Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 09.10.17

 

 

 

Uma entrevista muito interessante aqui.

 

"(...)Steve D. Levitt, economista e coautor de Freakonomics, foi um leitor entusiasta: "Adoro este livro. É das poucas obras que li nos últimos tempos que mudou, de forma fundamental, a maneira como penso sobre o mundo."(...)"

 

Do Freakonomics 

images

 



publicado por paulo prudêncio às 17:53 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 14.06.17

 

 

 (Parece que esta notícia ainda não se confirmou)

 

Os novos campeões da "NBA quebraram a tradição": disseram um "não", por unanimidade, a Trump. Não existirá a habitual recepção do Presidente aos vencedores. É uma decisão interessante num mundo ocidental a transbordar de hipocrisia. Como estaria a democracia se cada cidadão tivesse a mesma dignidade?

 

Captura de Tela 2017-06-14 às 12.36.19

 



publicado por paulo prudêncio às 13:25 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 26.05.17

 

 

 

Entrei na sala, para uma acção de formação sobre avaliação, e vi uma fotografia repetida em cima de cada mesa com a seguinte imagem: um rapaz a abraçar uma árvore. O formador solicitou a um porta-voz por grupo que enunciasse as conclusões após uns minutos de análise. Desde o amor pela natureza a uma genética abençoada, foi um rol de virtudes. O formador sentenciou: um rapaz a abraçar uma árvore e ponto final. Não voltei a encontrar um modo tão significativo de começar uma acção de avaliação. E o que é que me levou a este post trinta anos depois da referida acção? As fotografias com sorrisos, ou cara séria, que envolvem Obama, o Papa Francisco, o Trump e por aí fora, e com análises políticas que são de imediato contraditadas com mais imagens. E nem os OCS de referência escapam, como se comprova na imagem seguinte que acompanha um tratado sobre um aperto de mão entre Macron e Trump:

 

Captura de Tela 2017-05-26 às 15.52.33

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:57 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quarta-feira, 16.11.16

 

 

 

Notícia do DN de hoje.

 

"Vim aqui com toda a gratidão por tudo o que a Grécia - esse pequeno grande mundo - deu à humanidade ao longo dos tempos", afirmou Barack Obama no Centro Cultural da Fundação Stavros Niarchos. O presidente americano começou o seu último dia em Atenas com uma visita à Acrópole.

 

Captura de Tela 2016-11-16 às 18.55.39

 



publicado por paulo prudêncio às 18:55 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 08.11.16

 

 

 

Sabemos que a diplomacia internacional se exerce no espírito das guerras. Podemos dizer o mesmo de algumas campanhas eleitorais. A eleição presidencial nos EUA é sempre disputada. Obama concretizou um momento histórico inesquecívelmas o tempo em exercício foi insuficiente para "resolver" a grave situação que encontrou no médio oriente. O pragmatismo das campanhas eleitorais tem exigências, mas gostaria que o dia seguinte não continuasse a alimentar a indústria do terror. No caso da desejada, e esperada, vitória de Hillary Clinton, espera-se que o Partido Republicano ouça as suas vozes democratas.



publicado por paulo prudêncio às 16:14 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 31.12.15

 

 

 

 

 

 

Aretha Franklin (You Make Me Feel Like) A Natural Woman - Carole King - Kennedy Center Honors 2015

 



publicado por paulo prudêncio às 12:36 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 29.06.15

 

 

 

E se em vez de Obama os EUA tivessem um presidente no modelo Bush, George com W pelo meio e aconselhado por um Rumsfeld que voltaria a condecorar Portas na primeira oportunidade?

 

Podemos acreditar que Tsipras e Varoufakis já estavam acusados da concepção de armas de destruição maciça e que Merkel (acho que Cameron continuaria desalinhado), Rajoy e Passos jurariam que viram as provas. O português acusaria os cépticos de viciados em mitos urbanos.

 

image.jpg

 



publicado por paulo prudêncio às 09:38 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 25.01.15

 

 

 

 

Tudo indica que o Syriza vencerá com maioria absoluta. Recordo-me da "impensável" vitória de Obama e dos fantasmas que transportava. Há um lado simbólico emocionante nestas vitórias. E, já agora, Obama deixará, apesar de tudo, os EUA bem melhores em todos os indicadores.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:40 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 05.12.13

 

 

 

 

Defendo convictamente a escola pública como um valor absoluto da democracia que pode, com tempo, atenuar a desigualdade de oportunidades. É mesmo uma espécie de muro que não ultrapasso e que, ao longo da vida, me desviou de algumas organizações políticas. Não sou, todavia, um defensor acrítico da ideia. Só se defende uma causa destas se acreditarmos na melhoria do seu desempenho organizacional e no seu progresso.

