Em busca do pensamento livre.

Sexta-feira, 21.07.17

 

 

 

"Amor em Berlim é uma saga familiar e arrebatadora. É sobre lealdade, amor, esperança, fé, traição e conflitos atrás do Muro de Berlim na antiga Alemanha Oriental. Passa-se num tempo de mudança e da queda da Cortina de Ferro. A história do jovem polícia Martin, que pertence a uma família fiel ao Partido, e se apaixona por Júlia, jovem e rebelde, de uma família de dissidentes(...)"

Colei o início da sinopse da série "Amor em Berlim" que a RTP2 exibe pelas 22h00 (de 2ª a 6ª). Impressiona como o fanatismo (no caso, o ideológico) é tão cego e sem limites para a maldade e para os jogos de favorecimento. É imperdível.

 

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Quarta-feira, 19.07.17

 

 

 

"Pierre Moscovici deu uma conferência de imprensa para contar "a tremenda história de sucesso" que a Comissão Europeia quer que Portugal seja na Europa". É bom ler estes "ventos de mudança". Mas que não se esqueçam que o sucesso tem de se repercutir nas pessoas e não apenas nos indicadores das folhas excel e na contabilidade bancária.



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Terça-feira, 18.07.17

 

 

 

Querem ver que em Tancos prevaleciam os impossíveis inventários analógicos que, na escassez de meios humanos, nem as munições consumidas em instrução absorviam? E querem ver que isso ajeitava a prática antiga do suplemento salarial à custa de desvios? E querem ver que os paióis albergavam material obsoleto? E querem ver que a sofreguidão da democracia mediatizada associou-se ao "on bullshit" em mais um caso para a espuma dos dias? E não deixa de ser risível que um comentador-tipo se abespinhe e diga que "não houve nada em Tancos apesar da notícia ter circulado pelo mundo inteiro". O comentador queria que houvesse o que se ampliou pelo mundo e ponto final.



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Sexta-feira, 14.07.17

 

 

 

Segue dentro de momentos.



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Quinta-feira, 13.07.17

 

 

 

É muito interessante a reportagem do Público sobre o agente da PIDE que continua a ligar pelo natal ao primeiro homem que viu torturar. Cheguei à notícia quando li o seguinte: "Quem assim pensa, ingenuamente acredita que nunca mais haverá torturadores, ditadores e informadores. Sou mais pessimista, e quero perceber o que faz um ser humano torturar, maltratar, reprimir e perseguir por razões políticas outro ser humano."

 

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Quarta-feira, 12.07.17

 

 

 

O Governo Macron anunciou a redução para "12 alunos em cada uma das 2200 turmas dos primeiros anos em escolas mais problemáticas".

Reduzir de 30 para 28 é, para quem está dentro da sala de aula, uma insignificância. O que se está a passar em França surpreende. Veremos como se desenvolve o exercício de Macron. Também surprrende nas políticas energéticas, desde o abandono de cerca de 60% do nuclear à eliminação até 2040 de automóveis a diesel e a gasolina.



publicado por paulo prudêncio às 10:28 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Terça-feira, 11.07.17

 

 

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"As reações ao furto nos paióis em Tancos. Entre o grotesco e o tétrico.

 

 

(...)As manchetes dos jornais insistem no roubo de armamento, quando parece não terem ainda percebido que não foram furtadas armas, mas sim munições, explosivos e outros artefactos militares; um conhecido canal de televisão explicou-nos que uma granada defensiva funcionava por vácuo; o diretor de um reputado jornal, tão conhecedor do pensamento de Sun Tzu, passada uma semana não sabia ainda que o CEME tinha comunicado a exoneração aos visados antes de a anunciar publicamente; um proeminente economista da nossa praça, reciclado em especialista de defesa, em prime time televisivo, não perdeu oportunidade de alardear a sua ignorância questionando a necessidade da existência de tantos paióis, esclarecendo as hostes que “deveria haver uma concentração do armazenamento”. Terá de explicar essa teoria aos iletrados da NATO, e já agora arranjar uma avença para explicar essas ideias geniais nas escolas militares. O seu colega de debate chamava “carregamento” a “carregadores”. Outros eruditos atribuíam um papel decisivo ao atraso na disponibilização de verbas para arranjar a rede do paiol, quando esse assunto é absolutamente irrelevante para explicar o sucedido. Ficamos por aqui em matéria de comunicação social.(...)"



