Em busca do pensamento livre.

Quinta-feira, 16.03.17

 

 

 

"Não tendo surgido informações publicadas sobre um procedimento que está a ocorrer em vários agrupamentos de escolas para implementação obrigatória de supervisão pedagógica (vulgo, observação de aulas) a todos os professores da escola, informo que existem vários agrupamentos escolares cujas direcções estão a invocar a obrigatoriedade de supervisão pedagógica entre pares, com títulos pomposos que disfarçam a intenção, mas que nitidamente se operacionalizam como observação de aulas: selecção de conjuntos de professores que durante o ano vão observar aulas mutuamente. O processo ocorre sem quaisquer atribuição de horas letivas ou não letivas e sem respeitar o Decreto 26/2012, sendo inicialmente proposto em regime de voluntariado, mas existindo a natural exigência de enquadramento legal por parte dos profissionais, invoca-se uma suposta exigência da IGE como medida de melhoria de resultados na avaliação externa das escolas (por exemplo, transcrevo uma comunicação interna sobre um projeto chamado “Colaborar para aprender”, nome dado ao processo de supervisão mútua de professores, com observação de aulas: Informa-se que todas as atividades e metas estabelecidas são para cumprir. Uma vez validadas pelos órgãos de gestão do Agrupamento, são de cumprimento obrigatório. A Inspeção Geral da Educação encontra-se a efetuar ações de acompanhamento”).
 Estando definida legalmente a avaliação de desempenho e respetiva obrigatoriedade de observação de aulas, este processo subrepticio que se instalou nas escolas é uma forma encapotada de exercer uma avaliação de desempenho sem alteração legislativa, sem respeitar o cumprimento do decreto 26/2012 e sem ouvir legalmente as partes interessadas nessa suposta vontade de alteração. Torna-se mais lamentável este processo quando são também professores a tentar implementá-lo desta forma…
Este aviso é para alertar para este tipo de acções que estão a acontecer, e informar os docentes de que esse procedimento não pode ser considerado obrigatório só porque a “IGE está a acompanhar” mas tem de ser enquadrado na legislação em vigor.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
Mário Silva"


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Quarta-feira, 01.02.17

 

 

 

Recebi por email, devidamente identificado, o seguinte:

 

A FENPROF lançou uma campanha nacional em torno da alteração do atual modelo de gestão das escolas/agrupamentos, tendo como objetivo obrigar o governo a aprovar um modelo de gestão e administração diferente, pondo fim ao modelo centrado na figura unipessoal do diretor, à anulação prática do conselho pedagógico, tornado um órgão constituído “à medida do diretor” e meramente consultivo e a um conselho geral em muitíssimos casos assaltado por interesses partidários e corporativos, quase sempre ao serviço do diretor.

O envolvimento dos professores e educadores de cada escola/agrupamento é imprescindível para o sucesso desta campanha. 

Entre 30 de janeiro e 3 de fevereiro podes responder ao inquérito “on line“ aqui.

 

Participa e divulga a outros docentes.

Obrigado.

 

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Segunda-feira, 30.01.17

 

 

 

Recebi por email, devidamente identificado, um comunicado do grupo de sindicalistas independentes, autonomia sindical, integrado na Fenprof.

 

"VINCULAÇÃO EXTRAORDINÁRIA – PRIORIDADE AOS PROFESSORES DO ENSINO PÚBLICO

 

 

1) De acordo com os números anunciados pelo Governo, o processo dito de “Vinculação Extraordinária” irá deixar de fora cerca de 1700 professores contratados do Ensino Público com mais de 12 anos de serviço e 5 contratos nos últimos 6 anos.

2) Situação tanto mais intolerável quanto, grande parte das cerca de 2000 vagas anunciadas para o concurso externo poderá vir a ser ocupadas pelos mais de 900 professores vindos do Ensino Privado e que concorrerão na 2.ª prioridade, com todo o seu tempo de serviço no ensino particular (20, 30 e até 36 anos de serviço!).

3) Esta situação, de claro ultraje a todos aqueles que, ao longo dos anos, deram o melhor do seu esforço à Escola Pública, é absolutamente inaceitável.

4) Em consequência, o Grupo de Sindicalistas Independentes/ Autonomia Sindical reivindica:

A. Que todas as Vagas de quadro a abrir no Concurso Externo para 2017/2018 sejam aditadas aos lugares a preencher no âmbito da vinculação extraordinária prevista.

B. Que, se após o processo anterior, sobrarem vagas por preencher, as mesmas sejam ocupadas, por ordem de graduação profissional, por professores contratados da 2.ª prioridade, que hajam lecionado no Ensino Público em 5 dos últimos 6 anos lectivos.