 

Os últimos dias têm andado à volta dos legados a propósito da nossa melhoria nos resultados PISA que, como todos os estudos empíricos nesta área, têm limitações. Não caio no argumentário impreparado que isola a escola do que a rodeia. Há muito que defendo este algoritmo. A sociedade, e o seu índice socioeconómico combinado com a ambição escolar, representa um papel fundamental como se comprova, pela enésima vez, com uma leitura atenta do PISA 2012. Os nossos resultados estão muito ligados aos progressos da nossa sociedade que foram interrompidos nos últimos anos e agravados pela centralidade dos professores no apontar de dedo dos nossos últimos governos. A agenda, que tem mais de uma década, que defende que "tudo está mal na escola pública" mediatizou a crise muito para além do real.

 

A escola vive, por definição, em crise. A mediatização do fenómeno transformou-a em arremesso ideológico. Ainda ontem ouvi um ex-ministro da área ideológica que governa a mudar de agulha de forma que me impressionou. Há uma duas semanas ouvi-o apontar a Suécia com um exemplo da privatização que defende para o sistema escolar. Como o PISA 2012 é inequívoco na demonstração da queda continuada da Suécia, passou a defender os asiáticos que têm 50 alunos por turma. Estes actores, impregnados de basismo ideológico a tocar o fanatismo, ajudam a explicar a prevalência das desigualdades que vai ler a seguir.

 

Ontem, Obama fez um discurso fundamental para se compreender a crise vigente que também afecta Portugal e o seu sistema escolar. 

 

 



Arendt considerava que a crise geral que se vivia no mundo moderno, em meados do século XX, abrangia os variados domínios da vida humana e eclodia nos diversos países, com saliência para Estados Unidos da América.

 

Uma das componentes mais críticas centrava-se na crise periódica da educação, que se tinha transformado num problema político central com repercussões diárias no mundo dos jornais, e sublinhou que “(...)uma crise na educação suscitaria sempre graves problemas mesmo se não fosse, como no caso presente, o reflexo de uma crise muito mais geral e da instabilidade da sociedade moderna.(...)”.

 

 

Arendt, H. (2006:195).

Entre o passado e o futuro. Oito exercícios sobre o pensamento político.

Lisboa: Relógio D´Água.




publicado por paulo prudêncio às 18:53 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Quarta-feira, 02.10.13

 

 

 

 

 

Muitos republicanos dos EUA são considerados radicais ideológicos e ciclicamente contribuem para paralisar o Governo. O complexo jogo de equilíbrios de poder nos EUA permite um jogo perigoso que desta vez parte da não aceitação do ObamaCare. Veremos como acaba o problema descrito pelo editorial do Público de hoje.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:49 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 13.07.13

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 23:28 | link do post | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Domingo, 03.03.13

 

 

 

Foi uma semana marcada por sinais importantes na Europa e nos EUA. Se Obama tem que fazer cortes, que considera disparatados, por conta dos republicanos, os europeus têm de perceber de vez a necessidade de fazer política de forma diferente da habitual depois do fenómeno italiano "Grillo-5-estrelas" e do "que se lixe a troika" português.

 

Urge uma qualquer viragem e espera-se que os egoísmos e as soberbas não deitem de novo tudo a perder. Se assim não for, se não existir uma réstia de esperança e de humildade, podemos prever que o que vem aí será ainda pior e que desaguará numa tragédia de dimensões imprevisíveis. Não foi assim na história recente?



publicado por paulo prudêncio às 12:33 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 19.02.13

 

 

 

 

Obama vai dando sinais de que o segundo mandato não ficará marcado apenas pela importante defesa dos direitos das minorias. Ao contrário da esquerda europeia-terceira-via-que-se-fascinou-com-o-ultraliberalismo-e-com-o-brilho-dos-salões-oligárquicos, o presidente dos EUA consegue remar contra a maré.

 

O Público, no último Domingo, faz um resumo acertado do que está em causa. O ultraliberalismo do Estado mínimo não é o fim da história e o desrespeito por quem exerce funções públicas por concurso pagar-se-á. A ladainha de que quem exerce funções públicas por contrato o faz por falta de ambição e de capacidade de inovação é desconhecedora e serve os interesses dos descomplexados competitivos que se encostam ao Estado e promovem a corrupção que nos empurrou para onde estamos.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 14:55 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 07.02.13

 

 

 

 

 

"A acção dos movimentos independentes é inconsequente e os protagonistas querem os seus cinco minutos de fama", disse Manuela Maria Carrilho (MMC) nesta conferência.

