Em busca do pensamento livre.

Terça-feira, 11.07.17

 

 

 

A figura da direita é maior? Não. Se medir, verá que são iguais. A impressão é dominada por uma poderosa, e afunilada, ilusão que explica o processo de selecção que administra a rede pública de escolas e a sociedade. A formação avançada de crianças e jovens, também na ciência, cultura ou desporto, assenta na cooperação em base alargada. Os funis aparecem mais tarde. Os funis precoces também explicam os números de insucesso e abandono escolares. Soube-se, hoje, que, "em 2014, a taxa de escolarização (em crianças) baixou dos 100% pela primeira vez em 20 anos". Também será penalizador o número crescente de alunos do ensino secundário que "desistem" do ensino regular. Fazem-no ao ver a precarização, e emigração, dos jovens adultos com ensino superior e a incapacidade do orçamento familiar (propinas, alojamento e alimentação). É uma opção pragmática, mas também uma selecção. O que é mais difícil de compreender é o sonoro aplauso político.

 

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Daniel Kahneman (2011:137), "Pensar, Depressa e Devagar".
Temas e Debates. Círculo de Leitores. Lisboa.



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Segunda-feira, 20.03.17

 

 

 

Direitos Fundamentais da Criança e Educação Inclusiva: conferência de Laborinho Lúcio na Assembleia da República.

 

 



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Segunda-feira, 18.04.16

 

 

 

Nem quero acreditar que a ideia do Despacho Normativo n.º 1-H/2016, quando refere “(...)a permanência destes alunos na turma em pelo menos 60% do tempo curricular(...)”, é "forçar" a inclusão. Ou seja: o legislador acha que os alunos, com educação especial, que frequentam as turmas regulares em menos de 60% do tempo o fazem porque a organização os exclui? Se assim acha, é um péssimo sinal.



publicado por paulo prudêncio às 18:42 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 17.04.16

 

 

 

A imperativa redução de alunos num número significativo de turmas ainda está por legislar. Mas o novo Governo já despachou uma relação com a educação especial. O Despacho Normativo n.º 1-H/2016  diz que “(...)a redução de turmas prevista no número anterior [incluindo alunos com NEE] fica dependente do acompanhamento e permanência destes alunos na turma em pelo menos 60% do tempo curricular.(...)”. Ou seja: se os alunos com mais dificuldades frequentam menos tempo as turmas porque estão com problemas de inclusão, isso tem uma qualquer relação com a redução de turmas? É estranho.



publicado por paulo prudêncio às 12:25 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 16.02.16

 

 

 

 O vídeo mais inspirador de 2015 tem apenas 3 minutos. É uma lição com um lema muito interessante para uma vida com sentido; digo eu.

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 15.02.16

 

 

 

Acabei de ouvir na TSF que se concretizou o primeiro medicamento para o tratamento do autismo. O vídeo que inseri tem pouco mais de cinco minutos. É a história de um pai e de uma filha autista (hoje com 14 anos). Se quiser saber mais é só pesquisar por "Maria y yo".

 

 

 



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Quinta-feira, 26.06.14

 

 

 

 

Encontrei uma entrevista que a "Gazeta das Caldas" me fez e que foi publicada em 11 de Julho de 1999. Não mudava grande coisa e nem quero dizer com isto que me sentia sei lá como se não me revisse no que disse no século passado. É evidente que registo influências de literatura que hoje considero muito menos, mas no essencial revejo-me.  

 


Como é que vai ser o ensino no ano 2000/próximo milénio? 

Com todos os riscos que uma previsão desse tipo encerra, podemos e queremos imaginar um ensino que estimule a curiosidade e que desperte uma permanente vontade de aprender. Sabemos que isso exige esforço. Também sabemos que quem gosta de aprender constrói modelos de referência, perspectiva caminhos, serve-se dos vastos recursos existentes e ajuda a que outros também o façam. A etapa que vivemos teve um caminho inevitável e desejável, a massificação do ensino. É necessário passarmos a outro estádio, também imperativo, a democratização do ensino. Desejamos que o ensino chegue a todos de uma forma verdadeiramente significativa, mas, para isso, é desejável que a articulação entre as diversas instituições responsáveis pelo sucesso educativo (que não apenas o escolar...) seja eficiente. De uma coisa estamos certos: se não sabemos muito bem para onde vamos, sabemos de certeza por onde já não queremos ir. O conjunto de experiências e de estudos é suficientemente vasto para não repetirmos soluções gastas e do passado. A escola continuará a ensinar, mas os modelos organizacionais que proporcionam o acesso aos saberes, aos conhecimentos, aos valores, às atitudes, serão definitivamente diferentes. Mesmo hoje, parece-nos desnecessário fazer o elenco dos parceiros educativos da escola para sermos claros na resposta a uma questão deste género. No entanto, o destaque para a família como parceiro privilegiado e decisivo evidencia-se, agora e no futuro. 

