Em busca do pensamento livre.

Domingo, 19.06.16

 

 

 

Há sempre motivos para uma manifestação em defesa da escola pública. Infelizmente em Portugal também tem sido assim, mesmo nas últimas quatro décadas e com ênfase na última. As "elites" cansam-se depressa com esse investimento num valor inalienável da democracia. São mais dadas à lisura bancária. A manifestação de ontem também se dirigiu à ilegalidade das cooperativas com contratos redundantes. Nesse sentido, muitos consideraram, e com fundamento, esta manifestação redundante tal a fraqueza argumentativa dos "privados" ilegais. A questão da escola pública não merece uma contenda pelo número de manifestantes. Como relata o DN, foram "milhares (cerca de 80 mil, diz a organização) em defesa da escola pública; "Estado não paga dízimas.

 

A imagem é de Inácio Rosa (Lusa).

 

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Quinta-feira, 16.06.16

 

 

 

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Domingo, 05.06.16

 

 

Chegou a ser caricata a luta da plataforma sindical contra os exercícios de Lurdes Rodrigues e Nuno Crato. Alguns dos eixos dessas políticas caíram porque eram inaplicáveis e brutalmente injustos. Os sindicatos, que são organizações fundamentais num Estado de direito, assinaram acordos inadmissíveis que deixaram marcas. Era comum a luta "mangas-de-alpaca" das minutas (minuta contra minuta) e das manifestações para arrefecimento. Dito isto, e uma vez marcada para 18 de Junho de 2016 uma manifestação em defesa da escola pública, não há como não aderir com convicção e qualquer que seja a posição dos sindicatos da plataforma.



publicado por paulo prudêncio às 18:02 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Domingo, 28.02.16

 

 

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"A avaliação que temos não passa de uma ficção"

 

Paulo Guinote, Professor e autor do livro "A grande marcha dos professores".

 

"Nunca se tinha assistido a nada assim. A 8 de março de 2008, cerca de 100 mil professores saíram à rua naquela que foi a maior manifestação de uma classe profissional alguma vez realizada em Portugal. Queriam contestar a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que elegeram como inimigo nº 1, e acabar com o modelo de avaliação de desempenho assente na divisão da carreira em duas categorias, que acabou por não avançar. Oito anos depois, Paulo Guinote, professor de Português do 2º ciclo e autor do popular blogue “Educação do Meu Umbigo”, entretanto extinto, recorda o protesto sem precedentes no livro “A Grande Marcha dos Professores”, que será lançado esta semana. Hoje, garante, os docentes estão ainda mais desanimados do que na altura. 

O que mais recorda desse dia? 
Lembro-me de uma altura em que estava a meio da Avenida da Liberdade, olhei à minha volta e vi-me completamente rodeado de gente. Para quem, como eu, nunca tinha estado numa manifestação, era uma sensação bastante estranha. 

Que marcas deixou nas escolas? 
Vendo com esta distância, acho que deixou marcas de desânimo e alguma tristeza. Houve demasiada esperança para tudo o que não foi conseguido. Nenhuma reivindicação essencial foi satisfeita.(...)"



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Quarta-feira, 27.01.16

 

 

 

 
 

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publicado por paulo prudêncio às 19:04 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Segunda-feira, 12.01.15

 

 

 

 

 

Impressionou-me ver milhões de pessoas a manifestaram-se, ontem, em Paris, em defesa da liberdade e da democracia e a afirmarem que é inalienável a matriz que nasceu na Grécia.

 

Mas a marcha pela República deixou-me com sentimentos contraditórios. Já passei por algo semelhante em manifestações históricas e em que vi, uns dias depois, milhares desses manifestantes a "desobedecerem", sem surpresa, é certo, ao compromisso em nome dos interesses mesquinhos. Claro que os da fila da frente se sentiram ainda mais autorizados para também falharem os compromissos.

