Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 03.07.17

 

 

 

"Tancos esteve 20 horas sem rondas de vigilância na noite do assalto", diz o Público. Conhecem-se detalhes e conclui-se que os os cortes a eito escandalizam quando são mediatizados e graves (mas alguém tem que se explicar). Depois, há todo o abandono silencioso dos serviços públicos para gáudio de uma parte dos 99% que não se cansou de advogar o aumento da riqueza dos 1%; nunca tiveram olhos para as PPP´s nem para os offshores que diziam representar a superioridade moral da gestão pela "elite" financeira (pode substituir "elite" por oligarquia-que-capturou-o-orçamento-do-Estado). E insistem, para sossego de uma qualquer minoria.

 

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publicado por paulo prudêncio às 14:15 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Terça-feira, 27.06.17

 

 

 

Confirma-se: "pessoas cercadas pelo fogo e sem assistência devido a falhas do SIRESP", uma das PPP´s (esta com BPN, BES, PT e CGD) que as associadas, "elites" e lado-tóxico-dos-partidos, usaram na delapidação do Estado.

As associadas impacientaram-se com a tragédia. Um "Miguel de Vasconcelos", com o pseudónimo Sebastião Pereira, apressou-se na crítica ao Governo. Usou o "El Mundo" para gáudio da direita ibérica mais extremada.  Por muito que custe, há poucas organizações sem telhados de vidro na lógica do fanatismo. E ainda ontem o diabo deu sinal de si. Bastou um microfone para o desrespeito pelo elementar silêncio perante a dor. É: a tragédia de Pedrógão Grande tem demasiados ângulos muito lamentáveis.

 

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 "Muitos pedidos de ajuda não tiveram seguimento devido a falhas nas comunicações".

Paulo Pimenta. Público.



publicado por paulo prudêncio às 10:34 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 21.11.15

 

 

 

A privatização da TAP (passará sem rodeios a Barraqueiro Airlines?) prevê nacionalização de prejuízos no velho estilo PPP da lusitana bancarrota. Não há volta a dar. Nem em período de cortes a eito o Estado deixa de ser uma coutada para estes "caçadores" dos derradeiros anéis.

 

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publicado por paulo prudêncio às 19:48 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 04.07.14

 

 

 

 

 

Impressionaram-me, e impressionam-me, os empobrecidos da classe média que defenderam os corruptos, e os seus serviçais, convencidos que eram liberais de direita ou de uma qualquer terceira via. E nesse grupo incluem-se muitos professores que serviram de alguma forma "democratas-cristãos", "sociais-democratas" e "socialistas de vias diversas". É claro que a coberto da ingenuidade navegou muito oportunismo.

 

Já ninguém duvida que "o verdadeiro objectivo dos "planos de resgate" foi salvar bancos" com prémios no modelo-Gaspar e que as PPP´s continuam a derrapar e a sugar o Estado com os mentores a serem defendidos e eleitos pelas vítimas do saque em nome de um liberalismo que porá Adam Smith aos berros; esteja onde estiver. Há consciências à volta da corrupção que só Lacan saberá explicar.

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 26.12.13

 

 

 

 

 

Há sempre dois governos em Portugal: um que é público e outro subterrâneo.

 

Sabemos dos motivos da bolha imobiliária, sabemos do BPN, das PPP´s e por aí fora, sabemos dos swaps, sabemos do Goldman Sachs, do J. P. Morgan, do Deutche Bank, sabemos das contas marteladas da França e da Grécia na adesão ao euro e com a obrigação da compra de aviões e submarinos, sabemos das negociatas dos escritórios de advogados que capturaram o arco do poder e sabemos muito mais que nos permitia ficar a noite a elencar mesmo que de forma não sistematizada.

 

Sabemos tudo isso. Sabemos ainda do parlatório desta malta das seitas com a complexidade dos contratos como se via no subprime. Ficamos a saber que em Setembro se contratou mais meio milhão pago desde Fevereiro e conhecido nas festas de natal de Dezembro. Esta malta goza e abusa.

