Em busca do pensamento livre.

Terça-feira, 25.04.17

 

 

 

Abril foi por acaso, mas fiz uma espera para que 25 fosse o primeiro dia. Gosto de ter um blogue - esses clássicos da publicação digital -  e que o "Correntes (em busca do pensamento livre)" faça anos hoje. Mantenho o ritmo diário de publicação. Este é o post 9494 e partilhei alguns textos no twitter ou no facebook. 13 anos depois, agradeço mesmo pela atenção.

 

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Segunda-feira, 10.04.17

 

 

 

Maria Helena da Rocha Pereira (1925-2017)

 

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Sábado, 07.01.17

 

 

 

Mário Soares, uma das referências, provavelmente a maior, da política portuguesa do século XX, morreu hoje, em Lisboa. Ouvi, ao longo de mais de 40 anos, as opiniões mais diversas sobre a sua acção política. Votei em Mário Soares na segunda volta da sua primeira eleição presidencial e para o segundo mandato.
Há palavras que me lembrarão Mário Soares: liberdade, democracia, tolerância, modernidade, Europa e coragem. Quem, como eu, era adolescente moçambicano em 1974, viveu as décadas seguintes em Portugal e ama a liberdade e a democracia, recorda-o com a melhor memória política e cívica.

Que descanse em paz.

 

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Sábado, 31.12.16

 

 

 

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Quinta-feira, 22.12.16

 

 

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Iniciei o blogue em 2004 e percorri os posts de Boas Festas. Guardo muito boas memórias deste blogue. Ainda ontem conversava sobre o desaparecimento dos postais analógicos de boas festas. A actualidade vai assumindo a voracidade da simplificação. Se a atmosfera relacional tem contorno diferentes, as emoções resistem às tendências e ligam as pessoas aos sentimentos de amizade e de respeito pelo próximo.

Dei uma volta por 2016. Em termos de saúde, que é afinal o mais importante, as notícias foram positivas. Em termos profissionais, foi mais um ano muito interessante na defesa da escola pública como valor inalienável da democracia e do Estado de direito.

Escolho sempre um vídeo significativo para este tipo de entradas. A esperança e o optimismo são recomendáveis. Quem veio ter aqui por acaso deve ver e ouvir o vídeo e, se for uma pessoa de boa vontade, pode crer que o que ficou escrito é para si também. Obrigado por passarem por aqui e por lerem.

Fique com o Time dos "Pink Floyd".

 

 

 

 

 



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Sábado, 26.11.16

 

 

 

Morreu um dos símbolos de uma época. Fidel Castro e Che Guevara desenvolveram, com uma coragem comovente, a ilha alternativa a dois blocos imperiais: EUA e URSS. O processo prolongou-se e transformou-se num regime totalitário com as características inerentes. Foi pena, mas nunca se saberá se podia ser diferente. Julgo que a história considerará as duas faces e espera-se que a humanidade aprenda com essa marcante experiência.

 

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Sexta-feira, 11.11.16

 

 

 

 



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Sexta-feira, 26.08.16

 

 

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Um leitor que chegou ao Correntes por "mote próprio", às 08h57 do dia 26 de Agosto de 2016, é o visitante 2 milhões (no Apollofind) desde 2012 como se vê na imagem acima e na coluna direita do blogue. Há cerca de quatro anos troquei o contador Sitemeter pelo Apollofind. Tenho pena de não ter um contador para estes mais de 12 anos. Seria curioso analisar os fluxos e as audiências. Como se vê na imagem seguinte, não registo o IP dos visitantes nem sequer a localização. Sei como é que chegam ao blogue (com dia e a hora) e registo o critério de pesquisa no caso de terem googlado.

 

Obrigado a todos por passarem por aqui.