 

Só que ontem a contradição foi mais profunda. Políticos da família de Merkel ou Juncker a desfilarem com aqueles propósitos permite registar a forma oportunista como o poder vigente surfa a resposta dos cidadãos que têm sido vítimas das políticas austeritaristas. A fila da frente tinha ainda personagens com uma história recente de arrepiar. Foi uma encenação organizada com o poder mediático. Amanhã regressam à cartilha. Os profissionais do Charlie Hebdo considerariam isto uma nova morte e era tremendamente injusto.

 

Embora presente por breves minutos, é certo, a fila da frente podia integrar, mesmo que como convidada especial, uma manifestação da ausente Frente Popular ou empunhar um cartaz do Goldman Sachs ou do grupo de Bildeberg. Poucos estranhariam. Esta liderança europeia, fraca com os fortes (e com os comprovadamente corruptos) e impiedosa com os fracos, parece capaz das mais sofisticadas coreografias.

 

Seguem-se duas fotos com ângulos diferentes da fila da frente. Apenas para que conste.

 

 

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publicado por paulo prudêncio às 09:29 | link do post | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Quinta-feira, 06.03.14

 

 

 

"Subam, subam" - diz baixinho o director nacional da PSP na manifestação em frente ao parlamento português. O seu antecessor foi demitido por "indecisões" na manifestação anterior, enviado de "castigo" para Bruxelas para um cargo criado para o efeito e remunerado a 12.000 euros mês (o triplo do que auferia).



publicado por paulo prudêncio às 21:31 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 05.12.13

 

 

 

 

Defendo convictamente a escola pública como um valor absoluto da democracia que pode, com tempo, atenuar a desigualdade de oportunidades. É mesmo uma espécie de muro que não ultrapasso e que, ao longo da vida, me desviou de algumas organizações políticas. Não sou, todavia, um defensor acrítico da ideia. Só se defende uma causa destas se acreditarmos na melhoria do seu desempenho organizacional e no seu progresso.

 

Os últimos dias têm andado à volta dos legados a propósito da nossa melhoria nos resultados PISA que, como todos os estudos empíricos nesta área, têm limitações. Não caio no argumentário impreparado que isola a escola do que a rodeia. Há muito que defendo este algoritmo. A sociedade, e o seu índice socioeconómico combinado com a ambição escolar, representa um papel fundamental como se comprova, pela enésima vez, com uma leitura atenta do PISA 2012. Os nossos resultados estão muito ligados aos progressos da nossa sociedade que foram interrompidos nos últimos anos e agravados pela centralidade dos professores no apontar de dedo dos nossos últimos governos. A agenda, que tem mais de uma década, que defende que "tudo está mal na escola pública" mediatizou a crise muito para além do real.

 

A escola vive, por definição, em crise. A mediatização do fenómeno transformou-a em arremesso ideológico. Ainda ontem ouvi um ex-ministro da área ideológica que governa a mudar de agulha de forma que me impressionou. Há uma duas semanas ouvi-o apontar a Suécia com um exemplo da privatização que defende para o sistema escolar. Como o PISA 2012 é inequívoco na demonstração da queda continuada da Suécia, passou a defender os asiáticos que têm 50 alunos por turma. Estes actores, impregnados de basismo ideológico a tocar o fanatismo, ajudam a explicar a prevalência das desigualdades que vai ler a seguir.

 

Ontem, Obama fez um discurso fundamental para se compreender a crise vigente que também afecta Portugal e o seu sistema escolar. 

 

 



Arendt considerava que a crise geral que se vivia no mundo moderno, em meados do século XX, abrangia os variados domínios da vida humana e eclodia nos diversos países, com saliência para Estados Unidos da América.

 

Uma das componentes mais críticas centrava-se na crise periódica da educação, que se tinha transformado num problema político central com repercussões diárias no mundo dos jornais, e sublinhou que “(...)uma crise na educação suscitaria sempre graves problemas mesmo se não fosse, como no caso presente, o reflexo de uma crise muito mais geral e da instabilidade da sociedade moderna.(...)”.

 

 

Arendt, H. (2006:195).

Entre o passado e o futuro. Oito exercícios sobre o pensamento político.

