Em busca do pensamento livre.

Quarta-feira, 25.01.17

 

 

 

É a escola do Goldman Sachs. "Oferece 15.000 milhões" por 30.000 milhões de imparidades (registado muito superior ao executável). É o resultado do crédito de neutrões. Ou seja, a bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que "só" destrói os organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média e levou-a à falência com o edificado intacto. Recupera-o na desesperada banca intermédia por metade do preço e espera que o executável suba.

 

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Sábado, 12.11.16

 

 

 

E é isto: "(...)No jantar de caridade de Al Smith, com a hierarquia católica de Nova Iorque e o poder político, financeiro e mediático ao lado dos dois candidatos, Trump chamou corrupta a Hillary e disse várias piadas ofensivas. A resposta dela foi uma gargalhada falsa, uma máscara afivelada para consumo externo. Quem visse aquilo nas várias plataformas, da televisão à rede, veria um grupo poderoso e privilegiado de amigos, mulheres com jóias e homens emproados, onde ela parecia a rainha e Trump o primo da província. Teria sido útil, por uma vez, observar uma reação emocional.(...)" escreveu Clara Ferreira Alves (CFA) na revista do Expresso (03:12/11/2016). No primeiro caderno, CFA diz que "Trump é um fascista, não em sentido clássico, rodeado de criminosos de colarinho branco." Até arrepia. Espero que não se confirmem os piores cenários. É evidente que Trump é um oportunista que se gaba de fugir a impostos, e de não sei quantas trafulhices, e de não respeitar os direitos mais elementares das pessoas envolvidas nas suas actividades. Mesmo assim, coabitou anos a fio com o arco governativo. A imagem é elucidativa e encontramos inúmeras da mesma família nas democracias ocidentais. No mundo real registamos a oportunista hipocrisia em nome institucional ou o modo oligárquico de apropriação do bem comum. E ficava aqui a tarde toda a detalhar um pântano que nunca dá bons resultados.

 

Adenda: Na mesma revista (p:42), Joseph Stiglitz diz, antes da vitória de Trump e pensando nos dois lados do Atlântico, que não gosta do termo "populismo", embora esteja preocupado com a erosão do centro político. "O "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra o elitismo." O Nobel da economia (2001) prefere o termo demagogia. Dá um exemplo: "Números "surgidos" do nada como o limite de 3% do défice. Aplaude o Governo português que devia ser premiado e não o contrário." Fala, por exemplo, da batota em relação à França, do falhanço rotundo da troika e da moda recente dos governantes não eleitos made in Goldman Sachs. Uma entrevista a não perder, até para não dizermos que é incompreensível a ascensão eleitoral da Trump Tower.

 

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Sábado, 24.09.16

 

 

 

 

1075659

Cópia de 1075659

Luís Afonso

 

 



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Sexta-feira, 15.07.16

 

 

 

"Um outro passo para a paz exige que os quatro das Lajes sejam julgados no TPI e não pelo Goldman Sachs", 

 

é um raciocínio que ouvi a quem conhece o efeito devastador que Bush, Aznar, Blair e Barroso provocaram no médio oriente. O Tribunal Penal Internacional deve ter a palavra para tentar pacificar (e absolver os "quatro", se for esse o caso) a onda de terror e delinquência que se vai globalizando.

 



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Quinta-feira, 14.07.16

 

 

 

"O senhor Barroso fez a cama dos antieuropeus. Apelo, pois, solenemente, a que abandone esse cargo", apela o secretário dos Assuntos Europeus francês Harlem Désir. Barroso tem um grande descaramento e continua, como político, a enriquecer longe dos eleitores. A sério e repito: vale a pena ler o romance "Pai Nosso" de Clara Ferreira Alves; a personagem é bem desmontada.

 

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publicado por paulo prudêncio às 11:34 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 13.07.16

 

 

 

"Vais marcar," é o que se diz a todo o avançado que é lançado no jogo. Quando a "profecia" se concretiza, uma em mil, transforma-se num crente feeling. Compreende-se os protagonistas. Aceita-se. Não se espera diferente. Já um PR deixar escapar uma escapadela a Fátima também se aceita. Da figura não se espera diferente. São feelings. Se a antevisão mediática de um jogo chegava com dois dias e o rescaldo com outros dois, a partir de agora será permanente. São feelings para todos. É irrefutável a festa. Nem os exemplares islandeses escapam à globalização. Pode o Deutsche Bank ter o destino do Lehman Brothers que os pobres portugueses sonharão com a oportunidade futebolística de ouro para os filhos, como substituição escolar, enquanto uns quantos dirigentes lá vão premiados para os Goldman Sachs deste mundo.

 

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Sábado, 09.07.16

 

 

 

O que é que cimenta o título? Goldman Sachs (pode saber mais aqui).

