Em busca do pensamento livre.

Quarta-feira, 10.05.17

 

 

 

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Quinta-feira, 29.12.16

 

 

 

 Selfie em Chaves tirada pela Filipa.

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Com a Mónica, Filipa, Zara, Filipe e Céu. Fotografia tirada, a pedido, por alguém que ia a passar.

 

 

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Quarta-feira, 28.12.16

 

 

 

 

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Terça-feira, 27.12.16

 

 

 

Gosto de pontes. Gosto de olhar para a célebre ponte romana de Chaves. Sempre que estou em trás-os-montes, lembro-me das fragas, de Torga e dos poetas.

 

Recordo o final de um poema que Torga dedicou aos poetas.

 

(...)

Homens do dia-a-dia 
Que levantem paredes de ilusão. 
Homens de pés no chão, 
Que se calcem de sonho e de poesia 
Pela graça infantil da vossa mão.  

Miguel Torga, in 'Odes' 

 

Acrescento uma fotografia, da ponte romana de Chaves, que tirei em 24 de Dezembro de 2016.

 

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Segunda-feira, 26.12.16

 

 

 

 

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Chaves, 24 de Dezembro de 2016

 



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Domingo, 18.09.16

 

 

 

As praxes nos cursos de Comandos eram toleradas; os excessos nem tanto. Mas eram, e são, espaços incontroláveis. E é exactamente nesse domínio, na coacção constante, violenta e não programada, sobre os jovens instruendos, que tudo começa como é retratado na muito boa peça do Público que tem um título realista: "O instrutor dos Comandos avisou-nos: vou tornar-me num animal." É uma escalada em que "farei pior do que me fizeram".

 

Fui pedir uma autorização para sair do país e acabei incorporado obrigatoriamente nos Comandos dois meses depois. Foi tudo muito rápido. Seriam dois anos "desperdiçados" numa idade, e condição, que não permitia tempo perdido. A burocracia entre Moçambique e Portugal não funcionou e o meu pai ainda me tentou ajudar no adiamento com um sobrinho que era Conselheiro da Revolução e com o próprio Jaime Neves que era um seu velho conhecido de Moçambique. Não foi boa ideia :). Numa recruta devemos passar o mais despercebidos possível. Ainda por cima, os instruendos dos cursos de oficiais respondiam a inquéritos políticos e marquei uma posição semelhante à actual. Os candidatos a oficias e sargentos eram exactamente isso numa organização verticalizada. Os "outros", eram a tal "carne para canhão" e talvez isso explique a clubite desinformada, e em muitos casos desumana, sempre que há um pico mediático sobre o assunto. Mas todos (oficiais, sargentos e praças) formam as imprescindíveis tropas de elite ao serviço de "elites" que não saem dos salões e dos que sabem tudo o que deve ser feito pelos filhos dos outros.

 

Lembro-me do momento da imagem (o lenço preto saiu com o vento; o meu amigo Gomes, que se vê a meu lado cheio de brio, já não estava grande coisa :)). É interessante que se leia a legenda. O comandante Jaime Neves, como me confirmou depois, fez questão de me entregar o crachá de Comando. O ambiente no regimento era pluralista, suficientemente profissional e com os excessos decorrentes da "inacção" de militares especialistas em combate.

 

Já fiz, ao longo dos anos, vários posts sobre os Comandos. Encontra-os aquiFica ainda muito para escrever, naturalmente.

 

Fiz um resumo das passagens mais significativas:

 

Lembrei-me do serviço militar. Vinte e poucos anos, muito poucos mesmo, e zero tiros no currículo. De uma hora para a outra raparam-me os caracóis, encheram-me de fardas e de sei lá mais o quê e disseram-me: vais ser comando; a honra suprema de um jovem português. Chamavam-me de Prudêncio, o meu último nome, coisa que até aí me parecia exclusivo do meu pai. Fui obrigado a fazer uma tropa de voluntários com detalhes engraçados: perguntavam-me: - és voluntário?; respondia: - não. Mas nos papéis punham a cruz no sim e quando mais refilasse pior: aprendi rápido e sentenciei: - se tem de ser, vamos a isso.

