Em busca do pensamento livre.

Quarta-feira, 22.03.17

 

 

 

Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Há muito que se teme o fenómeno. É que um dia os eleitores "acordam" e viram-se para fora do mainstream.

As declarações do presidente do Eurogrupo são muito graves. É incontestável. É muito mau para a Europa. Mas há quase três anos declarou um mestrado com uma designação que não existia. Podia ser engano administrativo. Não foi. Não tinha esse grau académico, mas administrativamente continuou como presidente do Eurogrupo. A Europa está administrativamente assim. Se olharmos para a hecatombe moral dos políticos mainstream franceses com as suas legalidades administrativas, só por muita sensatez dos eleitores é que podemos esperar a derrota da extrema-direita francesa.

 

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Cópia de 1118363

 

 

Luís Afonso



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Domingo, 19.03.17

 

 

 

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Antero



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Quarta-feira, 15.03.17

 

 

 

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Cópia de 1116690

 

 

Luís Afonso



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Terça-feira, 07.03.17

 

 

 

Os totalitarismos estabelecem-se através de leis. Desde logo, com as que são impossíveis de cumprir. Com a velocidade legisliva, é natural que os destinatários se interroguem com a vigência. Faz tempo que o direito abandonou a visão positivista do primado absoluto da lei para integrar uma concepção mais moderna que se pode designar por um "ir e vir constante entre a norma e o caso". Nesse sentido, as fontes que socorrem a capacidade de decisão dos juízes continuam a ser as normas, mas também a jurisprudência e a jurisprudência dogmática (ou doutrina). Ou seja, para além das normas deve considerar-se cada caso em si e também a ciência jurídica produzida pelos jurisconsultos.

 

Importa sublinhar que os totalitarismos não se estabelecem sem a "presença" (nem que seja por alheamento) da maioria das pessoas. As sociedades vão criando um caldo propício às ditaduras, venham elas donde vierem. Desde logo, e como foi dito, pela construção de leis impossíveis de cumprir, mas também por práticas anti-democráticas. Podemos pegar em muitos exemplos. São casos de "impossibilidade" que criaram um estado de sítio legislativo. Em muitos casos, só o fingimento permite o "cumprimento" legal.

 

Para a partilha no facebook acrescentei:

 

Estranhei o conteúdo inocente na SIC (nem sabia e recorri à box). Um juiz tão naïf? E esta mediatização agora? Este nonsense? Acabei de ler a entrevista ao Expresso (dada antes da outra) e percebi muito mais. "Querem afastar-me de tudo; estou cercado; sou escutado; tenho manuais de espiões à porta; decidi falar; são alocados tostões à justiça e milhões à recuperação bancária". Sim; o Juiz Carlos Alexandre pode ser acusado de estar aos papéis em alguns processos, e daí a mediatização, mas a sua narrativa é tão interessante. Sei lá: aconselho a obra maior de Laurence Sterne (e da literatura), "A vida e opiniões de Tristram Shandy". Nota: quando, e durante meses, ou anos, a fio, ligamos a determinados amigos (mais ainda se forem bloggers) e as chamadas são ruidosas e difíceis, e não raramente vão parar ao voice mail, significa que estamos a ser escutados? E anda uma pessoa a trocar de telefone e a dizer mal do hardware:)

Usei parte deste texto noutro post.

1ª edição em 16 de Setembro de 2016.

 

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Domingo, 05.03.17

 

 

 

"A formação da personalidade apoia-se na sua negação", é uma intemporal verdade educativa. Por mais que os destinatários reajam (e é bom que o façam), o "não" tem tanto de desejado, de necessário e de útil como de inconfessado pelos educandos.

