inabalável a defesa constitucional da escola pública como instrumento da igualdade de oportunidades. As perplexidades derivadas da invasão de práticas neoliberais merecem dois comportamentos: firmeza e paciência.

 

Escolho um vídeo que o meu pai gostasse de ouvir. Sou adepto da esperança e "Hope of deliverance", do ex-Beatle Paul McCartney, cumpre a opção.

 

Boas festas e aquele 2016.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:54 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Quinta-feira, 10.12.15

 

 

 

Mesmo numa lógica de conhecimento sumário e introdutório, deve precisar-se que agir sobre a informação é não só actuar sobre os dados obtidos, mas proceder sobre as relações que se estabelecem, “(...)ou seja, sobre os padrões coletivos ou individuais de formatação e através deles sobre a perceção do real e sobre a ação que dela decorre (...)” Rascão (2004: 21). Ainda noutro dia ouvi Manuel Castells enunciar vantagens na utilização das redes sociais: trata-se, como sempre, de saber como usar as novas ferramentas e encontrar caminhos que sem a sua existência seriam improváveis ou mesmo impossíveis.

 

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publicado por paulo prudêncio às 17:38 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 09.12.15

 

 

 

Nos últimos dias apaguei posts inadvertidamente (por causa da aplicação para telemóveis) e alguns tinham sido partilhados por outros blogues. Também sucedeu o seguinte: encontro um assunto interessante noutro blogue ou site, faço um post com um comentário inicial e a respectiva ligação, temporizo a publicação para outra data e esqueço-me. Quando o reencontro está, por norma, desactualizado e, como aconteceu nestes dias, é publicado na versão rascunho e até com ligação automática para o twitter e facebook; peço desculpa. Está tudo resolvido e tudo farei para que não se repita.



publicado por paulo prudêncio às 19:07 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 25.11.15

 

 

 

 

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Liguei o blogue ao Twitter e ao Facebook em 2009 e uso as cronologias com a mesma intenção de divulgação (no facebook faço ainda alguma interacção com familiares e amigos). Não publico por lá os posts todos. Pelo descrito, é natural que aceite todas as "amizades" nessas redes, mas com a interacção muito condicionada. Só removo "amizades" quando vejo que não há mesmo pachorra (deixo de seguir primeiro e depois apago mesmo).



publicado por paulo prudêncio às 14:26 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 17.11.15

 

 

 

As redes sociais ampliam a "ágora" e os sinais de intolerância. Vê-se ódio ao que os outros pensam. É o sinal mais evidente. Daí a actos terroristas irá um qualquer passo dependente de circunstâncias, oportunidades e distúrbios diversos, como se percebe com a identidade dos fanáticos de Paris. "És amigo de um homossexual? Levas com uma campanha negra", ouvi há pouco num fórum TSF este exemplo. Mas pior deverá ser, imagina-se, para os próprios homossexuais ou para as inúmeras diferenças que incomodam nos outros. O "ouvinte" acrescentava que esse tipo de campanhas são normalmente a "brincar". Ou seja: os fanáticos são uns divertidos. Amos Oz é, mais uma vez, muito claro:

 

"A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar... O fanático é uma das mais generosas criaturas. O fanático é um grande altruísta."

 

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publicado por paulo prudêncio às 17:15 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 29.07.15

 

 

 

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Afinal, há mais malta do Sporting, e bem ferrenha, diga-se, do que o indicado pelos números; é até, e  muito bem, uma tendência planetária. Assim fervessem a propósito das causas sociais.



publicado por paulo prudêncio às 21:15 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 18.06.15

 

 

 

Ando a testar novas aplicações resultantes de novo software e hardware. Inadvertidamente, têm entrado actualizações automáticas do blogue (e partilhas automáticas) no Twitter e no Facebook (mais até no primeiro) e envio de emails teste. Nem sempre os posts estavam concluídos. Parece-me que está tudo regularizado, obrigado a quem me avisou e estarei desculpado.

 



publicado por paulo prudêncio às 16:51 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 15.09.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falar do futuro na época em que inaugurei o Correntes era um exercício muito afastado do que se veio a viver; mesmo para os registos mais pessimistas.  