 

Pelo Grupo de Sindicalistas Independentes,
Carlos Vasconcellos"



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Quinta-feira, 24.09.15

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 12.05.15

 

 

 

 

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Segunda-feira, 09.03.15

 

 

 

Tolerância para a não utilização do Acordo Ortográfico de 1990 nos Exames Nacionais

 

Pela Recuperação e Requalificação Urgentes do Edifício da Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN)



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Quarta-feira, 18.02.15

 

 

 

Essa coisa da comercialização de bases de dados com endereços electrónicos provoca lixo sem fim e já nem há pruridos. É um vale tudo. Há uns 200 emails diários que vão parar à pasta dos indesejados e que nem lhes toco. Há pouco, o mais recente, vinha de um Óscar dirigido a jornalistas para divulgação. Abri-o. Como não sou jornalista, fica o email com a solicitação em título.

 

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Terça-feira, 10.02.15

 

 

 

Um contributo de Mário Silva.

 

 

"A verdade esfregada na cara.

 

"Desta vez, vamos fazer com que a classificação seja executada exactamente nos mesmos moldes em que é executada para qualquer exame nacional, ou seja, através de despacho, todas as tarefas inerentes à classificação passam a ser obrigatórias.”

Este responsável admite que a medida poderá causar contestação, mas está confiante que acabará por ser aceite: “A percepção que tenho é que, como em tudo na vida, como em tudo o que implica mudança, há um impacto inicial que gera muito ruído e, depois, esse ruído vai tendencialmente diminuindo”, nota Hélder Sousa. jornal Público

 

Esta declaração marca o dia em que um dirigente assume publicamente que os professores e o povo em geral são como um ‘cão que ladra e não morde’. Os dirigentes políticos têm esta perceção do povo e por isso sabem que podem decidir a seu bel-prazer, e que apesar de muito ladrar, nunca serão mordidos e tudo se fará como planeado. Rui Zink, num debate, declamou que a caravana passa e os cães ladram, ladram, ladram, mas um dia mordem. É um cenário tentador mas desfasado da realidade: eles jamais morderão. A única situação em que poderão morder, é se aparecer um dono que os conduza.

No caso dos professores, vão legislar como quiserem, os profs vão estrebuchar mas vão cumprir docilmente o que lhes impingirem. Foi assim com a ADD (que ficou com a estrutura que a ministra idealizou), com os cortes salariais, o congelamento da carreira, a alteração curricular, a última greve aos exames e avaliações (onde existiram profs de direções que assumiram as funções do secretariado que fez greve). Para mim, não é novidade há vários anos, e por isso, agora rosnam mas obedecem com o rabinho entre as pernas.

Existem formas individuais de resistência, com efeitos nefastos e insidiosos, que cada um imagine quais serão, sendo neste momento o que resta a todos aqueles que, quando ladram, ainda mordem…"

 

 

 



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Terça-feira, 27.01.15

 

 

 

 

Texto de Pedro Bidarra.

 

 

 

Holocausto, dívida e alemães

 

"Quis o destino que eu lesse, na semana passada, dois textos sobre o mesmo assunto. Textos que junto aqui porque foram feitos um para o outro. Se acharem demagogia ou mau gosto juntar holocausto e economia, culpem o destino que os emparelhou no meu stream noticioso.

 

Um li no Público, “Milagre económico alemão teve ajuda de perdão de dívida”, o outro no New York Times, “The Holocaust just got more shocking”. O Público relembra-nos que, em 1953, setenta países perdoaram a dívida alemã acumulada antes e depois da guerra – e que ajudou a financiar. O montante do perdão equivaleu a 62,6% da dívida, tendo sido também acordados valores de juro abaixo do mercado e uma amortização, da dívida e do juro, limitada a 5% do valor das exportações.

(Espero que estes valores, que li no Público, estejam certos que eu é mais Ciências Sociais e História).

Para conseguir este perdão, continua o artigo, foi decisiva a pressão dos EUA e o assentimento dos outros dois membros da troika da altura: França e Inglaterra.

Já o New York Times dá conta de outros números e de uma contabilidade mais negra. Os números são apresentados pelos investigadores e historiadores do Holocaust Memorial Museum. Segundo eles, durante o reino de terror nazi, de 1933 a 1945, os alemães implementaram, da França à Rússia, uma rede de 42.500 campos de terror. Quando esta investigação começou, no ano 2000, estimava-se que o número andasse pelos 7 mil, mas a História veio a revelar-se seis vezes mais negra. A contabilidade é esta: 30 mil campos de trabalho escravo, 1150 guetos judaicos, 1000 campos de prisioneiros de guerra, 980 campos de concentração, 500 bordéis de escravatura sexual e mais uns milhares de sítios dedicados à eutanásia de velhos e doentes e à prática de abortos forçados.

