Em busca do pensamento livre.

Sexta-feira, 03.03.17

 

 

 

A propósito do post do Paulo Guinote, "Paulo, conta-nos lá o que sabes", e em que ele confessa, desde logo, que pode ser em vão, remeto-me para o que escrevo. Já li várias opiniões sobre o tema, incluindo o "perfil do aluno do século XXI". O que tenho escrito é independente do que se venha a aprovar. Recorro a mais este post que ajudará a compreender a minha posição. Escrevi-o no século passado e intitulei-o "Reformas e remédios" (há tempos acrescentei-lhe: a pensar no perfil do aluno do século XXII; muito à frente, portanto). Tem a seguinte introdução:

A febre reformista no sistema escolar em Portugal não é nova: é mesmo imparável. O que é engraçado, e com o passar do tempo, é que vemos recuperar ideias antigas como se fossem novidades. Parece um percurso circular.

Escrevia, algures em 1998, uns textos para uma revista sobre educação e o coordenador pediu-me que inscrevesse algumas ideias sobre reformas. Lembrei-me dos remédios. Fui ler a literatura do “Benuron” - medicamento para todas as dores e para todas as maleitas gripais e constipais - peguei no seu modelo organizativo e fui andando. Foi uma noite bem passada. Quase 19 anos depois, e aproveitando as competências do blogue, publico-as de novo.

 

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Quinta-feira, 23.02.17

 

 

 

É preferível a coragem de eliminar as retenções dos alunos nos anos não terminais de ciclo (nos terminais ficaria para mais adiante), do que andar há mais de duas décadas a culpar, exclusivamente, os professores e as escolas pelo insucesso escolar instituindo um inferno de má burocracia que se evidencia em reuniões de agenda repetida e documentos de "copiar e colar". Aconselho a leitura deste post do Paulo Guinote.

 



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Segunda-feira, 23.01.17

 

 

Um texto muito bom do Paulo Guinote; aqui.

 

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Quinta-feira, 01.12.16

 

 

Os Pastores e o Rebanho

 



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Quarta-feira, 23.11.16

 

 

 

Cacofonia

 

Já tem uns dias esta referência ao Correntes. Agradeço.



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Sábado, 08.10.16

 

 

 

Currículo, Programas, Reformas



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Terça-feira, 13.09.16

 

 

 

O Grande Salto Atrás



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Quinta-feira, 11.08.16

 

 

 

O Paulo Guinote escreveu um parágrafo muito certeiro:

 

"(...)Está por fazer o cálculo completo dos que abandonaram a profissão nessa mesma década, por aposentação ou rescisão, voluntariamente, mesmo com elevados cortes na remuneração, só para fugir ao manicómio em que se transformaram algumas escolas a partir do momento em que o discurso da add meritocrática e titularizada se impôs e passámos a ter a única profissão cronometrada fora do desporto. Curiosamente, com o apoio de gente que defende muita liberdade pedagógica e salas sem portas ou paredes."

 

Será que os opinadores e comentaristas não sabem que as carreiras estão há mais de oito anos congeladas e que há milhares de professores com salários líquidos pouco acima dos 1200 euros que não beneficiam de qualquer reposição salarial? O que a actual execução orçamental começa a comprovar é que não há qualquer caos com a redução de impostos para pequenos empresários e com a reposição de salários e pensões. Mas isso não esconde o que falta fazer e o Governo sabe-o muito bem. Para além disso, as imagens alojam-se e inscrevem os acontecimentos mais significativos que continuam por reverter: anos a fio com a avaliação do desempenho kafkiana (salva-se a inutilidade), mais turmas com mais alunos em horários ao minuto, inutilidades horárias, hiperburocracia, espectro de horário zero até para professores com mais de cinquenta anos e mais de trinta anos de serviço, professores contratados com anos a fio de serviço e megagrupamentos com um modelo de gestão "impensado" que transportou a partidocracia para dentro das escolas. É natural que a indignação cresça quando se apela ao silêncio.

 

(Este parágrafo não é inédito, mas a repetição é um dever. Reescrevi-o.)



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Sábado, 25.06.16

 

 

 

A Escola Burrocrática

 

 

Este post inclui imagens de um assunto nuclear: o inferno de má burocracia escolar. É impossível não ficar com a passagem seguinte e com as imagens:

 

"(...)O documento de orientação para as reuniões de final de ano tem 18 páginas e é um hino, uma sinfonia, ou melhor, um requiem pelas pobres almas assassinadas por tanta papelada. Não culpem (só) o ME, porque há mézinhos com alma revestida a alpaca e toda betumada nas comissuras, um pouco por todo o país. O excerto contempla parte das páginas 8-9(...)".

