Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 24.04.17

 

 

 

 



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Quinta-feira, 13.04.17

 

 

 

 

 

Sugerido por António Ferreira.



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Quarta-feira, 12.04.17

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 17:26 | link do post | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Quarta-feira, 01.02.17

 

 

 

Os "Resistência" vão estar em Paris numa das salas que foi alvo de acções terroristas. Devem tocar um dos temas com letra mais interessante. Ouvio-o de manhã numa rádio e guardei-o na memória para o resto do dia.

 

 



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Domingo, 25.12.16

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 11.11.16

 

 

 

 



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Sábado, 15.10.16

 

 

 

O meu escasso talento musical exige o isolamento para cantar ou sequer assobiar . Preparávamos o jantar e dei por mim a assobiar. Interroguei-me: que música é esta? Foram necessárias umas boas repetições para a descoberta e só o refrão desfez as dúvidas. O consciente não registou de imediato o Obladi-Oblada dos The Beatles, mas a memória mais profunda deu-me luz. O cérebro é impressionante. Trazer ao presente esta música é um enigma.

 

1ª edição em 12 de Outubto de 2012.

 



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Sexta-feira, 14.10.16

 

  

 

"O Velho e o Mar"”, de Ernest Hemingway (1952), é uma obra-prima do Nobel da Literatura de 1954. Li-o, a primeira vez, na adolescência (a minha época do "Moby Dick", de Herman Melville o autor do fascinante “Bartleby”). Recordo-o como contemporâneo das letras que Bob Dylan, o Nobel da Literatura de 2016, musicava. São "romances" paralelos, se me permitem. A actualidade certifica o fenómeno. "O Velho e o Mar"” retrata a amizade de um velho e pobre pescador com um rapaz. Tudo acontece no dia em que o velho, que há muito nada pescava, se confrontou com o peixe da sua vida. Chegou a terra apenas com o esqueleto de um espadarte delapidado por tubarões. Está tudo ali. 

Não resisto a transcrever um pedaço da tradução de Jorge de Sena:

- Que tens para comer? – perguntou o rapaz. 
- Um tacho de arroz de peixe. Queres? – perguntou o velho. 
- Não. Como em casa. Queres que eu acenda o lume? 
- Não. Acendo-o eu depois. Ou como o arroz frio.
- Posso levar a rede? 
- Claro que podes.

Não havia rede, o rapaz lembrava-se de quando a tinham vendido, mas todos os dias representavam esta cena. Também não havia tacho de arroz, o que o rapaz também sabia. 

 

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Quinta-feira, 13.10.16

 

 

 

É, no mínimo, muito interessante. Conheço, naturalmente e há muito, a obra musical, mas era um nome que não imaginava para o Nobel da Literatura. Se isto significa uma "qualquer mudança dos tempos" é que já me recuso a concluir. Bem, o planeta gira diariamente, mas não é a isso que me refiro.

 

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Quinta-feira, 18.08.16

 

 

 

  

 

 

 



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Segunda-feira, 15.08.16

 

 

 

 

A localização do auditório de ar livre, a poucos metros da marginal de Cascais, é privilegiada. A noite estava quente, de céu limpo e estrelado, e com algum vento. Richard Galliano, uma lenda viva, e Sylvain Luc já brilhavam. Até o som do vento que agitava a abundante vegetação parecia orientado pelos músicos. Três pessoas sentadas a meu lado, duas mulheres e um homem entre os 40 e os 50, não largavam os telemóveis. À terceira música percebi que jogavam o tal de Pokémon Go (nem assim me despertou a curiosidade). Tiveram um momento alto: disputaram a caça de um alojado debaixo da cadeira da frente. De gatas, num eufórico silêncio, a mulher mais próxima foi, ao que percebi, a triunfadora daquele alvo virtual. Ainda fiquei com uma dúvida: seriam mais uns bilhetes Galp?

 

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Sábado, 13.08.16

 

 

 

 

 

Mais logo; Parque Palmela; Cascais



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Quarta-feira, 03.08.16

 

 

 O modo Fenprof.

  

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 Quino



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Sexta-feira, 29.07.16

 

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 22.07.16

 

 

 

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Concerto marcado para as 21h30 e início pontual; como sempre. Chegar ao largo do Teatro Nacional de S. Carlos pouco depois das 20h00 não foi suficiente. Cerca das 18h30 já não havia lugares frontais. Mas como o tempo, que nunca pára, também o lugar "ultrapassou" o ângulo de visão muito lateral. O som continuou perfeito. Via-se o movimento dos bastidores. Para além do referido no programa, a 5ª sinfonia de Beethoven tornou o concerto ainda mais memorável.