O curioso é que, apenas oito anos depois de toda esta germânica atrocidade, setenta países, encabeçados por uma troika deles, resolveram perdoar 62,6% dívida alemã, reconhecendo que, se assim não fosse, Berlim nunca recuperaria e todos tinham a perder ainda mais.

Talvez a explicação esteja no ensaio “Morale and National Character”, escrito pelo antropólogo G. Bateson em 1942, sobre americanos, ingleses e alemães. Diz ele que americanos e ingleses, mais dados a padrões de relacionamento simétricos – um cresce quando o outro cresce e um relaxa quando o outro relaxa – não têm normalmente estômago para “bater em quem já está no chão”; ao contrário dos alemães, mais dados a relacionamentos complementares, do tipo dominação/submissão – quando mais fraco te sentes mais forte me sinto. Segundo escreveu, impor punições à Alemanha implicaria uma dominação constante dos vencedores o que, a médio prazo, resultaria num abrandamento e numa nova escalada alemã.

Em 1953, por muitas razões, fez-se o que estava certo. Perdoou-se. Perdoou-se, ao povo que implementou 42.500 campos de terror, o dinheiro que deviam e que tinha sido usado (também) para os financiar.

O perdão é a dívida da Alemanha. É bom lembrar e, já agora, cobrar."

 

 

Publicitário, psicossociólogo e autor
Escreve à sexta-feira
Escreve de acordo com a antiga ortografia

 

 

 

 



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Domingo, 11.01.15

 

 

 

 

 

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Quinta-feira, 13.11.14

 

 

 

Discricionaridade concursal - situações iguais com tratamentos desiguais?

 

 

 

 



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Terça-feira, 11.11.14

 

 

 

Nº 4 da revista três três, sob o tema "a cópia"

 

 

 

 



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Quarta-feira, 01.10.14

 

 

 

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Quinta-feira, 25.09.14

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação:

 

 

"Estimados bloguers,
 
Acompanho com assiduidade os blogues do quarteto educativo como outros que têm o mínimo de imparcialidade e rigor técnico, como forma de reconhecimento pelo trabalho apresentado, já que não possuo as qualidades para pertencer e colaborar nesses grupos que se destacam. Dito isto, envio em anexo um artigo de um comentador do jornal Expresso que me fez revolver as entranhas, levando à náusea. Simpatizo a quem é dirigido o artigo e com o conteúdo; apenas fiquei irado de jamais ter sido escrito um artigo nos mesmos termos em relação aos ‘colaboradores’ em funções públicas.
Confesso que me assaltaram imagens pouco civilizadas, fantasiando estar vestido de negro a degolar umas quantas personalidades perante a câmara de vídeo, tal foi a revolta, raiva e indignação com que fiquei, por constatar que quem trabalha na administração pública é menos considerado que o dejeto do cão no passeio da rua…
No que respeita ao artigo, declaro que existiram vários portugueses, nos quais me incluo, que consideravam há vários anos a administração BES criminosa; e quando o exprimiam em conversas, eram rejeitados e atacados pelos que lá trabalhavam, com a cartilha psicológica que lhes tinha sido impingida no ambiente laboral.
Talvez agora, finalmente(?), percebam os sentimentos de há muitos anos, daqueles que têm como patrão o governo, e que têm sido os bodes expiatórios dos vários 'Ricardos Salgados' que por lá passaram, sendo apelidados de privilegiados em vez de vitimas. Têm sido responsabilizados, como manobra de diversão, pela porcaria que os outros fizeram, odiados, desprezados e prejudicados fortemente nas suas profissões, que dão o peito às balas, e são simplesmente 'colaboradores' como todos os outros. Para esses, que também estão a explorar à custa deles, não foi escrito um artigo de jornal a encorajá-los...
Contudo, contrariamente ao estado geral da população, empatizo sempre com todos aqueles que são vitimizados pelas decisões dos outros e considero indecente, abjeto e imoral destruírem as vidas dessas pessoas que não contribuíram para o descalabro; é pena que não haja a mesma empatia com as pessoas que trabalham em funções públicas...
E mais não revelo o que vai na minha alma, tal seria a repulsa com que ficariam se o revelasse; apenas declaro o profundo desgosto e tristeza de viver numa merda de sociedade tão culturalmente pobre..."

 

 

Mário Silva

 

 

 



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Terça-feira, 23.09.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação:

 

 

"A maior vergonha dos últimos tempos...