 

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Domingo, 12.06.16

 

 

Os Indesejados



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Segunda-feira, 06.06.16

 

 

 

O Meu Quintal: Por um sindicalismo corporativo

 

O Estado da Educação e do Resto: Desigualdade - O que fazer? (1)



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Sábado, 28.05.16

 

 

Como é que diz que se disse?

 

Nem mais.

 

E acrescento o comentário inserido neste post pelo Rui Farpas de Mascarenhas:

 

"Ai as estatísticas! Então as de “felicidade”… Mas embarcando no jogo delas, também se poderá dizer que elas “confirmam” que o paradigma escolar vigente está esgotado, mas (ainda) funciona graças aos professores e à sua dedicação e entrega."



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Sábado, 14.05.16

 

 

 

Se não lêem, deviam ler. Ficavam com algumas ideias, embora nunca se saiba se isso seria positivo ou não. O que é um facto, é que o Paulo Guinote escreveu no dia 22 de Abril que o Governo daria aos "privados" da Educação uma fatia do pré-escolar em compensação ao encerramento de colégios. Mas dá ideia que a intermediação do PR foi exclusivamente "beata" e que as Empresas.SA que estão no negócio perderam influência.

 

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Quarta-feira, 11.05.16

 

 

 

Ideologia



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Sábado, 07.05.16

 

 

 

Paulo Guinote: Educação Pública e Privada



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Quinta-feira, 05.05.16

 

 

 

A escola deve estar fora do mercado total. Mas isso não significa uma rejeição ao ensino mesmo privado ou à iniciativa privada em sentido lato. A história da escola assenta na regra, na finalidade, na exigência e em processos de inovação e emancipação social. O eterno confronto entre a pedagogia e o senso comum não deve ser mercantilizado. A sobreposição do segundo secundariza o efeito de elevador social ou de gerador de igualdade de oportunidades.

 

O nivelamento por baixo tomou conta do sistema português. Há concelhos em que a lei do mercado para obter alunos origina um vale tudo, nomeadamente onde as ideias de desregulação adulteram a deontologia dos profissionais em prejuízo de alunos e encarregados de educação.

 

Há quem aponte os nórdicos. Na Finlândia, com um século de independência, os professores não dependem do juízo inspectivo ou avaliativo (nem existem). A acção pedagógica conferida pela sociedade assenta numa "evangelização" dos ideais de unidade nacional depois de séculos de ocupação: sueca durante mais tempo e russa num curto exercício temporal.

 

Os finlandeses optaram pelo primeiro vector no confronto da pedagogia com o senso comum. Já os suecos, e depois de conviverem mais de um século sem analfabetismo, acharam-se em condições de estabelecer um mercado total. O desastre já foi assumido e o processo de "nacionalizações" em curso devia ser bem estudado por quem acena com a liberdade de escolha na contenda actual que rodeia os colégios ditos "privados". Até se devia estranhar o silêncio das forças políticas que usam essa argumentação quando os professores da escola pública se confrontaram com milhares de horários zero, e em muitos casos afastados das suas famílias e impedidos de concorrer aos tais colégios financiados pelo Estado, ou com mais de 20 mil desempregados.

 

 

 Reescrito. 1ª edição em 7 de Julho de 2014

 

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Tretas Queirozizianas



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Quinta-feira, 28.04.16

 

 

 

Não posso estar mais de acordo com este post do Paulo Guinote sobre o assunto em título. Os estudos comparados em educação são muito difíceis e exigem muita prudência nas conclusões. A escolha da escola, e a natureza desta, parece ser mais um dos algoritmos do momento. A indisciplina escolar é outro clássico. O nosso sistema escolar caminha de forma circular e muitos erros (sim, erros crassos, cratos e rodrigueanos) são cometidos em nome de "verdades" não comprovados. Há uma década que a voragem se instalou e foi premonitória para o estado de desorientação em que estamos.


A formulação que a seguir volto a apresentar, e que escrevi há uns dois anos, parece-me sempre oportuna.