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21 de julho, 21h30

Orquestra Gulbenkian

Pedro Neves, direção musical; Mário Laginha, piano

Um programa de luxo, com destaque para a interpretação de Mário Laginha do seu Concerto para piano e orquestra, estreado em 2009 no 31.º Festival Internacional de Música do Algarve, que junta referências a Mozart, Beethoven, Prokofiev ou Ravel, mas também ao jazz e à música étnica.



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Segunda-feira, 18.07.16

 

 

 

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A espera implicou observar em detalhe, e com tempo, a estátua de Pessoa com cabeça de livro.

 

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Mas valeu a pena:

 

17 de julho, 21h30

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Fantasia para Romeu e Julieta

Dinis Sousa, direção musical; Cristiana Oliveira, soprano; Airam Hernández, tenor.

Num concerto que evoca os 400 anos da morte de Shakespeare, ouvem-se peças inspiradas por Romeu e Julieta, a sua obra mais popular: Abertura Romeu e Julieta de Tchaikovski, Árias e duetos de Romeu e Julieta de Charles Gounod e Suites 1 e 2 de Romeu e Julieta de Prokofiev.



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Quarta-feira, 22.06.16

 

 

 

Cortesia do Sérgio Moreira

 



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Domingo, 03.04.16

 

 

 

 A 19ª edição do sempre imperdível JazzValado.

 

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Segunda-feira, 11.01.16

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 31.12.15

 

 

 

 

 

 

Aretha Franklin (You Make Me Feel Like) A Natural Woman - Carole King - Kennedy Center Honors 2015

 



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Domingo, 27.12.15

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 08.10.15

 

 

 

Entrou na estação de metro, tirou o violino da caixa e tocou 45 minutos para a multidão na hora de ponta matinal. Foi praticamente ignorado. Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executou peças consagradas num raríssimo Stradivarius de 1713 de mais de 3 milhões de dólares. Uns dias antes tocou no Symphony Hall de Boston com bilhetes a 1000 dólares. A ideia do Washington Post foi lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

 

 

 



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Quinta-feira, 30.07.15

 

 

 

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Daniel Dennett é um relevante filósofo americano. "A liberdade evolui" é o título de uma das suas obras. Tem uma pequena história que merece uma atenta reflexão.

 

"A Orquestra Sinfónia de Boston é conhecida por fazer a vida difícil aos maestros convidados até que estes dêem provas de que merecem ocupar o lugar. Perante a sua estreia à frente da orquestra, e conhecendo a reputação da mesma, um jovem maestro decidiu tentar um atalho para conseguir ser respeitado. Estava programado que dirigisse a estreia de uma obra contemporânea inaudivelmente dissonante, e enquanto lia a partitura ocorreu-lhe um estratagema brilhante. Encontrou um crescendo no início, em que toda a orquestra produzia um som estridente em mais de doze notas discordantes, e reparou que o segundo oboé, uma das vozes mais suaves da orquestra, estava programado para tocar um Si natural. Agarrou na partitura para o segundo oboé e inseriu cuidadosamente o sinal para bemol - a partir de agora era indicado ao segundo oboé que devia tocar um Si bemol. No primeiro ensaio, conduziu energicamente a orquestra até ao crescendo adulterado. "Não!", berrou, parando a orquestra abruptamente. Depois, com o sobrolho enrugado e em profunda concentração disse: "Alguém, vejamos, sim, deve ser... o segundo oboé. Devia tocar um Si natural e tocou um Si bemol". "Não pode ser", respondeu o segundo oboé. "Eu toquei um Si natural. Um idiota qualquer tinha escrito aqui Si bemol!"."

 

 

 

(Não é a primeira vez que

transcrevo esta história

num post).

 


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Terça-feira, 24.03.15

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 01.12.14

 

 

 

O concerto do trio Alexandre Frazão (bateria), Carlos Barreto (contrabaixo) e Bernardo Sassetti (piano) foi soberbo e abriu da melhor forma o JazzValado2011.

 

Há muitas possibilidades instrumentais para trios de jazz, mas a combinação escolhida é das que mais gosto de ouvir. Os temas faziam parte de um repertório que se iniciou em 1996.

 

Se me pusesse a eleger os melhores músicos para aqueles instrumentos, qualquer dos três seria uma das primeiras escolhas. O público esteve electrizante e em simbiose com os músicos. Tenho ideia que os encores se prolongaram por cerca de uma hora e isso diz tudo.

 

Pode ouvir o tema vagabundo.

 

 

(1ª edição em 9 de Abril de 2011)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 27.11.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 18.11.14

 

 

 

 
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Daniel Dennett é um relevante filósofo americano. "A liberdade evolui" é o título de uma das suas obras. Tem uma pequena história que merece uma atenta reflexão.