 

 

Assisto incrédula aos últimos acontecimentos. Não sei aquilo que me deixou mais perplexa, se o erro matemático cometido e já admitido na colocação de professores se os acontecimentos que se seguiram, assistimos na última semana a um ministro que assume o erro ao ponto de pedir desculpas aos portugueses mas não ao ponto de se demitir, tenta menorizar um erro gravíssimo e até científico justificando que afetou “apenas” cerca de 2% dos docentes (mil a dois mil professores), e com o aval do primeiro ministro. O que quer isto dizer? Se o erro só afetasse 100 professores ou 1 a injustiça era menos grave? E ainda assim, a comitiva do ministério de educação continua a cumprir a agenda politica e dá prioridade a inaugurações em vez de dedicarem todos os esforços à resolução deste problema, quanto mais não fosse porque foi e continua a ser posto em causa o principal assento politico deste ministério. Já todos percebemos que um ministro que estava tão preocupado em escolher os melhores professores para os poucos lugares disponíveis, tanto que criou uma prova “inédita” para candidatos a docentes, veio agora colocar os professores seguindo uma lista que não cumpre a legislação e que o erro já admitido colocou injustamente cerca de dois mil docentes. O que ainda não sabemos é como será resolvida esta “incongruência de escalas”. O secretário de Estado da Educação garantiu publicamente que estes professores já colocados não sairão prejudicados. A classe docente em particular e a sociedade em geral ficou muito mais aliviada em saber que aqueles que foram colocados injustamente, estão a ensinar os nossos filhos, não precisaram de se inscrever no centro de emprego e continuam a contabilizar tempo de serviço, desde a passada segunda-feira, e que até, quem sabe, para o próximo ano podem passar à frente de dezenas e até centenas de colegas, mais uma vez injustamente. O que estou à espera de saber é o que acontecerá aos docentes que foram ultrapassados, muito dificilmente, estes, nos quais me incluo, não sairão prejudicados. É importante que toda a sociedade perceba que o que se está a passar transcende o limite do desculpável e não é como alguns comentadores políticos o querem fazer ver um “erro comum resolvido pontualmente como acontece todos os anos”. O erro Crato, como alguns já o designaram, leva-nos a um paradoxo que não tem resolução possível, dado que a solução justa passa por uma anulação completa das listas e consequente anulação das colocações já realizadas mas como pode ser isto possível se estes docentes estão desde o dia 15 de Setembro ao serviço do Ministério de Educação. Após doze anos de serviço ao Ministério de Educação, nunca presenciei uma injustiça com estas dimensões que afeta não apenas 2% dos professores, como nos querem fazer ver, mas toda a sociedade, à qual me tenho dedicado, ao longo destes anos para que a falta de cultura não seja a condenação do povo. Por uma questão de verdade e justiça, por mim, pelas minhas filhas e pelo futuro deste país que também é meu e no qual ainda acredito, não baixarei os braços até que este erro que nos querem fazer parecer pequeno seja corrigido e sirva de exemplo para que tamanhas injustiças não venham a ser cometidas no futuro seja na Educação ou em qualquer outra área."

 

 

Célia Lopes

 

 



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Quinta-feira, 18.09.14

 

 

 

PEDIDO DE DIVULGAÇÃO:  Bolsa de Contratação de Escola - Anulação Imediata das Listas

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 16.09.14

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 



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Segunda-feira, 08.09.14

 

 

 

Recebi por email o seguinte pedido de divulgação:

 

 

"Caro colega,

Agradeço que divulgue no seu blog o blog http://rescisoes.blogs.sapo.pt, que contém estatística em tempo real dos pedidos de rescisão deferidos.

O blog irá sendo actualizado, segundo a minha disponibilidade e as sugestões das pessoas (por exemplo, para cruzamento de dados de que eu não me lembre). Possivelmente, no fim disto tudo - e porque o software é limitado apenas a 3 relatórios - será feita estatística mais detalhada (por grupo, por exemplo).

Uma vez que não há muitos participantes no inquérito (58 apenas), este site podia funcionar como incentivo à participação das pessoas.

Obrigado pela atenção.

Um professor preocupado."

 

 

 

 



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Sexta-feira, 05.09.14

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação da Associação Nacional de Professores Contratados:

 

 

"Comunicado 05.09.2014

 

NOVO PEDIDO DE ALARGAMENTO DE PRAZO DO CONCURSO BCE E CORREÇÃO DE ERROS DIAGNOSTICADOS

 

 

O Mistério da Educação e Ciência já comprovou que desde o arranque do concurso de Bolsa de Contratação de Escola, na plataforma SIGRHE, existem problemas informáticos graves, já devidamente testemunhados por centenas, ou mesmo milhares de docentes, em vários espaços públicos  (web, televisão, entre outros).