A história dos sistemas escolares evidencia: sociedades com mais ambição escolar e com meios económicos que a sustentem atingem taxas mais elevadas de sucesso escolar. É irrefutável. Podíamos até atribuir a essa condição uma percentagem próxima dos 90%. Ou seja: se conseguíssemos sujeitar 100 crianças a uma escolaridade em duas sociedades de sinal contrário, os resultados seriam reveladores. Deixemos esta responsabilidade nos 60% para que sobre espaço para os outros níveis.

Se testássemos 100 alunos em escolas com organizações de níveis opostos mas na mesma sociedade, esperar-se-iam resultados diferentes. Todavia, essa diferença não seria tão acentuada como no primeiro caso. As condições de realização do ensino (clima escolar, disciplina, número de alunos por turma e na escola, autonomia da escola, desenho curricular, meios de ensino) devem influenciar em 30% e são mais significativas do que o conjunto dos professores.

Se 100 alunos cumprissem duas escolaridades com 100 professores diferentes, os resultados deveriam oscilar muito pouco. É neste sentido, abrangente, histórico e generalista que se deve considerar os 10% atribuídos aos professores.

É também por isso que pode ser um logro absoluto que uma sociedade com baixos níveis de escolaridade consuma as suas energias à volta do desempenho dos 10% ou sequer se convença que basta mudar o conteúdo físico ou contratual dos 30% para que tudo se resolva. A componente sociedade é decisiva e se fecharmos bem os olhos podemos até considerar que 60% é um número por defeito. Mas mais: por paradoxal que pareça, sem os 10% nada acontece e não há ensino.



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Quarta-feira, 13.04.16

 

 

 

Sobre a Municipalização da Educação - 1

 

Muito bem argumentado, se me permitem.



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Quarta-feira, 06.04.16

 

 

 

Não é verdade - 2

 



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Segunda-feira, 28.03.16

 

 

 

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Terça-feira, 08.03.16

 

 

 

 

"08/03/08 - Memórias da grande marcha dos professores" é o título do último livro do Paulo Guinote que li com emoção. Por mais racional que se queira ser na análise de uma obra de inegável importância histórica, é impossível escapar às constantes viagens a um tempo que deixou marcas muito negativas na atmosfera relacional e organizacional das escolas públicas e que levará anos a ultrapassar. Olhando a esta distância, mais se eleva a capacidade de um grupo profissional para resistir a uma confessada guerra em nome das denominadas "Novas Políticas de Gestão Pública" que rapidamente se transformaram, como aconteceu com a tragédia da France Telecom, numa espécie de totalitarismo por via administrativa.

 

Como se imagina, transcrever as passagens mais significativas é uma impossibilidade. Todavia, o Paulo Guinote (2016:61) diz assim: "(...)Em defesa dos professores, durante muito tempo, as vozes seriam escassas e poucos eram os que ousavam sair do alinhamento definido na 5 de Outubro e São Bento; José Gil e Manuel António Pina eram duas notáveis excepções:(...)"

 

E quase a terminar, o Paulo Guinote (2016:321) conclui: "(...)Ao contrário dos que temeram que a abertura da discussão e do debate acentuasse divisões na classe docente, a realidade demonstrou que é mais eficaz a mobilização de um grupo profissional informado, esclarecido e seguro das suas opções do que uma massa acrítica e informada de forma enviesada. A transparência e o rigor são armas mais eficazes para a mobilização do que a névoa e o facciosismo.(...)"

 

O Paulo Guinote (2016:43) inclui o seguinte post do Correntes"Professores a caminho - Caldas da Rainha, 6 de Março de 2008".

 

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Segunda-feira, 07.03.16

 

 

 

Resultados da Sondagem | É a favor da existência de Quadros de Honra nas escolas?

 

"Na sondagem desta semana do ComRegras, o tema era o da existência de quadros de honra. As opiniões dividiram-se de forma muito equivalente. Este é o meu comentário, breve qb devido às contingências do fim de semana,a que acrescentarei a imagem dos resultados logo que chegue."

 

A segunda ligação é para o novo blogue do Paulo Guinote onde deixei os seguintes comentários:

 

"O que também me espanta é que não se consiga observar os efeitos destas coisas aplicadas com iguais critérios a crianças do primeiro ciclo ou a jovens do secundário."

