Em busca do pensamento livre.

Quinta-feira, 03.08.17

 

 

 

 

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E o fenómeno tornou-se mesmo tão grotesco, que os canais por cabo das televisões generalistas não escapam a esse nivelamento competindo com os canais desportivos. Já nem se trata dos dias dos grandes jogos. É uma febre diária que transforma um jogo de treino num acontecimento do outro mundo. A RTP2 tem sobrevivido, apesar das tentativas do poder político mais neoliberal, e está com uma programação interessante.



publicado por paulo prudêncio às 10:27 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 25.07.17

 

 

 

"Polícia chamada a intervir por problemas com matrículas em Lisboa" é a principal notícia do Público online. Este problema tem causas, por muito que custe à voracidade mediática. A rede escolar tinha densidade, apesar da péssima organização do território, até à chegada dos barrosistas que "reformaram" a eito e implodiram (com erros graves na escolha dos alvos) a lei orgânica do ministério: acabaram com 23 estruturas (centros de área educativa) que tinham massa crítica na organização da rede e os anos que se seguiram foram tragicómicos. Houve episódios hilariantes de boys-PSD-CDS a orientarem reuniões de rede com números que triplicavam os estudantes existentes em alguns concelhos. Segui-se o socratismo-boys-PS que exponenciou o mercado, e o negócio, de "privados" a quem o curto santanismo escancarou as portas. O Passismo-Portismo-boys-pàf acrescentou a epifania da liberdade de escolha, e da legítima segregação, que só se regula de um modo: chamem a polícia (mas não se esqueçam que as crianças assistem).



publicado por paulo prudêncio às 12:20 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 14.06.17

 

 

 (Parece que esta notícia ainda não se confirmou)

 

Os novos campeões da "NBA quebraram a tradição": disseram um "não", por unanimidade, a Trump. Não existirá a habitual recepção do Presidente aos vencedores. É uma decisão interessante num mundo ocidental a transbordar de hipocrisia. Como estaria a democracia se cada cidadão tivesse a mesma dignidade?

 

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publicado por paulo prudêncio às 13:25 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 04.06.17

 

 

 

"(...)Entretanto, o Presidente americano Donald Trump voltou a publicar um twit sobre os atentados, desta vez acusando o Presidente da Câmara de Londres, Sadik Kham, um britânico de origem paquistanesa, de não levar a sério a ameaça terrorista.

"Pelo menos sete mortos e 48 feridos num atentado terrorista e o presidente da Câmara de Londres diz que "não há razão para ficarmos alarmados", escreveu Donald Trump. Sadik Khan tinha no entanto condenado em termos muito fortes os ataques, designando-os nomeadamente como "actos bárbaros".(...)"

 

Impressiona! Como é que os EUA elegeram este Presidente é a perplexidade mil vezes repetida.



publicado por paulo prudêncio às 16:13 | link do post | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Sábado, 03.06.17

 

 

 

Segundo os OCS, a rede - e que rede; e que rendas -  EDP/REN começou no Governo de Barroso (2004), passou pelo de Santana e cimentou-se no de Sócrates. A rede pode acabar mal 13 anos depois. Pelos vistos, a rede tem ligações ao BES e desagua na lugar habitual: a rotunda do Marquês. Mexia, um dos quatro arguidos conhecidos ontem e que é referido como membro activo da rede, passou por governos e era um dos liberais do Compromisso Portugal. Em 2010, recomendou aos portugueses que aguentassem. Basta googlar um bocadito e encontramos:

 

"António Mexia diz que fez por merecer os 3,1 milhões.

 

António Mexia afirma que o valor recebido em 2009 em prémios é justificado porque "o que está em causa é que ultrapassámos os objectivos definidos em 2006, 2007 e 2008. Foram definidos objectivos ambiciosos e difíceis de atingir para a maioria das pessoas e que foram ultrapassados".(...) As declarações de Mexia surgem na sequência do escândalo causado pela sua remuneração à frente duma empresa onde o Estado é o principal accionista, numa altura em que o governo propõe medidas de austeridade para os mais pobres.(...)