 

À data da presente comunicação conhecemos ainda casos de docentes que não conseguem imprimir o seu recibo de candidatura, não podendo posteriormente comprovar a inserção correta dos dados, numa plataforma que não dá qualquer garantia de fiabilidade. São ainda conhecidos, recentemente, através de vários meios, situações de docentes que confirmam que responderam a um maior número de subcritérios de seleção do que aqueles que a plataforma gerou no recibo de submissão de candidatura.  

   

Face ao exposto a ANVPC - Associação Nacional dos Professores Contratados, já requereu ao MEC um novo prolongamento do prazo deste concurso, e a correção imediata de todos estes erros, assim como o apuramento de responsabilidades (a quem de direito), uma vez que todos estes acontecimentos graves na plataforma, totalmente alheios aos docentes opositores a esta bolsa, têm prejudicado milhares e milhares de docentes e as suas famílias. Mais se refere que, certamente, todos esses erros não são decorrentes do número de acessos aos servidores da DGAE, uma vez que o concurso nacional detém possivelmente o mesmo número (ou maior) de opositores, e não decorreram nenhuns problemas informáticos.

 

Esta associação exige ainda que todos os horários a publicar na Bolsa de Contratação de Escola, caso tenham sido identificados pelos Diretores das Escolas TEIP e Autonomia como necessidades anuais, sejam, mesmo que disponibilizados aos docentes posteriormente ao dia 15 de setembro, considerados anuais pelo MEC/DGAE, e não temporários (como o seriam, pela aplicação do ponto 11 do artigo 9º do DL n.º83-A/2014 de 23 de maio). Vejamos que aos docentes contratados portugueses não poderá, nessa medida, ser imputada a consequência direta do atraso, e anomalias técnicas, decorrentes deste concurso. As primeiras colocações da BCE deverão ainda, a nosso ver, produzir efeitos, tal como no concurso nacional, ao dia 1 de setembro de 2014.

 

 

A Direção da ANVPC"

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 20.08.14

 

 

Pedido de divulgação:

 

Nova denúncia da ANVPC (professores contratados) às entidades europeias

 

 

 



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Pedido de divulgação:

 

Em que data serão colocados os docentes contratados?

 

 

 

Pergunta a Associação Nacional de Professores Contratados.



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Segunda-feira, 04.08.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

Um concurso nacional de professores sem precedentes na democracia portuguesa

 

 

 



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Terça-feira, 01.07.14

 

 

Pedido de divulgação da Associação Nacional de Professores Contratados.

 

 

URGENTE: Prazo de prescrição de acções judiciais contra o MEC – Vinculação

 

 

 

 



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Quarta-feira, 04.06.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 25.05.14

 

 

 

Recebi um email (com pedido de divulgação), ontem no dia de reflexão, com este texto muito interessante de Pedro Santos Guerreiro. O "ashes to ashes, dust to dust" (és pó e em pó de tornarás - das cinzas às cinzas, do pó ao pó) tem tanto de belo como de difícil e de verdadeiro.

 

"Declaração de desinteresse: não sou maçon.

 

Declaração preconceituosa: não gosto da Maçonaria – daquilo em que ela se deixou transformar; tomada de assalto por malta do business, gente da transacção comissionada, do toma-lá-dá-cá-e-se-não-dás-levas-onde-for, gente ameaçadora, ardilosa, manhosa. Gente perigosa.

 

Declaração irrelevante: tenho amigos maçons que são umas jóias. Tenho amigos que, não sendo maçons, são também umas jóias – mas normalmente estes são mais corajosos. Tive amigos que passaram a patifes, dos que nos levam os nossos cavalos para decepá-los, para deixar as suas equídeas cabeças sangrentas nas nossas camas. Alguns desses amigos deslocaram a coluna. Levaram-na para o peito, para a garganta, para o meio das pernas, para as mãos como adagas. Só o espaço da coluna ficou vazio, deixando o habitat para invertebrados.

 

Alguns desses amigos viram no "ser maçon" uma protecção, uma projecção, uma ascensão, uma corrupção tolerada. É fácil torcermo-nos tão pouco, mas tão pouco, que a torção é imperceptível. E no entanto…

 

O poder é como o sol, queima se nos aproximamos. O poder corrompe. E há hordas, corjas, fileiras, trincheiras de pessoas fascinadas com isso: com o poder. Prontos a trocar uma sobrancelha por um Mazeratti na garagem. Sobretudo: essa sensação ridícula e humana de nos sentirmos superiores aos outros. O “ashes to ashes, dust to dust” não nos entra na cabeça, pobres mortais. Cada homem no seu galho, os macacos não se medem aos palmos.

