Em busca do pensamento livre.

Quarta-feira, 25.01.17

 

 

 

É a escola do Goldman Sachs. "Oferece 15.000 milhões" por 30.000 milhões de imparidades (registado muito superior ao executável). É o resultado do crédito de neutrões. Ou seja, a bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que "só" destrói os organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média e levou-a à falência com o edificado intacto. Recupera-o na desesperada banca intermédia por metade do preço e espera que o executável suba.

 

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Sábado, 12.11.16

 

 

 

E é isto: "(...)No jantar de caridade de Al Smith, com a hierarquia católica de Nova Iorque e o poder político, financeiro e mediático ao lado dos dois candidatos, Trump chamou corrupta a Hillary e disse várias piadas ofensivas. A resposta dela foi uma gargalhada falsa, uma máscara afivelada para consumo externo. Quem visse aquilo nas várias plataformas, da televisão à rede, veria um grupo poderoso e privilegiado de amigos, mulheres com jóias e homens emproados, onde ela parecia a rainha e Trump o primo da província. Teria sido útil, por uma vez, observar uma reação emocional.(...)" escreveu Clara Ferreira Alves (CFA) na revista do Expresso (03:12/11/2016). No primeiro caderno, CFA diz que "Trump é um fascista, não em sentido clássico, rodeado de criminosos de colarinho branco." Até arrepia. Espero que não se confirmem os piores cenários. É evidente que Trump é um oportunista que se gaba de fugir a impostos, e de não sei quantas trafulhices, e de não respeitar os direitos mais elementares das pessoas envolvidas nas suas actividades. Mesmo assim, coabitou anos a fio com o arco governativo. A imagem é elucidativa e encontramos inúmeras da mesma família nas democracias ocidentais. No mundo real registamos a oportunista hipocrisia em nome institucional ou o modo oligárquico de apropriação do bem comum. E ficava aqui a tarde toda a detalhar um pântano que nunca dá bons resultados.

 

Adenda: Na mesma revista (p:42), Joseph Stiglitz diz, antes da vitória de Trump e pensando nos dois lados do Atlântico, que não gosta do termo "populismo", embora esteja preocupado com a erosão do centro político. "O "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra o elitismo." O Nobel da economia (2001) prefere o termo demagogia. Dá um exemplo: "Números "surgidos" do nada como o limite de 3% do défice. Aplaude o Governo português que devia ser premiado e não o contrário." Fala, por exemplo, da batota em relação à França, do falhanço rotundo da troika e da moda recente dos governantes não eleitos made in Goldman Sachs. Uma entrevista a não perder, até para não dizermos que é incompreensível a ascensão eleitoral da Trump Tower.

 

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Sábado, 24.09.16

 

 

 

 

1075659

Cópia de 1075659

Luís Afonso

 

 



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Sexta-feira, 15.07.16

 

 

 

"Um outro passo para a paz exige que os quatro das Lajes sejam julgados no TPI e não pelo Goldman Sachs", 

 

é um raciocínio que ouvi a quem conhece o efeito devastador que Bush, Aznar, Blair e Barroso provocaram no médio oriente. O Tribunal Penal Internacional deve ter a palavra para tentar pacificar (e absolver os "quatro", se for esse o caso) a onda de terror e delinquência que se vai globalizando.

 



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Quinta-feira, 14.07.16

 

 

 

"O senhor Barroso fez a cama dos antieuropeus. Apelo, pois, solenemente, a que abandone esse cargo", apela o secretário dos Assuntos Europeus francês Harlem Désir. Barroso tem um grande descaramento e continua, como político, a enriquecer longe dos eleitores. A sério e repito: vale a pena ler o romance "Pai Nosso" de Clara Ferreira Alves; a personagem é bem desmontada.

 

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Quarta-feira, 13.07.16

 

 

 

"Vais marcar," é o que se diz a todo o avançado que é lançado no jogo. Quando a "profecia" se concretiza, uma em mil, transforma-se num crente feeling. Compreende-se os protagonistas. Aceita-se. Não se espera diferente. Já um PR deixar escapar uma escapadela a Fátima também se aceita. Da figura não se espera diferente. São feelings. Se a antevisão mediática de um jogo chegava com dois dias e o rescaldo com outros dois, a partir de agora será permanente. São feelings para todos. É irrefutável a festa. Nem os exemplares islandeses escapam à globalização. Pode o Deutsche Bank ter o destino do Lehman Brothers que os pobres portugueses sonharão com a oportunidade futebolística de ouro para os filhos, como substituição escolar, enquanto uns quantos dirigentes lá vão premiados para os Goldman Sachs deste mundo.

