Em busca do pensamento livre.

Sexta-feira, 28.04.17

 

 

 

Trump já se arrependeu da candidatura. Tem saudades da vida anterior. Aborrece-se por não fazer o que quer. O exercício presidencial é muito mais difícil do que imaginou.

Quando a segunda guerra mundial terminou, a sensatez predominou; principalmente na Europa. Não se admitia o ressurgimento de qualquer forma de ditadura. Para além disso, o apocalíptico nuclear jamais se usaria. A sua existência era apenas um argumento para a paz. Só que passadas as gerações de Hiroxima, os novos senhores da guerra, como Trump e o Sol da Coreia do Norte, eliminaram da mente a história do horror e ameaçam com o nuclear.

E é isto. Na História, o passado nunca é irrepetível. Hiroxima deve ter mais presença mediática e escolar. O medo faz falta e a ideia de que os governantes com acesso ao botão nuclear são sempre sensatos é arriscada. Há, desde logo, uma missão para a ONU: salvar o Homem da sua loucura.

 

Bomba Atomica tsar czar 2

 

 



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Sábado, 08.04.17

 

 

 

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Lembra-se do olho de deus de Guernica? Olhe para a imagem acima. Uma questão de pormenor: o oxigénio do que é belo. A imagem permite pensar mais um pouco. E que tal um deus culpado, que vê tudo mas que não actua? É muito interessante e vem bem a propósito.

 

Guernica, "o mais célebre e poderoso quadro do século XX", faz hoje 80 anos e está patente no Museu Reina Sofia, em Madrid.

 

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É um privilégio estar como na imagem que se segue.

 

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Sexta-feira, 22.07.16

 

 

 

 

"Em comunicado, as autoridades pedem a não divulgação de vídeos ou fotos do acto terrorista", repetem as televisões imediatamente a seguir à apresentação do vídeo amador mais oportuno. Os actos terroristas têm uma ocorrência quase diária, hoje é em Munique, e os canais de cabo já só têm que programar as horas sobrantes. O mal faz sempre o seu caminho, como lemos na história e temos registado nestes tempos de triunfo do neoliberalismo como caminho ideológico único.

 

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Sexta-feira, 15.07.16

 

 

 

"Um outro passo para a paz exige que os quatro das Lajes sejam julgados no TPI e não pelo Goldman Sachs", 

 

é um raciocínio que ouvi a quem conhece o efeito devastador que Bush, Aznar, Blair e Barroso provocaram no médio oriente. O Tribunal Penal Internacional deve ter a palavra para tentar pacificar (e absolver os "quatro", se for esse o caso) a onda de terror e delinquência que se vai globalizando.

 



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Agora é Nice a viver horas de terror com mais de 70 mortos e uma centena de feridos. O terrorismo é, cada vez mais, uma arma global. 

 

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Quarta-feira, 13.04.16

 

 

"A terceira guerra já está curso pela Ásia e África. Só que é dividida em partes e não se nota tanto." Este facto que ouvi na TSF parece alastrar-se. Pela Europa e Américas, e também por cá e basta observar o que nos rodeia, estamos em francos preparativos. Clara Ferreira Alves (2015:421), em "Pai Nosso", tem uma passagem de arrepiar:

"(...)Nunca peça a um judeu para ser neutral. Veja o que a neutralidade nos fez. Nunca tomámos partido e veja como acabámos. Nos fornos. Nas valas. Amontoados. Que faria num mundo sem guerra?(...)"



publicado por paulo prudêncio às 10:52 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 27.03.16

 

 

 

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Antero Valério



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Quarta-feira, 23.03.16

 

 

 

Mesmo em tempos diferentes, obviamente, penso que o norte-americano Benjamim Franklim voltaria a dizer mais ou menos o seguinte:"uma sociedade que renuncie a uma parte da sua liberdade para ter um pouco mais de segurança, não merece uma nem outra e acabará por perder ambas."

 



publicado por paulo prudêncio às 19:08 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 22.03.16

 

 

 

E é isto:

 

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publicado por paulo prudêncio às 14:13 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 28.02.16

 

 

 

 

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Quarta-feira, 08.07.15

 

 

 

"Temos um cenário de saída da Grécia preparado ao detalhe", disse ontem Juncker num papel inédito e que não se espera nas suas funções: o de verdadeiro esquentador. Já Passos Coelho apressou-se a ler a cartilha do "Portugal solidário", mas "bom aluno", exigente e cumpridor. Não sei se estes dirigentes brincam com o fogo, se pouco sabem da história ou se são "gerentes" da bancocracia; uma coisa é certa: são dos poucos que conhecem os dias seguintes do Grexit: "que os deuses nos protejam".



publicado por paulo prudêncio às 10:33 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Quinta-feira, 09.04.15

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 06.02.15

 

 

 

 

Ouvimos um ruído semelhante à laboração de uma fábrica antiga; ferro batia em ferro num registo sincopado. Como estávamos num Museu dos Judeus, o sobressalto foi imediato e acentuado pelo horror já percorrido. 

 

Quando chegámos à sala a surpresa foi o sentimento inicial. Os visitantes caminhavam sobre "caras em sofrimento" que chocavam entre si e produziam o tal ruído maquinal.

 

 

 

 

 

 

Jewish Museum

Berlim. Julho de 2014

 

 



publicado por paulo prudêncio às 19:47 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Segunda-feira, 02.02.15

 

 

 

 

Os sete submarinos vendidos pela Alemanha a Portugal (dois) e à Grécia (cinco) alimentam polémicas sem fim sempre com a corrupção no centro do furacão.