 

O primeiro editorial inscrevia a impossibilidade da escrita sobre Educação, mas em 2006 abandonei a promessa. O registo independente entranhou-se: vinha de trás e a atmosfera de liberdade é inigualável. Já vou em 7894 posts (com 24159 comentários) e não vislumbro um qualquer tempo perdido. Sei que a escrita estrutura a mente e que é um exercício de risco.

 

Em 16 de Dezembro de 2013 escrevi este post sobre os deveres de cidadania em que manifestava algum cansaço com essa espécie de já longa "profissionalização". Reservei para 2014 um abrandamento que cumpri sem muitas cedências.

 

Os blogues afirmaram-se como clássicos das redes sociais e ao fim de uns anos os seus arquivos ensinam-nos a lidar melhor com o tempo.

 

Repito um parágrafo que usei noutros editoriais: Seria mais cómodo que a linha editorial de um blogue se restringisse ao puro prazer de escrever e de editar posts sem conteúdos relacionados com causas e com temas denominados de cidadania. No meu caso seria, mas não era a mesma coisa.

 

Obrigado a todos os que passam por aqui.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:54 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Sexta-feira, 29.08.14

 

 

 

As férias tiram-nos da rede e o regresso é sempre algo burocrático: centenas de emails e actualizações no blogue e nas redes sociais.

 

Um dos emails recomendava um vídeo que deixei a correr enquanto despachava outros assuntos. É, digamos assim, um vídeo sobre o caso BES que é elucidativo do estado do país.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 16:44 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quarta-feira, 04.06.14

 

 

 

 

11 fotos que os pais não devem publicar nas redes sociais

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:32 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 08.01.14

 

 

 

 

 

Sobre a socialização em rede

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:11 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 27.10.13

 

 

 

 

 

 

 

 

"(...)Temos então saudade de um cérebro desligado, de acesso restrito, mais lento e reflexivo, que se demorava em leituras e olhares em imagens singulares e isoladas. Um cérebro que se esforçava num lugar, aquele lugar, onde se deixava ficar, fixando as suas rugosidades. Certamente que não perdemos este cérebro. Encontramo-lo quando saímos da rede durante algum tempo, que tem que ser muito, ou quando aprendemos a viver em dois mundos. Resta saber guardar o mais importante."







publicado por paulo prudêncio às 09:47 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Domingo, 17.02.13

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 14:05 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 14.02.13

 

 

 

 

 

Pede-me o Ricardo Santos, e peço desculpa pelo atraso, que comente as visitas provenientes do facebook. Há já alguns meses que uso apenas o Apollofind Web Counter como contador de visitas e páginas vistas. Fiz uma captura de écran na altura, 30 de Janeiro de 2013, e outra a 12 de Fevereiro de 2013. São dias com audiências diferentes, uma vez que a segunda corresponde a um semana de férias e a um dia que é uma espécie de feriado.

 

Como se pode ver nos quadros, a ampla maioria é proveniente dos favoritos de cada utilizador. Seguem-se as que chegam através do google e depois as indicadas por blogues de referência na área da Educação. Só depois aparece o facebook e com números significativamente mais baixos. Mesmo as visitas provenientes dos sites dos órgãos de comunicação social mais conhecidos são residuais.

 

Tudo isto vale o que vale e cada blogue tem a sua história. Não uso a actualização automática do sapo para lançar os posts no facebook. Faço-o manualmente para alguns posts e nesta fase para uma página dedicada ao blogue que foi crida depois da captura do primeiro quadro. Deve ainda considerar-se a possibilidade dos leitores que lêem os posts no facebook e não entram no blogue.

 

 

30 de Janeiro de 2013

 

 

 

 

12 de Fevereiro de 2013

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:08 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 09.02.13

 

 

 

 

 

 

 

 

Criei uma página no facebook dedicada ao Correntes. A ideia é dar mais vida ao arquivo do blogue, que vai com 6308 publicações, relacionando o que gostei de escrever com a actualidade. Também recorrerei ao que diariamente edito. Publicarei os posts na página do facebook com a introdução de duas ou três frases que os relacionem com o momento. É uma ideia antiga que decidi concretizar neste período mais distendido.

 



publicado por paulo prudêncio às 19:00 | link do post | comentar | ver comentários (9) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
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E já conhecida há décadas, embora sem "reconhecime...
tão verdade.
"On bullshit" e ponto final.
E está difícil sair daí.
Vamos acompanhando.
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