 

Perante a concordância da Anabela Magalhães, que escreveu "Paulo Prudêncio, no meu agrupamento são entregues desde o 4º ano. E as exigências vão para além das notas.", acrescentei:

 

"Sei disso. Penso que haverá muitos mais. Surpreende-me que não se consiga perceber a progressividade nestes assuntos. Os sistemas desportivos conhecem há muito estes problemas. Há um autor francês, Jacques Personne, que tem uma obra muito importante “Nenhuma medalha vale a saúde de uma criança”. É uma obra do século passado, mas o recuo civilizacional obriga-nos a recuar também na argumentação."

 

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Domingo, 06.03.16

 

 

 

 

Numa sexta-feira às 21h00, e a abrir um ciclo de conferências integrado na formação contínua da congeladíssima carreira dos professores e abrangido por um modelo de avaliação do desempenho que faz tudo menos o que transporta no nome, é reconfortante encontrar um auditório quase cheio e que se aguentou até perto das 24h00. Foi muito agradável ser convidado por pares e ter o Paulo Guinote também como conferencista. O assunto, "O papel da comunicação na valorização da profissionalidade docente", tem variados ângulos de análise e é muito interessante. As abordagens centraram-se numa breve caracterização do tempo que vivemos, no conceito de comunicação dirigido para o fenómeno da blogosfera e na relação com os fundamentos da profissionalidade docente. As imagens são do Nicolau Borges, director do CFAE-Oeste.

 

 

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Quarta-feira, 02.03.16

 

 

 

 

 

 Apresentação do livro do Paulo Guinote "08/03/08"

 

 

"Citações de memória, mais pela ideia do que pelas palavras exactas, da apresentação, hoje, na livraria Buchholz, Lisboa. As manifestações dos professores foram precursoras de outras, como os movimentos de indignados, em Espanha e Portugal, e dos movimentos da Primavera Árabe. (Sampaio da Nóvoa) O controlo burocrático, que antigamente exigia recursos materiais e financeiros consideráveis, está agora a um click de distância, com custos reduzidos, como forma de controlo dos profissionais. Um controlo que não traz valor, nem, muito menos, se traduz em avaliação de desempenho. (Sampaio da Nóvoa, referindo José Gil)(...)"



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Domingo, 28.02.16

 

 

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"A avaliação que temos não passa de uma ficção"

 

Paulo Guinote, Professor e autor do livro "A grande marcha dos professores".

 

"Nunca se tinha assistido a nada assim. A 8 de março de 2008, cerca de 100 mil professores saíram à rua naquela que foi a maior manifestação de uma classe profissional alguma vez realizada em Portugal. Queriam contestar a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que elegeram como inimigo nº 1, e acabar com o modelo de avaliação de desempenho assente na divisão da carreira em duas categorias, que acabou por não avançar. Oito anos depois, Paulo Guinote, professor de Português do 2º ciclo e autor do popular blogue “Educação do Meu Umbigo”, entretanto extinto, recorda o protesto sem precedentes no livro “A Grande Marcha dos Professores”, que será lançado esta semana. Hoje, garante, os docentes estão ainda mais desanimados do que na altura. 

O que mais recorda desse dia? 
Lembro-me de uma altura em que estava a meio da Avenida da Liberdade, olhei à minha volta e vi-me completamente rodeado de gente. Para quem, como eu, nunca tinha estado numa manifestação, era uma sensação bastante estranha. 

Que marcas deixou nas escolas? 
Vendo com esta distância, acho que deixou marcas de desânimo e alguma tristeza. Houve demasiada esperança para tudo o que não foi conseguido. Nenhuma reivindicação essencial foi satisfeita.(...)"



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Sábado, 27.02.16

 

 

 

8 de Março e depois - 1



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Segunda-feira, 15.02.16

 

 

 

Dá ideia que o post mais abaixo do Paulo Guinote lançou uma reflexão sobre o estado da blogosfera docente e outros bloggers têm dado a sua opinião. Agradeço mesmo todas as referências ao papel do Correntes. Os interessados podem consultar as ligações seguintes:

 

AnabelaMagalhães - Blogosfera Do(c)ente? Orgulho e lamento

BravioEspécie de carta aberta aos bloguistas da Educação

ComRegras - Blogosfera para que te quero



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Sábado, 13.02.16

 

 

 

Blogosfera Do(c)ente?

 

 

 

Gostei de ler a referência ao Correntes. O novo blogue do Paulo Guinote não é a continuidade da "Educação do meu umbigo", mas já entrou no registo que exige a visita diária e ainda bem.



