Em busca do pensamento livre.

Quinta-feira, 16.03.17

 

 

 

"Não tendo surgido informações publicadas sobre um procedimento que está a ocorrer em vários agrupamentos de escolas para implementação obrigatória de supervisão pedagógica (vulgo, observação de aulas) a todos os professores da escola, informo que existem vários agrupamentos escolares cujas direcções estão a invocar a obrigatoriedade de supervisão pedagógica entre pares, com títulos pomposos que disfarçam a intenção, mas que nitidamente se operacionalizam como observação de aulas: selecção de conjuntos de professores que durante o ano vão observar aulas mutuamente. O processo ocorre sem quaisquer atribuição de horas letivas ou não letivas e sem respeitar o Decreto 26/2012, sendo inicialmente proposto em regime de voluntariado, mas existindo a natural exigência de enquadramento legal por parte dos profissionais, invoca-se uma suposta exigência da IGE como medida de melhoria de resultados na avaliação externa das escolas (por exemplo, transcrevo uma comunicação interna sobre um projeto chamado “Colaborar para aprender”, nome dado ao processo de supervisão mútua de professores, com observação de aulas: Informa-se que todas as atividades e metas estabelecidas são para cumprir. Uma vez validadas pelos órgãos de gestão do Agrupamento, são de cumprimento obrigatório. A Inspeção Geral da Educação encontra-se a efetuar ações de acompanhamento”).
 Estando definida legalmente a avaliação de desempenho e respetiva obrigatoriedade de observação de aulas, este processo subrepticio que se instalou nas escolas é uma forma encapotada de exercer uma avaliação de desempenho sem alteração legislativa, sem respeitar o cumprimento do decreto 26/2012 e sem ouvir legalmente as partes interessadas nessa suposta vontade de alteração. Torna-se mais lamentável este processo quando são também professores a tentar implementá-lo desta forma…
Este aviso é para alertar para este tipo de acções que estão a acontecer, e informar os docentes de que esse procedimento não pode ser considerado obrigatório só porque a “IGE está a acompanhar” mas tem de ser enquadrado na legislação em vigor.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
Mário Silva"


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Quarta-feira, 01.02.17

 

 

 

Recebi por email, devidamente identificado, o seguinte:

 

A FENPROF lançou uma campanha nacional em torno da alteração do atual modelo de gestão das escolas/agrupamentos, tendo como objetivo obrigar o governo a aprovar um modelo de gestão e administração diferente, pondo fim ao modelo centrado na figura unipessoal do diretor, à anulação prática do conselho pedagógico, tornado um órgão constituído “à medida do diretor” e meramente consultivo e a um conselho geral em muitíssimos casos assaltado por interesses partidários e corporativos, quase sempre ao serviço do diretor.

O envolvimento dos professores e educadores de cada escola/agrupamento é imprescindível para o sucesso desta campanha. 

Entre 30 de janeiro e 3 de fevereiro podes responder ao inquérito “on line“ aqui.

 

Participa e divulga a outros docentes.

Obrigado.

 

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Segunda-feira, 30.01.17

 

 

 

Recebi por email, devidamente identificado, um comunicado do grupo de sindicalistas independentes, autonomia sindical, integrado na Fenprof.

 

"VINCULAÇÃO EXTRAORDINÁRIA – PRIORIDADE AOS PROFESSORES DO ENSINO PÚBLICO

 

 

1) De acordo com os números anunciados pelo Governo, o processo dito de “Vinculação Extraordinária” irá deixar de fora cerca de 1700 professores contratados do Ensino Público com mais de 12 anos de serviço e 5 contratos nos últimos 6 anos.

2) Situação tanto mais intolerável quanto, grande parte das cerca de 2000 vagas anunciadas para o concurso externo poderá vir a ser ocupadas pelos mais de 900 professores vindos do Ensino Privado e que concorrerão na 2.ª prioridade, com todo o seu tempo de serviço no ensino particular (20, 30 e até 36 anos de serviço!).

3) Esta situação, de claro ultraje a todos aqueles que, ao longo dos anos, deram o melhor do seu esforço à Escola Pública, é absolutamente inaceitável.