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Domingo, 09.07.17

 

 

 

"(...)É preciso ter topete, falta de vergonha, descaramento. Depois de 5 anos (2011-15) em que o investimento público foi reduzido em 40%(...)a direita, melhor, esta direita encabeçada pela actual direcção do PSD, que utilizou o Estado como saco de boxe(...)venha clamar contra o enfraquecimento do Estado(...)Esta justa opinião de Nicolau Santos (Expresso) tem subscritores com falta de memória. Nos detalhes do texto não há referências à educação; apenas, e por inerência, nos cortes de ordem geral. É uma omissão. Num texto destes não cabe a totalidade. Compreende-se. Mas olhar para a educação pode servir de modelo.

Se usarmos o período 2005-15, e não apenas 2011-15, registaremos o encerramento de metade (4000) das escolas públicas (e o aumento de "privadas", com um pico em 2005/10 e uma quebra apenas em 2016) e o corte de mais de 40 mil professores (mais de 30%; 70% eliminados por Crato). Se a PàF não se pode desculpar com a troika porque subscreveu um-além-programa e porque é essa a sua ideologia, o PS-absoluto iniciou os cortes antes da crise de 2007. Se foi também por causa das metas europeias, então as forças que têm governado que assumam o que assinaram e o que não está escrito em lado algum. Houve escolhas "não inscritas" que PàF e PS-absoluto partilharam: PPP´s ruinosas, participação em desvarios financeiros - para ser brando e sem convocar corrupção comprovada -, falhas exclusivas no software que regista saídas para offshores e maior transferência da história de recursos financeiros das classes média e baixa para a alta através do encerramento a eito de serviços públicos para fazer face a imparidades, crédito malparado e juros de dívida de toda a espécie.

 

Nota: Tancos é outro assunto. As forças armadas têm que garantir a segurança do armamento.

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publicado por paulo prudêncio às 11:50 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 08.07.17

 

 

 

É estranho, no mínimo isso, que as forças armadas não garantam a segurança do armamento. Vamos lendo com perplexidade:

"Videovigilância avariada em Tancos há cinco anos - Deputado do Bloco diz que problemas com videovigilância na base militar são mais antigos do que se pensava. Azeredo Lopes diz que desconhecia qualquer problema grave em Tancos.", "Mercenários portugueses suspeitos do golpe em Tancos, e PJ persegue grupo que trabalha para senhores da guerra. Militar de Tancos preso em 2016 por tráfico de armas. Num ano houve 20 roubos de material bélico. Veja a reconstituição do assalto. Unidade de vigia de Tancos esteve em Pedrógão. Chefe do Exército com versões contraditórias sobre rondas."

 

Passamos por mais sites de OCS e beliscamo-nos.


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publicado por paulo prudêncio às 11:48 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 07.07.17

 

 

 

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Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 11:50 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 04.07.17

 

 

 

Tancos entrou também em pós-verdade e factos alternativos. Há militares detidos por corrupção em produtos alimentares ("num processo com meses"), mas não se relacionará com Tancos. Pode dar jeito, pode ser pós-moderno, mas é precipitada a relação. Há uns anos que "privados fazem segurança a instalações das forças armadas" (os neoliberais proletarizaram os serviços públicos e agora rasgam as vestes de indignação com a sua ineficácia), mas isso não se relacionará com Tancos. Tancos relacionar-se-á "com assaltos recentes e semelhantes em França e na Alemanha". É uma relação grave numa intolerável insegurança. Se acrescentarmos a silly season e o estado da oposição, o observador registará a chegada do "trumpismo" e omitirá o facto alternativo da "fusão ibérica da EDP". Um neoliberal suspirava: Tancos à vista.