 

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Terça-feira, 28.06.16

 

 

 

 

 

 

(Este texto foi escrito em Junho de 2004. Resolvi reescrevê-lo e reeditá-lo)

 

 

 

Passei uma tarde encantadora. Foi um descanso merecido para um corpo que vai aturando maçaduras diversas. O dia soalheiro ajudou, a cadeira de jardim encorpou-se de vez e as leituras estavam a condizer. Se a perfeição existe, estive lá perto. Foram momentos de um prazer indizível. Argumentei-me em cadeia com sínteses que me elevaram as motivações. Tenho tardes assim. Mas hoje, uma das leituras fez-me viajar para longe das letras que os olhos percorriam. Fiz uma visita à minha memória. É um dos meus exercícios predilectos, pois não obedece a muitas formalidades nem aos necessários - para outros tipos de visitas, é claro - pormenores protocolares. A meu gosto. Entro por ali adentro, pesquiso à vontade e o tempo que quiser, realço o que mais me interessa, embora, e vezes sem conta, tropece em acontecimentos menos agradáveis. 

Foi hoje o caso. Lembrei-me do serviço militar. Vinte e poucos anos, muito poucos mesmo, e zero tiros no currículo. De uma hora para a outra raparam-me os caracóis, encheram-me de fardas e de sei lá mais o quê e disseram-me: vais ser comando; a honra suprema de um jovem português. Chamavam-me de Prudêncio, o meu último nome, coisa que até aí me parecia exclusivo do meu pai. Fui obrigado a fazer uma tropa de voluntários com detalhes engraçados: perguntavam-me:  - és voluntário?; respondia: - não. Mas nos papéis punham a cruz no sim e quando mais refilasse pior: aprendi rápido e sentenciei: - se tem de ser, vamos a isso.

Depois foi aquilo que se sabe. Mesmo com uma estrela aos ombros, já que ali éramos todos iguais, valha-lhes isso, a dureza e a brutalidade diárias sucederam-se até o horror se instalar. Lembro-me, entre tantas outras coisas tremendas, de saborear um naco de pão duro barrado com pelos da barba e sangue. Ou então, de me deitar em terrenos cravejados de balas que tinham acabado de cair. Violência acumulada em meses e meses sem fim. Valeu-me a ausência da guerra. Não sei o que faria dos "inimigos".

Como quero compreender os jovens que lutam nas diversas guerras. Humanos que são, jamais quererão ouvir o nome do palco do único e infeliz dos teatros: o das operações militares. 

Da parte que me toca, nunca mais "perdoarei", nem à Amadora nem a Santa Margarida, pelo facto de terem sido os solos dos meus horrores.


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Domingo, 08.05.16

 

 

 

Há umas duas décadas que se realiza, na EBI de Santo Onofre, "A gincana do Onofre". Os alunos formam equipas e convidam um professor. Este ano, foi, mais uma vez, muito interessante. "Amigas Onofre" foi a minha equipa. As alunas trataram de toda a logística e tiveram uma participação inesquecível.

 

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A meio da gincana, as alunas registaram de imediato o seu estado de alma neste mural.

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O momento da partida com camisolas a condizer: Rita, Maria Inês, Inês, Paulo, Mónica e Joana.

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 A meio do percurso, na parte alta da "Praça da Fruta" (Caldas da Rainha).



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Segunda-feira, 25.04.16

 

 

 

Não escolhi Abril, mas depois o 25 foi intencional. Gosto que o Correntes faça anos no 25 de Abril. Obrigado pela atenção.

 

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Sábado, 19.03.16

 

 

 

 

Não, não é um post alusivo ao dia do Pai que hoje se comemora. Como pai ou filho, faço, no quotidiano, por elevar esse sentimento privilegiado. "Pai Nosso" é o título do primeiro romance de Clara Ferreira Alves. Comecei hoje e estou a gostar.