 

Em 20 de Janeiro de 2015, um post dizia assim:

"Arnualt "interveio decisivamente para que fosse desbloqueado o empréstimo do Goldman Sach´s ao BES em vésperas do colapso do banco" e "já estava já no Goldman Sachs quando elogiou "o legado de Ricardo Salgado" e afirmou que "o BES é um banco profundamente estável". Esta malta, que acusava os seus críticos de uns sem-mundo, têm também um historial de delapidação do orçamento do Estado e são responsáveis pelo estado a que chegámos."

 

Sobre a personagem Durrão Barroso pode começar por aqui (Jorge Sampaio responsabiliza o Cherne pela invasão do Iraque): pelo demolidor romance de Clara Ferreira Alves.

 

Sobre o Goldman Sachs fica o vídeo.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 12:30 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 08.04.16

 

 

 

Fui à procura do primeiro post sobre "vistos gold" (é de 22 de Fevereiro de 2014) e tem esta passagem: "(...)A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói "apenas" organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que diz atrair a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.(...)".

 

A coisa complica-se. Basta seguir o trajecto habitual do capitalismo desregulado. Regras complexas e "necessidade" de acelerar processos a bem das nações e das economias. Repare-se nos offshores. Depois de tudo o que se tem passado, e de se saber que a vasta maioria dos utilizadores anda pela corrupção e pelas ilegalidades à volta de património, ainda ouvimos pessoas ligadas aos aparelhos partidários, como ontem na quadratura do círculo, a justificar a existência de offshores em nome de uma qualquer agilidade. E depois, umas bofetadas, ou umas arrojadas trumpianas, desviam as atenções e preenchem as primeiras páginas. Já nem sei que diga mais. Fico-me pelo título do post.



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Quinta-feira, 07.04.16

 

 

 

Não há americanos no Panamá? A roupa com nódoas mais difíceis lava-se em casa.

 

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Segunda-feira, 06.07.15

 

 

 

Nem o "Novo Banco" disfarça (a mediatização do oxi grego tem camuflado mais um desastre) o destino dos empréstimos: mais 2 mil milhões para a parte boa do banco num processo semelhante a 80% do capital injectado na Grécia: J. P. Morgan e Goldman Sachs foram os fiéis sorvedouros. Os defensores políticos destes procedimentos desorientaram-se com os gregos e andam a exigir referendos para incluir a Grécia. Imagina-se o desespero dos "bons alunos" e mais ainda dos "além da troika".

 

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 Primeira página do Expresso de 04 de Julho de 2015.



publicado por paulo prudêncio às 10:31 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 01.07.15

 

 

 

Percebeu-se, desde logo, que os governantes gregos não tinham descido do Olimpo e que estavam determinados a enfrentar a dívida colossal e os indicadores de miséria da Grécia. Revelaram-se preparados para ir ao casino da banca alemã e francesa (não esqueçamos os "Goldman Sachs") e jogar contra os DDT's deste mundo correspondendo ao apelo dos europeus que, contudo, consideravam o combate impossível e destinado ao fracasso na primeira esquina. Os governantes gregos estão a enfrentar o fim da história decretado pelo Eurogrupo. Compreendo os avanços e recuos e desejo que sejam bem sucedidos. Estão a tentar e não se refugiaram nos prognósticos no fim do jogo nem no "não há nada a fazer". Sem precipitações, os casinos assim o exigem, esperemos pelos próximos lances.

 



publicado por paulo prudêncio às 14:04 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 20.01.15

 

 

 

 

Arnualt "interveio decisivamente para que fosse desbloqueado o empréstimo do Goldman Sach´s ao BES em vésperas do colapso do banco" e "já estava já no Goldman Sachs quando elogiou "o legado de Ricardo Salgado" e afirmou que "o BES é um banco profundamente estável"".

 

Esta malta, que acusava os seus críticos de uns sem-mundo, têm também um historial de delapidação do orçamento do Estado e são responsáveis pelo estado a que chegámos.

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 12:59 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Quinta-feira, 13.11.14

 

 

 

Fui à procura do primeiro post sobre os "vistos gold" (é de 22 de Fevereiro de 2014) e tem esta passagem: "(...)A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói "apenas" organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que diz atrair a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.(...)".

 

E depois, basta seguir o trajecto habitual do ultraliberalismo. Regras complexas, muito complexas e em letra tamanho três, e a "necessidade" de acelerar processos a bem da nação. Repare-se que hoje há outra notícia da mesma família. Depois de tudo o que se tem passado, a privatização da TAP volta à agenda. Já nem sei que diga mais.

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 19:01 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 11.09.14

 

 

 

 

Os ultraliberais inundam a linguagem com a meritocracia, aplicada aos outros, claro, e depois nomeiam o ex-ministro-adjundo Moedas para comissário da inovação e ciência. Ou seja, o membro de um Governo que arrasou com a Educação e a ciência em Portugal vai gerir os 80 mil milhões de euros europeus; deve ter a bênção do Goldman Sachs.