 

Lincoln disse tudo: queres conhecer o carácter de um homem? Dá-lhe poder.

 

Ou então dá-lhe livros para ler. Poesia para começar. Ou para acabar."

 

 

Ao googlar o assunto, encontrei esta entrevista a quem parece conhecer bem o assunto e que denuncia os perigos para a democracia das denominadas sociedades secretas.

 

Retirei este pedaço.

 

 

 

E podíamos ficar o dia todo a comentar a informação que se encontra sobre o assunto. Até a de um "ex-juíz que acusa a maçonaria de controlar a justiça". E  as interrogações impõem-se: será que nas eleições de hoje é este jogo de influências que se sobrepõe? Será que os regressos, reaparecimentos, ameaças de regresso e por aí fora são apenas jogos de quem se movimenta nestas sombras? Será que a lei de ferro das oligarquias é mais decisiva do que o voto?

 

 



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Quarta-feira, 21.05.14

 

 

 

Prazo para desenvolvimento das ações judiciais para a vinculação dos Professores Contratados (1ª fase)

 

"O MEC, o adeus á troika e a desejada saída limpa"

 

 

 



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Segunda-feira, 05.05.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

"Estimados amigos,

O meu documentário "A Cantiga Era uma Arma", sobre os músicos e as músicas do 25 de Abril e do PREC, e com intervenções de Carlos Alberto Moniz, Ermelinda Duarte, Fausto, Fernando Tordo, Francisco Fanhais, José Jorge Letria, José Mário Branco, Luís Cília, Manuel Freire, Maria do Amparo, Paulo de Carvalho, Samuel e Sérgio Godinho, além dos já desaparecidos Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e José Carlos Ary dos Santos, estreia-se na RTP2 a 6 de maio (terça-feira próxima) pelas 23h30. Segue aqui a introdução. Agradeço que divulguem.
Abraços,

Joaquim Vieira"
Pré-genérico (3.36 minutos) do documentário.


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Segunda-feira, 10.03.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Divulgação de um cartaz por solicitação da Associação 25 de Abril.

Pode partilhar.

 

 

 



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Segunda-feira, 03.03.14

 

 

 

 

 

ANVPC recebida no dia 5 de março no Parlamento Europeu em Bruxelas

 

 

 

 



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Domingo, 12.01.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

 

A ANVPC - Associação Nacional dos Professores Contratados, remeteu hoje, ao departamento da Comissão Europeia responsável pelo envio ao Estado Português do parecer fundamentado relativo a medidas eficazes insuficientes por parte de Portugal para combater as sucessões abusivas de contratos a termo (21 de novembro de 2013), novos, e importantes, elementos para análise

 

Com o envio deste novo pacote de informações e observações relevantes adicionais, a ANVPC pretende dotar este organismo internacional de todos os documentos, e dados precisos, no sentido de que a CE entenda factualmente todos os pormenores associados a este problema, e compreenda, paralelamente, que nos últimos dois anos a situação de precariedade docente não tem vindo a ser efetivamente combatida, mas sim agudizada, por parte do governo em funções.

 

Esta associação remeteu ainda alguns dos princípios básicos que considera que deverão ser cumpridos pelo Estado Português no momento de criação de um concurso nacional externo de professores que dê cumprimento à aplicação da Diretiva 1999/70/CE

 

A poucos dias do fim do prazo concedido por Bruxelas, ao nosso país, para a resolução da precariedade laboral docente, e com o esforço recente de vários grupos parlamentares na apresentação de soluções que coloquem um fim a este problema, a ANVPC acredita que Portugal apresentará, atempadamente, uma solução. Essa solução passará por vincular os docentes contratados (conforme prevê a legislação internacional), fomentando o investimento na Educação Pública.

Vejamos que nenhum cidadão nacional compreenderia que um governo optasse por perder esta oportunidade de resolução deste problema, e pelo incumprimento legal sujeitasse o nosso país a uma pesada multa, a liquidar, uma vez mais, junto de uma entidade externa, não promovendo a utilização dessa quantia no reforço de uma das mais importantes, e estruturantes, áreas sociais e de crescimento de um país -  a Educação.  

 

 

A direção da ANVPC 

 

 

 



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Segunda-feira, 06.01.14

 

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação que faço com muito gosto.

 

 

 

 

COMUNICADO – 06.01.2014

FALTAM 15 DIAS PARA O FIM DO PRAZO ESTABELECIDO PELA COMISSÃO EUROPEIA

 

 

15 Dias …

"É o tempo que falta para expirar o prazo que a Comissão Europeia concedeu ao Governo Português para comunicar as medidas tomadas para rever as condições de trabalho dos professores a contrato a termo, sob pena de remeter o caso para o Tribunal de Justiça da União Europeia.