Outra verdade prende-se com a necessidade do "não" escolar aos encarregados de educação (não organizacional e curricular, obviamente) e que a lógica do "cliente tem sempre razão" tem eliminado. É evidente que haverá encarregados de educação mais "tudólogos" ou necessitados da sensatez do não escolar, que confundem o "outro" com o "igual" na educação das crianças e jovens e que desvalorizam a importância destas questões para a saúde da democracia como sublinharam Hannah Arendt e muitos outros. A gravidade acentua-se se a desinformação atinge autoridades escolares.

 

2ª edição.

 

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Segunda-feira, 27.02.17

 

 

 

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Luís Afonso



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Sábado, 18.02.17

 

 

 

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Antero

 



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Terça-feira, 31.01.17

 

 

 

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Daqui

 



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Sábado, 28.01.17

 

 

 

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Luís Afonso



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Terça-feira, 24.01.17

 

 

 

Foi em 2003 que os concursos de professores iniciaram o movimento descendente. O rol de injustiças (inúmeras já irreparáveis) cresceu e lançou os procedimentos num labirinto em forma de imbróglio. Entre tanta justificação, o mérito no exercício dos professores destacou-se ciclicamente.

O sistema integrado de avaliação do desempenho da administração pública nasceu para resolver de vez, diziam os mentores, esse tipo de "lacuna". O SIADAP reuniu uma linguagem sedutora e bem-pensante como as que deram origem aos totalitarismos. A "meritocracia industrial" é, objectivamente, uma impossibilidade.

SIADAP hibernou, mas sobrevive em regime de faz de conta e degrada o clima das organizações. Para que a comédia tivesse um episódio marcante, em "Outubro de 2012" o Governo eliminou, como corte financeiro, as distinções por "mérito" e os sindicatos exigiram, de modo cínico, obviamente, a continuação da tragédia. É um processo que exige atenção agora que se assiste, nos concursos de professores, ao regresso "inspirador" das ideias datadas que secundarizaram a graduação profissional e permitiram dois desmiolos: bolsa de contratação de escola e prova de ingresso.

 

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Quarta-feira, 18.01.17

 

 

 

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Luís Afonso



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Domingo, 01.01.17

 

 

 

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Cópia de 1099370

Luís Afonso

 

 



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Segunda-feira, 19.12.16

 

 

 

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Antero



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Quinta-feira, 15.12.16

 

 

 

 

Leia, sff, e tente adivinhar quem fez as declarações seguintes antes de encontrar a solução no parágrafo final; mas sentado como na imagem (prémio 2014 do melhor cartoon da Press Cartoon Europe).

  1. “Não é preciso ser altruísta para apoiar políticas que elevem a renda dos pobres e da classe média. Todos beneficiarão com essas políticas porque são essenciais para gerar crescimento mais alto, mais inclusivo e mais sustentado. Ou seja, para se ter crescimento mais duradouro será necessário gerar crescimento mais equitativo."
  2. "Novos estudos demonstram que elevar em um (1) ponto percentual a parcela da renda dos pobres e da classe média aumenta o crescimento do PIB de um país até 0,38 pontos percentuais em cinco anos. Em contrapartida, elevar em um (1) ponto percentual a parcela da renda dos ricos reduz o crescimento do PIB em 0,08 pontos percentuais. Nossas constatações sugerem que – contrariando a sabedoria popular – os benefícios da renda mais alta estão a "espalhar" para cima e não para baixo. Para além de outras variáveis, constata-se que os ricos gastam uma fracção menor da sua renda o que reduz a procura agregada e enfraquece o crescimento. Os nosso estudos anteriores demonstram que a desigualdade excessiva de renda reduz, e na verdade, a taxa de crescimento económico e torna o crescimento menos sustentável com o tempo."

Está sentado? Fique a saber que são declarações, em Bruxelas, de Christine Lagarde, em Junho de 2015, baseadas no boletim oficial do FMI de 17 de Junho de 2015 que integra o estudo, também de Junho de 2015 e do mesmo FMI"Causes and Consequences of Income Inequality: A Global Perspective". Se Maquiavel estivesse por cá, teria explicação: "disse ao Príncipe: faz a maldade toda em pouco tempo e depois confessa-a; sei lá: afirma-te neoliberal no início e "social-democrata para sempre" no fim; confia na sabedoria popular."