 

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Sábado, 09.07.16

 

 

 

O que é que cimenta o título? Goldman Sachs (pode saber mais aqui).

 

Em 20 de Janeiro de 2015, um post dizia assim:

"Arnualt "interveio decisivamente para que fosse desbloqueado o empréstimo do Goldman Sach´s ao BES em vésperas do colapso do banco" e "já estava já no Goldman Sachs quando elogiou "o legado de Ricardo Salgado" e afirmou que "o BES é um banco profundamente estável". Esta malta, que acusava os seus críticos de uns sem-mundo, têm também um historial de delapidação do orçamento do Estado e são responsáveis pelo estado a que chegámos."

 

Sobre a personagem Durrão Barroso pode começar por aqui (Jorge Sampaio responsabiliza o Cherne pela invasão do Iraque): pelo demolidor romance de Clara Ferreira Alves.

 

Sobre o Goldman Sachs fica o vídeo.

 

 



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Sexta-feira, 08.04.16

 

 

 

Fui à procura do primeiro post sobre "vistos gold" (é de 22 de Fevereiro de 2014) e tem esta passagem: "(...)A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói "apenas" organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que diz atrair a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.(...)".

 

A coisa complica-se. Basta seguir o trajecto habitual do capitalismo desregulado. Regras complexas e "necessidade" de acelerar processos a bem das nações e das economias. Repare-se nos offshores. Depois de tudo o que se tem passado, e de se saber que a vasta maioria dos utilizadores anda pela corrupção e pelas ilegalidades à volta de património, ainda ouvimos pessoas ligadas aos aparelhos partidários, como ontem na quadratura do círculo, a justificar a existência de offshores em nome de uma qualquer agilidade. E depois, umas bofetadas, ou umas arrojadas trumpianas, desviam as atenções e preenchem as primeiras páginas. Já nem sei que diga mais. Fico-me pelo título do post.



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Quinta-feira, 07.04.16

 

 

 

Não há americanos no Panamá? A roupa com nódoas mais difíceis lava-se em casa.

 

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Segunda-feira, 06.07.15

 

 

 

Nem o "Novo Banco" disfarça (a mediatização do oxi grego tem camuflado mais um desastre) o destino dos empréstimos: mais 2 mil milhões para a parte boa do banco num processo semelhante a 80% do capital injectado na Grécia: J. P. Morgan e Goldman Sachs foram os fiéis sorvedouros. Os defensores políticos destes procedimentos desorientaram-se com os gregos e andam a exigir referendos para incluir a Grécia. Imagina-se o desespero dos "bons alunos" e mais ainda dos "além da troika".

 

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 Primeira página do Expresso de 04 de Julho de 2015.



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Quarta-feira, 01.07.15

 

 

 

Percebeu-se, desde logo, que os governantes gregos não tinham descido do Olimpo e que estavam determinados a enfrentar a dívida colossal e os indicadores de miséria da Grécia. Revelaram-se preparados para ir ao casino da banca alemã e francesa (não esqueçamos os "Goldman Sachs") e jogar contra os DDT's deste mundo correspondendo ao apelo dos europeus que, contudo, consideravam o combate impossível e destinado ao fracasso na primeira esquina. Os governantes gregos estão a enfrentar o fim da história decretado pelo Eurogrupo. Compreendo os avanços e recuos e desejo que sejam bem sucedidos. Estão a tentar e não se refugiaram nos prognósticos no fim do jogo nem no "não há nada a fazer". Sem precipitações, os casinos assim o exigem, esperemos pelos próximos lances.

 



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Terça-feira, 20.01.15

 

 

 

 

Arnualt "interveio decisivamente para que fosse desbloqueado o empréstimo do Goldman Sach´s ao BES em vésperas do colapso do banco" e "já estava já no Goldman Sachs quando elogiou "o legado de Ricardo Salgado" e afirmou que "o BES é um banco profundamente estável"".

 

Esta malta, que acusava os seus críticos de uns sem-mundo, têm também um historial de delapidação do orçamento do Estado e são responsáveis pelo estado a que chegámos.