4) Em consequência, o Grupo de Sindicalistas Independentes/ Autonomia Sindical reivindica:

A. Que todas as Vagas de quadro a abrir no Concurso Externo para 2017/2018 sejam aditadas aos lugares a preencher no âmbito da vinculação extraordinária prevista.

B. Que, se após o processo anterior, sobrarem vagas por preencher, as mesmas sejam ocupadas, por ordem de graduação profissional, por professores contratados da 2.ª prioridade, que hajam lecionado no Ensino Público em 5 dos últimos 6 anos lectivos.

 

Pelo Grupo de Sindicalistas Independentes,
Carlos Vasconcellos"



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Quinta-feira, 24.09.15

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 12.05.15

 

 

 

 

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Segunda-feira, 09.03.15

 

 

 

Tolerância para a não utilização do Acordo Ortográfico de 1990 nos Exames Nacionais

 

Pela Recuperação e Requalificação Urgentes do Edifício da Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN)



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Quarta-feira, 18.02.15

 

 

 

Essa coisa da comercialização de bases de dados com endereços electrónicos provoca lixo sem fim e já nem há pruridos. É um vale tudo. Há uns 200 emails diários que vão parar à pasta dos indesejados e que nem lhes toco. Há pouco, o mais recente, vinha de um Óscar dirigido a jornalistas para divulgação. Abri-o. Como não sou jornalista, fica o email com a solicitação em título.

 

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Terça-feira, 10.02.15

 

 

 

Um contributo de Mário Silva.

 

 

"A verdade esfregada na cara.

 

"Desta vez, vamos fazer com que a classificação seja executada exactamente nos mesmos moldes em que é executada para qualquer exame nacional, ou seja, através de despacho, todas as tarefas inerentes à classificação passam a ser obrigatórias.”

Este responsável admite que a medida poderá causar contestação, mas está confiante que acabará por ser aceite: “A percepção que tenho é que, como em tudo na vida, como em tudo o que implica mudança, há um impacto inicial que gera muito ruído e, depois, esse ruído vai tendencialmente diminuindo”, nota Hélder Sousa. jornal Público

 

Esta declaração marca o dia em que um dirigente assume publicamente que os professores e o povo em geral são como um ‘cão que ladra e não morde’. Os dirigentes políticos têm esta perceção do povo e por isso sabem que podem decidir a seu bel-prazer, e que apesar de muito ladrar, nunca serão mordidos e tudo se fará como planeado. Rui Zink, num debate, declamou que a caravana passa e os cães ladram, ladram, ladram, mas um dia mordem. É um cenário tentador mas desfasado da realidade: eles jamais morderão. A única situação em que poderão morder, é se aparecer um dono que os conduza.

No caso dos professores, vão legislar como quiserem, os profs vão estrebuchar mas vão cumprir docilmente o que lhes impingirem. Foi assim com a ADD (que ficou com a estrutura que a ministra idealizou), com os cortes salariais, o congelamento da carreira, a alteração curricular, a última greve aos exames e avaliações (onde existiram profs de direções que assumiram as funções do secretariado que fez greve). Para mim, não é novidade há vários anos, e por isso, agora rosnam mas obedecem com o rabinho entre as pernas.

Existem formas individuais de resistência, com efeitos nefastos e insidiosos, que cada um imagine quais serão, sendo neste momento o que resta a todos aqueles que, quando ladram, ainda mordem…"

 

 

 



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Terça-feira, 27.01.15

 

 

 

 

Texto de Pedro Bidarra.

 

 

 

Holocausto, dívida e alemães

 

"Quis o destino que eu lesse, na semana passada, dois textos sobre o mesmo assunto. Textos que junto aqui porque foram feitos um para o outro. Se acharem demagogia ou mau gosto juntar holocausto e economia, culpem o destino que os emparelhou no meu stream noticioso.

 

Um li no Público, “Milagre económico alemão teve ajuda de perdão de dívida”, o outro no New York Times, “The Holocaust just got more shocking”. O Público relembra-nos que, em 1953, setenta países perdoaram a dívida alemã acumulada antes e depois da guerra – e que ajudou a financiar. O montante do perdão equivaleu a 62,6% da dívida, tendo sido também acordados valores de juro abaixo do mercado e uma amortização, da dívida e do juro, limitada a 5% do valor das exportações.

