Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 09.10.17

 

 

 

Uma entrevista muito interessante aqui.

 

"(...)Steve D. Levitt, economista e coautor de Freakonomics, foi um leitor entusiasta: "Adoro este livro. É das poucas obras que li nos últimos tempos que mudou, de forma fundamental, a maneira como penso sobre o mundo."(...)"

 

Do Freakonomics 

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publicado por paulo prudêncio às 17:53 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 01.10.17

 

 

 

 

Li, na revista do Expresso de uma das semanas passadas, uma interessante entrevista ao designer Philippe Stark. "Encontrei-a na edição online". Recomendo.

 

"(...)Chego aqui e percebo que isto é o paraíso. Um porto à minha escala, porque gosto que todas as cidades sejam pequenas, casas em cima da água, um mar com ondas enormes e água fria. E disse a mim mesmo que era aqui que devia morar.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 11:42 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 04.08.17

 

 

 

É muito interessante a "Nova teoria do mal" de Miguel Real. Encontra-a também, e em forma de entrevista, na edição do Público de 22 de Fevereiro de 2015.

A visão maniqueísta consolidou-se e ouvi, há tempos, Mariano Gago contrapor, com absoluta mágoa, a necessidade do bem se impor ao mal. Para o ex-ministro (mais ou menos, claro), quando o bem desafia o mal no seu reduto, sofremos com as consequências; mas com o tempo, a força moral do bem sobrepõe-se às circunstâncias.

 

2ª publicação da entrevista.

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"Aos 61 anos, o filósofo, ensaísta e romancista Miguel Real lança mais um romance. Agora, em vez de ficcionar sobre a actualidade ou sobre a história, constrói uma utopia ficcional em que projecta o futuro: O Último Europeu, Edições D. Quixote.(...)

E a classe política?

(...)A classe política foi tomada de assalto, sobretudo a governação, por um conjunto de funcionários das jotas que foram servilmente subindo degrau a degrau, limpando tudo em redor como os eucaliptos, até ao momento em que não há alternativa dentro dos partidos. As possíveis grandes alternativas, as alternativas de mérito fogem para a sua profissão, para a ciência, para as artes, para o comércio, para a economia, para as finanças.

Vivemos em democracia?

Há vários tipos de democracia. Do ponto de vista formal não podemos negar que há democracia, nos grandes princípios da Europa a democracia cumpre-se: há alternativas, há alternâncias, há possibilidade de contestação, há liberdade de expressão, de reunião, de manifestação, tudo isso é muito importante. Quem viveu antes do 25 de Abril não pode negar que este é o melhor regime.(...)

Há excepções?

(...)Agostinho da Silva contava uma história da serra da Malcata, onde na década de 1960 havia cinco famílias num povoado. Três dessas famílias emigraram, sem saber a língua, com os costumes rurais que tinham, a mentalidade da Nossa Senhora de Fátima, mas tiveram a ousadia e a coragem de ir a salto para a Alemanha e a França. Quando mais tarde regressaram triunfantes, com uma família, um carro, uma casa, quem dominava a aldeia? Os que não tinham tido a coragem de partir. Dominavam a sacristia, o minimercado, a serração da madeira e também a junta de freguesia. Portugal é um pouco isso. As elites corajosas e ousadas são as que partem. Ficam cá, em parte pois não quero generalizar, os que não têm coragem de partir, ou seja, não têm coragem de inovar. A elite portuguesa reflecte hoje isso.

No actual relativismo ético, idolatra-se o dinheiro e o consumo. Vivemos uma regressão civilizacional e estamos a voltar a um mundo mais desigual?

Socialmente mais desigual, inevitavelmente estamos. A Europa transformou-se numa empresa de negócios, uma grande empresa. As nações, os países são os sócios dessa empresa. A empresa fez-se para trocar, vender, comprar.(...)



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Sábado, 29.04.17

 

 

 

Nuno Crato provou que é dado a epifanias e entra num fenomenal mês mariano com revelações que indiciam outro fenómeno preocupante tembém muito estudado. O grego classifica-o como παραληρητικές μυαλό, o chinês tradicional como 妄想心態, o latim como delusional mentis, o inglês como delírios mind e o português como mente delirante. Até Passos Coelho parece implorar para que pare com o argumentário: "Passos Coelho é um herói nacional". 

 

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Imagem de José Caria - Expresso

 

 

 



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Segunda-feira, 20.03.17

 

 

Manuel Sérgio, o filósofo desportivo: “Alguém no futebol sabia quem era o Descartes? Não jogava no Benfica, o gajo”



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Segunda-feira, 13.02.17

 

 

 

Entrevista | “Caminhamos para o facilitismo Sr. Secretário de Estado?”