 

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Sábado, 10.12.16

 

 

 

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Antero

 



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Sexta-feira, 09.12.16

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Domingo, 04.12.16

 

 

 

A alteração das regras para aposentação associada aos aumentos nos horários e na burocracia, exige que uma legião de professores tenha um único objectivo para salvar a dignidade mínima: que as aulas não se afastem muito da qualidade do período áureo da energia. As profissões exigentes são assim e só quem nunca passou uns anos numa sala de aula é que confundirá o que escrevi com corporativismo.

 

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Luís Afonso

 

 



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Sábado, 03.12.16

 

 

 

As universidades e os politécnicos devem organizar o acesso ao ensino superior. O ensino secundário, para além de obrigatório, deve certificar o fim de um ciclo de estudos. É uma mudança difícil, mas ficaremos com mais sociedade e melhor escola e com crianças com mais tempo para brincar. O regime actual estimula, por incrível que pareça e desde os seis anos de idade, muitos trabalhos de casa, muitos exames, muitas explicações, quadros de honra nos primeiros ciclos de escolaridade e ocupação total do tempo em instituições. Para além, como se sabe, das componentes críticas do ensino secundário vigente. Não há regimes de acesso perfeitos, mas o existente provoca, e há muito, consequências negativas directas e indirectas.

 

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Quarta-feira, 30.11.16

 

 

 

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Antero



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Segunda-feira, 21.11.16

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Quinta-feira, 03.11.16

 

 

 

 

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Cópia de Captura de Tela 2016-11-03 às 21.21.32

Luís Afonso

 

 



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Quarta-feira, 02.11.16

 

 

 


Peter Albert David Singer (nascido em 1946 em Melbourne, Austrália) é filósofo e professor na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, na área da ética prática. Trata questões éticas numa perspectiva utilitarista. Recomento o seu livro "Ética Prática".

Retenho esta frase:


"A ética é prática, senão não é verdadeira ética. Se não for boa na prática, também não é boa na teoria".

 

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Quinta-feira, 20.10.16

 

 

 

 

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Cópia de 1081992

 

Luís Afonso

 

 



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Quarta-feira, 19.10.16

 

 

 

 

É intemporal a crítica à escola-industria e raramente as escolas escapam à normalização de horários, de currículos e por aí fora. É uma crítica fundamental, mas está sempre à mercê de "cíclicos inventores da roda". Uma análise séria exige muitos caracteres. Dividi esta discussão em capítulos a partir da síndrome de boreout (tédio no trabalho) que é uma evidência preocupante na escola portuguesa. Mais entre os professores, mas também, e de acordo com OMSáude, entre os alunos adolescentes.

 

Nos últimos dias mediatizou-se a experiência da escola de Carcavelos que pensa "fora da caixa". Conheço pouco do fenómeno em concreto e já ouvi opiniões divergentes. Salienta-se, desde logo, a vontade de reflectir. Na Educação, as mudanças (falar de revolução neste domínio é manifestamente exagerado) devem ser progressivas, paulatinas, discutidas e pensadas. A escola é, quase por definição, uma instituição em crise. Os caminhos "fora da caixa" exigem coragem, vontade, moderação, sensatez e amor à liberdade - também de ensinar e aprender -.

 

Importa, desde logo, mudar detalhes. Coisas aparentemente pequenas. Se pensarmos no que existe em Portugal, com aulas de noventa minutos, podemos questionar: estão todos os anos de escolaridade nas mesmas condições para este tempo de aula e mesmo as diversas disciplinas de um mesmo ano ou todas as aulas do mesmo professor a uma determinada turma? É certo que não. Deslocar o intervalo, por exemplo, para a conveniência pedagógica e didáctica da responsabilidade de cada professor tem as vantagens que se queira imaginar para além de suscitar uma quebra de rotinas e uma "abertura" para a integração de novas ideias didácticas sem "beliscar" a leccionação dita mais tradicional.

