Em busca do pensamento livre.

Domingo, 24.09.17

 

 

 

 

Um vídeo esclarecedor:

 

 



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Terça-feira, 19.09.17

 

 

 

 

Em dois anos, a rede pública das Caldas da Rainha (e dos concelhos próximos) integrou 850 alunos de um colégio "privado" (CRDL). Leu bem: 850 (oitocentos e cinquenta). No auge (2012/13) da contestação aos colégios "privados" redundantes, o argumento usado pelo poder político, e não só (basta googlar), era taxativo: os alunos não cabem nas escolas públicas.

A cidade das Caldas da Rainha foi um centro do processo com 1 colégio e 4 escolas públicas. Em 2012/13, e quando o CRDL atingiu o pico de frequência (1180 alunos para 39 turmas financiadas mais 5 de ensino profissional), as escolas públicas registaram perto de uma centena de professores sem componente lectiva. Os números estabilizaram até 2015/16, ano em que se iniciou a transferência decorrente do cumprimento da lei e de um longo processo resultante da coragem informada de uns quantos.

Em 2017/18, o CRDL regista 330 alunos (portanto, 1180-330=850) para 10 turmas financiadas mais 3 de ensino profissional. As escolas públicas contabilizam um número residual de professores sem componente lectiva e dezenas de novas contratações. Uma das escolas públicas regista 75% da ocupação no 2º ciclo (pode ainda receber 130 alunos para 5 turmas) e 30% no 3º ciclo (pode ainda receber mais de 200 alunos para 8 turmas).

Ou seja, e para quem estudou os graves erros estratégicos cometidos na rede escolar nacional, houve um desperdício de milhões de euros e um prejuízo incalculável na vida de inúmeros profissionais dos dois sistemas.

 

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publicado por paulo prudêncio às 16:55 | link do post | comentar | ver comentários (13) | partilhar

Sábado, 16.09.17

 

 

 

O Ministério da Educação abrirá concursos de professores (interno, mobilidade interna e por aí fora) para o ano 2018/19. Antecipa o concurso interno em três anos e com isso permite um recomeço nas fases seguintes. Já agora, era bom que se esclarecesse se o concurso de mobilidade interna respeitará de novo a graduação profissional. Dito isto, sublinha-se que os erros cometidos em 25 de Agosto de 2017 já não retiram um ano de grave injustiça para muitos professores e ponto final. Era escusado.



publicado por paulo prudêncio às 18:24 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 15.09.17

 

 

 

 

Após catorze anos de carreiras congeladas, é natural o "sobreaquecimento". São milhões de retroactivos a somar a milhões em descongelamentos. Dá ideia que o conceito de retroactividade passou a inconstitucional. Só os milhões da dívida são de direito adquirido imutável.
É consensual o elogio à capacidade das pessoas para tolerarem as contas o país. O que tornará o assunto menos aceitável, é que não se posicionem as pessoas em 2017, 2018 e 2019 no escalão referente aos requisitos legais. Se foi inaceitável o anúncio, no ano passado, de "que para subir na hierarquia do Estado vão ser precisos prémios e promoções", não é nada bom sinal o seguinte: "mais de 23 mil funcionários públicos sem avaliação penalizados nas progressões". Será o regresso do pesadelo kafkiano do mérito-em-modo-industrial-ou-de-faz-de-conta. Se não se aprendeu com a experiência, adivinhamos a aproximação ao limite do sobreaquecimento.

 

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publicado por paulo prudêncio às 16:14 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 13.09.17

 

 

 

"Governo e sindicatos reunirão na próxima sexta-feira" e o Ministro da Educação parece que apresentará um procedimento para atenuar os estragos provocados pelo desrespeito da graduação profissional. Enfim. Uma trapalhada que prejudicou a vida de muitos professores. Para além do erro inaceitável, por que é que a reparação não ocorreu em Agosto?



publicado por paulo prudêncio às 10:41 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 11.09.17

 

 

 

 

O "DN detalha mais dois exemplos" da injustiça por não se respeitar a lista graduada nos concursos de professores. Por acaso, fiz uma coisa rara: li a caixa de comentários da notícia e até me arrepiei. É, realmente, uma devassa na profissionalidade dos professores.



publicado por paulo prudêncio às 11:21 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 10.09.17

 

 

 

"Há sete anos que não entravam tantos alunos no ensino superior", "na 1.ª fase dos concursos nacionais entraram 44 613 alunos, o melhor registo da década e um dos melhores de sempre" e "prioridade é atrair estudantes do ensino profissional para o superior". É positivo em qualquer ponto de vista e é importante sublinhar que apenas "40% dos jovens de 20 anos estão no ensino superior". 