Como é que essas transformações se vão repercutir na sua escola, ao nível de professores e alunos? 

Já se repercutem. Ao longo deste século sempre se procuraram metas de excelência nos diversos domínios das aprendizagens. A cultura da escola é a cultura permanente da exigência, da finalidade e da regra mas também do afecto, da amizade, do drama e do erro. Com a alteração vertiginosa dos meios, impõem-se novos modelos de relação pedagógica que reconhecidamente terão exigências crescentes. Contudo, espera-se que renovem entusiasmos, que reformulem projectos e que abram novos horizontes. Para ambos, professores e alunos, caminhar num bom percurso de aprendizagem não é uma tarefa fácil, é antes um somatório de venturas e desventuras; o fundamental é que as condições de realização do acto educativo acompanhem e apoiem as necessidades de uns e de outros. 

Quais as prioridades que deveriam haver nas Caldas ao nível da educação? 

É importante que se crie um conselho local de educação, onde todos os contributos se cruzem. Esse conselho ajudará a estabelecer as políticas educativas ajustadas às necessidades da comunidade, com indicadores que não se desloquem duma perspectiva emancipadora e sempre balizados pela preocupação de tentar apreender o novo e dar-lhe forma. O conselho local de educação estará assim em condições de sugerir com clareza quais as áreas prioritárias de investimento. Deverá ser um conselho que funcione, que se governe por um regimento moderno e que seja simultaneamente aglutinador e mobilizador. Mais do que fazer elencos de prioridades, é fundamental criar as bases organizativas que orientem as políticas educativas ou outras. Também é fundamental que, depois, a comunidade perceba o caminho e que identifique ao longo do percurso o que claramente se quer ou não se quer. Como alguém disse "o ensino não deve continuar a encontrar soluções que tenham um pé no passado, ou seja, não deve responder de forma igual para todos sem perceber que o fundamental é introduzir saídas para cada um. A escola não pode continuar a ser um local de estacionamento de potenciais desempregados". Ora aqui está uma prioridade absoluta, que só pode ser concretizada com ideias sólidas sobre o que vai ser o mercado de trabalho no futuro, na região e no mundo. Aí, a escola, isoladamente, pouco fará. O ensino do futuro passará decerto também por aqui. E o sucesso das políticas terá uma relação muito directa com a capacidade de antecipação.

 

 

 



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Quarta-feira, 25.06.14

 

 

 

 

Já não consigo ouvir o receituário para a indisciplina de quem nunca pôs os pés numa sala de aula. Aliás, desde muito cedo, e confesso, que senti essa impaciência. Mas nesta fase a coisa agrava-se com trinta alunos por turma associado ao natural aumento de crianças e jovens empobrecidos e revoltados. 

 

Não chega a ser surpreendente que os professores portugueses sejam "os que passam mais tempo a manter a disciplina nas salas de aula" e ainda tenham que ler, como aqui, pareceres que dizem que eles carecem de formação para lidar com alunos com necessidades educativas especiais ou dificuldades de aprendizagem. E nem estou a associar, naturalmente, as variáveis. Estou apenas a evidenciar, como pode ler a seguir, as condições de realização do ensino.

 

A hipocrisia destes "especialistas" parece não ter limites. Silenciam o aumento do número de alunos por turma, a "ilegalidade" das inúmeras turmas sobrelotadas, e às vezes com vários alunos com programa educativo individual, e os restantes cortes a eito e não mudam uma vírgula à sua escola de sentenças.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:48 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Quinta-feira, 12.06.14

 

 

 

 

 

Se o histórico do MEC (principalmente dos últimos anos), e do nosso sistema escolar como aposta nacional de primeira grandeza, fosse de sensatez, apoiaríamos a decisão de se diferenciar a "educação especial" das "dificuldades de aprendizagem" (tudo dito assim para simplificar).