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:36 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 11.12.13

 

 

 

Ainda há quem não perceba a privatização de uma empresa pública rentável? Dois dos bancos mais responsáveis pelo subprime, pela bolha imobiliária e pelas ideias austeritaristas em curso recuperaram posições e tomam conta do que resta. É uma outra forma do tal crédito de neutrões. Mas há ainda pior: os mentores lusitanos das PPP´s, dos swap´s e por aí fora continuam a saga impunemente.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 17:12 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Segunda-feira, 04.11.13

 

 

 

Havia uns quantos que diziam que as más PPP´s da Educação eram uma invenção de professores das Caldas da Rainha. Pelo que se começa a perceber no trailer da grande reportagem da TVI (logo às 20h00), há várias zonas do país que sofrem com a mesma chico-espertice que depaupera o orçamento do Estado.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:08 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 08.08.13

 

 

 

 

 

pior lógica das PPP´s tenta invadir o mercado da Educação. Não é coincidência o facto do CDS/PP, a direita radical, digamos assim, mandar no Governo ("associado" a uma ala de peso no PSD) e de estarmos em pleno Agosto que é o mês propício para as maiores "patifarias" nos negócios do sistema escolar. Por mais que se prove que e liberdade de escolha da escola é um eufemismo e um retrocesso, os gananciosos que pretendem deitar mão ao orçamento da Educação tudo farão para alterar o azimute (também muito usado na Astronomia e nas organizações militares) uma vez que o imobiliário está em crise prolongada.

 

Na mesma altura em que se noticiam coisas destas, também se fica a saber o seguinte:

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:23 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Quinta-feira, 01.08.13

 

 

 

Basta ver um jornal televisivo para chocar com coisas assim. Esperemos pelos relatórios com os números de 2013 e constataremos a queda vertiginosa do nosso sistema escolar em todos os indicadores.

Estamos a empobrecer de forma acelerada, mas os interesses encostados ao Estado até se babam com o que vai acontecendo e com o destino que querem dar ao próximo quadro comunitário. Vamos a caminho do terceiro mundo, o salve-se quem puder acentua-se e ninguém se sentirá a salvo a não ser a malta da oligarquia. Normalmente, estes estados têm um fim trágico.


É uma imagem. Não é um vídeo.



publicado por paulo prudêncio às 13:26 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quarta-feira, 31.07.13

 

 

 

 

 

 

 

 

Será que estes milhares de professores não têm direito a descansar e a recarregar baterias? Não é só a tradicional bagunça organizacional dos finais de ano lectivo acrescentada das PPP´s da rede escolar, são, como sempre se disse, os cortes a eito verificados no verão de 2012.

 

Os aumentos nos horários dos professores e no número de alunos por turma, a revisão curricular e os mega-agrupamentos institucionalizaram um inaudito desrespeito pela profissionalidade dos professores e exigem um qualquer ponto final. O sistema escolar atingiu um rol tal de brutais injustiças, perpetradas na última década, que a coisa já só vai lá com um reset.

 



publicado por paulo prudêncio às 21:27 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:19 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 29.07.13

 

 

 

 

Passos Coelho, ao contrário do que de forma fundamentada se imagina, sabe o que foi a união nacional. Bem lá no fundo, o homem cruza esse espírito com o modelo "Singapura" associado aos interesses da família BPN; é um gerente com missão de testa de ferro e que reza numa espécia de encoberto saudosismo.

 

Começou por querer mudar a constituição e faz tudo para a "provocar". Acha-se com o dever "anti-Abril".

 

No mesmo dia em que, teimosamente, renovou a sua chefia além da troika através da obsessão anti-funcionários públicos, as contas da saúde evidenciam bem a génese do apelo à união nacional: a entrega do orçamento do Estado (saúde e Educação) aos corruptos das PPP´s.

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:37 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 16.07.13

 

 

 

 

 

 

O MEC, depois de um aumento inicial logo que Nuno Crato tomou posse, vem agora reduzir em 4200 euros o financiamento a cada uma das turmas das escolas do ensino particular ou cooperativo.