Tirando a passagem pelo GES, António Mexia fez toda a sua carreira nos negócios em empresas com participação estatal, muitas vezes por nomeação política, para além de ter participado nos governos de Cavaco Silva e Santana Lopes. No entanto, Mexia assume-se como um liberal e foi um dos promotores da iniciativa "Compromisso Portugal", que defendia justamente a saída do Estado do capital das empresas onde ainda se mantém. Na sua mensagem aos membros do Compromisso Portugal, Mexia defendeu que a "ambição que é hoje obrigatória para Portugal" exige "sacrifícios no curto prazo por forma a obter vantagens no médio prazo, devendo esta geração evitar carregar inutilmente as próximas".

"Temos que aprender a dar mais e a pedir menos", aconselhava o então presidente da Comissão Executiva da GALP Energia, ainda antes de aceitar o convite de Santana Lopes para entrar no governo. Quando o governo caiu, foi a vez de Mexia convidar Santana para o cargo de assessor jurídico na EDP."

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Quarta-feira, 26.04.17

 

 

 

E o leitor interrogará: Frenocómio? Já lá vou, não desista. Primeiro, convém esclarecer: há mais de uma década que vou somando episódios para esta conclusão. Mas depois de ler umas coisas sobre o estado geral das escolas, sobre as provas de aferição para os petizes, sobre a hiperburocracia e sobre o estado da gestão das escolas, não me permitia outro entendimento. E qual é então o significado de manicómio? É fenocómio, hospital para internamento de doentes mentais ou hospital psiquiátrico, com todo o respeito por estes lugares.



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Quinta-feira, 16.02.17

 

 

 

É possível perspectivar o que será a municipalização de todo o ensino não superior num país "capturado" pela partidocracia e com caciquismo quase generalizado. Se se confirmar a descentralização de competências, é imperativo (ainda mais obrigatório, para ontem, urgente) mudar o modelo de gestão das escolas.



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Quarta-feira, 30.11.16

 

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É, objectivamente, uma descida na confiança nas instituições, e na democracia, a sucessão de habilitações falsas. Depois dos últimos casos, o Expresso "apurou que o Governo" procurou mais irregularidades. Houve duas pessoas que pediram exoneração sem entrega da documentação. Percebeu-se que o fizeram por terem declarado habilitações falsas. É, e sei lá que se diga mais no meio deste pântano, uma atenuante. O Público revela uma prática muito negativa para o crédito das nomeações em concursos públicos: "no momento da nomeação, foi-lhe pedido que apresentasse o currículo para que fosse colocado no despacho e “acreditou-se que as informações eram as correctas”.



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Sexta-feira, 25.11.16

 

 

 

São tais as evidências, que a interrogação que ouvi faz sentido: é mais polvo ou mais pântano? Coabitam os dois fenómenos. Aliás, o segundo foi até denunciado por Guterres. No caso Vistos Gold, por exemplo, notam-se os tentáculos de um polvo, mas a existência de um pântano de dimensões apreciáveis é inquestionável. Digamos que são polvos (e polvitos) que se alimentam silenciosamente em pântanos aparelhados.

 

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Segunda-feira, 14.11.16

 

 

 

O sistema acordou com o pesadelo dos EUA. A suprema ironia elegeu, bem lá no alto, um produto do sistema que fez campanha como indignadoA erosão do centro político nas democracias ocidentais é um problema grave que se pode tornar trágico. Há toda uma ganância criada pelo sistema que é cada vez mais difícil de combater. Ontem, no Expresso, Joseph Stiglitz disse que "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra o elitismo." Hoje, Ana Sá Lopes, no I, diz que os "trumpistas estão no meio de nós (olhe para o lado)", Jorge Sampaio, no Público, "alerta para a tendência global dos movimentos populistas", António Lima, no Sol, diz que "os democratas procuram líder no meio dos escombros", Ricardo Paes Mamede, no I, diz que "há uma grande dificuldade em fazer face aos populismos de direita" e Helena Tecedeiro, no DN, fala-nos de Steve Bannon, o tipo que dirigiu a campanha de Trump e que "é acusado de antissemitismo e de ser próximo dos supremacistas brancos. Foi funcionário do Goldman Sachs, acusou Obama de importar muçulmanos cheios de ódio, comparou o programa de planeamento familiar americano ao holocausto e aconselhou as mulheres vítimas de assédio online a se desligarem e pararem de tramar os homens na internet."