Lisboa: Relógio D´Água.




publicado por paulo prudêncio às 18:53 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Quinta-feira, 28.11.13

 

 

 

 

"Uns exportam, outros manifestam-se", disse o irrevogável vice-primeiro-ministro no enésimo sound bite do seu frenético magistério.

 

Percebeu-se desde o início que este Governo colocaria os portugueses em confronto passando a mensagem de que quem se manifesta não produz. A crescente crispação das últimas semanas é a inevitável resposta dos adversários do Governo onde se inclui o derradeiro documento papal que parece dirigido à opus dei.

 

O além da troika é imperdoável e os convites à emigração e ao empobrecimento dilacerantes.

 

Há muito que se adivinham sérios problemas demográficos e percebe-se o silêncio embaraçoso dos governantes. Mas seria sei lá o quê reduzir aos últimos dois anos essa anunciada descida ao inferno.

 

A quebra da natalidade agravou-se com os jovens que "exportámos", 120 mil no último ano mais os imigrantes que regressaram aos países de origem, e pelas políticas que eliminaram a preocupação com a demografia. E até nisso a frase inicial do irrevogável é imperdoável. Ouvi-a e seguiram-se imagens de professores contratados (entre os 25 e os 45) em manifestação. São os sobreviventes da "exportação" em massa e do maior despedimento colectivo da história perpetrado por este Governo tão orgulhoso do feito histórico. Dizer-lhes que não produzem é acusá-los de parasitismo e isso só pode ter origem na mente de um governante incendiário e altamente perturbado com os resultados das suas, outrora abençoadas, correrias histéricas.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 14:12 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Terça-feira, 26.11.13

 

 

 

 

A história não se repetirá exactamente, mas há uma ou outra semelhança entre o que vivemos e o PREC. Desde logo por causa da colectivização em curso, mesmo que de sinal contrário.

 

Há um aspecto que não sei se se repete: na actualidade há cada vez mais pessoas sem qualquer rendimento e que caem no registo "não-há-mais-nada-a-perder" e não me lembro se no PREC a situação era sequer parecida.


Mas houve, nas manifestações mais mediatizadas, uma tónica comum: no PREC tínhamos os MRPP, os AOC, os UDP e por aí fora que eram instrumentalizados, até internacionalmente, e que apareciam para criarem confusão e desmobilizarem as pessoas. É bom observar por onde andam principalmente os primeiros, os tais do MRPP, e isso leva-nos a pensar que haverá uns infiltrados preparados para fazerem o jogo do costume e com treinadores com décadas de experiência.

 

 

 

(Já usei parte deste texto noutro post)



publicado por paulo prudêncio às 12:50 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Sexta-feira, 22.11.13

 

 

 

 

 

 

Daqui



publicado por paulo prudêncio às 13:04 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 26.10.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenho a sensação que em Portugal, e a nível político, tudo pode acontecer. São já várias as vozes que temem pela democracia. Há um silêncio que alguns explicam pela emigração de 200 mil jovens adultos nos últimos dois anos. É uma explicação. Mas hoje realizaram-se em várias cidades do país manifestações enquadradas pelo "que se lixe a troika". As pessoas estão exaustas, desesperançadas e manifestam uma revolta contida que é resultado de constantes humilhações e insultos. São sinais muito importantes e espera-se que tenham consequências como as que muito politólogos reconheceram em 2011.

 

 

 

 

Tiago Miranda (foto tirada por telemóvel) Manif em frente à Assembleia da República





Daqui.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:30 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

 

 

 

 

 

 

Mais informação aqui.



publicado por paulo prudêncio às 10:55 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 20.10.13

 

 

 

 

 

É notório que os jovens vão desaparecendo das manifestações. No caso dos professores, regista-se a queda da participação mais jovem a cada acção de protesto. O fenómeno é explicado pela "impossbilidade" dos mais novos entrarem na carreira ou sequer como contratados. São já muito raros os jovens professores.

 

O Público dá conta do desaparecimentos dos jovens da manifestação de ontem.