 

Mas um país que tem como ministro da Educação uma pessoa que diz que "uma turma com 30 alunos pode trabalhar melhor do que uma com 15. Depende do professor e da sua qualidade", e depois dos cortes a eito para além da troika (sublinhe-se que a Educação foi, e é, o sector mais devastado da administração central por vontade do Governo e de Crato), não pode confiar nesta evolução semântica e organizacional. Esta malta só pensa em reduzir, pensarão os mais cínicos que se podem considerar os mais realistas.

 

É bom que se diga que em Portugal funcionam turmas, e não são poucas, com 28 alunos que deviam ter 22 no máximo. É bom que se diga que nessas turmas, e na maioria dos casos para uma média de 20% desses alunos, existem necessidades de "educação especial" ou para "dificuldades de aprendizagem". É bom que se diga que o processo de mau centralismo de autorização de turmas que o MEC estabeleceu para o ano em curso não aprovou turmas "ilegais". Deixou a aprovação para os órgãos das escolas ou agrupamentos, num gesto de hipocrisia organizacional que se julgava impossível de acontecer. Ou seja, a desconfiança tem toda a legitimidade.

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 16:46 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Quinta-feira, 12.12.13

 

 

 

 

Os cortes a eito e o armazenamento de alunos nas salas de aula empurram os alunos da educação especial para fora do sistema. Só por desconhecimento se pode responsabilizar as escolas. O MEC e o Governo estão sem argumentos para se defenderem de graves acusações. Não é difícil perceber que sem condições humanas de apoio, os alunos da educação especial sentem uma insuportável exclusão.

 

É evidente que conhecemos a indignidade antiga que impede uma distribuição equilibrada dos alunos de educação especial por um conjunto de escolas da mesma rede escolar concelhia ou intermunicipal. É provável que isso prevaleça em alguns lugares. Mas o que é intuído é espantoso: os serviços centrais do MEC só aprovam turmas que cumpram os normativos em relação ao número de alunos da educação especial e fingem que desconhecem a existência de turmas, a maioria, com muito mais alunos do que o estabelecido pela lei. Seria sei lá o quê que deixassem a aprovação das ilegalidades à "autonomia" escolar para se desresponsabilizarem perante os encarregados de educação, os restantes membros do Governo ou o FMI.



publicado por paulo prudêncio às 14:30 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 10.10.13

 

 

 

 

 

Nuno Crato foi muito para além da troika. Ou seja: sabemos do memorando e da condição de protectorado, mas o que se espera de um primeiro-ministro na defesa do país (e Passos, o feitor, fez tudo ao contrário) é o mesmo que se exige a um ministro da Educação em relação ao sistema escolar.

 

Nem no conselho de ministros Nuno Crato deve ter sido uma voz em defesa da escola pública; pelo contrário. Nuno Crato expôs a escola pública às barbarides, como foi exemplo flagrante a seguinte passagem de uma inenarrável entrevista "(...)Uma turma com 30 alunos pode trabalhar melhor do que uma com 15. Depende do professor e da sua qualidade(...)".






É evidente que o achamento-de-armazenamento-de-alunos atinge a educação especial. É o momento mais grave da delapidação da escola pública.

 

Contratar mais 1.000 professores, por exemplo, (o rendimento bruto anual de cada um andará entre os 18.000 e os 20.000 euros) resultará num investimento de cerca de 20 milhões. Este valor é uma migalha no meio dos biliões de corrupção, swaps incluídos e agora omitidos, e da fuga aos impostos para os paraísos como a Holanda. Mas aí não se toca. Como não se toca nas mordomias dos gabinetes ministeriais ou nos empregos para o pessoal dos aparelhos partidários esplhados pelos trezentos e tal concelhos do país.

 

 



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Sexta-feira, 04.10.13

 

 

 

 

 

 

 

Os cortes a eito e o armazenamento de alunos nas salas de aula empurram os alunos da educação especial para fora do sistema. Só por desconhecimento se pode responsabilizar as escolas. Por isso, o MEC e o Governo estão sem argumentos para se defenderem das graves acusações. Não é difícil perceber que sem condições humanas de apoio, os alunos da educação especial sentem uma insuportável exclusão.

 

É evidente que conhecemos a indignidade antiga que impede uma distribuição equilibrada dos alunos de educação especial por um conjunto de escolas da mesma rede escolar concelhia ou intermunicipal. É provável que essa chico-espertice prevaleça em alguns lugares. Mas o que é denunciado por esta associação era de todo impensável.