 

Adenda: o ministro do ensino superior acrescentou números: 80% dos alunos do ensino secundário "regular" vão para o ensino superior; 12% dos alunos do ensino secundário profissional vão para o ensino superior; há muito a fazer, realmente.



publicado por paulo prudêncio às 11:44 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 09.09.17

 

 

 

É provável que a alegação do interesse público - inúmeras turmas sem professor na abertura do ano lectivo - anule a suspensão das listas de colocação da mobilidade interna. Estará assim, e mais uma vez, efectivado um processo de colocações injustas. Mas foi importante esta providência cautelar. A democracia só se constrói com o direito à luta jurídica e espera-se que estes concursos não se repitam. A graduação profissional é, como há muito se repete, o mais justo critério. Por outro lado, é "impensada" a existência de horários incompletos em concursos que envolvem professores dos quadros (escola, agrupamento ou zona pedagógica) e grande parte dos contratados. Mas disso tenho tratado noutras publicações.

 

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agosto de 2017



publicado por paulo prudêncio às 17:03 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 08.09.17

 

 

 

 

A distribuição do serviço dos professores obedece, há quase duas décadas, a uma "impensada" legislação. A história tem muitas variáveis. Começou com a positiva eliminação (1998) das horas extraordinárias em benefício da contratação de novos professores. Embalados pela solução, os governantes começaram a impor o seguinte: um grupo disciplinar com 5 professores, com horários de 20 horas lectivas e turmas com 5 tempos semanais (portanto, 4 turmas por professor), distribui 20 turmas do seguinte modo: 4 para turmas por professor. Se no ano seguinte existirem 15 turmas, não são distribuídas 3 por professor: serão 4 para o mais graduado, 4 para o segundo, 4 para o terceiro, 3 para o quarto e 0 para o quinto (horário zero). Basta pensar um bocado para perceber o rol de incongruências que se estabelece, uma vez que, e por exemplo, a quebra de turmas em algumas disciplinas raramente não se verifica nas escolas da mesma região. Os resultados financeiros não são significativos na relação com os prejuízos profissionais e organizacionais. Se substituirmos professores por engenheiros ou médicos e turmas por pontes ou cirurgias, vemos ainda melhor a incongruência. Se 2 engenheiros supervisionam 10 pontes num ano, ficam com 5 para cada um (suponhamos que é o limite máximo). Se no ano seguinte existirem 6 pontes a supervisionar, cada um fica com 3 e não 5 para o mais graduado e 1 para o menos. É este "impensado" que está na origem das presentes injustiças nas colocações de professores.

 

Ou seja, os detalhes são importantes.

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 haia, agosto de 2017



publicado por paulo prudêncio às 21:57 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 05.09.17

 

 

 

Os OCS começaram a mediatizar o regresso da antiga flexibilidade curricular discutindo o efeito nos alunos e nos métodos de ensino. Compreende-se. Mas isso representa uma pequena parte do problema. Os alunos vão aprender como sempre e relacionarão, também como sempre, o que aprendem nas diversas disciplinas. Os professores vão ensinar com os métodos de "sempre". Aumentará a possibilidade de tratar um tema do programa de diversas disciplinas num mesmo momento, a exemplo da extinta área de projecto. Poderá ser positivo.

Mas grande parte do problema, e o que conduziu ao inferno a anterior experiência de gestão flexível dos currículos, centra-se na organização. Na marcação, em catadupa, de reuniões de agenda repetida, no tratamento da informação e em dois verbos infernais: articular e registar. E nada se lê sobre isso como componentes críticas. Pior: teme-se que nada se tenha aprendido. Há variáveis organizacionais que não correspondem directamente à análise dos resultados dos alunos nem aos métodos de ensino: são de gestão pura e dura. Os dois verbos referidos são modismos da linguagem escolar que determinam o "estar muito tempo juntos", mesmo que sem qualquer visão ou estratégia, sem instrumentos modernos de gestão e em reuniões de informação repetida. São dois verbos que remetem a burocracia escolar para o lugar dos procedimentos inúteis e do faz de conta. Quando se ouviram as conclusões dos arautos do duo verbal, encontrou-se pouco mais do que a socialização dos professores.

 

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Frase de #banksy

Imagem obtida em Agosto de 2017



publicado por paulo prudêncio às 12:24 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 03.09.17

 

 

Como é possível que isto aconteça?