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Segunda-feira, 01.02.16

 

 

 

 

Em 2005, o PS neoliberal iniciou a confessada guerra aos professores da escola pública. Encontrou uma inesperada resistência e foi perdendo batalhas. Em 2009, já em desespero e contra aquilo que ridiculamente considerava uma coutada comunista, destruiu um modelo de gestão que ia na primeira década de vigência, e de maturidade, e avaliado com nota muito positiva pelo próprio MEC. Lurdes Rodrigues criou a cadeia militar (assim classificada pela própria) com o controle vertical de directores escolares que ficaram também dependentes do pior da partidocracia local e de um método de selecção que exige júris qualificados e não imaturos. A PàF manteve, obviamente, o núcleo do processo e aguardam-se as ideias do "novo" PS onde coabitam Lurditas D´Oiro com públicos opositores ao devaneio (Santos Silva, por exemplo, que foi Ministro da Educação).

 

O blogue ComRegras publica os resultados de uma sondagem "concorda com o método de eleição do Diretor do Agrupamento/Escola?". O método actual é rejeitado pela maioria dos inquiridos. Obtém a última posição como se observa na imagem. Tem aqui a ligação ao post com uma análise do Paulo Guinote.

 

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Quarta-feira, 27.01.16

 

 

 

 
 

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Segunda-feira, 04.01.16

 

 

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"É tempo de regressarmos ao tempo lectivo e acho que é o tempo certo para escrever as coisas tal como elas são: não me apetece e não me apetece de uma forma mais intensa do que em outras ocasiões, eventualmente mais turbulentas.

Poderá existir quem, de forma adequadamente cínica, diga que irei regressar porque é necessário receber o salário ao fim do mês, ou quem diga que se assim é devo dar lugar aos novos, que estarão cheios de vontade de me ocupar o lugar. Ficarão sem resposta, porque não são essas as questões que me interessa abordar (e quem nelas quiser insistir pode esperar sentado que eu volte a falsas recriminações), mas sim por que razões me sinto deste modo e, apesar disso, voltarei e cumprirei as minhas obrigações profissionais.(...)"



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Sexta-feira, 11.09.15

 

 

 

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Tem o texto completo aqui.



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Quinta-feira, 02.07.15

 

 

 

 

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Aqui.



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Segunda-feira, 25.05.15

 

 

 

Se há dias escrevi que "chegámos a um ponto tal, que os apoios imediatos de Soares e Sampaio prejudicam Sampaio da Nóvoa(...)", hoje concluo que o apoio de Ramalho Eanes torna ainda mais forte a candidatura. Este ex-presidente largamente elogiado nos diversos quadrantes, sublinhe-se, "(...)elogia a "capacidade de liderança", o "carácter forte e bom", a "inteligência superior", as "boas qualidades de temperamento", a "coragem intelectual", a "capacidade de decisão" e a "independência e despojamento(...)".

 

Concordo com o Paulo Guinote que olha "com um enorme gozo" os que "(...)criticam a falta de experiência dele em matérias daquela política pastosa e feita de almoços cúmplices(...)". Não ficam dúvidas: a candidatura de Sampaio da Nóvoa está a valer mesmo a pena.



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Segunda-feira, 04.05.15

 

 

  

 

Mesmo que se veja boa fé nas teses de mercado total de Milton Friedman, a conclusão é óbvia: as ideologias totalitárias, do capitalismo selvagem ao comunismo, "esquecem-se" da natureza humana e originam desastres humanitários ou atingem objectivos contrários aos enunciados.

 

É evidente que a escola devia estar fora do mercado total. Para além da sua histórica natureza organizacional assentar na regra, na finalidade, na exigência e em processos de inovação e de emancipação social, o também eterno confronto entre a pedagogia e o senso comum não deve ser mercantilizado, porque o risco de sobreposição do segundo é elevado e relega o efeito de elevador social ou de gerador de igualdade de oportunidades do primeiro para uma ordem muito secundária.

 

É exactamente esse nivelamento por baixo que está a tomar conta do sistema escolar português, existindo concelhos em que a lei do mercado para obter alunos origina um vale tudo. É só dar asas à imaginação e ao conhecimento para presenciar comportamentos impensáveis, nomeadamente onde as ideias de desregulação originam desvios inclassificáveis que adulteram a deontologia dos profissionais da Educação em prejuízo de alunos e encarregados de educação.