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Domingo, 09.10.16

 

 

 

O entrevistado, que só pensa calçado, disse: "O Estado é pessoa". Estaria descalço? A página 26 da revista do Expresso, rubrica Passeio Público (51 minutos com...), tem uma tirada humorada para iniciar a entrevista:

 

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O título diz assim:

 

José Tribolet:

 

"O Estado em Portugal não é pessoa de bem"



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Segunda-feira, 22.08.16

 

 

 

 

Impressiona, em acontecimentos recentes, a pressa com que se pretende escrever a história com um revisionismo risível. A eliminação, ou adulteração, da memória tornou-se um hábito. Imagine-se, então, o que poderá acontecer quando tratamos o passado mais longínquo. É muito interessante a entrevista da revista do Expresso (20 de Agosto de 2016) a Sanjay Subrahmanyam - "considerado um dos grandes historiadores indianos e - pasme-se - um especialista sobre a presença portuguesa na Índia(...)" -. A passagem que vai ler (página 54) dá que pensar se a relacionarmos com a quebra no número de jovens historiadores ou com a importância da documentação da memória através da interessante proliferação de meios.

"Um historiador não tem de acreditar na memória, tem de jogar contra ela para ver como é construída, porque muitas vezes a memória é falsa."

 

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Domingo, 14.08.16

 

 

 

 

Li uma entrevista, dada com desassombro, de quem vai coordenar o perfil do aluno no final do 12º ano.

 

Lembrei-me deste post.

 

Começa assim:  

 

A febre reformista no sistema escolar em Portugal não é nova: é mesmo imparável. O que é engraçado, e com o passar do tempo, é que vemos recuperar ideias antigas como se de grandes novidades se tratassem. Parece um percurso circular.

Escrevia, algures em 1998, uns textos para uma revista sobre educação e o coordenador pediu-me que inscrevesse algumas ideias sobre o assunto. Lembrei-me dos remédios. Fui ler a literatura do “Benuron” - medicamento para todas as dores e para todas as maleitas gripais e constipais - peguei no seu modelo organizativo e fui andando. Foi uma noite bem passada. Quase 16 anos depois, e aproveitando as competências do blogue, publico-as de novo. Só dois detalhes antes de começar: se em 1998 era possível este grau de má burocracia e eduquês, não é de admirar que com mais 17 anos intensivos isto tivesse chegado a este estado.

 

Republico apenas o perfil do aluno. Para os restantes medicamentos terá que ir ao original no link referido.

 

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Perfil do aluno. 

Registo da patente: equipa coordenadora dos programas escolares na reforma Roberto Carneiro em 1989. 

Composição: registo preciso e rigoroso do estado do produto aluno somados x anos de laboração. 

Indicações terapêuticas: impede desvios acentuados nos complexos processos de apreciação global dos alunos; facilita a criação de mecanismos rigorosos de análise transversal do desempenho de humanos sujeitos ao agressivo contexto escolar. 

Contra-indicações: pode provocar ligeiras dores de cabeça quando verificada a sua articulação com os programas escolares das disciplinas dos anos terminais de ciclo. 

Precauções especiais de utilização: não deve ser aplicado a alunos muito curiosos nem aos que se posicionem de frente ou de costas. 

Prazo de validade: um ciclo escolar, precisamente.



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Domingo, 28.02.16

 

 

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"A avaliação que temos não passa de uma ficção"

 

Paulo Guinote, Professor e autor do livro "A grande marcha dos professores".

 

"Nunca se tinha assistido a nada assim. A 8 de março de 2008, cerca de 100 mil professores saíram à rua naquela que foi a maior manifestação de uma classe profissional alguma vez realizada em Portugal. Queriam contestar a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que elegeram como inimigo nº 1, e acabar com o modelo de avaliação de desempenho assente na divisão da carreira em duas categorias, que acabou por não avançar. Oito anos depois, Paulo Guinote, professor de Português do 2º ciclo e autor do popular blogue “Educação do Meu Umbigo”, entretanto extinto, recorda o protesto sem precedentes no livro “A Grande Marcha dos Professores”, que será lançado esta semana. Hoje, garante, os docentes estão ainda mais desanimados do que na altura. 

O que mais recorda desse dia? 
Lembro-me de uma altura em que estava a meio da Avenida da Liberdade, olhei à minha volta e vi-me completamente rodeado de gente. Para quem, como eu, nunca tinha estado numa manifestação, era uma sensação bastante estranha. 