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:27 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 27.08.17

 

 

 

 

"Nunca tão poucos professores pediram a reforma", concluía a TSF. As causas estão identificadas: aumento da idade da reforma para os 66 anos de idade com indecentes penalizações para as reformas antecipadas, num grupo profissional que se reformava entre os 56 e os 58 (52 no pré-escolar e 1º ciclo) e com 35 anos de serviço. E devemos acrescentar a degradação do estatuto da carreira docente: congelamentos, componente não lectiva preenchida por inutilidades, "legislês" nas reduções lectivas por idade, mais turmas com mais alunos em horários ao minuto, hiperburocracia e espectro de horário zero. Resultado: temos um corpo docente à beira de um ataque de nervos (há inúmeras escolas em que os mais jovens têm mais de 40 ou 50 anos de idade) quando se aproxima outro recomeço.



publicado por paulo prudêncio às 11:39 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 24.08.17

 

 

 

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Cópia de 1155878

 

 

Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 11:29 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 14.08.17

 

 

 

 

Registei a adopção neoliberal em boa parte do sistema escolar na última década e vou vendo perplexidade nos que repetiam antes das várias quedas: isso é impossível. Mas o que mais me intrigou foi a indiferença e o convencimento da salvação; é que nem os 1% podem confiar em tal. É evidente que se o tempo dá lições às "nêsperas de Mário H. Leiria", há ainda umas franjas que precisam de alguma repetição da célebre "Indiferença" de Brecht.

 

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publicado por paulo prudêncio às 09:50 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 12.08.17

 

 

 

Há décadas que as escolas abrem todas em Setembro. O início é ruidoso quando há devaneios como a eliminada BCE. O Governo reverteu cortes salariais, eliminou contratos com "privados", integrou professores nos quadros e alterou provas dos mais pequenos. Mas grande parte das variáveis que degradaram a escola pública estão intocáveis. António Costa, que confessou a guerra aos professores decretada nos primeiros conselhos de ministros de Sócrates, mantém as variáveis fundamentais. Não reverteu. O tempo passou e já não adianta a escusa com a herança.

Sumariemos: anos a fio com avaliação do desempenho kafkiana (salva-se a inutilidade), carreiras congeladas desde 2005, mais turmas com mais alunos em horários ao minuto, inutilidades horárias, hiperburocracia, espectro de horários zero, contratados "eternos" e megagrupamentos com um modelo de gestão "impensado" que transportou a partidocracia para dentro das escolas. É natural que o sentimento de "fuga" se afirme com tanta desconfiança e agravada pela idade avançada do grupo de professores. Mas seria indecente que se fizesse das reformas antecipadas uma espécie de cortina de fumo que pede repetidamente o "impossível" para que o desespero acabe num mal menor e na manutenção dos instrumentos da referida guerra.

 

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publicado por paulo prudêncio às 10:38 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 10.08.17

 

 

 

 

Há componentes críticas na organização escolar: hiperburocracia, fragilidade democrática, profissionais desesperançados e insuportável caderno de encargos. Para além disso, os fundos que permitiram edificar escolas cruzaram-se com o tradicional caos na gestão do território; ou seja, há tipologias escolares para todos os gostos mas, e apesar disso, há uma qualquer relação com os ciclos de ensino.

Mas eis que um especialista em tergiversação - com antigas responsabilidades governativas e em fóruns de influência - recuperou uma das suas epifanias e inclinações: e se os ciclos de ensino adoptassem o 6+6, mesmo que desdobrado em 3+3+3+3, em detrimento do 4+2+3+3, que já foi 4+2+3+2 e passou a 4+2+3+2+1 até chegar ao 4+2+3+3? Há quem prefira o tal 6+6, o 6+3+3, outros o 4+5+3, o 9+3 e até recentemente houve quem tentasse o 4+prof ou quando muito 6+prof em paralelo com o 12 para uma minoria. Sei lá. Terraplena-se o parque existente e elege-se a táctica escolar como o quebra cabeças; como alguém perguntava, táctica ou bitáctica? Não sou avesso a mudanças; pelo contrário. Mas não há pachorra, realmente. Só podemos falir ciclicamente.

 

2ª edição.

 

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publicado por paulo prudêncio às 09:53 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 05.08.17

 

 

 

"A formação da personalidade apoia-se na sua negação", é uma verdade educativa intemporal. Por mais que os destinatários reajam (e é bom que o façam), o "não" é desejado, e inconfessado, pelos educandos, necessário e útil.