 

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Quinta-feira, 10.03.16

 

 

 

Foram variadas, e prolongaram-se por doze horas, as tarefas da cerimónia de tomada de posse de Marcelo Rebelo de Sousa como PR. Vi imagens, li sites e ouvi pela rádio alguns discursos e reportagens. Parece-me que não haverá "Problemas no Paraíso" num futuro próximo. O entre aspas é também o título de mais um desconcertante "ensaio romanesco" de Slavoj Zizek (2016:10) que na página referida conta a história de "Gaston e Lily, um feliz casal de ladrões chiques que assaltava os mais ricos, cuja vida se complica quando Gaston se apaixona por Mariette, uma das suas vítimas endinheiradas.(...)A censura de Gaston prende-se com Mariette se dispor a chamar de imediato a polícia quando um ladrão comum como ele lhe rouba uma relativamente pequena quantia de dinheiro ou riqueza, mas estar pronta a fechar os olhos quando um membro da sua respeitável alta sociedade rouba milhões(...)." Vamos estar optimistas, naturalmente, e observar o confronto com os tais problemas no paraíso.

 

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Quinta-feira, 31.12.15

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 28.12.15

 

 

 

Os livros em papel resistem, e ainda bem, mas os postais nem por isso e naturalmente. O livro de G. Grass foi uma auto-prenda uns dias antes e o postal é um registo das boas memórias de um professor.

 

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Sexta-feira, 01.05.15

 

 

 

 

Dia Mundial do Trabalhador... do Colaborador...

 

Um grande texto, se me permitem.

 

 



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Sábado, 25.04.15

 

 

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Foi Abril e até podia ter sido noutro mês, mas depois o 25 foi pensado. O "Correntes - em busca do pensamento livre" comemora hoje 11 anos.

 

Tinha outro título em mente. Não me lembro qual, mas recordo-me que estava ocupado. Os planos B, C e D também. Na altura, preparava qualquer coisa das correntes da pedagogia e a ideia da busca do pensamento livre está há muito enraizada.

 

É também uma homenagem ao 25 de Abril. Nada seria como é, e apesar de tudo, sem a coragem dos que o fizeram.

 

Mas o mais importante é que gosto de ter um blogue e de escrever e a rede blogosférica proporcionou-me amizades que doutro modo seriam improváveis.

 

Obrigado aos que passam por aqui.



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Domingo, 19.04.15

 

 

 

"Mas Mariano Gago fez parte do Governo de Sócrates e Lurdes Rodrigues. Esteve nos conselhos de ministros onde se decretou a guerra aos professores e à escola pública, conforme confessou António Costa". Foi mais ou menos assim que ouvi uma crítica que se repetirá.

 

Mariano Gago foi um muito bom ministro da ciência nos governos de Guterres e acumulou o ensino superior nos de Sócrates onde aprofundou ideias políticas sobre o desenvolvimento da ciência. Não lhe conheço uma declaração pública de apoio ou de rejeição (tenho ideia que se demarcou no pico de contestação) ao desmiolo de Lurdes Rodrigues, mas recordo a imagem seguinte da última página do Expresso e convenço-me que olharia para tudo isso do mesmo modo que criticou com veemência os achamentos ultraliberais de Passos e Crato. Há uma "falha" geracional por causa da emigração forçada que Portugal já está a pagar, que se acentuará e que será muito difícil de recuperar.

 

 

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Sábado, 18.04.15

 

 

 

 

Sei que carece de valor empírico, mas vai: os recortes sobre ciência que pode ler eram muito mais difíceis se não fosse o 25 de Abril e a aposta na ciência. É também uma homenagem a Mariano Gago.

  

 

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 Jornal de Leiria, 11 de Setembro de 2014.

 

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 Jornal de Leiria, 19 de Março de 2015.



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Texto de Miguel Esteves Cardoso. Hoje no Público.

 

Viveu Mariano Gago.

 

"José Mariano Gago foi o cientista de que mais gostei na minha vida. Não: foi muito mais. Foi o ser humano que mais me ensinou.

Conhecemo-nos antes de ele se ter dedicado à política para defender - com um êxito tremendo - não só os cientistas como os filósofos e outros investigadores infalsificáveis.