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 13.11.14

 

 

 

Fui à procura do primeiro post sobre os "vistos gold" (é de 22 de Fevereiro de 2014) e tem esta passagem: "(...)A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói "apenas" organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que diz atrair a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.(...)".

 

E depois, basta seguir o trajecto habitual do ultraliberalismo. Regras complexas, muito complexas e em letra tamanho três, e a "necessidade" de acelerar processos a bem da nação. Repare-se que hoje há outra notícia da mesma família. Depois de tudo o que se tem passado, a privatização da TAP volta à agenda. Já nem sei que diga mais.

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 11.09.14

 

 

 

 

Os ultraliberais inundam a linguagem com a meritocracia, aplicada aos outros, claro, e depois nomeiam o ex-ministro-adjundo Moedas para comissário da inovação e ciência. Ou seja, o membro de um Governo que arrasou com a Educação e a ciência em Portugal vai gerir os 80 mil milhões de euros europeus; deve ter a bênção do Goldman Sachs.

 

Crato ficará para a história, segundo um seu amigo, como um "science killer"; veja-se lá. Mas o ministro já sentenciou sobre a nomeção de Moedas com uma declaração que deve ser lida ao contrário, como Crato nos tem habituado nas mais diversas variáveis: "Carlos Moedas é um profundo conhecedor". É claro que o ministro pode também estar a saltar do barco e a indicar o nome do verdadeiro "science killer".

 

 

 

 



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Terça-feira, 25.02.14

 

 

 

 

 

Cansa um bocado repetir, mas é um dever: a bolha imobiliária de 2007 foi imaginada uns anos antes com o produto subprime que era uma uma espécie de bomba de neutrões: o edificado, intacto, regressou à banca, as pessoas faliram e uma vaga de revenda anda por aí com novos produtos como o "visto gold".

 

Só que nem tudo cabe em folhas excel. Só na Europa há cerca de 11 milhões de casas vazias. Em Portugal a coisa aproxima-se do milhão e os sem-abrigo não param de aumentar. É mais um retrato da última mentira de Passos Coelho: "o país está melhor".

 

 

 

 

 

 



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Sábado, 22.02.14

 

 

 

 

 

 

Expresso, 21 de Fevereiro de 2014. Primeira página.

 

 

 

A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói apenas (e sublinho o apenas para "parafrasear" Passos Coelho) organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que atrai a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.

 

Quando Passos Coelho diz que o "país está melhor" é porque tem a lição bem estuda pelos Goldman Sachs que o conduzem. Empobreceu as pessoas para além da troika, como fez questão de sublinhar desde o início, mas manteve o edificado e os interesses respectivos intocados. Prepara-se agora para uma  segunda vaga. Pensa esmifrar ainda mais os do costume como evidencia a primeira página do Expresso e deita o olho aos 22 mil milhões dos fundos estruturais que aí vêm para que os seus sigam o seu exemplo (até com avaliação do desempenho). Passos e Relvas fizeram formação de pilotos, e demais pessoal aéreo, para servirem nos inúmeros aeródromos que nasceriam na zona centro do país. Como é possível que um país europeu tenho um primeiro-ministro com este nível?

 

 



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Sábado, 01.02.14

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 31.01.14

 

 

 

 

 

 

 

 

Se os ministros fossem portugueses, Luís Arnaut, uma das últimas aquisições do Goldman Sachs, diria que são ministros pacóvios e sem mundo. Dá ideia que continuamos algo distantes de outras democracias, pelo menos no que toca à coragem para uma qualquer espécie da mais elementar "desobediência civil".

 

 

 

 



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Sábado, 11.01.14

 

 

 

 

 

Podíamos ficar o dia todo a cruzar informações que envolvem a dívida pública portuguesa, as recentes privatizações, os grandes escritórios de advogados, o Goldman Sachs e outros bancos, a bolha financeira de 2007, a bancarrota em que caímos, a corrupção, o arco governativo e o saque que se continua a efectuar aos do costume.

 

Volta e meia temos mais uma promoção de uma personagem desta insuportável promiscuidade.

 

 

 

 

 Recuperemos informação. Pode ver um pequeno vídeo, menos de 5 minutos, imperdível sobre a dívida pública.