 

Um exemplo da mesma família, que é, sem dúvida, um retrocesso a caminho da escola-indústria, é a calendarização a eito de todos os testes, de todas as turmas e em todos os anos de escolaridade. Condicionar deste modo a abordagem didáctica diferenciada a cada turma, só mesmo num modelo contraditório e conceptualmente perdido que advoga em simultâneo o ensino individualizado e diferenciado (para além do cultivo precoce do retrógrado "estudo para o teste" ou aquele mais "reivindicativo": só respondo a um conjunto de questões por dia). Olhando para a imagem, aquele pico de aprendizagem teria, se existisse, alguma explicação.

 

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Quarta-feira, 05.10.16

 

 

 

 

"Gostava ainda de deixar uma ideia do enorme João dos Santos, “(...)Foi meu professor porque foi meu amigo” e uma convicção pessoal que a idade cada vez mais cimenta, qualquer professor ou educador, tanto ou mais do que aquilo que sabe, ensina aquilo que é."

 

Muito "interessante o post" do José Morgado, donde retirei o parágrado inicial, do blogue Atenta Inquietude, dedicado ao dia Mundial do Professor.

 

Como hoje foi reposto o feriado do 5 de Outubro, escolhi um desenho do Antero.

 

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Sábado, 10.09.16

 

 

 

A menos que faça como aquelas pessoas que pedem amizade sem qualquer amigo - não tinham qualquer acção na rede - e de perfil irreconhecível ou de outro mundo :). Haja pachorra.

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Quarta-feira, 07.09.16

 

 

 

"Precisamos é de escolas normais para pessoas normais". Ouvi e concordei. Precisamos de escolas com instalações decentes, com um número aceitável de alunos por turma, com uma organização desburocratizada, moderna, ambiciosa e virada para o futuro. Precisamos de escolas não titubeantes na afirmação da democracia. Precisamos de recuperar o respeito pelos profissionais da Educação.

 

Não precisamos da retórica da excelência e da qualidade. Não precisamos desses conjuntos vazios e de propaganda. Não precisamos de redes concelhias com escolas em concorrência. Dispensamos a arrogância. Dispensamos o egocentrismo escolar que nos devia envergonhar com tanto por fazer. Precisamos de outra gramática.

 

As escolas normais cooperam, pensam em conjunto as matrículas de alunos e não excluem; muito menos alunos da educação especial. As escolas normais são as escolas das democracias mais avançadas e com melhores resultados, desconhecem a competição deslocada e a publicação de rankings medíocres para concluir o óbvio. As escolas normais elevam o interesse público. Nos países normais, as pessoas são normais e os resultados democráticos.

 

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1ª edição em 26 de Maio de 2016



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Sexta-feira, 02.09.16

 

 

 

CGD não voltará a falir de imediato uma vez que chumbou nos testes de stress do BCE. Sempre que um banco português passou nestes testes, faliu na semana seguinte. O BES teve mesmo um excelente antes da necessidade de requalificação (o eufemismo dos média para as falências na alta finança que, como na imagem, jamais pisa a relva). Entretanto, a injecção de capital na CGD já serviu, garante a nova administração, de fármaco para o stress. Para o ano, a síndrome anual (um banco por ano desde 2008) deve atingir o Montepio.

 

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Segunda-feira, 29.08.16

 

 

Milhares de professores esperam que hoje, 29 de Agosto, se publiquem as listas de colocações na Mobilidade Interna e na Contratação Inicial. O site respectivo já está incomunicável para adensar o clima.

Se assim acontecer, a aceitação da colocação terá de ser feita até ao dia 31 de Agosto (48 horas) e a apresentação até ao dia 1 de Setembro (72 horas). Se as listas forem publicadas amanhã, os prazos indicados avançam, obviamente, um dia; e assim sucessivamente em dias úteis porque os outros são inúteis :).