José Mariano Gago nas ciências, tal como Adérito Sedas Nunes nos estudos socias, sacrificou-se para ajudar a comunidade inteira de investigadores.

Foi um herói. Era não só ousado como inteligentíssimo: sabia que as coisas eram difíceis. Sabia que a tradicional divisão (eternamente estúpida) entre artes, letras e filosofia, por um lado platonicamente arrogante e as ciências pragmáticas e prováveis, por outro lado aristotelicamente convincente, era não só escusada como prejudicial para os dois apenas aparentes adversários.

Chorei quando soube que José Mariano Gago tinha morrido. Não gostei nada do cabeçalho, impensado, da Visão: "Morreu o ex-ministro Mariano Gago".

Antes e depois de ser ministro (que só foi para beneficiar a comunidade científica e a - menos cientificamente - intelectual), José Mariano Gago foi um espírito livre e uma mão libertadora.

Era um inocente, um revolucionário e um génio. Como é que chegou a ser ministro? Para ajudar a ciência, a sabedoria e a asneira; o erro e a teimosia; as hipóteses sem qualquer hipótese de virem a ser teoria.

Morreu um benfeitor. Morreu uma cabeça acima de todas as nossas.

Pobres de nós."



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Sexta-feira, 17.04.15

 

 

 

 

Fotografei Mariano Gago no dia 10 de Março de 2015 na Academia de Ciências de Lisboa numa homenagem ao Prof. Abreu Faro. É incontestável a obra de Mariano Gago. Nesse dia, ouvi o seu discurso contundente contra o que se está a fazer à ciência. Uma denúncia da vitória do mal foi o que concluí da sua amargurada intervenção. Mariano Gago teve um muito bom desempenho como ministro da ciência nos governos de Guterres e regressou em 2005 para o ensino superior e ciência depois de um início de destruição perpetrado pelo Governo de Durão Barroso. Quis o destino que assistisse ao regresso do mal (palavras suas) sem que tivesse uma nova possibilidade para reerguer um legado que elevou o país. Que descanse em paz.

 

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Domingo, 05.04.15

 

 

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Chego ligeiramente atrasado ao anúncio do falecimento (2 de Abril de 2015) do Mestre do cinema português, mas confesso que não me preparei para o sucedido.

 

Vi, seguramente, mais de uma dezena de filmes do grande cineasta (sempre em salas vazias). O realizador rasgou fronteiras e tem algumas obras que me recordam um dos meus realizadores preferidos: Abbas Kiarostami. E é de um dos filmes deste iraniano, "Através das oliveiras", que me lembrei nestes dias em que os médias portugueses deram uma demonstração de planeamento com reportagens elaboradíssimas sobre o Mestre. A história começa assim: um grupo de jornalistas do canal estatal da moderníssima Teerão dirije-se a uma recôndita aldeia, a 700 kms, para documentar o choro das carpideiras. Só que o planeado defunto nunca mais falece e os jornalistas ficam inabitados com a ausência das comodidades quotidianas.

 

 



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Terça-feira, 24.03.15

 

 

 

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Herberto Helder (2013:78). "Servidões". 

Assírio e Alvim. Lisboa.

 

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Narração de um homem em Maio (1953-60).




Mexo a boca, mexo os dedos, mexo
a ideia da experiência.
Não mexo no arrependimento.
Pois o corpo é interno e eterno
do seu corpo.
Não tenho inocência, mas o dom
de toda uma inocência.
E lentidão ou harmonia.
Poesia sem perdão ou esquecimento.
Idade de poesia.


Herbero Helder em Poesia Toda. 

 

 

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Herberto Helder (2014:31). "A morte sem mestre". 

Assírio e Alvim. Lisboa.



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Quarta-feira, 07.01.15

 

 

 

 

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"Ataque a jornal francês Charlie Hebdo faz pelo menos 12 mortes"

 

 

 



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Quarta-feira, 31.12.14

 

 

 

 

Um bom 2015 a quem passar por aqui.

