Em busca do pensamento livre.

Quinta-feira, 29.06.17

 

 

 

As PPP's desenhadas pelas "elites" em associação com o lado-tóxico-dos-partidos foram trágicas e ponto final. Não me surpreendem os seus defensores habituais, nem a recente dissertação de Passos Coelho sobre "a teoria mercantil do eucalipto"; neste caso, espanta-me que tenha sido PM. O que também sempre me espanta é o fanatismo dos 99% de peões. Mal intuíram o fim do luto oficioso em Pedrógão, começaram a contenda para sossego de uma qualquer minoria. 

 

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publicado por paulo prudêncio às 16:33 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 30.06.16

 

 

 

Li e nem queria acreditar: há quem acuse o Governo de não financiar cooperativas com contratos redundantes para desviar atenções de outras variáveis críticas da escola pública. Nem sei como classificar tamanha falta de senso. O Governo revelou, neste assunto, uma coragem informada de todo inesperada e nunca li que os problemas se esgotavam aí. Se houve uma manifestação redundante por ter esse ponto como o único da agenda, o facto não responsabiliza o Governo. Estes escribas deviam falar com pessoas das escolas públicas afectadas pelos contratos redundantes e talvez pensassem antes de escrever. E não venham mais tarde com o tradicional errar é humano ou tergiversar por terem opinado em plena silly season.

 

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 Quino



publicado por paulo prudêncio às 11:28 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 19.11.15

 

 

 

As pessoas fazem um semestre no "estado islâmico" e regressam como quem esteve em "erasmus"?



publicado por paulo prudêncio às 20:32 | link do post | comentar | partilhar

 

 

A questão "estado islâmico" tem diversos ângulos de análise. A venda de armamento e o petróleo são, por exemplo, dois temas incómodos para o ocidente. Para além disso, é importante olharmos para dentro e para a história recente. 

 

O célebre relatório de Jacques Delors, "A educação - um tesouro a descobrir", abordou o multiculturalismo, as migrações e o relativismo cultural de modo polémico. Defendeu-se que o multiculturalismo contribuiu para bolsas de "ghetização" ao preservar as matrizes culturais dos imigrantes. Propunha-se a interculturalidade, através da educação, para a "normalização" com um valor primeiro: a liberdade com a impossibilidade de invasão na liberdade do outro. Foi neste patamar que se colocaram os "véus escolares" e os fluxos migratórios.

 

Estamos agora numa encruzilhada?


Estamos. Alguém disse há muito: se colocarmos a segurança acima da liberdade perdemos as duas. Há um caminho sensato: tolerância, muita persistência e não desistência em defesa da liberdade. A história não regista qualquer luta pela liberdade só com vitórias e sem vítimas. É assim a natureza humana, os tempos nunca mudam tão depressa e só o afastamento histórico permite perceber o que fomos vivemos.

 

Voltando ao vestuário, olhemos para alguns herdeiros de Maio de 1968. Defendiam a liberdade sem limites, opuseram-se à proibição do uso do vestuário que impedia a identificação das pessoas e confundiam o direito de asilo com o de migração noutra condição. Por outro lado, quem advogou a proibição defendia a liberdade das jovens, a exemplo da proibição da mutilação genital feminina em crianças, como agora distingue quem desespera por um asilo de quem se dedica ao terrorismo. Há sempre uma interrogação barómetro que se pode fazer: de que lado é que está a defesa da liberdade?

 

 

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publicado por paulo prudêncio às 14:15 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 17.11.15

 

 

 

As redes sociais ampliam a "ágora" e os sinais de intolerância. Vê-se ódio ao que os outros pensam. É o sinal mais evidente. Daí a actos terroristas irá um qualquer passo dependente de circunstâncias, oportunidades e distúrbios diversos, como se percebe com a identidade dos fanáticos de Paris. "És amigo de um homossexual? Levas com uma campanha negra", ouvi há pouco num fórum TSF este exemplo. Mas pior deverá ser, imagina-se, para os próprios homossexuais ou para as inúmeras diferenças que incomodam nos outros. O "ouvinte" acrescentava que esse tipo de campanhas são normalmente a "brincar". Ou seja: os fanáticos são uns divertidos. Amos Oz é, mais uma vez, muito claro:

 

"A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar... O fanático é uma das mais generosas criaturas. O fanático é um grande altruísta."