Que marcas deixou nas escolas? 
Vendo com esta distância, acho que deixou marcas de desânimo e alguma tristeza. Houve demasiada esperança para tudo o que não foi conseguido. Nenhuma reivindicação essencial foi satisfeita.(...)"



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Sábado, 03.10.15

 

 

 

 

Vasco Vieira de Almeida deu o nome a uma das maiores sociedades de advogados. A revista do Expresso (a primeira página do caderno principal é descaradamente tendenciosa em termos eleitorais) tem uma entrevista interessante. Publico aguns recortes.

 

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publicado por paulo prudêncio às 18:16 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 06.06.15

 

 

 

 

É interessante esta entrevista a Humberto Eco onde o jornalista salientou uma frase que tem tanto de óbvio como de intemporal: "A internet é perigosa para o ignorante e útil para o sábio".

 

Foi George Orwell quem disse que "descemos a um ponto tal que a reafirmação do óbvio é o primeiro dever dos homens inteligentes" e, apesar de Humberto Eco não se estar a referir a um momento de descida profunda, podemos considerar óbvias e intemporais as suas conclusões. Retirei dois parágrafos.

 

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publicado por paulo prudêncio às 11:14 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 13.04.15

 

 

 

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Muito boa entrevista.

 

"(...)Numa entrevista que deu recentemente pareceu estar desiludido, cansado... 

É uma mistura de tudo. Houve uma altura em que se sentiu que talvez fosse possível mudar a forma como se discutia a educação. Passado um punhado de anos, percebi que é como a história do pântano: há umas ondas e depois começa a acalmar, até que olhamos à volta e estamos iguais ao que estávamos há dez anos. Eu era mais um que andava aqui no meio.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 20:54 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 19.02.15

 

 

 

 

"(...)Creio que a mediocridade se mede pela ausência de princípios éticos, e as pessoas que fazem uma carreira na ciência, na indústria, no comércio, nas letras, na função pública e que são bem formadas têm alguma dificuldade em aceitar, por um lado, o servilismo em relação aos partidos, por outro lado, o maquiavelismo e o oportunismo a que as máquinas partidárias dão ensejo.(...)

 

O que acabou de ler é uma das faces do prolongamento da "Nova teoria do mal" de Miguel Real que encontra, na edição do Público de hoje, em forma de entrevista.

 

A visão maniqueísta consolidou-se e ainda há dias ouvi Mariano Gago contrapôr, com absoluta mágoa, a necessidade do bem se impôr ao mal. Para o ex-ministro (mais ou menos, claro), quando o bem desafia o mal no seu reduto, todos começamos por sofrer com as consequências; mas com o tempo, a força moral do bem sobrepõe-se às circunstâncias.

Captura de Tela 2015-02-22 às 17.08.01.png

"Aos 61 anos, o filósofo, ensaísta e romancista Miguel Real lança mais um romance. Agora, em vez de ficcionar sobre a actualidade ou sobre a história, constrói uma utopia ficcional em que projecta o futuro: O Último Europeu, Edições D. Quixote.(...)

E a classe política?

(...)A classe política foi tomada de assalto, sobretudo a governação, por um conjunto de funcionários das jotas que foram servilmente subindo degrau a degrau, limpando tudo em redor como os eucaliptos, até ao momento em que não há alternativa dentro dos partidos. As possíveis grandes alternativas, as alternativas de mérito fogem para a sua profissão, para a ciência, para as artes, para o comércio, para a economia, para as finanças.

Vivemos em democracia?

Há vários tipos de democracia. Do ponto de vista formal não podemos negar que há democracia, nos grandes princípios da Europa a democracia cumpre-se: há alternativas, há alternâncias, há possibilidade de contestação, há liberdade de expressão, de reunião, de manifestação, tudo isso é muito importante. Quem viveu antes do 25 de Abril não pode negar que este é o melhor regime.(...)

Há excepções?

(...)Agostinho da Silva contava uma história da serra da Malcata, onde na década de 1960 havia cinco famílias num povoado. Três dessas famílias emigraram, sem saber a língua, com os costumes rurais que tinham, a mentalidade da Nossa Senhora de Fátima, mas tiveram a ousadia e a coragem de ir a salto para a Alemanha e a França. Quando mais tarde regressaram triunfantes, com uma família, um carro, uma casa, quem dominava a aldeia? Os que não tinham tido a coragem de partir. Dominavam a sacristia, o minimercado, a serração da madeira e também a junta de freguesia. Portugal é um pouco isso. As elites corajosas e ousadas são as que partem. Ficam cá, em parte pois não quero generalizar, os que não têm coragem de partir, ou seja, não têm coragem de inovar. A elite portuguesa reflecte hoje isso.