 

São muitos os que apontam os exemplos nórdicos. Na Finlândia, com cerca de um século de independência, os professores são independentes de qualquer tutela, mesmo que inspectiva ou avaliativa, uma vez que a acção pedagógica lhes foi conferida pela sociedade para uma espécie de "evangelização" nos ideais de unidade nacional depois de séculos de ocupação: sueca durante mais tempo e russa num exercício temporal muito inferior.

 

Os finlandeses optaram claramente pelo primeiro vector no confronto da pedagogia com o senso comum. Já os seus invasores suecos, e depois de conviverem mais de um século sem analfabetismo, acharam-se em condições de estabelecer um mercado total. O desastre já foi assumido e o processo de "nacionalizações" em curso devia ser bem estudado.

 

 

 1ª edição em 7 de Julho de 2014



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Domingo, 19.04.15

 

 

 

 

O Paulo Guinote fez um fim de emissão no blogue, mas postou assim no facebook:

 

 

"Da Relativização Oportunista: leio e ouço gente muito estimável e mesmo amig@s a entrar já naquelas relativizações com base em ambiente pré-eleitoral. Do lado da órbita do PS e apêndices em aproximação temos o crescimento da adjectivação hiperbolizada dos malefícios de Crato, servindo isso já para dizer que MLR e os mandatos do engenheiro até foram de "modernização das escolas" (sim, para quem ganhou uma novinha, ou seja, uma minoria) e de "igualdade de oportunidades" (a sério?). Já tudo é muito relativo e a memória encurta quando se trata de demonmizar quem está para encostar ao Costa. Do lado da maioria no poder e entre todos os que têm pesadelos com a "esquerda", começa-se já a dizer que, afinal, Crato até nem fez coisas muito más, que acabou com as ACND e que a troika é que obrigou a que ele desinvestisse brutalmente na Educação sem dar um pio e assinando diplomas que ele acharia clamorosos enquanto analista. Para evitar o "regresso do socialismo" até o vocacional aos 13 anos passa a ser o supra-sumo da batata em puré e por aí abaixo.
Contra estas formas de um maniqueísmo mimético eu oponho que se a vossa preocupação é a cor da camisola de quem lá está a mandar no jogo e não a qualidade do dito jogo, mais vale irem pregar para o vosso particular oásis e, já agora, preguem bem pregado o caixão onde enterraram as convicções, pois parece que só restam oportunistas posições.

Se estou apenas a ser "corporatiivo"? Fosse eu advogado deputado e articulista da imprensa mainstream (ou consultor de um ministério, em trânsito de um grupo empresarial nacional ou estrangeiro com interesses nas decisões políticas dessa pasta) a defender os direitos adquiridos de empresas com as quais o "meu" escritório tivesse negócios e ninguém diria tal.

E um bom domingo para tod@s, já agora."



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Segunda-feira, 13.04.15

 

 

 

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Muito boa entrevista.

 

"(...)Numa entrevista que deu recentemente pareceu estar desiludido, cansado... 

É uma mistura de tudo. Houve uma altura em que se sentiu que talvez fosse possível mudar a forma como se discutia a educação. Passado um punhado de anos, percebi que é como a história do pântano: há umas ondas e depois começa a acalmar, até que olhamos à volta e estamos iguais ao que estávamos há dez anos. Eu era mais um que andava aqui no meio.(...)"



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Quinta-feira, 09.04.15

 

 

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Uma crónica certeira e demolidora do Paulo Guinote.

 

oministroimplodido.jpg

 



publicado por paulo prudêncio às 13:50 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 27.03.15

 

 

 

Quem quiser conhecer a História da Educação no que levamos de milénio terá de passar horas sem fim à volta do blogue do Enorme Paulo Guinote.

 

Sou seu amigo e respeito a decisão. Como é costume, deixei vários posts temporizados para estes dias e só interrompi o descanso porque o Umbigo é o que se sabe.

 

Voltarei ao assunto com mais tempo, mas se alguém se dedicar a estudar o que aconteceu à vidinha deste género de bloggers perceberá os tiques da crise da democracia que estamos a construir. Até já Grande Che (e desculpa as inconfidências).

 

 

image.jpg

 



publicado por paulo prudêncio às 21:09 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
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não há cultura de serviço público na tugalândia pa...
Um bom ponto de partida para uma reflexão. E há mu...
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