 

A notícia diz, e muito bem, que o "(...)MEC paga aos colégios para aceitar alunos em zonas de País onde a oferta pública de escolas não é suficiente para receber todos(...)". Isto é falso. Nas Caldas da Rainha, e noutras zonas do país, há colégios edificados de forma ilegal dentro do perímetro urbano e com oferta que origina a sublotação das escolas públcas. É um assunto grave e que tem sido muito mediatizado. O movimento "Em defesa da escola pública do Oeste" aguarda pelos relatórios da IGEC e da Procuradoria-Geral da República onde apresentou queixas devidamente fundamentadas. Aliás, até se estranham os atrasos na publicitação das conclusões.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:16 | link do post | comentar | ver comentários (18) | partilhar

Domingo, 14.07.13

 

 

 

Levará anos a recuperar a relação de confiança entre os professores e um qualquer Governo (onde se inclui a traquitana do MEC). O principal argumento que nos empurrou para esta insuportável desconfiança foi a matriz privatizadora do orçamento da Educação que integrou, no arco da governação, testas de ferro que paulatinamente desbravaram o caminho para o negócio na lógica das piores PPP´s. Nem se trata da privatização da gestão escolar conhecida noutras latitudes que, mesmo sem a caça ao lucro em ambiente corrupto, já provou que aumenta a segregação social e a despesa e não melhora os resultados escolares globais.

 

Haverá quem defenda de forma generosa a Parque Escolar, o modelo de gestão escolar em curso, os agrupamentos de escolas e os novos contratos de autonomia. Acredito que haverá.

 

Mas o que está na matriz dessas decisões é reduzir custos e criar escala para privatizar. A Parque Escolar já é uma sociedade anónima e proprietária de dezenas de escolas públicas. O modelo de gestão escolar transporta para dentro das escolas o pior da política partidária local, desaproxima as decisões fundamentais da maioria dos professores e, portanto, desmobiliza-os. Os agrupamentos vão terraplenando a história das escolas e criam escala que compense a guloseima. Os contratos de autonomia passarão, através da relação entre indicadores e massa salarial, o ónus da precarização dos professores (despedimentos e requalificações) para a descrita lógica local. O sistema escolar estará a ficar no ponto, digamos assim.

 

Isto é muito perigoso. Não direi que os professores devem ter, como nas sociedades mais avançadas, um estatuto semelhante aos magistrados. Quando ouço os defensores da empresarialização da gestão escolar apercebo-me que lidam mal com a liberdade dos professores para ensinar. Não percebem, tal a ânsia com a medição e o controle milimétrico da produção da primeira linha, que esse risco é vital para a democracia e para a igualdade de oportunidades. É difícil, como tentou Hanna Arendt, fazer com que percebam o que está em causa e o que move quem pensa de modo diferente. É natural. A obsessão com o lucro parece irresistível e dá ideia que só pára mesmo depois das catástrofes.

 



publicado por paulo prudêncio às 18:04 | link do post | comentar | ver comentários (13) | partilhar

Terça-feira, 21.05.13

 

 

 

Estão patentes nesta notícia as ideias da actual maioria para a carreira dos professores. Começam nas PPP´s escolares, mais conhecidas por cooperativas de ensino (como nas outras ppp´s, há também as respeitáveis), e só ainda não alargaram o modelo às actuais escolas do Estado porque a privatização de lucros tem sido denunciada através da coragem de alguns professores.

 

Para os professores das cooperativas de ensino a componente lectiva passará das 22 a 25 horas para 30 a 33 e os salários sofrerão cortes acima dos 30%. O topo da carreira nas escolas cooperativas é remunerado em 3000 euros brutos e passará para 1900 euros.

 

Leia a notícia da edição impressa do Público de hoje.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:47 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Segunda-feira, 06.05.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Assim de repente, até o próprio duvidará)

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:30 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 03.05.13

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:44 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 26.04.13

 

 

 

 

O Estado tem sido tão vilipendiado e acusado de malfeitorias tal que se as suas paredes falassem nem sei o que aconteceria ao pântano em que mergulhou a sociedade portuguesa.

 

A advocacia de defesa do Estado já nem vai ao tempo em que português que se prezasse sacava ao bem comum, mesmo que em pequena escala, e que quem não o fizesse era minorado socialmente. Assistimos a um tempo que duvido que tenha paralelo tal o grau de corrupção e de "encostados" ao orçamento que não perdem uma oportunidade para zurzir no "malfeitor".