 

 

 

 

Multiplicam-se os vídeos que explicam o fenómeno Goldman Sachs, havendo mesmo quem classifique o banco como escola de terrorismo financeiro. O vídeo que publico é da RTP2 e vem acompanhado de um texto que a certa altura diz assim: "(...)Harry Paulson, Mario Monti, Mario Draghi, Lucas Papademos, Vitor Constâncio, António Borges e Carlos Moedas, são apenas alguns exemplos de políticos e gestores actuais, de entre as muitas centenas espalhados por 32 países e que passaram por esta “super escola” da fraude e do terrorismo financeiro, super-especializada na destruição das economias de países livres e independentes.(...)". 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 08.01.14

 

 

 

 

 

Em 20 de Fevereiro de 2013 escrevi assim:

 

 

João Moreira Rato, presidente do IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP, E.P.E), foi peremptório: a dívida pública portuguesa foi a mais lucrativa do planeta em 2012. E ouvi-o dizer mais: as finanças orientais não entram nestas loucuras, a banca ocidental (com os gulosos EUA na liderança, dando razão à exportação da corrupção ao estilo americano denunciada em 2008 por Joseph Stiglitz) pretende que continuemos com as reformas estruturais e os nossos bancos compraram cerca de 7%. Ou seja: os nossos bancos não só "aguentam" como agradecem.

 

 

O mesmo gestor da nossa dívida anunciou hoje:

 



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Segunda-feira, 30.12.13

 

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 26.12.13

 

 

 

 

 

Há sempre dois governos em Portugal: um que é público e outro subterrâneo.

 

Sabemos dos motivos da bolha imobiliária, sabemos do BPN, das PPP´s e por aí fora, sabemos dos swaps, sabemos do Goldman Sachs, do J. P. Morgan, do Deutche Bank, sabemos das contas marteladas da França e da Grécia na adesão ao euro e com a obrigação da compra de aviões e submarinos, sabemos das negociatas dos escritórios de advogados que capturaram o arco do poder e sabemos muito mais que nos permitia ficar a noite a elencar mesmo que de forma não sistematizada.

 

Sabemos tudo isso. Sabemos ainda do parlatório desta malta das seitas com a complexidade dos contratos como se via no subprime. Ficamos a saber que em Setembro se contratou mais meio milhão pago desde Fevereiro e conhecido nas festas de natal de Dezembro. Esta malta goza e abusa.

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 23.10.13

 

 

 

 

 

 

Continua o corrupio de pressão sobre o Tribunal Constitucional para que a ganância aprofunde a luta desigual entre classes; vigente também em Portugal.

 

Já vieram os bancários nacionais que estão ao serviço de quem manda, também debitaram sentença os governantes e a legião de assessores espalhados pelos órgaõs de comunicação social e até o FMI, o eurogrupo e o presidente da nossa República não resistiram às encomendas.

 

As agências de raiting devem estar a meditar no grau de descaramento, mas a banca mais predadora, e que vence com a dívida pública mais rentável do mundo em 2012, a portuguesa, não conseguiu, coitada, aguentar tanto frenesi.

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 09.08.13

 

 

 

 

 

 

 

 

Como é que se deve interpretar a absolutização da busca do lugar cimeiro, e a qualquer preço, nos rankings escolares num país com 27% de abandono escolar precoce, com 3 milhões de pessoas que não concluíram os 9 anos de escolaridade e em que 1 milhão e meio das pessoas que ultrapassaram essa barreira não obtiveram o diploma de conclusão do ensino secundário?

 

Interpreto as evidências de exclusão como um grave sintoma de terceiro-mundialização, que dá corpo ao empobrecimento que preenche a mente dos nossos governantes e que instituiu um salve-se quem puder a que ninguém escapa. Um empobrecimento exige mais inclusão e só sociedades ausentes e imaturas é que reagem em sentido inverso.

 

Não há muitos anos (já neste milénio, seguramente), as escolas portuguesas orgulhavam-se, naturalmente, pela integração de alunos com necessidades educativas especiais e pela redução do abandono escolar. Os bons resultados são reconhecidos. A igualdade de oportunidades era uma pública virtude (nem sempre um vício privado, sabemos isso) própria de uma democracia que se esforçava por acompanhar os países mais desenvolvidos onde os rankings escolares são assuntos sérios tratados com competência docimológica e integrados na avaliação das organizações e dos sistemas escolares.

 

Nós cedemos à cíclica tentação para o empobrecimento empurrados por uma "elite" que se cansa com facilidade com os "gastos" na escolarização para todos.