(Espero que estes valores, que li no Público, estejam certos que eu é mais Ciências Sociais e História).

Para conseguir este perdão, continua o artigo, foi decisiva a pressão dos EUA e o assentimento dos outros dois membros da troika da altura: França e Inglaterra.

Já o New York Times dá conta de outros números e de uma contabilidade mais negra. Os números são apresentados pelos investigadores e historiadores do Holocaust Memorial Museum. Segundo eles, durante o reino de terror nazi, de 1933 a 1945, os alemães implementaram, da França à Rússia, uma rede de 42.500 campos de terror. Quando esta investigação começou, no ano 2000, estimava-se que o número andasse pelos 7 mil, mas a História veio a revelar-se seis vezes mais negra. A contabilidade é esta: 30 mil campos de trabalho escravo, 1150 guetos judaicos, 1000 campos de prisioneiros de guerra, 980 campos de concentração, 500 bordéis de escravatura sexual e mais uns milhares de sítios dedicados à eutanásia de velhos e doentes e à prática de abortos forçados.

O curioso é que, apenas oito anos depois de toda esta germânica atrocidade, setenta países, encabeçados por uma troika deles, resolveram perdoar 62,6% dívida alemã, reconhecendo que, se assim não fosse, Berlim nunca recuperaria e todos tinham a perder ainda mais.

Talvez a explicação esteja no ensaio “Morale and National Character”, escrito pelo antropólogo G. Bateson em 1942, sobre americanos, ingleses e alemães. Diz ele que americanos e ingleses, mais dados a padrões de relacionamento simétricos – um cresce quando o outro cresce e um relaxa quando o outro relaxa – não têm normalmente estômago para “bater em quem já está no chão”; ao contrário dos alemães, mais dados a relacionamentos complementares, do tipo dominação/submissão – quando mais fraco te sentes mais forte me sinto. Segundo escreveu, impor punições à Alemanha implicaria uma dominação constante dos vencedores o que, a médio prazo, resultaria num abrandamento e numa nova escalada alemã.

Em 1953, por muitas razões, fez-se o que estava certo. Perdoou-se. Perdoou-se, ao povo que implementou 42.500 campos de terror, o dinheiro que deviam e que tinha sido usado (também) para os financiar.

O perdão é a dívida da Alemanha. É bom lembrar e, já agora, cobrar."

 

 

Publicitário, psicossociólogo e autor
Escreve à sexta-feira
Escreve de acordo com a antiga ortografia

 

 

 

 



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Domingo, 11.01.15

 

 

 

 

 

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Quinta-feira, 13.11.14

 

 

 

Discricionaridade concursal - situações iguais com tratamentos desiguais?

 

 

 

 



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Terça-feira, 11.11.14

 

 

 

Nº 4 da revista três três, sob o tema "a cópia"

 

 

 

 



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Quarta-feira, 01.10.14

 

 

 

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Quinta-feira, 25.09.14

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação:

 

 