 

Há uma espécie de praga que vai das PPP´s aos swaps, passando por estudos, pareceres, reformas, ajudas de custo e por aí fora e em escalas para todos os gostos.

 

O espectáculo está insuportável. Cansa ver tanto oportunismo e é suficiente passar os olhos pelos sites dos jornais de referência. Detesto os discursos imaculados, mas há alturas em que o basta entra em moda. Também aqui há nojo suficiente para todas as escalas. Nem o "salve-se quem puder" justifica tanta mediocridade. Há quem se passe para todas as latitudes e longitudes com a ideia da invisibilidade e desprezando a inteligência alheia. Espera-se que o tempo faça das suas.



publicado por paulo prudêncio às 22:12 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 04.03.13

 

 

 

 

 

 

Há algum tempo que se adivinhava o inaceitável silêncio das pessoas de direita perante factos políticos tão ou mais graves do que nos tempos de Sócrates. Não se esperava era tanto: a negação do 2 Março, por exemplo.

 

Mas é bom não termos memória curta para que de surpresa em surpresa o abismo não seja o lugar definitivo. Há muitos, que agora se manifestam, que tentam passar pelos pingos da chuva e os professores sabem bem disso.

 

Quando, no verão de 2012, os cortes a eito no sistema escolar provocaram o despedimento colectivo de mais de 10000 professores e milhares de horários zero, veio à tona, e muito bem, o escândalo das PPP´s do sistema escolar. Em alguns concelhos começa a subir de tom a perplexidade com os desenvolvimentos da rede escolar. É natural e sabemos que isso vai aquecer.

 

É, no entanto, importante frisar que a rede escolar está nesse estado há anos a fio e com responsabilidades para gostos diversos.

 

De 2005 a 2011, por exemplo, quem Governou o sistema escolar comandou a festa e nos referidos concelhos imperou o silêncio partidário. Está na hora de dizerem publicamente ao que vêm e de não empurrarem para os do costume a responsabilidade exclusiva pela solução destes graves problemas. Que o façam. Sem tergiversar, sem jogos de sombras e que assumam de vez os elogios aos projectos com ensino equestre.



publicado por paulo prudêncio às 17:44 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Quarta-feira, 09.01.13

 

 

 

 

 

Quem fizer um esforço para ser imparcial, lerá no relatório do FMI hoje divulgado uma tendência pró-privado-tout-court no sistema escolar através de omissões convenientes nas conclusões dos estudos sobre o investimento por aluno ou por turma no ensino não superior: o do Tribunal de Contas e o do MEC.

 

Quando se diz que o Estado paga 85000 euros por turma às cooperativas de ensino, omite-se que o relatório do MEC diz que 70% das turmas das escolas do Estado custam 70000 euros. Para além disso, o estudo do MEC refere-se ao custo por turma e não por aluno. Este detalhe é adulterado, como também não se salientam os cortes verificados depois de 2009/10 onde foram mais acentuados.

 

 

Na página 61 do relatório está escrito o seguinte:

 

 

74.There is evidence that per-student costs are lower in charter schools compared to public schools. Charter schools receive a fixed amount from the state of €85,000 per class (for grades 5 to 12) to administer the same classes and curriculum as public schools. They hire their own teachers and do not charge fees, except for extra-curricular classes and activities. Where they coexist with public schools, they are often the first choice for parents. The Tribunal de Contas study found that charter school costs were lower by about €400 per student than for regular public schools, while the subsequent MEC working group study estimated the difference at only €50 per student after adjusting for expenditure cuts that have been made since 2009/10. While the charter school program is under revision until the end of the current school year, 62 the government maintains its intention to promote charter schools as well as freedom of choice between public schools and charter schools.

 

 

PS: As charter schools são soluções generosas nos países civilizados. Em Portugal, os Midas invertidos dedicam-se à escandalosa privatização de lucros, a exemplo das parcerias público-privado, numa prática que seria intolerável noutro país Europeu. Mas isso, o FMI também omite.



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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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