 

Os episódios da caça ao ranking recordam-me aqueles países do terceiro mundo onde as crianças são pobres e sem escolaridade e em que os "talentos precoces" e os filhos dos endinheirados são internados em "centros de alto rendimento" ou "academias desportivas (repare-se no "academia")". Nessas sociedades, os filhos do pessoal da oligarquia frequentam colégios e universidades da Commonwealth e regressam aos países de origem com um devorador apetite financeiro ultraliberal. Por cá já vai acontecendo o mesmo com essa parolice dos MBA's na estranja que garantem o acesso aos negócios do J. P. Morgan e do Goldman Sachs com os "complexos" produtos tipo Swaps no caderno de encargos.



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Terça-feira, 28.05.13

 

 

 

 



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Sábado, 04.05.13

 

 

 

 

Vi recentemente um "negócios da semana" na SICN em que o entrevistado, João Moreira Rato, andava aos papéis e era frequentemente "salvo" pelo prestável J. Gomes Ferreira, o entrevistador. Estranhei, uma vez que o entrevistado foi escolhido para chefiar o instituto que faz a ligação entre o País e os mercados que o financiam. Foi muito menos assertivo do que aqui ou aqui. O seu argumentário não foi convicto, longe disso, e deu a ideia de estar com muitos receios. Foram evidentes as suas dúvidas.

 

A propósito do comentário deste anónimo, fui à procura de mais informação sobre João Moreira Rato. A exemplo de Carlos Moedas e António Borges, o negociador chefe tem as seguintes ligações que incluem, pasme-se ou não, o Goldman Sachs:

 

 



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Quarta-feira, 24.04.13

 

 

 

 

 

Há uns anos que vou seguindo a pegada do Goldman Sachs e foi António Borges, um guru do subprime que, de repente, ia chefiar o PSD e o próprio país, quem me despertou a curiosidade. Tenho um primeiro registo datado de 16 de Maio de 2010.

 

Foi sem surpresa que encontrei o banco de investimento, com o Deutshe Bank sempre presente, nas principais instituições ligadas ao caso swaps. Para além do citado consultor governativo, haverá ministros ou secretários de Estado em funções que sabem muito sobre o assunto.

 

 



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Terça-feira, 09.04.13

 

 

 

 

 

Alguns adeptos das actuais políticas do Estado mínimo invocam o liberalismo e Adam Smith para fundamentarem que a queda dos salários é uma consequência do empobrecimento da sociedade.

 

Era bom que remetessem para os "soldados" do Goldman Sachs a tese que indica a obrigatoriedade da queda dos salários para que o empobrecimento da sociedade possa ser sustido e mais tarde contrariado. A queda dos salários tem de ser acompanhada da queda dos lucros e das rendas e, naturalmente, por uma perigosa deflação.

 

Adam Smith via a queda dos salários como um decisão circunscrita às leis e à política e sem relação directa com o empobrecimento da sociedade. Se analisasse o que se passa em Portugal seria tão taxativo como Joseph Stiglitz: há uma transferência inédita de recursos financeiros das classes média e baixa para a banca desregulada e é esse radicalismo que provoca o empobrecimento. A queda dos salários está a provocar a subida dos lucros e a manutenção das rendas (estude-se a EDP ou as PPPs e por aí fora). Não será por acaso que os orientais adquirem rendas (no caso EDP os chineses traziam a lição bem estudada e conheciam o fundamental dos aparelhos partidários) e não se metem nos casinos das dívidas públicas como os investidores ocidentais.

 

 

 

 

 

Adam Smith (2010:171) em Riqueza das nações, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.



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Terça-feira, 02.04.13

 

 

 

Não me satisfaz saber da desgraça de quem quer que seja, mas considero boas notícias as que nos dizem que o indivíduo mencionado no título do post, um dos que tem mais poder no planeta e que é CEO do banco de investimento Goldman Sachs, será acusado por suborno, fraude, extorsão, desfalque e lavagem de dinheiro.

 

Assim outros supostos criminosos se sigam e, se a justiça o entender, que os diversos"soldados" dos "donos do mundo" reponham o objecto dos seus crimes e que retorne alguma da esperança a esta democracia que tanto nos custou a erguer. E quando refiro o resto do mundo não me estou a esquecer de Portugal.