 

Crato ficará para a história, segundo um seu amigo, como um "science killer"; veja-se lá. Mas o ministro já sentenciou sobre a nomeção de Moedas com uma declaração que deve ser lida ao contrário, como Crato nos tem habituado nas mais diversas variáveis: "Carlos Moedas é um profundo conhecedor". É claro que o ministro pode também estar a saltar do barco e a indicar o nome do verdadeiro "science killer".

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:54 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 25.02.14

 

 

 

 

 

Cansa um bocado repetir, mas é um dever: a bolha imobiliária de 2007 foi imaginada uns anos antes com o produto subprime que era uma uma espécie de bomba de neutrões: o edificado, intacto, regressou à banca, as pessoas faliram e uma vaga de revenda anda por aí com novos produtos como o "visto gold".

 

Só que nem tudo cabe em folhas excel. Só na Europa há cerca de 11 milhões de casas vazias. Em Portugal a coisa aproxima-se do milhão e os sem-abrigo não param de aumentar. É mais um retrato da última mentira de Passos Coelho: "o país está melhor".

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:29 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Sábado, 22.02.14

 

 

 

 

 

 

Expresso, 21 de Fevereiro de 2014. Primeira página.

 

 

 

A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói apenas (e sublinho o apenas para "parafrasear" Passos Coelho) organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que atrai a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.

 

Quando Passos Coelho diz que o "país está melhor" é porque tem a lição bem estuda pelos Goldman Sachs que o conduzem. Empobreceu as pessoas para além da troika, como fez questão de sublinhar desde o início, mas manteve o edificado e os interesses respectivos intocados. Prepara-se agora para uma  segunda vaga. Pensa esmifrar ainda mais os do costume como evidencia a primeira página do Expresso e deita o olho aos 22 mil milhões dos fundos estruturais que aí vêm para que os seus sigam o seu exemplo (até com avaliação do desempenho). Passos e Relvas fizeram formação de pilotos, e demais pessoal aéreo, para servirem nos inúmeros aeródromos que nasceriam na zona centro do país. Como é possível que um país europeu tenho um primeiro-ministro com este nível?

 

 



publicado por paulo prudêncio às 14:29 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Sábado, 01.02.14

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 12:12 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Sexta-feira, 31.01.14

 

 

 

 

 

 

 

 

Se os ministros fossem portugueses, Luís Arnaut, uma das últimas aquisições do Goldman Sachs, diria que são ministros pacóvios e sem mundo. Dá ideia que continuamos algo distantes de outras democracias, pelo menos no que toca à coragem para uma qualquer espécie da mais elementar "desobediência civil".

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:25 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 11.01.14

 

 

 

 

 

Podíamos ficar o dia todo a cruzar informações que envolvem a dívida pública portuguesa, as recentes privatizações, os grandes escritórios de advogados, o Goldman Sachs e outros bancos, a bolha financeira de 2007, a bancarrota em que caímos, a corrupção, o arco governativo e o saque que se continua a efectuar aos do costume.

 

Volta e meia temos mais uma promoção de uma personagem desta insuportável promiscuidade.

 

 

 

 

 Recuperemos informação. Pode ver um pequeno vídeo, menos de 5 minutos, imperdível sobre a dívida pública.

 

 

 

 

Multiplicam-se os vídeos que explicam o fenómeno Goldman Sachs, havendo mesmo quem classifique o banco como escola de terrorismo financeiro. O vídeo que publico é da RTP2 e vem acompanhado de um texto que a certa altura diz assim: "(...)Harry Paulson, Mario Monti, Mario Draghi, Lucas Papademos, Vitor Constâncio, António Borges e Carlos Moedas, são apenas alguns exemplos de políticos e gestores actuais, de entre as muitas centenas espalhados por 32 países e que passaram por esta “super escola” da fraude e do terrorismo financeiro, super-especializada na destruição das economias de países livres e independentes.(...)". 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:13 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 08.01.14

 

 

 

 

 

Em 20 de Fevereiro de 2013 escrevi assim:

 

 

João Moreira Rato, presidente do IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP, E.P.E), foi peremptório: a dívida pública portuguesa foi a mais lucrativa do planeta em 2012. E ouvi-o dizer mais: as finanças orientais não entram nestas loucuras, a banca ocidental (com os gulosos EUA na liderança, dando razão à exportação da corrupção ao estilo americano denunciada em 2008 por Joseph Stiglitz) pretende que continuemos com as reformas estruturais e os nossos bancos compraram cerca de 7%. Ou seja: os nossos bancos não só "aguentam" como agradecem.

 

 

O mesmo gestor da nossa dívida anunciou hoje:

 



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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
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