No actual relativismo ético, idolatra-se o dinheiro e o consumo. Vivemos uma regressão civilizacional e estamos a voltar a um mundo mais desigual?

Socialmente mais desigual, inevitavelmente estamos. A Europa transformou-se numa empresa de negócios, uma grande empresa. As nações, os países são os sócios dessa empresa. A empresa fez-se para trocar, vender, comprar.(...)



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Quinta-feira, 05.02.15

 

 

 

Philippe Legrain deu há menos de um ano uma entrevista arrasadora ao Público. O antigo conselheiro económico de Durão Barroso foi coerente e tecnicamente fundamentado ao desmontar a destruição produzida pela troika e acentuada pelo Governo português. Desconstruiu a teoria, que o Governo português fomentou e implementou, que nos dilacerou e que nos colocou como "criminosos" que mereciam um castigo.

 

Os portugueses foram uma fonte de receita para um sector financeiro corrupto, como estamos fartos de saber. É impensável que desta vez não haja uma qualquer accountability para os políticos que passaram o tempo a acusar os outros de falta de responsabilidade profissional, de preguiça e de gastarem em excesso. É bom que haja alguma memória.

 

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Terça-feira, 09.12.14

 

 

 

 

A generalização dos motores de pesquisa começa a ter história e a preocupar os que se inquietam com as aprendizagens das novas gerações. O google, por exemplo, é uma ferramenta poderosíssima para os adultos e muito questionável para os mais jovens. Ora leia a entrevista a Umberto Eco.

 

 

Umberto Eco. "O Google é uma tragédia para os jovens".

 

"(...) Sim, no caso do Google, ambos os conceitos convergem. O Google cria uma lista, mas no momento em que olho para a lista que o Google gerou, ela já mudou. Essas listas podem ser perigosas - não para os adultos como eu, que adquiriram conhecimento de outro modo -, mas para os jovens, para quem o Google é uma tragédia. As escolas deveriam ensinar a arte da discriminação. (...). A educação deveria regressar às estratégias das oficinas da Renascença. Aí, os mestres podiam não ser capazes de explicar aos alunos por que razão uma pintura era boa em termos teóricos, mas faziam-no de maneiras mais práticas. Olha, isto é o aspecto que o teu dedo pode ter e este é aquele que deve ter. Olha, esta é uma boa combinação de cores. A mesma abordagem deveria ser utilizada nas escolas quando se lida com a internet. O professor deveria dizer: "Escolham qualquer assunto: a história da Alemanha ou a vida das formigas. Pesquisem em 25 páginas web diferentes, comparando-as, e tentem descobrir qual tem informação importante e pertinente". Se dez páginas disserem a mesma coisa, pode ser sinal de que essa informação está correcta. Mas isso também pode acontecer porque alguns sites se limitaram a copiar os erros dos outros. (...)"

 

 

 



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Ler aqui.

 

 

 

 



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Domingo, 16.11.14

 

 

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 O eterno desenho do Quino.

 

O liberalismo selvagem (ou ultraliberalismo) vigente, persistente, totalitário e já com história, tem contornos evidentes. A sua agenda consistiu na diluição de alguns valores essenciais à democracia. Por exemplo, a ideia de transparência foi-se tornando em algo só ao alcance de pessoas pouco espertas ou nada expeditas: uma coisa démodé

 

Nada tens a esconder? Não és interessante. És um aborrecido.

 

A revista do Expresso tem uma interessante entrevista sobre a necessidade de desconstruir o tal liberalismo:

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O título está também interessante:

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A entrevista é extensa. Escolhi uma das lides (de lead :)):

 

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E por falar em revistas e peças interessantes, também aconselho a peça da Revista do Público sobre "O estado da meritocracia em Portugal".

 

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publicado por paulo prudêncio às 20:16 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Domingo, 02.11.14

 

 

 

... esta entrevista a António Nóvoa (pouco mais de 10 minutos apenas).

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 31.07.14

 

 

 

 

A "Gazeta das Caldas" fez mais uma peça sobre a ideia de municipalização da Educação no concelho de Óbidos, mas não encontro o link. Estive algum tempo a conversar com a jornalista apesar das dificuldades da rede. É interessante ser ouvido como professor e blogger. Não pertencer aos órgãos de partidos políticos, sindicatos e por aí fora cria algumas incomodidades na vidinha pública, mas a sensação de liberdade e de cumprimento do dever cívico é inigualável; mais ainda, e por incrível que pareça, nos tempos que correm.

 

Nota-se que a autarquia de Óbidos recuou no seu ímpeto-modelo-GES e que já se inspirou em alguma sensatez.

 

 

 

 

 

  

 

  

 

 



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