"Estimados bloguers,
 
Acompanho com assiduidade os blogues do quarteto educativo como outros que têm o mínimo de imparcialidade e rigor técnico, como forma de reconhecimento pelo trabalho apresentado, já que não possuo as qualidades para pertencer e colaborar nesses grupos que se destacam. Dito isto, envio em anexo um artigo de um comentador do jornal Expresso que me fez revolver as entranhas, levando à náusea. Simpatizo a quem é dirigido o artigo e com o conteúdo; apenas fiquei irado de jamais ter sido escrito um artigo nos mesmos termos em relação aos ‘colaboradores’ em funções públicas.
Confesso que me assaltaram imagens pouco civilizadas, fantasiando estar vestido de negro a degolar umas quantas personalidades perante a câmara de vídeo, tal foi a revolta, raiva e indignação com que fiquei, por constatar que quem trabalha na administração pública é menos considerado que o dejeto do cão no passeio da rua…
No que respeita ao artigo, declaro que existiram vários portugueses, nos quais me incluo, que consideravam há vários anos a administração BES criminosa; e quando o exprimiam em conversas, eram rejeitados e atacados pelos que lá trabalhavam, com a cartilha psicológica que lhes tinha sido impingida no ambiente laboral.
Talvez agora, finalmente(?), percebam os sentimentos de há muitos anos, daqueles que têm como patrão o governo, e que têm sido os bodes expiatórios dos vários 'Ricardos Salgados' que por lá passaram, sendo apelidados de privilegiados em vez de vitimas. Têm sido responsabilizados, como manobra de diversão, pela porcaria que os outros fizeram, odiados, desprezados e prejudicados fortemente nas suas profissões, que dão o peito às balas, e são simplesmente 'colaboradores' como todos os outros. Para esses, que também estão a explorar à custa deles, não foi escrito um artigo de jornal a encorajá-los...
Contudo, contrariamente ao estado geral da população, empatizo sempre com todos aqueles que são vitimizados pelas decisões dos outros e considero indecente, abjeto e imoral destruírem as vidas dessas pessoas que não contribuíram para o descalabro; é pena que não haja a mesma empatia com as pessoas que trabalham em funções públicas...
E mais não revelo o que vai na minha alma, tal seria a repulsa com que ficariam se o revelasse; apenas declaro o profundo desgosto e tristeza de viver numa merda de sociedade tão culturalmente pobre..."

 

 

Mário Silva

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 14:47 | link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Terça-feira, 23.09.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação:

 

 

"A maior vergonha dos últimos tempos...

 

 

Assisto incrédula aos últimos acontecimentos. Não sei aquilo que me deixou mais perplexa, se o erro matemático cometido e já admitido na colocação de professores se os acontecimentos que se seguiram, assistimos na última semana a um ministro que assume o erro ao ponto de pedir desculpas aos portugueses mas não ao ponto de se demitir, tenta menorizar um erro gravíssimo e até científico justificando que afetou “apenas” cerca de 2% dos docentes (mil a dois mil professores), e com o aval do primeiro ministro. O que quer isto dizer? Se o erro só afetasse 100 professores ou 1 a injustiça era menos grave? E ainda assim, a comitiva do ministério de educação continua a cumprir a agenda politica e dá prioridade a inaugurações em vez de dedicarem todos os esforços à resolução deste problema, quanto mais não fosse porque foi e continua a ser posto em causa o principal assento politico deste ministério. Já todos percebemos que um ministro que estava tão preocupado em escolher os melhores professores para os poucos lugares disponíveis, tanto que criou uma prova “inédita” para candidatos a docentes, veio agora colocar os professores seguindo uma lista que não cumpre a legislação e que o erro já admitido colocou injustamente cerca de dois mil docentes. O que ainda não sabemos é como será resolvida esta “incongruência de escalas”. O secretário de Estado da Educação garantiu publicamente que estes professores já colocados não sairão prejudicados. A classe docente em particular e a sociedade em geral ficou muito mais aliviada em saber que aqueles que foram colocados injustamente, estão a ensinar os nossos filhos, não precisaram de se inscrever no centro de emprego e continuam a contabilizar tempo de serviço, desde a passada segunda-feira, e que até, quem sabe, para o próximo ano podem passar à frente de dezenas e até centenas de colegas, mais uma vez injustamente. O que estou à espera de saber é o que acontecerá aos docentes que foram ultrapassados, muito dificilmente, estes, nos quais me incluo, não sairão prejudicados. É importante que toda a sociedade perceba que o que se está a passar transcende o limite do desculpável e não é como alguns comentadores políticos o querem fazer ver um “erro comum resolvido pontualmente como acontece todos os anos”. O erro Crato, como alguns já o designaram, leva-nos a um paradoxo que não tem resolução possível, dado que a solução justa passa por uma anulação completa das listas e consequente anulação das colocações já realizadas mas como pode ser isto possível se estes docentes estão desde o dia 15 de Setembro ao serviço do Ministério de Educação. Após doze anos de serviço ao Ministério de Educação, nunca presenciei uma injustiça com estas dimensões que afeta não apenas 2% dos professores, como nos querem fazer ver, mas toda a sociedade, à qual me tenho dedicado, ao longo destes anos para que a falta de cultura não seja a condenação do povo. Por uma questão de verdade e justiça, por mim, pelas minhas filhas e pelo futuro deste país que também é meu e no qual ainda acredito, não baixarei os braços até que este erro que nos querem fazer parecer pequeno seja corrigido e sirva de exemplo para que tamanhas injustiças não venham a ser cometidas no futuro seja na Educação ou em qualquer outra área."