 

Bem sei que MMC tinha acabado de ilustrar a "ausência" da administração de Obama no duelo entre a política já civilizada e o financeiro por civilizar. Mais do que um cepticismo estruturado, MMC situou o debate na esfera da democracia representativa versus democracia directa (escolheu a primeira), embora mais à frente tenha desacreditado a representação do povo pelos políticos e pelos partidos (por impossibilidade de encenar o futuro) e o voluntarismo cívico (considerou-o um logro).

 

Como o desafio de MMC passa por pensar (pensa-se pouco), podemos fazê-lo e ler contradições nos termos apresentados.

 

Qual será a resposta dos cidadãos à tal crise de representatividade? Se o voluntarismo cívico é um logro e se a defesa que interessa é a da representação, aonde é que se jogam os argumentos para sairmos donde estamos? Como é que se desmunicia o voto estruturado na existente democracia representativa?

 

Podemos ficar horas a pensar, a enunciar o contraditório e a situar a discussão no plano das ideias. Será injusto dizer que MMC vive na estratosfera e que não sente na pele os verdadeiros efeitos da crise. Será. Mas também considero injusto arrumar desse modo os movimentos de cidadãos e a coragem de muitos dos protagonistas (sim, coragem; é bom  nomear as acções).



publicado por paulo prudêncio às 18:30 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 06.02.13

 

 

 

 

Assisti, ontem, a uma conferência de Manuel Maria Carrilho, de que darei conta num próximo post, em que se abordou a "ausência" da administração Obama no combate ao poder financeiro que prevalece. Percebe-se que o presidente dos EUA tem sido incisivo em diversas causas dos direitos de minorias, mas que tem sido incapaz de alterar o desequilibrio que nos trouxe até aqui.

 

É, portanto, de saudar o processo que a administração Obama colocou, ontem, à agência de raiting Standard & Poor´s por fraude civil na crise do subprime. É um tema para seguir com atenção.

 

Não sei se financeiro é sinónimo de corrupção, mas sabemos que o cerne da crise passa por aí.



publicado por paulo prudêncio às 09:06 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 07.11.12

 

 

 

 

 

 

 

Não aguentei a madrugada inteira e desliguei quando já se confirmava o óbvio: os eleitores norte-americanos perceberam a pesadíssima a herança e o mundo real. Obama foi reeleito com um conforto justo e merecido.

 

Acabei de ver o seu comovente discurso de vitória onde reforçou o caminho em busca de tempo. O presidente dos EUA continua a surpreender o mundo e a usar a palavra em nome das minorias, sem tibiezas nem eufemismos. Deve ser, realmente, uma honra ter um presidente com esta qualidade humana.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 14:55 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Terça-feira, 06.11.12

 

 

Não tem sido fácil a condição de português e de professor, mas tem de haver mais vida. Gosto de ensinar e de praticar desporto e não escapo à mediatização do desporto profissional. Tento ser um consumidor-quanto-baste. Tenho-me divertido muito pouco com o meu Sporting que mais parece um espelho do país. Tenho sempre o refúgio da NBA, a minha liga favorita, e acompanho os inigualáveis Lakers. Mas nem esses: começaram a época com zero vitórias e treze derrotas (leram bem).

 

Mas na madrugado de anteontem os ventos mudaram. Os Lakers conseguiram a primeira vitória e de forma concludente e muito promissora.

 

Espero que hoje Obama vença, que a democracia ganhe uma nova embalagem e que Portugal e o sistema escolar encontrem algures um momento de viragem. Noto algum nervosismo nos tea party deste mundo, e por cá também, e isso não deve ser desprezível. A vida e os símbolos também dependem do sentido do vento.



publicado por paulo prudêncio às 22:37 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 23.10.12

 

 

 

 

 

 

Gravei o debate presidencial norte-americano desta madrugada e vi-o há pouco. A política externa era o mote e a Europa esteve ausente. Obama esteve melhor que Romney e espero que seja reeleito.

 

O mais curioso aconteceu a meio da interessante conversa. Romney tentou levar o debate para a economia doméstica e a Educação veio à tona. Obama defendeu o programa em curso, advogou a contratação de mais profissionais e declarou que conversa muito com professores. Diz que concluiu, ao contrário de Romney, que a redução do número de alunos por turma é determinante. O republicano passou à frente. Foi pena.