Recorri ao desenho que publico há uns anos por esta altura.

 

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Luís Afonso



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Terça-feira, 23.08.16

 

 

A última página do Público de ontem trazia uma frase de Michael Jordan. Não tenho a certeza se a rubrica tem exactamente esse nome (escritos na pedra) e não me apetece confirmar. Já a frase do lendário jogador de basquetebol, que pode ser lida como uma "frase de motivação" (já a publiquei em tempos), é interessante; mais ainda num pós-olimpíadas.

"Errei mais de 900 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. 26 vezes fui escolhido para fazer o arremesso final e falhei. Falhei vezes e mais vezes na minha carreira. E foi por causa disso que me tornei um vencedor."

 

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Terça-feira, 16.08.16

 

 

 

 

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Luís Afonso



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Sábado, 06.08.16

 

 

 

 

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 Quino



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Quarta-feira, 03.08.16

 

 

 O modo Fenprof.

  

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 Quino



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Sábado, 30.07.16

 

 

 

 

Como são já uns quantos que tentam passar pelos pingos da chuva, dá ideia que a coisa complica-se se os próximos tempos mantiverem a tradicional tendência de seca.

 

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Sábado, 23.07.16

 

 

 

 

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Luís Afonso 

 



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Quarta-feira, 20.07.16

 

 

 

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Luís Afonso

 



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Sexta-feira, 15.07.16

 

 

 

"Os privados educam melhor porque privilegiam a qualidade e a excelência. Basta ver os rankings dos exames do 12º ano em que as trinta primeiras escolas são privadas", disse o político e dirigente escolar ligado a uma cooperativa que, ao que percebi, gere uma escola privada do ensino superior que passou pós-graduações e até mestrados irregulares. É preciso descaramento para incluir tantas falácias num pequeno parágrafo.

 

Primeiro: quem educa são as sociedades e as famílias. As escolas ajudam na educação de alunos que "não querem aprender", mas esses raramente chegam ao 12º ano. E se o fazem, não é nessas escolas. Os que "aprendem em qualquer sistema", ajudados pela ambição escolar das sociedades e das famílias e, em regra, com bons apoios sócio-económicos, não precisam das escolas, e muito menos dos seus dirigentes, para se educarem. Quando muito, e para aprenderem e com isso melhorarem a sua educação, beneficiam do ensino dos seus professores ou de apoios fora da escola. O que se pede aos dirigentes escolares é que façam gestão. Numa democracia, uma escola deve ser um lugar de referência nos procedimentos de gestão de quem presta um serviço ao público e, assim, favorecer a igualdade de oportunidades e as condições de realização do ensino. Como isso dá trabalho e é exigente, é mais cómodo para estes dirigentes pavonearem-se com méritos escolares que não são seus, encherem o discurso de conversa fiada e revelarem queda para irregularidades.

 

1ª edição em 15 de Novembro de 2015. 

 

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Quarta-feira, 13.07.16

 

 

 

"Vais marcar," é o que se diz a todo o avançado que é lançado no jogo. Quando a "profecia" se concretiza, uma em mil, transforma-se num crente feeling. Compreende-se os protagonistas. Aceita-se. Não se espera diferente. Já um PR deixar escapar uma escapadela a Fátima também se aceita. Da figura não se espera diferente. São feelings. Se a antevisão mediática de um jogo chegava com dois dias e o rescaldo com outros dois, a partir de agora será permanente. São feelings para todos. É irrefutável a festa. Nem os exemplares islandeses escapam à globalização. Pode o Deutsche Bank ter o destino do Lehman Brothers que os pobres portugueses sonharão com a oportunidade futebolística de ouro para os filhos, como substituição escolar, enquanto uns quantos dirigentes lá vão premiados para os Goldman Sachs deste mundo.

 

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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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