 

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Domingo, 15.11.15

 

 

 

"Levantam o fantasma da fuga de capitais e utilizam as "grandes lavandarias". Os fanatismos usam a trafulhice, fazem o que for preciso para manterem o poder e não hesitam em patrocinar actos terroristas", disse o filósofo húngaro István Mészáros a propósito da recente situação grega, da Europa e do mundo.

 

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publicado por paulo prudêncio às 11:30 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 14.11.15

 

 

 

Só faltava que refugiados fugissem do radicalismo para a intolerância (e isto não significa um qualquer apelo ao caos). Seria atingido mais um objectivo da arma do terror.

 

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publicado por paulo prudêncio às 18:28 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 29.06.15

 

 

 

"Se a Grécia sair ainda ficam 18. Há outros que querem aderir", disse Cavaco Silva num registo áudio que ouvi na TSF. Como não tinha imagem, não confirmei se foi um improviso; mas deve ter sido, tal a demonstração de generosidade. Cá para mim, o júri do Nobel tem andado distraído com a sapiência deste lusitano que é o único cientista económico do planeta a adivinhar o futuro e sem qualquer dúvida.



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Domingo, 11.01.15

 

 

 

 

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Sexta-feira, 09.01.15

 

 

As hipocrisias do unanimismo em torno da Charlie Hebdo

 

 

E até se torna risível ler que em Portugal não há terrorismo porque não há fanatismos, clubismos e outros ismos. Ainda recentemente, e numa matéria que devia exigir imparcialidade, percebi que em Portugal impera, com toda a naturalidade, a discriminação "tipo palestiniano"; e é aceite por diversos quadrantes. Mas isso fica para outro post.

 



publicado por paulo prudêncio às 10:34 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 08.01.15

 

 

 

 

Os casos como o do Charlie Hebdo, e os fanatismos que o envolvem, remetem-nos sempre para o conflito eterno: o de israel com a palestina. E quem melhor do que Amos Oz pode ajudar a compreender o fenómeno? Antes da sua sapiência, importa sublinhar que o caso Charlie Hebdo terá muito mais de crime do que de fanatismo religioso ou ideológico. Aliás, existe fanatismo a partir das religiões com livro e a associação com criminosos tem sido conhecida em todas elas.

 

Mas os ensinamentos de Amos Oz são sempre úteis.

 

"(...)O que precisamos é de chegar a um acordo, a um compromisso doloroso. E a expressão "chegar a um acordo, a um compromisso" tem uma reputação nefasta na sociedade europeia. Especialmente entre os jovens idealistas, que continuam a achar que chegar a um acordo é oportunismo, algo desonesto, algo astucioso e obscuro, um sinal de falta de integridade. Não no meu vocabulário. Para mim, a expressão "chegar a um acordo" significa vida. E o contrário de chegar a um acordo não é idealismo nem evolução; o contrário é fanatismo e morte. Precisamos de chegar a um acordo, a um compromisso, não de chegar à capitulação. O que significa que os Palestinianos jamais se deveriam ajoelhar. Nem tão pouco os judeus.(...)"

 

Amos Oz, "contra o fanatismo", 

página 41, edições ASA.

  

Já li várias vezes este pequeno livro de Amos Oz. Encontro sempre mais qualquer coisa nesta prosa tão lúcida, tão humana e tão corajosa. Há um aspecto que ressalta do conflito que preocupa Amos Oz: a guerra que ele tenta ajudar a terminar, eterniza-se.