O Parecer Fundamentado da Comissão Europeia enviado a Portugal em 20 de novembro de 2013 reporta-se à violação da Diretiva 1999/70/CE de 28 de junho que estabelece um acordo relativo a contratos de trabalho a termo, tendo estabelecidos princípios de não discriminação (artigo 4º) e disposições para evitar os abusos (artigo 5º).

Os Professores contratados desenvolvem, ano após ano, as mesmas atividades e têm os mesmos deveres e responsabilidades que os Professores do quadro com igual tempo de serviço, pelo que não é admissível que se perpetue a grave discriminação negativa entre profissionais que coabitam no dia-a-dia no espaço-escola, nomeadamente na remuneração, na progressão na carreira, na periodicidade de avaliação e na sua generalidade num maior número de horas de componente letiva.

Recordamos que as medidas a apresentar para solucionar cabalmente esta situação deverão ter em consideração, para além da legislação comunitária, a Resolução da Assembleia da Republica 35/2010 de 4 de maio, que determinou a obrigação do governo em “…integrar na carreira docente os professores profissionalizados contratados, em funções de docência há mais de 10 anos letivos, com a duração mínima de 6 meses por ano letivo, para efeitos de e integração e progressão na mesma. “ e o parecer do Provedor de Justiça de 8 de junho que refere, “… em face da análise de cada caso concreto, a conversão por via judicial, possa surgir como a medida que se impõe para atalhar à objetiva evidência de ineficácia do regime que permite a manutenção de docentes em situação precária durante 10, 15, 20 anos.”

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados, no seguimento da sua linha de orientação, caraterizada pela postura construtiva na procura de soluções que promovam a resolução da precariedade docente, tem solicitado repetidamente o agendamento de reuniões de trabalho com o MEC. Assumindo, de forma consciente, a sua responsabilidade como parceiro social que atua no domínio do sistema educativo, contribuindo com propostas construtivas para a promoção e salvaguarda de uma política educativa de excelência, exigiremos em todas as instâncias nacionais e internacionais a vinculação dos Professores contratados.

A qualidade da Escola pública preconizada no Estatuto da Carreira Docente não é possível de ser atingida com a instabilidade e insegurança no trabalho, nem com a precariedade laboral manifestada no decurso dos últimos 5, 10, 15 e mais anos.

É urgente e inadiável a resolução da precariedade dos Professores contratados! Basta de chamar necessidades transitórias e cíclicas, àquilo que evidencia, de forma clara, serem necessidades permanentes do sistema público de ensino!

É reconhecido, nacional e internacionalmente, que a Educação se constitui como um pilar fundamental para o desenvolvimento a longo prazo de um país. Tal como o Conselho Nacional da Educação defende, o acesso à Educação e o direito de aprender são indispensáveis ao desenvolvimento dos talentos das pessoas, à afirmação dos países e ao equilíbrio e bem-estar das sociedades, pois “nos tempos difíceis em que vivemos, a educação é essencial para a construção de um futuro sustentável.”

A ANVPC e os Professores contratados continuarão a desenvolver todas as ações ao seu alcance em prol do rigor, da qualidade e da excelência da Escola pública."

 

A direção da ANVPC



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Quinta-feira, 26.12.13

 

 

 

 

 

 

"Mal D´Amores" é o primeiro livro de João Daniel Pereira, da comissão de representantes do movimento "Em defesa da escola pública no Oeste". Li nestes dias e recomendo. Pode encomendar no site da Chiado Editores.

 

O livro foi apresentado nas Caldas da Rainha.

 

 

 

 

 

Encontrei no facebook do autor o primeiro texto do livro.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:37 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Sexta-feira, 13.12.13

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:13 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 26.10.13

 

 

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação que faço com todo o gosto.

 

 

 

 

 

 

 

 

Site da escola aqui.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:16 | link do post | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Sexta-feira, 04.10.13

 

 

 

 

Recebi por email, devidamente identificado, com pedido de divulgação.

 

 

"Não ao corte nas pensões". Petição aqui.



publicado por paulo prudêncio às 10:06 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 03.10.13

 

 

 

Recebi por email, devidamente identificado, com pedido de divulgação.

 

 

"Ministério da Educação nega mobilidade por doença a doentes oncológicos

E nem sequer justifica ...