Depois foi aquilo que se sabe. Mesmo com uma estrela aos ombros, já que ali éramos todos iguais, valha-lhes isso, a dureza e a brutalidade diárias sucederam-se até o horror se instalar. Lembro-me, entre tantas outras coisas tremendas, de saborear um naco de pão duro barrado com pelos da barba e sangue, de rebolar em tronco nu num escarpado cheio de silvas ou de me deitar em terrenos cravejados de balas acabadas de cair. Violência acumulada em meses e meses sem fim. Valeu-me a ausência da guerra. Não sei o que faria dos "inimigos".

Fui Comando. Por obrigação numa tropa para voluntários (começou nessa altura a objecção de consciência). Condicionado a dar o melhor para ser oficial e não ir parar a soldado sem graduação e sem especialidade. Éramos 87 no curso de oficiais e sobraram 7. Na prova mediatizada (prova de choque) éramos cerca de 500: ao segundo dia estavam cerca de 250 na enfermaria improvisada. Era tal a violência e alienação, que se traficavam tampinhas de cantil com água a 500 escudos a unidade (cerca de 100 euros com "equivalência" ao custo de vida actual). Um amigo de escola (o Jaime Naldinho), queria que lhe espetasse um prego da tenda na mão para ser evacuado. Como recusei (ele ficaria com mais uma lesão para a vida), correu atrás de mim acusando-me de estar feito com os inimigos (já não bastava o esforço daqueles dias loucos e infernais que me provocaram uma indigestão inédita por ter ingerido lama em quantidade imprudente; estive para desertar a meio do curso). Dei instrução e pertenci à companhia operacional 112. Foram 18 meses inesquecíveis. Aprendi muito em diversos domínios; também na "arte da guerra" que até aí me era completamente estranha. Havia muitos exageros. Nestes cursos morreram dois ou três instruendos e alguns ficaram com lesões para a vida. Era uma coisa estúpida derivada de mau planeamento, de praxes insanas ou de insuficiências no equipamento. Não havia a mediatização actual. Era uma revolta muda.

 

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Encontrei a imagem (é de um DN de Dezembro de 1980) ontem num baú de recordações.



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Sexta-feira, 22.01.16

 

 

 

 

 

 

 

 

(Este texto não é inédito e reescrevi-o. Publiquei-o numa revista da especialidade, algures em 2000, 2001 ou 2002. "Recuperei-o" a propósito de uma conversa com quem visitou recentemente Barcelona. É uma homenagem a Gaudi, cuja igreja da sagrada família continua envolta em polémica; deveria ter sido concluída?)

 

 
 
Sempre que o tema da minha ocupação cerebral se relaciona com o pé direito, dois conceitos condicionam de imediato as minhas opiniões:
  • do lado a que sou menos dado, o das religiosidades, condiciona-me a abençoada e eterna entrada com o pé direito; foram tantos os seguidores desta superstição na passagem de ano da mudança de milénio que se esgotou a possibilidade de refutar os mais crentes;
  • do lado que mais me entusiasma, o do pé direito dos edifícios erguidos pelo esforço dos menos favorecidos dos Homens, podem contar com opiniões mais ousadas.
Suponho que este pé direito foi o verdadeiro motor da minha consciência cívica. Sei que buscar a origem da consciência dos Homens é tarefa só ao alcance de uns quantos. Mas da minha é algo que pode ficar ao critério do meu imaginário. Atrevo-me mesmo a dizer que quem em criança nunca quis tocar no tecto do mundo não pode ter uma boa consciência social. Fui tentando tocar nos tectos das minhas casas, embora a altura dos pés direitos me exigisse a adolescência para obter saborosos sucessos.

Na atmosfera do lugar onde nasci e depois cresci, vivia-se num constante apelo a duas actividades desportivas: o futebol e o basquetebol. A primeira mais do lado das religiosidades e a segunda mais do lado das ousadias.

Era com um sentimento de verdadeira transcendência que, de mãos dadas com os pais, avós ou tios, as crianças assistiam a esses rituais de boa convivência. É certo que nem sempre as coisas corriam bem. Na ânsia humana de ser mais veloz, de ser mais forte ou de chegar mais alto, os convívios tinham momentos que azedavam e se travestiam de aspectos assustadores.