 

E por que é que isso acontece? Desde logo, porque os mais fortes não querem perder as suas conquistas e porque os mais fracos vão acumulando tantas derrotas que depois só se satisfazem com a vitória definitiva e total; e quanto mais o tempo passa, mais esse sentimento se acentua; tanto nessa como noutras guerras.

 

 

 

 



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Domingo, 21.12.14

 

 

 

 

Em 3 de Junho de 2011 escrevi um texto, que se chamou "O medo como herança", que tem motivos para se repetir nos tempos que se aproximam. Por vezes, e em eleições e por muito construtivo que se queira ser, o mais importante é que seja derrotado quem governa. Para além da burocracia que paralisa, acrescentou-se uma "irreparável" destruição criadora como corporização de um fanatismo para além da troika que está presente desde o início. É mesmo isso que se pode acentuar se a actual maioria continuar a governar e basta recuperar o tal de guião da reforma do Estado que voltará à agenda com as mesmas e comprovadas falácias; na Educação será mesmo conclusivo.

 

"Não sei se o caso France Telecom foi consciente. Não tenho dados para o veredicto. Do mesmo modo, permito-me dar lugar aos que especulam que o que se viveu em Portugal nos últimos anos foi de premeditação inconsciente embora com resultados igualmente desastrosos. O que mais me impressionou neste período, e que me oxigenou a não desistência, foi a generalização do medo. O pavor de existir é a mais nefasta herança desta governação.

 

A má burocracia corporizada em amontoados de grelhas anula o indivíduo e o seu inatismo cooperativo e gregário. Institucionaliza o formulário com campos sem fim e em que o erro num deles pode sentenciar a reprovação, a vergonha e a imobilidade na progressão na carreira. Sobrecarregar o indivíduo com burocracia associada a uma pirâmide clientelar e preenchida por uma ficção em forma de ferro, venera a bajulação, exclui a dignidade e impede qualquer veleidade à inovação, à inteligência e ao primeiro atributo do conhecimento da razão: a liberdade. É a pensar nessa liberdade que votarei e na esperança de fechar este trágico capítulo."

 

 

 

 



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Segunda-feira, 12.05.14

 

 

 

 

O fanatismo ideológico para além da troika da actual maioria já não escapa à verdade dos números. Os dados dos últimos três anos vão sendo conhecidos e verbos como arrasar até já são usados pelos média mainstream. Veremos o que dirão a OCDE e afins nos tempos mais próximos.

 

 

 

E também se evidencia a brutal redução de pessoas na administração central com os professores no topo dos despedimentos (reformados dão lugar a quase zero entradas).

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:46 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 08.05.14

 

 

 

 

 

 

 

Em 3 de Junho de 2011 escrevi um texto, que se chamou "O medo como herança", que tem motivos reforçados para se repetir nos tempos que se aproximam. Por vezes, e em eleições e por muito construtivo que se queira ser, o mais importante é que seja derrotado quem governa. Para além da burocracia que paralisa, acrescentou-se uma "irreparável" destruição criadora como corporização de um fanatismo para além da troika que está presente desde o início e que se pode acentuar se a actual maioria continuar a governar (e basta ler o tal de guião (cortesia do Paulo Guinote) da reforma do Estado que voltou à agenda com as mesmas e comprovadas falácias; na Educação é mesmo conclusivo).

 

 

"Não sei se o caso France Telecom foi consciente. Não tenho dados para o veredicto. Do mesmo modo, permito-me dar lugar aos que especulam que o que se viveu em Portugal nos últimos anos foi de premeditação inconsciente embora com resultados igualmente desastrosos. O que mais me impressionou neste período, e que me oxigenou a não desistência, foi a generalização do medo. O pavor de existir é a mais nefasta herança desta governação.