 

"A Orquestra Sinfónia de Boston é conhecida por fazer a vida difícil aos maestros convidados até que estes dêem provas de que merecem ocupar o lugar. Perante a sua estreia à frente da orquestra, e conhecendo a reputação da mesma, um jovem maestro decidiu tentar um atalho para conseguir ser respeitado. Estava programado que dirigisse a estreia de uma obra contemporânea inaudivelmente dissonante, e enquanto lia a partitura ocorreu-lhe um estratagema brilhante. Encontrou um crescendo no início, em que toda a orquestra produzia um som estridente em mais de doze notas discordantes, e reparou que o segundo oboé, uma das vozes mais suaves da orquestra, estava programado para tocar um Si natural. Agarrou na partitura para o segundo oboé e inseriu cuidadosamente o sinal para bemol - a partir de agora era indicado ao segundo oboé que devia tocar um Si bemol. No primeiro ensaio, conduziu energicamente a orquestra até ao crescendo adulterado. "Não!", berrou, parando a orquestra abruptamente. Depois, com o sobrolho enrugado e em profunda concentração disse: "Alguém, vejamos, sim, deve ser... o segundo oboé. Devia tocar um Si natural e tocou um Si bemol". "Não pode ser", respondeu o segundo oboé. "Eu toquei um Si natural. Um idiota qualquer tinha escrito aqui Si bemol!"."

 

 

 

(Não é a primeira vez que

transcrevo esta história

num post).

 

 



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Quarta-feira, 01.10.14

 

 

 

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Terça-feira, 09.09.14

 

 

 

 



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Domingo, 13.07.14

 

 

 

 

 

 

 

 

No final do concerto de António Pinho Vargas percebemos que na noite seguinte haveria outro espectáculo integrado no Colóquio Internacional Epistemologias do Sul - Projecto ALICE (CES-UC), denominado "BAILEnquanto" (11 de Julho de 2014), às 22h00, no Pátio da Inquisição em Coimbra. O nome do local tinha uma forte relação com o tipo de espectáculo.

 

Chegámos às 21h30 e desconhecíamos que no Pátio existe um restaurante. Esteve cheio a noite toda. Apanhámos uma mesa bem à frente e acompanhámos os derradeiros preparativos. Às 21h45 já havia música e chegaram os elementos dos 5ª PunKada constituído por pessoas com paralisia cerebral que se mostravam ansiosos com a sua actuação que seria a primeira do espectáculo.

 

 

 

 

Às 23h10, uma hora e dez minutos depois (sim, 1h10) da hora prevista para o início e repetindo o que relatei em relação ao dia anterior, um elemento da organização desabafou para alguém que estava ao nosso lado: "é intolerável. As pessoas do colóquio estão atrasadas e não esperamos mais. Vamos começar". As cadeiras destinadas às tais entidades foram ocupadas pelo público anónimo.

 

 

 

 

 

Os 5ª Punkada tocaram dois temas. Encontrei um vídeo, que pode ver mais abaixo, com outro tema do grupo. Vale a pena ouvir, embora confesse que achei as melodias algo mainstream. Não percebi a 1h10 de atraso, já que as entidades chegaram a meio do primeiro tema, saíram antes do final do segundo e nem assistiram ao resto de espectáculo que tinha gerado alguma expectativa com o anúncio do dia anterior, com a literatura disponibilizada nas redes sociais e que pode consultar no primeiro link que indiquei.

 

 

 

 

 

O espectáculo BaileEnquanto foi muito exigente. O barulho constante e ensurdecedor da multidão que permanecia no restaurante Pátio, e na sua esplanada, impediu a audição da maioria das intervenções teatrais. Foi pena. Salvou-se a componente multimédia. Resistimos quase até ao fim.

 

  

 

 

  

Um vídeo dos 5ª Punkada com cerca de cinco minutos.

 

 

 



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Quinta-feira, 19.06.14

 

 

 

Já tenho vida suficiente para publicar um vídeo assim.

 



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Sexta-feira, 02.05.14

 

 

 

 

Começa hoje a 17ª edição do sempre imperdível Jazzvalado e não podia começar melhor.

 

 

"André Fernandes Quinteto

Participação no JazzValado em 02 de Maio de 2014 - 17º Festival

 

 

voz - Inês Sousa
guitarra e composição - André Fernandes
piano - Mário Laginha
contrabaixo - Demian Cabaud

bateria - Alexandre Frazão

 

"Estamos já habituados a que cada novo grupo de André Fernandes venha suscitar uma boa dose de interesse e curiosidade. 


De facto, o trajeto deste prodigioso guitarrista e compositor, que tem marcado significativamente o cenário do jazz luso ao longo da última década, tem-se pautado por uma sequência de projetos que, independentemente do seu inerente valor, jamais deixariam adivinhar o que se lhes poderia seguir.!