Desde cedo que as crianças iniciavam os exames exploratórios. A primeira e última experiência como jogador de futebol num clube a sério ocorreu por volta dos onze anos. Vacinei-me. Como o campo de jogo era em tudo igual ao dos adultos, “o fenómeno pé direito” aparentemente só se manifestava no tamanho das balizas. Nada mais enganador. As dimensões intermináveis do campo e o peso insuportável da bola não me deixaram alternativa. Via, com uma surpresa ingénua, como os adultos desses sítios, e doutros nossos conhecidos, sentiam uma alegria esfuziante com as dificuldades das crianças. As gargalhadas eram ruidosas. A desfaçatez chegava ao ponto de equiparem “os miúdos” com calções enormes para o espectáculo ser mais completo.

Fiquei para sempre nos jogos de rua com os meus amigos, onde eram as crianças que escolhiam o tamanho do campo, das balizas, da bola ou dos calções. Mas havia algo que começava a despertar a tal consciência de direitos de que vos falei antes.

Para a divulgação do jogo de basquetebol, os seus responsáveis construíam campos só para crianças onde o “fenómeno pé direito” era o inimigo número um. As dimensões do espaço do jogo, dos cestos ou das bolas eram apropriadas. Ideias avançadas com a assinatura de alguém que não se acomodou ao facto dos tectos parecerem estar a uma altura fora do alcance do comum dos mortais.

Foi também nesta altura que entrei para o liceu. Estávamos em 1971, em plena era marcelista. O liceu era ao melhor estilo da época, o inevitável liceu Salazar. O edifício era monumental e cheio de mármores brancos. Reinavam os espaços de amplitude arrasadora. A construção obedecia a ângulos absolutamente rectos. A altura do pé direito era de tal dimensão, que parecia desenhada com a única intenção de impossibilitar veleidades, até ao mais reverente. Lembro-me, e a propósito desta nossa conversa, de uma das primeiras aulas de matemática.

Para fundamentar o facto de duas linhas paralelas nunca convergirem, o pedagogo pediu-nos que olhássemos para as "intermináveis" colunas da sala de aula e imaginássemos a possibilidade delas se encontrarem. Nunca. Uns tempos depois, um colega segredou-me que ouviu alguém também autorizado afirmar o encontro das rectas paralelas no infinito.

Antes disso, e convém lembrar, o arquitecto catalão Gaudi iniciou a construção da igreja da Sagrada Família, desrespeitando a tese das colunas que nunca se encontram. Obra incabada. Morreu em 1917 e os catalães ainda não conseguiram pôr fim ao pesadelo.

Tenho pensado muito sobre esta esquisita maneira de considerar que as crianças, os idosos ou os inadaptados não têm direito a querer tocar nos tectos dos seus mundos e ainda não encontrei as razões. 


 
 


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Sexta-feira, 11.12.15

 

 

 

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Domingo, 02.08.15

 

 

 

 

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Quinta-feira, 11.06.15

 

 

 

A Filipa recebeu ontem, no Casino do Estoril, um globo (categoria do surfista mais sexy do ano) no "Kia Ondas de Ouro Surf Awards". Parece que a cerimónia foi muito bonita e cheia de significado. Parabéns para a Organização e para a Filipa que agradece a quem votou. A fotografia é do seu mural no facebook.

 

 

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Filipa Isabel Rodrigues Prudêncio.

 

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Imagem obtida no site da organização.



publicado por paulo prudêncio às 12:08 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Sábado, 16.05.15

 

 

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 Fotografia obtida no mural da Filipa no facebook.

 

A Filipa recebeu uma medalha de mérito, como investigadora, do município das Caldas da Rainha. A cerimónia realizou-se no dia 15 de Maio de 2015. No seu mural do facebook escreveu assim:

 

"Agradeço ao Município das Caldas da Rainha por me ter atribuído a "Medalha Municipal de Mérito de Investigação". Infelizmente não pude estar presente na cerimónia, que teve lugar hoje no Dia da Cidade. 
Muito obrigada."



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Sábado, 18.04.15

 

 

 

 

Sei que carece de valor empírico, mas vai: os recortes sobre ciência que pode ler eram muito mais difíceis se não fosse o 25 de Abril e a aposta na ciência. É também uma homenagem a Mariano Gago.

  

 

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 Jornal de Leiria, 11 de Setembro de 2014.

 

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 Jornal de Leiria, 19 de Março de 2015.



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Sábado, 04.04.15

 

 

 

 

 

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Boticas. Trás-os-Montes. Março de 2015. Fotografia tirada do 1º andar do Centro de Artes Nadir Afonso. Estava sentado dentro do bloco que se vê na imagem abaixo. Num autêntico dia de verão, à visita seguiram-se uns inesquecíveis pregos no pão com carne barrosã.