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Sábado, 30.03.13

 

 

 

 

Multiplicam-se os vídeos que explicam o fenómeno Goldman Sachs, havendo mesmo quem classifique o banco como escola de terrorismo financeiro. O vídeo que publico é da RTP2 e vem acompanhado de um texto que a certa altura diz assim: "(...)Harry Paulson, Mario Monti, Mario Draghi, Lucas Papademos, Vitor Constâncio, António Borges e Carlos Moedas, são apenas alguns exemplos de políticos e gestores actuais, de entre as muitas centenas espalhados por 32 países e que passaram por esta “super escola” da fraude e do terrorismo financeiro, super-especializada na destruição das economias de países livres e independentes.(...)".

 

 

 

 



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Quarta-feira, 27.03.13

 

 

 

 

 

 

 

A crise é artificial, a austeridade o problema e não a solução e a Alemanha o obstáculo, disse, salvo erro, Joseph Stiglitz. Julgo que quando o economista referiu a Alemanha estava a pensar nos seus grandes bancos que operam quase ao nível do Goldman Sachs.

 

saque às classes média e baixa é o primeiro objectivo da crise, embora haja ricos que também denunciam os actos ilícitos. A austeridade é o meio de crime. A Grécia é o alvo mais visível. Só um governante ignorante ou comprometido como os predadores pode dizer que o seu país não é a Grécia.

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 26.03.13

 

 

 

 

 

São cada vez mais os que defendem que a velocidade, e o poder, da tecnologia associada às transacções financeiras tornam impossível a monitorização. Há ganhos e perdas que têm origem em algoritmos que ninguém controla. É um ambiente propício ao crime sofisticado e de colarinho branco. A letra da lei torna-se um adorno obsoleto.

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 25.03.13

 

 

 

 

 

Há muitos que intuíram que o poder político foi capturado pelos financeiros que dominam o mundo. Os vários arcos do poder são constituídos por seres "comandados" pelos bancos mundiais mais poderosos. Os "soldados" do Goldman Sachs estão instalados nas principais instituições europeias.

 

 

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.

 

 

 

 

 



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Domingo, 24.03.13

 

 

 

 

 

 

Os especuladores financeiros jogam num casino e sem árbitros. A vida de milhões de pessoas é lançada numa espécie de pano verde.

 

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.

 

 

 

 

 

 



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Sábado, 23.03.13

 

 

 

 

 

Já íamos em 2008 e António Borges ainda classificava o subprime como uma das melhores inovações dos últimos anos.

 

 

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.

 

 

  

 



publicado por paulo prudêncio às 13:03 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 22.03.13

 

 

 

 

 

 

Os bancos que dominam o mundo vendem produtos contraditórios. Ou seja, quem os compra pode perder com uns e ganhar com outros. As classe médias são o alvo e ficam sempre a perder porque só têm acesso aos produtos perdedores. Para além disso, os cortes de salários e pensões servem para pagar juros elevadíssimos aos bancos que forçaram a dívida.

 

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:46 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 21.03.13

 

 

 

 

 

Quem são os novos proprietários do imobiliário que não "sobreviveu" à crise do subprime? Os bancos.

 

A estratégia está mais do que denunciada e denominou-se como crédito de neutrões (os menos "bélicos" talvez não saibam, mas as bombas de neutrões, variantes das bombas atómicas, eliminam a vida e deixam o "edificado" intacto).

 

O crédito imobiliário, o tal subprime, era propositadamente "mãos largas" com a convicção de que a bolha rebentaria e o edificado regressaria "intacto" às mãos dos bancos.

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:40 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 20.03.13

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 23:01 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Segunda-feira, 18.03.13

 

 

 

A crise europeia evidencia uma queda do ultraliberalismo e de uma das escolas associadas: a do Goldman Sachs. Draghi viu a sua missão, a confiança bancária, severamente abalada com o caso Chipre, Monti passou à história e os enviados para solo lusitano, Borges, Moedas e Gaspar, estão ao nível de um astrólogo (com todo o respeito para quem se atreve a adivinhar o futuro). Isto é bom ou mau? É duplamente mau e era previsível, como foi nos EUA com a queda de 2008. Mas os europeus são mais conservadores, mais lentos e mais estáticos.



publicado por paulo prudêncio às 21:43 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 07.03.13

 

 

 

E a agenda mediática inundou-se da seguinte publicidade que dá razão ao eterno "o crime compensa": a Standard & Poor´s melhorou perspectivas de Portugal e o Goldman Sachs aconselhou uns papéis que deram excelentes lucros.

 

E assim se vê quem manda mesmo no mundo.



publicado por paulo prudêncio às 21:18 | link do post | comentar | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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