 

A má burocracia corporizada em amontoados de grelhas anula o indivíduo e o seu inatismo cooperativo e gregário. Institucionaliza o formulário com campos sem fim e em que o erro num deles pode sentenciar a reprovação, a vergonha e a imobilidade na progressão na carreira. Sobrecarregar o indivíduo com burocracia associada a uma pirâmide clientelar e preenchida por uma ficção em forma de ferro, venera a bajulação, exclui a dignidade e impede qualquer veleidade à inovação, à inteligência e ao primeiro atributo do conhecimento da razão: a liberdade. É a pensar nessa liberdade que votarei e na esperança de fechar este trágico capítulo."

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:43 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 14.01.13

 

 

 

 

 

 

Passos Coelho mentiu na campanha eleitoral. Disse, por exemplo, que era um disparate falar-se em cortes nos subsídios e foi o que se viu. Fê-lo também em relação ao sistema escolar e cavalgou, a exemplo de Nuno Crato no plano inclinado, a onda de contestação que os professores a muito custo sustentaram.

 

A ideologia radical do actual Governo tem adeptos que não saem do mundo das ilusões. Da ilusão ao radicalismo vai um pequeno passo.

 

Quando se pensa no futuro, imaginam-se as alternativas. O PS deu hoje um sinal que espera por isso a curto prazo. A polémica sobre a ADSE parece dividir o partido da rosa. Já li especialistas a fazerem laudos ao sistema e outros, como Beleza e Correia de Campos, no sinal contrário. Não consigo situá-los em relação ao trágico legado de Sócrates no sistema escolar (que tem algumas semelhanças com o que se passa na saúde). O que intuo é que a citada herança demora a ser engavetada de vez. É uma teimosa ilusão que se assemelha à que sustenta a tragédia em curso.

 

Por vezes, e por mais que se evidenciam os efeitos, o fanatismo partidário e os interesses que o movem não permitem ver para além disso e constroem um desastroso cimento.

 

Daniel Kahneman (2011:39), "Pensar, Depressa e Devagar", Temas e Debates, Círculo de Leitores, Lisboa, tem uma explicação.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:24 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 03.11.12

 

 

 

A ideologia pode argumentar que o sector público deve ser resumido ao mínimo e que o privado gere com mais eficiência. Embora esta velha retórica esteja sempre por comprovar e nos tenha empurrado para onde estamos, faz parte da discussão política e ponto final.

 

O que já é do domínio da patologia, do fanatismo, da falta de seriedade ou de sei a o quê, é alguém argumentar que se deve alargar a lógica cooperativa de ensino para fazer face à refundacão e com base no último relatório do tribunal de contas.

 

Sem querer meter as cooperativas de ensino todas no mesmo nível, julgo que já há dados mais do que suficientes para classificar como desesperados os que demonstram uma ingrata aversão aos méritos do ensino público em Portugal.



publicado por paulo prudêncio às 14:51 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 11.10.12

 

 

 

 

 

Pode ser que dito por Paul Krugman obrigue a uma aceleração da sensatez antes que o fanatismo ideológico fracture de vez a sociedade.

 

Este caminho de uma colectivização sem precedentes (porque, como se comprova, joga a favor de uma minoria despudorada e gananciosa, embora algo desorientada e assustada) é uma receita comandada por MerkelDurão Barroso (basta recordar o discurso do segundo no período imediatamente anterior à fuga e que lhe permitiu a nomeação que hoje ostenta com a discrição própria do pior cinzentismo).

 

 

"Nestes últimos três anos caiu-nos uma depressão em cima da cabeça, e o que fizemos? Procurámos culpados. O “viver acima das nossas possibilidades” e “os malefícios do endividamento” são duas cantigas populares dos últimos anos. E, no entanto, antes de a crise ter rebentado na América e de se ter propagado à Europa, o nível de endividamento de alguns dos países do sul da Europa, como Portugal e Espanha, tinha vindo a reduzir-se. Os gráficos estão lá e mostram que sim (como mostram que o gigante alemão também está fortemente endividado).