 

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Sábado, 12.11.16

 

 

 

E é isto: "(...)No jantar de caridade de Al Smith, com a hierarquia católica de Nova Iorque e o poder político, financeiro e mediático ao lado dos dois candidatos, Trump chamou corrupta a Hillary e disse várias piadas ofensivas. A resposta dela foi uma gargalhada falsa, uma máscara afivelada para consumo externo. Quem visse aquilo nas várias plataformas, da televisão à rede, veria um grupo poderoso e privilegiado de amigos, mulheres com jóias e homens emproados, onde ela parecia a rainha e Trump o primo da província. Teria sido útil, por uma vez, observar uma reação emocional.(...)" escreveu Clara Ferreira Alves (CFA) na revista do Expresso (03:12/11/2016). No primeiro caderno, CFA diz que "Trump é um fascista, não em sentido clássico, rodeado de criminosos de colarinho branco." Até arrepia. Espero que não se confirmem os piores cenários. É evidente que Trump é um oportunista que se gaba de fugir a impostos, e de não sei quantas trafulhices, e de não respeitar os direitos mais elementares das pessoas envolvidas nas suas actividades. Mesmo assim, coabitou anos a fio com o arco governativo. A imagem é elucidativa e encontramos inúmeras da mesma família nas democracias ocidentais. No mundo real registamos a oportunista hipocrisia em nome institucional ou o modo oligárquico de apropriação do bem comum. E ficava aqui a tarde toda a detalhar um pântano que nunca dá bons resultados.

 

Adenda: Na mesma revista (p:42), Joseph Stiglitz diz, antes da vitória de Trump e pensando nos dois lados do Atlântico, que não gosta do termo "populismo", embora esteja preocupado com a erosão do centro político. "O "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra o elitismo." O Nobel da economia (2001) prefere o termo demagogia. Dá um exemplo: "Números "surgidos" do nada como o limite de 3% do défice. Aplaude o Governo português que devia ser premiado e não o contrário." Fala, por exemplo, da batota em relação à França, do falhanço rotundo da troika e da moda recente dos governantes não eleitos made in Goldman Sachs. Uma entrevista a não perder, até para não dizermos que é incompreensível a ascensão eleitoral da Trump Tower.

 

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publicado por paulo prudêncio às 22:46 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 12.09.16

 

 

 

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E ainda aparecerá em público com o maior dos desplantes.



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Terça-feira, 02.08.16

 

 

 

É tal a sucessão de casos e evidências, que a interrogação que ouvi faz sentido: é mais polvo ou mais pântano? Coabitam os dois fenómenos. Aliás, o segundo foi até denunciado por Guterres no acto de demissão como primeiro-ministro. É evidente que é mais seguro se olharmos o que nos rodeia antes de uma qualquer resposta. E aí, e no ambiente escolar, notam-se os tentáculos de um polvo (ou polvito). Mas a existência de um pântano de dimensões apreciáveis é inquestionável. E se no escolar é assim, há fortes probabilidades de se equiparar nas restantes áreas. Digamos que são polvos (ou polvitos) que se alimentam nos pântanos.

 

 

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Sexta-feira, 29.07.16

 

 

 

 

Em 10 anos, quem perdeu mais professores, Público ou Privado? Qual o ministro que cortou mais professores?



publicado por paulo prudêncio às 08:42 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 14.07.16

 

 

 

"O senhor Barroso fez a cama dos antieuropeus. Apelo, pois, solenemente, a que abandone esse cargo", apela o secretário dos Assuntos Europeus francês Harlem Désir. Barroso tem um grande descaramento e continua, como político, a enriquecer longe dos eleitores. A sério e repito: vale a pena ler o romance "Pai Nosso" de Clara Ferreira Alves; a personagem é bem desmontada.