 

 



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Domingo, 28.04.13

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 21.09.12

 

 

O meu handicap



publicado por paulo prudêncio às 12:01 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 31.05.10

 

 

"O uso da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde em educação causa mais danos aos alunos com Necessidades Educativas Especiais do que lhes traz benefícios", esta é a conclusão do primeiro estudo sobre a matéria." Pode saber mais aqui.





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Sexta-feira, 20.03.09

 

 

 

 

 

Relatório.

 

 

Auditoria externa realizada pelo departamento OCDE.pt da Inspecção-Geral da Educação.

 

Dimensão - ensino e aprendizagem.

 

Domínio - apoio educativo aos alunos no âmbito da Educação Especial.

 

Indicador - apoio efectivo aos alunos com necessidades educativas especiais. 

 

Informação obtida

 

Escola A - Análise dos porta-folhas de cada um dos alunos:

  • as  grelhas 24378 A estavam devidamente preenchidas;
  • as grelhas 24378 B estavam devidamente preenchidas;
  • os relatórios descritivos da selecção dos conteúdos programáticos adaptados a cada aluno nas 16 disciplinas curriculares (DC) e nas 3 áreas curriculares não disciplinares (AEC) deram entrada no gabinete de educação especial no dia 10 de setembro do ano xxxx, uma semana antes do início do ano lectivo;
  • os professores de educação especial cumpriram, no gabinete respectivo, a totalidade das horas do seu horário lectivo e não lectivo e fizeram atendimento personalizado aos alunos 45 minutos por quinzena;
  • verificou-se uma dificuldade natural quando se solicitou aos professores de educação especial o estabelecimento da correlação entre a fotografia dos alunos e o seu nome próprio;


Escola B - Análise dos porta-folhas de cada um dos alunos:

  • a escola tinha os campos, que os seus professores especialistas resolveram entender, inseridos na base de dados de alunos que corre na rede informática e que pode ser consultada num qualquer terminal de rede (por cabo ou sem fios) que abrange toda a escola; 
  • as grelhas 24378 A nunca foram nem fotocopiadas nem preenchidas;
  • as grelhas 24378 B nunca foram nem fotocopiadas nem preenchidas;
  • os professores das DC e das AEC não realizaram qualquer relatório prévio sobre as aprendizagens futuras dos alunos, apenas tentaram individualizar o mais possível o ensino considerando as necessidades dos estudantes;
  • os professores de educação especial cumpriram integralmente o seu horário lectivo, mas passaram poucas horas no gabinete respectivo (essa decisão ficou ao seu critério) e acompanharam os seus alunos quer dentro das salas de aula quer nos restantes espaços onde decorreram as suas aprendizagens;
  • verificou-se uma excessiva relação de proximidade entre os professores e os alunos, salientando-se, no entanto, que os docentes revelaram um rápido e evidente conhecimento do nome dos seus alunos quando confrontados com as respectivas fotografias.

 

 

Descritores com a respectiva pontuação (optou-se por listas de verificação) -

  1. apresentação do porta-folhas -10 pontos; não apresentação do porta-folhas -0 pontos;
  2. grelha 24378 A devidamente preenchida -10 pontos; grelha 24378 A não preenchida -0 pontos;
  3. grelha 24378 B devidamente preenchida -10 pontos; grelha 24378 B não preenchida -0 pontos;
  4. certificação da abordagem prévia dos programas das DC e das AEC -10 pontos; ausência de certificação na abordagem prévia dos programas das DC e das AEC -0 pontos;
  5. tempo de gabinete: 15 a 20 horas -10 pontos; inferior a 14.59 horas - 0 pontos.

 

Somatório neste indicador a inserir no ranking de escolas de boas práticas - 

 

Escola A - 50 pontos;

Escola B - 00 pontos.

 

Recomendação

 

a observação registada na "Escola A" deve constar do relatório OCDE2.pt na mesma rubrica em que o relatório OCDE1.pt refere o seguinte:

 

"As principais alavancas do processo, tais como a Ministra e os Directores Regionais, não são funcionários públicos independentes, mas políticos nomeados e sintonizados com os objectivos da política governamental. São apoiados por serviços de dados actualizados ao minuto, que permitem uma tomada de decisão inteligente e bem informada."

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:40 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar


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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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