 

 

Célia Lopes

 

 



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Quinta-feira, 18.09.14

 

 

 

PEDIDO DE DIVULGAÇÃO:  Bolsa de Contratação de Escola - Anulação Imediata das Listas

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:47 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 16.09.14

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 17:00 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 08.09.14

 

 

 

Recebi por email o seguinte pedido de divulgação:

 

 

"Caro colega,

Agradeço que divulgue no seu blog o blog http://rescisoes.blogs.sapo.pt, que contém estatística em tempo real dos pedidos de rescisão deferidos.

O blog irá sendo actualizado, segundo a minha disponibilidade e as sugestões das pessoas (por exemplo, para cruzamento de dados de que eu não me lembre). Possivelmente, no fim disto tudo - e porque o software é limitado apenas a 3 relatórios - será feita estatística mais detalhada (por grupo, por exemplo).

Uma vez que não há muitos participantes no inquérito (58 apenas), este site podia funcionar como incentivo à participação das pessoas.

Obrigado pela atenção.

Um professor preocupado."

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:18 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 05.09.14

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação da Associação Nacional de Professores Contratados:

 

 

"Comunicado 05.09.2014

 

NOVO PEDIDO DE ALARGAMENTO DE PRAZO DO CONCURSO BCE E CORREÇÃO DE ERROS DIAGNOSTICADOS

 

 

O Mistério da Educação e Ciência já comprovou que desde o arranque do concurso de Bolsa de Contratação de Escola, na plataforma SIGRHE, existem problemas informáticos graves, já devidamente testemunhados por centenas, ou mesmo milhares de docentes, em vários espaços públicos  (web, televisão, entre outros).

 

À data da presente comunicação conhecemos ainda casos de docentes que não conseguem imprimir o seu recibo de candidatura, não podendo posteriormente comprovar a inserção correta dos dados, numa plataforma que não dá qualquer garantia de fiabilidade. São ainda conhecidos, recentemente, através de vários meios, situações de docentes que confirmam que responderam a um maior número de subcritérios de seleção do que aqueles que a plataforma gerou no recibo de submissão de candidatura.  

   

Face ao exposto a ANVPC - Associação Nacional dos Professores Contratados, já requereu ao MEC um novo prolongamento do prazo deste concurso, e a correção imediata de todos estes erros, assim como o apuramento de responsabilidades (a quem de direito), uma vez que todos estes acontecimentos graves na plataforma, totalmente alheios aos docentes opositores a esta bolsa, têm prejudicado milhares e milhares de docentes e as suas famílias. Mais se refere que, certamente, todos esses erros não são decorrentes do número de acessos aos servidores da DGAE, uma vez que o concurso nacional detém possivelmente o mesmo número (ou maior) de opositores, e não decorreram nenhuns problemas informáticos.

 

Esta associação exige ainda que todos os horários a publicar na Bolsa de Contratação de Escola, caso tenham sido identificados pelos Diretores das Escolas TEIP e Autonomia como necessidades anuais, sejam, mesmo que disponibilizados aos docentes posteriormente ao dia 15 de setembro, considerados anuais pelo MEC/DGAE, e não temporários (como o seriam, pela aplicação do ponto 11 do artigo 9º do DL n.º83-A/2014 de 23 de maio). Vejamos que aos docentes contratados portugueses não poderá, nessa medida, ser imputada a consequência direta do atraso, e anomalias técnicas, decorrentes deste concurso. As primeiras colocações da BCE deverão ainda, a nosso ver, produzir efeitos, tal como no concurso nacional, ao dia 1 de setembro de 2014.

 

 

A Direção da ANVPC"

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 20.08.14

 

 

Pedido de divulgação:

 

Nova denúncia da ANVPC (professores contratados) às entidades europeias

 

 

 



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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
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