 

Desfez-se o enigma. Os achamentos de Nuno Crato devem ser inspirados nos empirismos de Romney que, espera-se, venham a ser publicados.



publicado por paulo prudêncio às 20:52 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quarta-feira, 17.10.12

 

 

 

 

No segundo debate televisivo Obama pôs Romney no lugar certo e ainda bem.

 

Depois de um primeiro mandato a atenuar os efeitos devastadores da governação de Bush, Obama terá mais quatro anos para ajudar a que a sensatez prevaleça num planeta à beira de um ataque de nervos.

 

Quem pensa que Portugal e a Europa nada têm a ver com isso deve andar algo distraído.



publicado por paulo prudêncio às 10:09 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 30.06.12

 

 

 

Reforcei a sensação de que os norte-americanos não são grande coisa em geografia e desconfio que também em economia. Joe Biden, o vice-presidente de Barack Obama, relatou-me a emoção que se gerou na sala oval com a vitória do estado de saúde do presidente dos EUA. Já o saudei, com sinceridade e não apenas por cortesia, e espero que isso contribua para a vitória eleitoral.

 

Confesso que tenho estranhado tanta atenção por parte da Casa Branca, que chegou ao ponto dos relatos íntimos.

 

Apenas não anuí ao pedido de um donativo de três dólares. Lá lhe expliquei que por aqui circulam euros, não tarda serão cavacos que competirão com os dracmas dos irmãos gregos, com as pesetas dos parceiros ibéricos (o Joe terá pedido uma assessoria para decifrar a minha explicação?) e por aí fora.

 

Aproveitei a soberana oportunidade para transcrever um pedaço de Gilles Châtelet (1998:69) sobre a democracia-mercado:

 

"(...)Jovens nómadas, amamos-vos! Sede ainda mais modernos, mais móveis, mais fluidos, se não quereis acabar como os vossos antepassados nos lamaçais de Verdun. O Grande Mercado é o vosso conselho de revisão! Sede ligeiros, anónimos, flexíveis, precários como as gotas de água ou as bolas de sabão: é a verdadeira igualdade, a do Grande Casino da vida! Se não fores fluidos, transformar-vos-ei rapidamente em pacóvios. Não sereis admitidos na Grande Explosão do Grande Mercado... Sede absolutamente modernos.(...)"

 

O email dizia assim:

 

Paulo.

Yesterday I shared an emotional moment with Barack in the Oval Office after he learned health reform had been upheld.

Barack Obama is a man who refused to give up. No matter how politically unpopular it was, he knew it was the right thing to do.

Tomorrow is the biggest fundraising deadline of this election so far. Romney and the Republicans may outraise us again -- you can bet they'll have a whole slew of special interests who want to see Romney make good on his promise to repeal Obamacare on Day One.

But they can't beat us if we pull together. Our grassroots movement is unstoppable when we put our minds to it.

Please donate $3 or more today, before the critical deadline:

https://donate.barackobama.com/June-Deadline

Thanks,

Joe



publicado por paulo prudêncio às 18:06 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
arquivo
comentários recentes
Enfim. Parece Roma à beira do fim.
Insistentemente; nem mais.
e quantos mamões e mamonas nas últimas décadas que...
e são só os candidatos a prof?! Os horários zero q...
É lamentável.
Aqui no brasil, uma faculdade demitiu nesta semana...
Desde 2007 (mais ou menos) que Joseph Stieglitz ex...
subscrever feeds
mais sobre mim
Por precaução
https://www.createspace.com/5386516
ligações
blog participante - Educaá∆o - correntes .jpg
tags

antero

avaliação do desempenho

bancarrota

blogues

campanhas eleitorais

cartoon

circunstâncias pessoais

coisas tontas

concursos de professores

contributos

corrupção

crise da democracia

crise da europa

crise financeira

desenhos

direitos

economia

educação

escolas em luta

estatuto da carreira

falta de pachorra

filosofia

fotografia

gestão escolar

história

humor

ideias

literatura

luís afonso

movimentos independentes

música

paulo guinote

política

política educativa

professores contratados

público-privado

queda de crato

rede escolar

ultraliberais

vídeos

todas as tags

favoritos

bloco da precaução

pensar o sistema escolar ...

escolas sem oxigénio

e lembrei-me de kafka

as minhas calças brancas ...

as minhas calças brancas ...

reformas e remédios (1) -...

sua excelência e os númer...

posts mais comentados
17 comentários
14 comentários
10 comentários
8 comentários
Razões de uma candidatura
https://www.createspace.com/5387676