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 27.11.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 11.11.14

 

 

 

Foi às 15h00 do dia 7 de Novembro de 2014, num anfiteatro do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, que a Filipa Isabel Rodrigues Prudêncio defendeu, com a nota máxima, o seu doutoramento com o título "Revisiting bi-isotropic media: a new analytical and geometrical approach".

 

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Duas horas e meia depois, a fotografia da Filipa com o júri. 

 

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A Filipa e o Professor Ari Shivola, finlandês de quem ouvi falar muito, que é uma autoridade mundial em electromagnetismo e uma das principais referências bibliográficas que a Filipa referiu.

 

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A Filipa e os seus colegas e amigos. Era evidente mais uma boa onda.

 

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A Filipa, os pais e o Professor Carlos Paiva, orientador principal do doutoramento.

 

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O abraço da mãe.

 

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O abraço do pai.

 

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A comemoração em mais uma excelente onda.

 

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Fotografei e fiz vídeos para a posteridade. A sala estava composta nas filas mais atrás. Nada sei do conteúdo da "Revisiting bi-isotropic media: a new analytical and geometrical approach", mas olhei para a ideia desburocratizada da forma: 134 páginas, sem qualquer nota de rodapé e com a bibliografia considerada essencial.

 

Ganda Filipa!

 

 

 

 



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Domingo, 05.10.14

 

 

 

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 23.06.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 12.06.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 11.06.14

 

 

 

 



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Sábado, 24.05.14

 

 

 

 

A muito boa equipa do Real Madrid, com o seus excelentes jogadores, venceu a excelente equipa do Atlético de Madrid, com os seus muito bons jogadores. O prolongamento foi épico. Os jogadores do Atlético, o recente campeão de Espanha, estavam exaustos e o Real Madrid é o novo campeão europeu. Conquista assim a tão desejada décima Taça.

 

Cristiano Ronaldo atinge um patamar único que parecia impossível para um jogador português. O melhor jogador do mundo é o novo recordista de golos desta competição.

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 01.05.14

 

 

 

 

"Por que será que se riem quando digo que trabalho muito?", interrogava-se há pouco um humorista. Compreendo-o. Fazer rir, como de resto acontece com a maioria das actividades culturais, fica além da compreensão dos do poder vigente. Para estes, um banqueiro ou um facilitador de negócios são o grau elevado do exercício profissional e o valor do trabalho restante mede-se pela "possibilidade" da sobrevivência para baixo; é disso que se riem.

 

Conheço bem o grupo profissional dos professores. Gozam de boa reputação, como trabalhadores, nos inquéritos junto das populações, mas "irritam" o poder político vigente na última década e meia em Portugal. Os professores são uma espécie de intelectualidade que incomoda e foram escolhidos, não apenas por serem muitos, como alvo a abater. E não foi apenas através da incerteza geral que assolou a Europa a partir da década de setenta do século passado e que só cá chegou perto da viragem do milénio (os atrasos também têm vantagens).

 

Por cá, as últimas políticas dirigidas à carreira dos professores dilaceraram a atmosfera relacional e instituíram a humilhação, a indignidade e o stress profissional em matérias diferentes das questões financeiras do empobrecimento para além da troika. Começou até antes da chegada dos credores. A "proibição" de se ser professor com mais idade e a eliminação por se ser jovem, iniciaram recentemente um ciclo ainda mais acentuado neste caso de saúde pública. Não é especulativo afirmar que todas as semanas ouvimos relatos da consequência devastadora da humilhação profissional que percorre silenciosa as mentes e os corações dos professores e que torna ainda mais insuportável o estado a que chegámos.

 

 

 

 



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Domingo, 27.04.14

 

 

 

 

Faleceu Vasco Graça Moura, "um intelectual renascentista do Século XXI".