 

Mas ainda há jovens adultos em número significativo? Repare-se no movimento que se "lixe a troika", e, mesmo antes disso, no que derrubou Sócrates, que era constituído maioritariamento por jovens muito activos nas redes sociais. Se emigram 100 mil jovens por ano, e nos últimos dois anos saíram 200 mil, então está tudo explicado. Os que ficam têm uma situação ainda aceitável ou alguma perspectiva disso; mas são muito poucos e não se manifestam.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:49 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 18.10.13

 

 

 

 

 

As autoridades competentes declararam que a ponte 25 de Abril aguenta com muito mais peso do que o previsto para a manifestação de amanhã. Afinal, aguenta, aguenta, como já se comprovou em tempos recentes e até com o patrocínio da EDP e da Vodafone.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 21.06.13

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:00 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Domingo, 16.06.13

 

 

 

 

 

 

Se há cinco anos foram mais de 120 mil, ontem estiveram cerca de 80 mil a descer a Avenida com o nome mais adequado ao que está em causa: Liberdade. E se trago os números é apenas para evidenciar uma constatação: em 2008 eram cerca de 140 mil professores e hoje são pouco mais de 100 mil.

 

O que mais cansa ouvir é o argumento da instrumentalização dos professores. A essa diabolização, os professores deram uma resposta em defesa dos seus alunos, da qualidade do ensino e da igualdade de oportunidades e com o olhar nos alunos "que não querem aprender" e no abandono escolar. Se a discussão política insistir no jogo argumentativo descrito, a breve prazo não ficará "pedra sobre pedra" nos importantes avanços do nosso sistema escolar nas últimas décadas.

 

É exactamente este o discurso que o cinismo das nossas "elites" não suporta ouvir. O objectivo "reformista" quer a todo o custo ocultar os progressos para abrir espaço à educação como um negócio.

 

A manifestação de ontem foi impressionante. O grito de saturação dos professores exige soluções de curto e médio prazos. Os professores não ignoram o milhão de desempregados do país, já que convivem diariamente com os educandos das pessoas atingidas pelo flagelo neoliberal que só protege outro tormento: a corrupção. Mas os professores também sabem que são o grupo profissional da administração pública que é, há anos a fio, mais devastado pelo desemprego.

 

Os professores estão saturados por serem usados como uma espécie de "carne para canhão" que serve para uns estratosféricos andaram pelo mundo a exibirem os seus modelos excel. Estão saturados, mas firmes; e continuam a dar lições de cidadania.

 

A meio da avenida fiz umas fotos. Quer olhasse na direcção do marquês ou dos restauradores, o registo de um mar de indignação enchia-me de orgulho por ser professor em Portugal.

 

 

 

 

 

 

 

 

Um vídeo com reportagens nos três canais generalistas. 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:31 | link do post | comentar | ver comentários (14) | partilhar

Sexta-feira, 14.06.13

 

 

 

Ao contrário de outras alturas também decisivas para os alunos e para a os seus professores, os sindicatos estão a manter a discussão centrada no essencial. Se a defesa da escola pública é há muito uma luta muito desigual, desta vez é menos assim e o Governo encontra-se isolado com o desastre das políticas para além da troika. Esperamos que os próximos desenvolvimentos não voltem a quebrar a espinha dorsal de quem defende com coragem a liberdade e a democracia.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 22:05 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:55 | link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Domingo, 02.06.13

 

 

 

Quando os fanáticos do Estado mínimo se convenciam que os funcionários públicos estavam anestesiados, eis que os professores avançam para uma acção de luta de alto risco. Por muito que Portas e Passos se desdobrem em apelos que visem o ciúme social anti-professor, a força da razão fará o seu caminho.

 

Já foi assim na desgastante luta contra a terceira via socialista offshoriana. Espera-se que, desta vez, os sindicatos não traiam o exemplo de cidadania dos professores portugueses ou que estes não enfraqueçam a sua capacidade negocial. Estes assuntos dizem respeito a todos e já nem os que se reformaram podem olhar apenas para os seus interesses.

 

Como já muitas vezes escrevi, apoio todas as movimentações que me parecem justas e esta é mesmo decisiva. 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:02 | link do post | comentar | ver comentários (19) | partilhar


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