"Indeferimento que, em clara violação dos artigos 124º e 125º do CPA, não se encontra minimamente fundamentado e foi proferido sem se dar aos candidatos a possibilidade de se pronunciaram previamente à decisão." (Recurso de uma professora)

Em suma, são vários os casos de indeferimento e até agora, mais de 20 dias passados após recurso de alguns docentes, nenhuma resposta.
Que não se repita o que já aconteceu..."







publicado por paulo prudêncio às 10:00 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Segunda-feira, 23.09.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

"Amigo(a)s,


Tenho várias toneladas de Pêra Rocha ainda nas árvores e não posso entregar na FrutaOeste porque o calibre só ronda 50/55. É muito pequena, não pagam nada e ainda tendo de pagar 10 cêntimos pelo frio .

Por isso venham à Quinta do Infesto - Carvalhal - Torres Vedras. Podem desfrutar de ar puro e trazer filhos e netos .

Durante esta semana podem colher a pêra e acreditem que se me derem 0,25 cêntimos o Kilo ainda vos ofereço uns kilitos de borla.


Como não gosto de ilegalidades passo factura. 

Se não for pedir demais solicitava a vossa partilha.


Muito obrigado a todos . 


Tm 96 261 46 86"

 




publicado por paulo prudêncio às 20:51 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 07.09.13

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

 

Caro (a) amigo (a)

O semanário Expresso publicou em 24.8.2013 um extenso artigo do Secretário de Estado da Administração Pública sobre a chamada lei de requalificação da Administração em que ele a defendia utilizando um conjunto de inverdades, para não dizer mesmo mentiras. Para reforçar/apoiar a posição do governo, este semanário  enquadrou o artigo com uma longa coluna não assinada, portanto da responsabilidade  do próprio jornal, onde repetia os argumentos do governo sem qualquer análise objetiva.

Como tenho participado como assessor dos sindicatos da Função Pública nas negociações com o governo, e tive de analisar  de uma forma atenta o projeto de lei do governo e suas consequências para os trabalhadores , escrevi um pequeno texto onde procurava repor a verdade, e em nome de uma informação objetiva aos leitores, o que pressupõe o contraditório, solicitei ao diretor do Expresso a publicação do referido texto.

O Expresso optou por não publicá-lo por isso decidi divulgá-lo e para seu conhecimento envio em anexo agradecendo a sua divulgação
Com consideração

Eugénio Rosa
Economista






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Segunda-feira, 15.07.13

 

 

 

 

Pedido de esclarecimento urgente da ANVPC à DGAE - OAL





publicado por paulo prudêncio às 18:48 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 12.07.13

 

 

 

 

 

Recebido por email devidamente identificado e com autorização de publicação.

 

 

 

"Vou ali já venho... 3 

 

As Redes Sociais, Escolas e Hospitais



Crónica de mal dizer - por Leonor Tornada


Falando de Hospitais, nas redes sociais gasparina-se! Por vezes gasparinam-se reflexões maduras outras vezes ódios e rancores a destempo.
Nas varandas do facebook penduram-se lençóis do passado, com cheiro a naftalina.

Também há nobres comentários, por vezes longos e chatos, outras vezes irritantemente angelicais.

O Bandarra de Trancoso lança profecias e sementes de sebastianismo, esquecendo subtilmente alguns factos do passado.
Os cuidados hospitalares e o Termalismo saem dilacerados das conversas, enquanto os refogados se preparam nos gabinetes, cozinhando soluções destemperadas, insonsas, enfeitadas com Inatel. E quando for empratada a caldeirada os pobres águas-mornas vão olhar para a mesa com a satisfação de quem consome farturas e churros na noite de 14 de Maio.
Enquanto isso a comissão dos Juntos vai servindo um queijo curado, já menos amanteigado, um feijão-frade de duas caras com falta de salsa e azeite - até o café nicola traz pouco aroma, e assim esta vida não chega a netos.
Ainda no Face, a Escola Publica é analisada filosoficamente, com juanina teimosia e com masculina prudência. Mas cá fora é tratada com meias tintas e veigamente abandonada.
Ainda assim, contrariadamente, cedem-se espaços onde Santanas (que não os Lopes) põem os pontos nos ii sem papas na língua, chamando os bois, ou melhor, os  palhaços, pelos nomes, enquanto outros desajeitadamente se auto-elogiam e, outros ainda, fazem exercícios de malabarismo, procurando equilíbrios que não sabem ter, apenas para não perder votos. Mas não conseguem deixar de se perder na estacaria da escola privada…
Com os dinheiros públicos como pano de fundo (ou de mesa) as cartas viciadas baralham o jogo da vida,  deixando, por vezes, desamparados os verdadeiros mestres do saber e da pedagogia.
Vou ali já venho…"



 



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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
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