E não foi diferente com este Wonder Wheel. Diria mesmo que esta nova surpresa é ainda maior do que todas as anteriores. Talvez porque mais próxima do universo da pop, a nova música de André Fernandes é porventura menos complexa, mas nem por isso menos rebuscada, do que a de várias das suas anteriores aventuras, ao mesmo tempo que, exatamente em virtude da sua maior aproximação à esfera da pop, nos soa mais rica e detalhada sob o ponto de vista textural.!

Um dos aspetos responsáveis por essa riqueza advêm, sem dúvida, do contributo de Inês Sousa, uma cantora sobejamente original, com uma voz meticulosamente modulada e um precioso ouvido musical, que se coaduna de modo perfeito à música tipicamente ampla e aberta de Fernandes. 

Mais interessante ainda é que Inês Sousa recuse a acomodar-se à estética hoje tão em voga na utilização da voz feminina no jazz. Quando tantas cantoras se esforçam por soar como um instrumento, Inês soa, muito naturalmente, como isso mesmo, como mais um músico numa banda feita de instrumentistas superiores.!

De facto, André Fernandes, Mário Laginha, Demian Cabaud e Alexandre Frazão constituem uma espécie de fina flor do nosso jazz, que se dedica da forma mais inspirada à música escrita (ou selecionada, como no caso de uma tocante releitura de “Lilac Wine”) pelo guitarrista para este seu novo projeto. Eis um grupo que, com toda a certeza, dará que falar nos tempos que aí vêm.”!

 

Paulo Barbosa!"

 

 

 



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Sábado, 19.04.14

 

 

 Ouvi na Antena 2 e ficou-me.

Andava pelo youtube a certificar uma carta de despedida dedicada a Gabriel García Márquez e encontrei-o.

 

 

 



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Quarta-feira, 05.03.14

 

 

 

 

Começou no vinil, passou pelo cd e continuou no ipod, mas uma coisa passageira nos ouvidos obrigou a algum juízo com os sons. É um dos cd´s com lugar permanente no automóvel.

 

Este álbum de Keith Jarret é um dos meus sons preferidos. Sei que é exorbitante dizer isto, mas é assim. É um dos álbuns da minha vida. Quanto mais o ouço mais o coração o soletra. 

Com um piano “apenas” - dizem que estava desafinado - Keith Jarrett leva-nos ao cume. Sem pauta e improvisando durante uma hora, os sons têm uma harmonia incomparável. Se não fosse o que está escrito, pensaríamos que o concerto foi gravado numa sala com uma ímpar acústica e não ao ar livre. 

Gravado em 1975, com influências de jazz, soul e gospel, é música que nunca cansa. Tem intensos momentos de verdadeiro estremeção. Só ouvindo. Fique com uma parte. 

 

 



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Quarta-feira, 26.02.14

 

 

 

 



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Quinta-feira, 26.12.13

 

 

 

 

 

Daniel Dennett é um relevante filósofo americano. "A liberdade evolui" é o título de uma das suas obras. Tem uma pequena história que merece uma atenta reflexão.

 

"A Orquestra Sinfónia de Boston é conhecida por fazer a vida difícil aos maestros convidados até que estes dêem provas de que merecem ocupar o lugar. Perante a sua estreia à frente da orquestra, e conhecendo a reputação da mesma, um jovem maestro decidiu tentar um atalho para conseguir ser respeitado. Estava programado que dirigisse a estreia de uma obra contemporânea inaudivelmente dissonante, e enquanto lia a partitura ocorreu-lhe um estratagema brilhante. Encontrou um crescendo no início, em que toda a orquestra produzia um som estridente em mais de doze notas discordantes, e reparou que o segundo oboé, uma das vozes mais suaves da orquestra, estava programado para tocar um Si natural. Agarrou na partitura para o segundo oboé e inseriu cuidadosamente o sinal para bemol - a partir de agora era indicado ao segundo oboé que devia tocar um Si bemol. No primeiro ensaio, conduziu energicamente a orquestra até ao crescendo adulterado. "Não!", berrou, parando a orquestra abruptamente. Depois, com o sobrolho enrugado e em profunda concentração disse: "Alguém, vejamos, sim, deve ser... o segundo oboé. Devia tocar um Si natural e tocou um Si bemol". "Não pode ser", respondeu o segundo oboé. "Eu toquei um Si natural. Um idiota qualquer tinha escrito aqui Si bemol!"."

 

 

 

 

(Não é a primeira vez que

transcrevo esta história

num post).

 


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Sábado, 14.12.13

 

 

 



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Segunda-feira, 28.10.13

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 26.08.13

 

 

 

 

 

 

Cortesia do António Ferreira





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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
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