 

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Domingo, 19.06.16

 

 

 

"Não concordo com uma comissão parlamentar de inquérito à CGD", disse Daniel Oliveira no Eixo do Mal de ontem. Para este comentador, que foi do BE, é do Livre e apoia o Governo, está em causa a imagem da instituição que sofrerá estragos com o inquérito porque se tornarão públicas uma série de irreguralidadades que os mentores (arco governativo) até já conhecem. E é isto. "Escondem-se" irregularidades em nome de uma suposta imagem e de um tortuoso interesse público. Imagine-se o que diria o comentador se a PàF usasse o mesmo argumentário nos casos da banca privada (e qualquer que seja o momento jurídico e público de uma instituição): o mainstream sabe o que se passou e chega: ponto final. Há que perservar a imagem; em caso contrário, sai mais caro aos contribuintes.

 

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Terça-feira, 12.04.16

 

 

 

Já não são só os tradicionais. Agora tropeçamos em procuradores, juízes a designaram-se como a "classe menos confiável", funcionários das finanças, directores e chefes de repartições públicas, directores-gerais de diversos ministérios, concursos públicos pejados de irregularidades e por aí fora. Ainda ontem ouvi um jornalistas dizer que o tal gestor de fortunas ligado ao Panamá Leaks trabalhou para ex-ministros portugueses e para um presidente da República (quem será?). Para já o gestor não diz nomes. É tudo muito mau mesmo.

 

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Domingo, 18.10.15

 

 

 

"Não sei como José Eduardo dos Santos dorme à noite. Não sei como Isabel dos Santos dorme à noite. Não sei como milhares de homens e mulheres de negócios dormem à noite. Não sei como o Governo português dorme à noite", escreve hoje na revista do Público Alexandra Lucas Coelho. É assim: a natureza humana empurra-nos demasiadas vezes para esta perplexidade.

 

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Quarta-feira, 15.07.15

 

 

 

Hoje é a procuradora-geral, Joana Marques Vidal, que "acusa o Governo de querer a tutela da investigação criminal".

 

"A queda dos Impérios é sempre acompanhada pela decadência moral e pela corrupção e a Europa não escapa a isso", ouvi esta frase numa rádio e concordo. Desde os inúmeros casos nos patamares mais acima nas hierarquias dos Estados até aos episódios que nos rodeiam, a decadência parece não ter contemplações. Portugal tem um ex-primeiro-ministro detido e ouvi ontem um sinal bem significativo numa entrevista televisiva a Passos Coelho: "a maioria da população diz que o senhor mente muito", disse a jornalista. O governante nem sequer balbuciou um não. Manteve o mesmo e impávido semblante dos tais momentos das mentiras e justificou-se com mais imprecisões (para ser brando, claro). Impressionante o grau negativo da coisa. Chegámos a um ponto tal, que dá ideia que a saída dos cargos conduz à barra dos tribunais e que só a falta de juízes e de polícias de investigação criminal é que impede que as teias da corrupção comprovada sejam logo desmontadas.

 

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Quarta-feira, 15.04.15

 

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É compreensível a preocupação de muitos: será que no próximo ciclo Lurdes Rodrigues e David Justino (rapidamente incluirão Nuno Crato na corte de sábios) continuarão a produzir epifanias estruturantes para a queda livre da escola pública?

 

Os últimos ex-ministros da Educação estiveram recentemente pelo CNE. Lurdes Rodrigues usou de uma mistura sua conhecida: desconhecimento com falácia. Para ajustar os seus achamentos, regressa ao estado do vale tudo e isso deve preocupar até os bem intencionados.

 

"Muitos pedagogos identificaram um bloqueio na forma de organização que faz com que as crianças com dez anos passem de um único professor para 14. É muito desestabilizador para o desenvolvimento da criança", disse Maria de Lurdes Rodrigues, lembrando ainda que com a mudança de ciclo as crianças tinham problemas de concentração e capacidade de relacionamento de matérias.

"É uma oportunidade de discutir isso e de propor para as legislativas seguintes um novo quadro de organização que ajude a combater o insucesso escolar", defendeu Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas à margem do seminário, na sede do CNE, em Lisboa.



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Autor:
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