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Segunda-feira, 03.07.17

 

 

 

"Tancos esteve 20 horas sem rondas de vigilância na noite do assalto", diz o Público. Conhecem-se detalhes e conclui-se que os os cortes a eito escandalizam quando são mediatizados e graves (mas alguém tem que se explicar). Depois, há todo o abandono silencioso dos serviços públicos para gáudio de uma parte dos 99% que não se cansou de advogar o aumento da riqueza dos 1%; nunca tiveram olhos para as PPP´s nem para os offshores que diziam representar a superioridade moral da gestão pela "elite" financeira (pode substituir "elite" por oligarquia-que-capturou-o-orçamento-do-Estado). E insistem, para sossego de uma qualquer minoria.

 

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Sexta-feira, 30.06.17

 

 

 

"O futebol português é hoje em dia uma bolha financeira", diz Pippo Russo, jornalista e sociólogo italiano, autor do livro "A Orgia do Poder". Só hoje?! E só em Portugal?! Os défices acumulados, e outras coisas mais do tal negócio da alta finança, têm no futebol um pathos que atinge de tal modo todos os sectores políticos e sociais que o torna um instrumento ideal. Até o sportinguista Paulo Guinote faz de conta que não percebe.



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Quinta-feira, 29.06.17

 

 

 

As PPP's desenhadas pelas "elites" em associação com o lado-tóxico-dos-partidos foram trágicas e ponto final. Não me surpreendem os seus defensores habituais, nem a recente dissertação de Passos Coelho sobre "a teoria mercantil do eucalipto"; neste caso, espanta-me que tenha sido PM. O que também sempre me espanta é o fanatismo dos 99% de peões. Mal intuíram o fim do luto oficioso em Pedrógão, começaram a contenda para sossego de uma qualquer minoria. 

 

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Luís Afonso



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Quarta-feira, 28.06.17

 

 

 

"O meu avô dizia que a sua instituição foi democrática durante a ditadura. Enunciava uma fronteira: a forma como a instituição lidava com personagens com espírito pidesco e persecutório. Se as anulava, como era o caso, emitia um sinal fundamental." Ouvi a ideia num debate radiofónico e concordei. Passa-se o mesmo nas democracias. Foi por aí que avançou a discussão. Percebemos que há instituições que rapidamente se acomodavam a uma ditadura, exactamente porque "estimulam" ou "toleram" esses espíritos. As redes sociais modernas alimentam-nos. Aliás, esta fronteira de tolerância e estímulo a esses espíritos é o limite mínimo para definir um regime.

 

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Terça-feira, 27.06.17

 

 

 

Confirma-se: "pessoas cercadas pelo fogo e sem assistência devido a falhas do SIRESP", uma das PPP´s (esta com BPN, BES, PT e CGD) que as associadas, "elites" e lado-tóxico-dos-partidos, usaram na delapidação do Estado.

As associadas impacientaram-se com a tragédia. Um "Miguel de Vasconcelos", com o pseudónimo Sebastião Pereira, apressou-se na crítica ao Governo. Usou o "El Mundo" para gáudio da direita ibérica mais extremada.  Por muito que custe, há poucas organizações sem telhados de vidro na lógica do fanatismo. E ainda ontem o diabo deu sinal de si. Bastou um microfone para o desrespeito pelo elementar silêncio perante a dor. É: a tragédia de Pedrógão Grande tem demasiados ângulos muito lamentáveis.

 

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 "Muitos pedidos de ajuda não tiveram seguimento devido a falhas nas comunicações".

Paulo Pimenta. Público.



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Domingo, 25.06.17

 

 

 

Auditoria às dívidas ocultas de Moçambique não esclarece destino do dinheiro



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Sexta-feira, 16.06.17

 

 

 

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Cópia de 1139802

 

Luís Afonso

 

 



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Quinta-feira, 15.06.17

 

 

 

A contenda entre o mal e o bem continua sobreaquecida. O bem, e quem o promove, é odiado pelo mal que é persistente e usa disfarces sofisticados. Miguel Real (2011:113), na "Nova teoria do mal", Lisboa, D. Quixote, tem uma passagem interessante, mesmo que algo pessimista:

"(...)O bem corresponde, assim, a tudo o que contribua, num tempo e num espaço civilizacionais, para a perseveração integral da especificidade de um ser, e o mal a tudo o que o impeça, frustre ou destrua. Na tensão entre a preservação e a destruição, só existem equilíbrios provisórios, não permanentes, o mal impera e vence sempre.(...)"



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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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