Mas porque é que as pessoas não querem acreditar nisto? Nem sequer apreender o facto de terem sido “praticamente todos os principais governos” que, “nos terríveis meses que se seguiram à queda do banco de investimento Lehman Brothers, concordaram em que o súbito colapso das despesas do sector privado teria de ser contrabalançado e viraram-se então para uma política orçamental e monetária expansionista num esforço para limitar os danos”?


A Comissão Europeia e a Alemanha estavam “lá”.(...)Diz Krugman: “Muitos europeus em posições-chave – sobretudo políticos e dirigentes na Alemanha, mas também as lideranças do Banco Central Europeu e líderes de opinião espalhados pelo mundo das finanças e da banca – estão profundamente comprometidos com a Grande Ilusão e nada consegue abalá-los por mais provas que haja em contrário. Em consequência disso, o problema de responder à crise é muitas vezes formulado em termos morais: as nações estão com problemas porque pecaram e devem redimir-se por via do sofrimento”.(...)Ao contrário do que muita gente possa pensar, Krugman não é um perigoso socialista. E, céus, até defende a austeridade (alguma, mas não esta).


(...)maneira “relativamente fácil” de resolver a crise europeia tem estado condenada (vamos ver o que se segue ao novo programa de compra de dívida do BCE, criticado pelo presidente do Bundesbank) pela irredutibilidade alemã relativamente à inflação, “graças às memórias da grande inflação ocorrida no início da década de 1920”. Krugman lembra bem que estranhamente “estão muito mais esquecidas as memórias relativas às políticas deflacionárias do início da década de 1930, que foram na verdade aquilo que abriu caminho para a ascensão daquele ditador que todos sabemos quem é”.


O que trama as nações fracas do euro (como Espanha e Portugal) é, não tendo meios de desvalorizar a moeda – como fez a Islândia no rescaldo da crise com sucesso – estão sujeitas ao “pânico auto--realizável”. O facto de não poderem “imprimir dinheiro” torna esses países vulneráveis “à possibilidade de uma crise auto-realizável, na qual os receios dos investidores quanto a um incumprimento em resultado de escassez de dinheiro os levariam a evitar adquirir obrigações desse país, desencadeando assim a própria escassez de dinheiro que tanto receiam”. É este pânico que explica os juros loucos pagos por Portugal, Espanha e Itália, enquanto a Alemanha lucra a bom lucrar com a crise do euro – para fugir ao “pânico” os investidores emprestam dinheiro à Alemanha sem pedir juros e até dando bónus aos alemães por lhes deixarem ter o dinheirinho guardado em Frankfurt.(...)



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Domingo, 09.09.12

 

 

 

O regresso da ideologia pura à economia ou o PREC da direita Mirim



publicado por paulo prudêncio às 16:56 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 26.07.11

 

(Já usei este texto noutro post)

 

 

"Contra o fanatismo" é belíssimo. Este pequeno livro de Amos Oz é arrebatador e prova que ainda existe sanidade mental no meio do grave conflito israelo-palestiniano. Este escritor é natural de Jerusalém e apresenta uma iniciação racional para ajudar a resolver o problema. É fascinante o modo como Amos Oz penetra nos alicerces das manifestações fanáticas e radicais. É uma leitura obrigatória. Tem um alcance e uma lição de vida que deve ser útil para cada um de nós.

"A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar... O fanático é uma das mais generosas criaturas. O fanático é um grande altruísta"



publicado por paulo prudêncio às 15:31 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 06.07.11

 

 

Se se quiser ler a denominada blogosfera docente com algum distanciamento, encontra-se uma elevada carga de fanatismo e de clubismo primário. E não devia ser assim? Não, não devia.

 

É claro que o que é humano não nos deve ser estranho e está mais do que provado que a quantidade de informação não é um factor decisivo para a construção do carácter. E devia ser assim? Durante muitos anos acreditou-se que contribuía.



publicado por paulo prudêncio às 22:29 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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