 

O escritor tem uma obra vasta que vai da poesia ao ensaio passando pela ficção e pelo teatro. Gosto da sua poesia e devo-lhe, acima de tudo e através das traduções, o acesso a duas obras maiores: "A divina comédia" de Dante Alighieri (e essa espécie de introdutório o "A vita nuova") e "Os sonetos a orfeu" do enormíssimo Rainer Maria Rilke. Que descanse em paz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Sábado, 26.04.14

 

 

 

 

Depois de umas obras em casa, há sempre lugar para umas mudanças. Desta vez, as pequenas molduras não resistiram e a escolha das fotos foi uma viagem no tempo ou uma escolha difícil.

 

Digitalizei uma das imagens para usar também como capa no facebook e fica por aqui porque sim.

 

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 25.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abril foi por acaso, mas o 25 foi intencional e obedeceu a alguma espera. O blogue faz hoje 10 anos.

 

Correntes era para aí a quarta escolha, mas as anteriores estavam ocupadas. Na altura, andava à volta das correntes da pedagogia e espero que a ideia da busca do pensamento livre não me abandone.

 

É também uma pequena homenagem ao 25 de Abril que se concretiza na manutenção do espírito mais livre nos quase oito milhares de posts.

 

Acima de tudo, gosto de ter um blogue e de escrever e a rede blogosférica proporcionou-me amizades que doutro modo seriam improváveis.

 

Obrigado a todos os que passam por aqui.

 

 

 



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Quinta-feira, 24.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido

Aquele que deu tudo e não pediu a paga

Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite

Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício

Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse

 

 

 

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

 

 

 



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Quarta-feira, 23.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi bonita e cheia de significado a homenagem de ontem, no parlamento, ao "Deputado Capitão de Abril" António Marques Júnior. As intervenções foram interessantes, mas registei a de Vasco Lourenço. "(...)Em nome dos capitães de Abril, Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril, recordou um dos seus "maiores amigos da vida", mas declarou que Marques Júnior foi "maltratado em vida" e "não foi aproveitado como devia ser".(...)" é o destaque do Público.

 

 

 

 

 

Mas Vasco Lourenço disse mais e foi contundente. Marques Júnior faleceu em 31 de Dezembro de 2012 e presidia ao Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações, o conhecido SIS. Como todos se recordam, até essa data o SIS abria os telejornais, era objecto das mais variadas desconfianças e tinha sérios problemas de fiscalização. Após o falecimento de Marques Júnior imperou o silêncio e desapareceu o "massacre mediático". Ou seja, e segundo Vasco Lourenço, o "Deputado Capitão de Abril" era o "problema" que importava resolver. As afirmações do presidente da Associação 25 de Abril são factuais e os familiares e amigos de Marques Júnior confirmam a saturação e o sofrimento causado pela situação vigente na democracia portuguesa.

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 21.04.14

 

 

 

 

 

Já assisti a duas sessões em que esteve bem presente o espírito do 25 de Abril de 1974. A celebração do 16 de Março nas Caldas da Rainha em que foi orador Joaquim Vieira (preso político e exilado em Paris nessa altura) e o lançamento do livro "Os rapazes dos tanques", no CCC das Caldas da Rainha, de Alfredo Cunha e de Adelino Gomes.

 

Amanhã espero estar no parlamento para assistir à homenagem ao capitão de Abril António Marques Júnior.

 

 

 

A Assembleia da República homenageia António Marques Júnior, com o lançamento do opúsculo António Marques Júnior: Homenagem ao “Deputado Capitão de Abril”. A presidente da Assembleia da República preside a esta cerimónia que conta com a presença de Vasco Lourenço, Maria de Belém Roseira, José Magalhães e Luísa Marques Júnior.

 

 

 

No dia 25 de Abril estarei no Largo do Carmo, às 11h00, onde as celebrações não terão a presença de pessoas muito contrariadas.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 19:35 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 18.04.14

 

 

 

Cortesia de CarlosVC
 


publicado por paulo prudêncio às 19:32 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar


Inauguração do blogue
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