Outra verdade é a necessidade do "não" escolar aos encarregados de educação (não organizacional e curricular, obviamente) que a lógica do "cliente tem sempre razão" tem eliminado. Há encarregados de educação mais "tudólogos", ou necessitados da sensatez do não escolar, que confundem o "outro" com o "igual" na relação com os educandos e que desvalorizam a importância destas questões para a saúde da democracia como sublinharam Hannah Arendt e muitos outros. A gravidade acentua-se se a desinformação atinge agentes escolares.

 

3ª edição.

 

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publicado por paulo prudêncio às 09:41 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 28.07.17

 

 

 

Cópia de pct

O regresso da flexibilidade curricular cria legítimas preocupações, tal o inferno burocrático em que se viu enredada a última experiência. A imagem acima é elucidativa. Inscreve-se, em 1, um registo do plano curricular da turma em "forma sumária", mas lê-se o 2 e os seguintes e até nos arrepiamos. Para além de todos os devaneios didácticos, há que conhecer o método. Prever a organização e eliminar patamares informacionais desnecessários. Quanto a isso, zero. Percebe-se, para começar, a ideia de faz de conta. Mas isso não é o simplex; é impreparação por excesso das ciências da educação. É legislar o impossível. O simplex dois refere a plataforma digital única. Mas só se o período de análise e programação envolver todas as entidades que obtêm informação, desde logo a Inspecção-Geral da Educação (avaliação externa) que deve premiar as boas práticas nos métodos de tratamento da informação; e não o contrário. Na actualidade, agrava-se porque estimula mesmo esse contrário e quanto ao método ficou pela tal "idade da pedra digital". É por aí que se deve começar.

Recordo um post de 8 de Julho de 2016.

 

"Aceitei estar aqui, mas tem de me deixar explicar tudo", disse MdCR, em representação da ministra Lurdes Rodrigues, para Fátima Campos Ferreira num prós e contras da RTP1 no auge da guerra da avaliação de professores (2008). E explicou: "pela primeira vez há uma avaliação com rigor: pontuação de 1 a 10 e quotas. Criámos 4 dimensões na avaliação. Para cada uma há 5 domínios (20 no total). Tudo pontuado de 1 a 10. Aplicam-se as quotas. O resto é com as escolas."

E o que era o resto? Para cada domínio (20 no total), havia 5 indicadores (100 no total). Para cada um dos 100 indicadores, existiam 10 descritores (1000 no total) para cumprir com rigor a pontuação de 1 a 10.

Este sumário do inferno encontra sinais de um qualquer retorno? É bom avisar antes que seja tarde quando se começa a perceber o programa para o sucesso escolar. E era uma pena, convenhamos que era. O pior eduquês tem tendência para começar na estratosfera central e ganhar asas até nos locais mais recônditos.

A imagem que acompanhava o post era a seguinte:

 

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publicado por paulo prudêncio às 12:44 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 26.07.17

 

 

 

Em adenda ao post anterior, recordo-me doutro momento de um "reformista" barrosista que teimava em situar Óbidos junto a Torres Vedras, e não a Caldas da Rainha, para uma decisão importante sobre transferência de alunos. Eliminaram os CAE´s, empossaram-se para cortes a eito, no "país de tanga", com alergia ao contraditório e "dominavam" a província a partir da capital. Iam revolucionar a rede escolar. Eram um género de profetas, espécie que fez escola nos governos seguintes. Lá entrou o sistema em autogestão para que as escolas abrissem todas em Setembro.



publicado por paulo prudêncio às 10:16 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 25.07.17

 

 

 

"Polícia chamada a intervir por problemas com matrículas em Lisboa" é a principal notícia do Público online. Este problema tem causas, por muito que custe à voracidade mediática. A rede escolar tinha densidade, apesar da péssima organização do território, até à chegada dos barrosistas que "reformaram" a eito e implodiram (com erros graves na escolha dos alvos) a lei orgânica do ministério: acabaram com 23 estruturas (centros de área educativa) que tinham massa crítica na organização da rede e os anos que se seguiram foram tragicómicos. Houve episódios hilariantes de boys-PSD-CDS a orientarem reuniões de rede com números que triplicavam os estudantes existentes em alguns concelhos. Segui-se o socratismo-boys-PS que exponenciou o mercado, e o negócio, de "privados" a quem o curto santanismo escancarou as portas. O Passismo-Portismo-boys-pàf acrescentou a epifania da liberdade de escolha, e da legítima segregação, que só se regula de um modo: chamem a polícia (mas não se esqueçam que as crianças assistem).



publicado por paulo prudêncio às 12:20 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar


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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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