 

Ao ler as "Memórias da II Guerra Mundial" (2011:14. Lisboa. Texto editora), de Winston Churchil, fiquei a saber que na II Guerra Mundial foram destruídos 781 submarinos alemães (525 pelas forças britânicas, 174 pelos EUA e 82 por causas desconhecidas - querem ver que sete vieram parar, 70 anos depois, aos PIGS), 85 italianos e 130 japoneses. Imaginamos que o custo de um submarino possa ter disparado (dito assim para condizer com o assunto), mas impressiona o esforço de guerra dos germânicos, para além da topografia do terror, que acabou num justo perdão da dívida.

 

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Torah; Museu judaico de Berlim; Julho de 2014. 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:56 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 27.01.15

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 02.01.15

 

 

 

 

 

Tantas diferenças e uma constante: a finitude das vidas não é a finitude das diferenças.

 

E mesmo que aparentemente se quebre o raciocínio do primeiro parágrafo, apetece-me inscrever uma pergunta: o que é que levará os homens a acreditarem nas guerras? Só pode ser cego o ódio que os move; é uma primeira e segura resposta.

 

Há vozes que se levantam contra a privatização das companhias de combate. Sim, soldados profissionais que pertencem a uma empresa de guerra. Não vão pela pátria, vão pela cor do dinheiro. Os "da pátria" ainda podem advogar com a legítima defesa.

 

Não há desculpa para a violência. Inclemência, desumanidade e crueldade são os verdadeiros perfumes da bestialidade. Que os deuses lhes valham.

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 18.07.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 06.07.14

 

 

 

 

 

Em Matosinhos, há (pelo menos) 135 professores para despachar

 

 

 

Depois da confessada, por António Costa, injusta "guerra aos professores" da autoria de Lurdes Rodrigues, dos cortes a eito para além da troika que tiveram os professores como alvo principal na administração central da autoria de Crato, só faltava que a escola pública e os seus professores tivessem que sofrer uma municipalização "tipo-patos-bravos" (eliminar um professor dará um prémio de 12500 euros para rotundas) com a assinatura dos aparelhos do arco governativo.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 17:04 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 21.02.14

 

 

 

 

 

 

A ganância alastra e gera violência. 

 

No meio do horror haverá vencedores? Esperemos que vença a democracia e o mais elementar respeito entre as pessoas.

 

Encontrei um vídeo com imagens do horror na Praça da Independência em Kiev. A presença de snipers é aterradora. Não se recomenda a pessoas mais sensíveis. Estive indeciso em postar.

  

 



publicado por paulo prudêncio às 18:39 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Terça-feira, 11.02.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os drones e a guerra higiénica

Pedro Xavier Mendonça
Sexta feira, 7 de fevereiro de 2014
 

"A guerra é uma questão de sangue. De muito e pouco. Muito, porque quer-se o sangue dos outros; pouco, porque procura-se poupar o próprio. A tecnologia surge precisamente neste duplo de destruição e proteção. Ao longo dos séculos, podemos ver nas armas a pretensão de destruir com mais precisão ou com maior massificação o inimigo, ao mesmo tempo que se tenta aumentar o nível de segurança do guerreiro. Umas armas tendem mais a um aspeto do que ao outro, mas têm-nos implicitamente no seu modo de ser. Uma espada é mais destruidora do que protetora e um escudo vice-versa. Uma bomba atómica destrói mais em massa do que um veneno, mas ambos, ao destruírem, protegem. As bombas atómicas lançadas pelos EUA no Japão na II Guerra Mundial foram um meio de destruição em massa que evitou que mais soldados americanos morressem. Diferentemente, na I Guerra Mundial, a inadaptação dos generais às novas máquinas de guerra lançou soldados para mortes estúpidas frente a um novo poder de fogo. Hoje, isto é cada vez menos provável.

 

A tendência para este binómio tem crescido. É visível o aumento da destruição ou da precisão da mesma e simultaneamente uma cada vez maior proteção do guerreiro. Os drones são o expoente máximo disto. São dispositivos robóticos que podem ser comandados à distância por terra ou ar. Destruindo com exatidão e por vezes em massa, protegem completamente o piloto, que fica no conforto do gabinete a conduzir o artefacto. Na lógica da segurança, atinge-se a despersonalização total do guerreiro. E uma desumanização ainda maior da guerra. Esta transforma-se numa espécie de jogo de computador, em que o sangue e a dor alheios são realidades tão distantes que se transformam em índices de ação em lugar de fatores de sentimento.

 

Ironicamente, a democracia favorece este tipo de guerra. Os soldados, em geral, neste regime, são mais preciosos do que numa ditadura. O comandante das forças armadas tem que responder perante os cidadãos. Veja-se o pudor que há nos EUA com os corpos dos militares mortos quando chegam a território americano. Explicar essas mortes não é fácil. Então passa a ser quase tão importante salvaguardar a vida do soldado como é destruir a do inimigo. É em democracia que o equilíbrio entre a necessidade de matar e a de proteger é maior. Por isso, ela favorece a dita despersonalização e uma perversão muito específica: apela-se aos direitos humanos na proteção do militar amigo ao mesmo tempo que esses direitos são desprezados no inimigo, por vezes de forma brutal. Basta ver como os atentados terroristas no Iraque são tratados como banalidades pelos media ocidentais comparando com a excecionalidade dos que ocorrem dentro das portas do ocidente. Por isso, para sair para a guerra há que ter a higiene da distância. A vitória mede-se nos ecrãs."

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:38 | link do post | comentar | partilhar


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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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