 

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Este post será também o dia 1 do desafio proposto pelo Paulo Guinote no facebook: colocar uma paisagem por dia, durante 3 dias e, por cada uma, desafiar 3 amigos. 



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Segunda-feira, 16.03.15

 

 

 

O prémio Prof. Abreu Faro recebido pela Filipa foi noticiado pela Gazeta das Caldas, de 13 de Março de 2015, com uma seta para cima na rubrica do Zé Povinho.

 

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Terça-feira, 10.03.15

 

 

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A Filipa recebeu hoje, na Academia das Ciências de Lisboa, a 1ª edição do prestigiante prémio Prof. Abreu Faro destinado a alunos dos programas doutorais do Instituto Superior Técnico nas áreas de electrotécnica e computadores, informática, física e matemática e que concluíram o doutoramento no biénio 2013/14 com a classificação máxima.

 

Foi uma cerimónia belíssima e cheia de significado.

 

"O Prémio Professor Abreu Faro é instituído pelo IST sob proposta do Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC), com o apoio do Departamento de Engenharia Informática (DEI), do Departamento de Física (DF) e do Departamento de Matemática (DM). Tem por objectivo distinguir os melhores alunos de Doutoramento nas áreas das Telecomunicações, Electrónica e Computadores, para cujo desenvolvimento em Portugal o Prof. Abreu Faro deu um contributo decisivo, homenageando-se e perpetuando-se assim a memória deste grande Homem da Ciência.

O prémio é atribuído pelo IST em períodos de 2 anos, compreendendo um diploma e um valor pecuniário a fixar no ano da atribuição. A 1ª edição do prémio é apoiada pela ANACOM e foi entregue no dia 19 de Fevereiro de 2015, durante uma Sessão Académica de Elogio Histórico na Academia das Ciências de Lisboa."

 

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Terça-feira, 11.11.14

 

 

 

Foi às 15h00 do dia 7 de Novembro de 2014, num anfiteatro do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, que a Filipa Isabel Rodrigues Prudêncio defendeu, com a nota máxima, o seu doutoramento com o título "Revisiting bi-isotropic media: a new analytical and geometrical approach".

 

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Duas horas e meia depois, a fotografia da Filipa com o júri. 

 

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A Filipa e o Professor Ari Shivola, finlandês de quem ouvi falar muito, que é uma autoridade mundial em electromagnetismo e uma das principais referências bibliográficas que a Filipa referiu.

 

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A Filipa e os seus colegas e amigos. Era evidente mais uma boa onda.

 

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A Filipa, os pais e o Professor Carlos Paiva, orientador principal do doutoramento.

 

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O abraço da mãe.

 

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O abraço do pai.

 

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A comemoração em mais uma excelente onda.

 

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Fotografei e fiz vídeos para a posteridade. A sala estava composta nas filas mais atrás. Nada sei do conteúdo da "Revisiting bi-isotropic media: a new analytical and geometrical approach", mas olhei para a ideia desburocratizada da forma: 134 páginas, sem qualquer nota de rodapé e com a bibliografia considerada essencial.

 

Ganda Filipa!

 

 

 

 



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Sexta-feira, 07.11.14

 

 

Passarei o dia à volta da sessão de doutoramento da minha filha.

 

 

 



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Segunda-feira, 13.10.14

 

 

 

A Assembleia Municipal das Caldas da Rainha aprovou, por unanimidade e em 30 de Setembro de 2014, o seguinte voto de louvor:

 

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Segunda-feira, 08.09.14

 

 

 

 

 

 

Muito boa a reportagem da Gazeta das Caldas sobre o prémio

da Filipa Isabel Rodrigues Prudêncio na China que, note-se,

fez todo o percurso escolar no ensino público e com uns detalhes

educativos e escolares que não encaixam na linguagem

dos descomplexados competitivos que pululam por aí.

 

Por ler também aqui

 

Dois detalhes, duas gralhas digamos assim:

não é, naturalmente, Meteorologia nem Astrologia, mas sim Metrologia e Astronomia.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:08 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 02.09.14

 

 

 

 

 

 

 

Centro Sony.

Fachada de um hotel destruído na segunda guerra.

Berlim, Julho de 2014.

 

 

 

 



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Autor:
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