Em busca do pensamento livre.

Quinta-feira, 03.08.17

 

 

 

 

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E o fenómeno tornou-se mesmo tão grotesco, que os canais por cabo das televisões generalistas não escapam a esse nivelamento competindo com os canais desportivos. Já nem se trata dos dias dos grandes jogos. É uma febre diária que transforma um jogo de treino num acontecimento do outro mundo. A RTP2 tem sobrevivido, apesar das tentativas do poder político mais neoliberal, e está com uma programação interessante.



publicado por paulo prudêncio às 10:27 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 24.07.17

 

 

 

A mediatização à volta da lista com o número de mortos em Pedrógão Grande atingiu um qualquer grau abaixo de zero.



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Terça-feira, 18.07.17

 

 

 

Querem ver que em Tancos prevaleciam os impossíveis inventários analógicos que, na escassez de meios humanos, nem as munições consumidas em instrução absorviam? E querem ver que isso ajeitava a prática antiga do suplemento salarial à custa de desvios? E querem ver que os paióis albergavam material obsoleto? E querem ver que a sofreguidão da democracia mediatizada associou-se ao "on bullshit" em mais um caso para a espuma dos dias? E não deixa de ser risível que um comentador-tipo se abespinhe e diga que "não houve nada em Tancos apesar da notícia ter circulado pelo mundo inteiro". O comentador queria que houvesse o que se ampliou pelo mundo e ponto final.



publicado por paulo prudêncio às 10:21 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 10.03.17

 

 

 

Estas epifanias são cíclicas e podemos esperar como a proposta do Francis Bacon: sentados. Lembro-me de um pico semelhante em 2004 que foi o ano em que comecei o blogue. Receei que não tivesse registado o momento, mas não. Em 27 de Maio de 2004 escrevi assim e os resultados são conhecidos no presente (é muito interessante a plêiade de especialistas):


"Não foi fácil. Só ao terceiro encontrei a auto-estima. Passei pelo que estava mais à mão, o da Porto Editora, um só volume, e nada. Fui ao grande dicionário da língua portuguesa, do Círculo de Leitores, seis volumes, e zero. Não desisti. Recorri ao Houaiss da língua portuguesa, também do Círculo de Leitores, seis volumes, seguramente os mais pesados e por isso ficaram para o fim, e lá encontrei: qualidade de quem se valoriza, de quem se contenta com o seu modo de ser e demonstra confiança nos seus actos e julgamentos

A minha dúvida não estava tanto no significado. Situava-se mais na questão da palavra composta o ser por justaposição ou por aglutinação; ter ou não hífen. Neste caso tem, porque, e muito justamente, o sujeito até pode não ter muita estima por si próprio.

Ouvi hoje uma notícia surpreendente: um conjunto de sábios comprovados, ao que julgo saber afectos à maioria que nos desgoverna, vai discutir o porquê da baixa auto-estima dos portugueses. O painel inclui: Marcelo Rebelo de Sousa, Clara Ferreira Alves, Vasco Graça Moura e António Borges, que julgo que seja um empresário bem sucedido. Espera-se que, depois da mesa-redonda (por justaposição porque existem mesas que não são redondas), a auto-estima dos conferencistas suba em flecha."

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Francis Bacon.

Albertina, museum.

Viena.



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Quarta-feira, 23.11.16

 

 

Os analistas mainstream estão algo apoplécticos com o Governo. Compreende-se. Foram anos a fio a tergiversar com o arco governativo e não entendem a gramática da geringonça. A oposição também não. Acusa o Governo de "defender a escola pública" e o PSD considera "como seus" os raciocínios políticos de Lurdes Rodrigues e Marçal Grilo. Olha que novidade.

 

(Primeira edição em 19 de Maio de 2016)

 

 

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publicado por paulo prudêncio às 10:43 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 19.11.16

 

 

 

Escrevi assim em 30 de Março de 2011:

 

Vi ontem um debate na TVI24, moderado por Constança Cunha e Sá, com a participação de Medeiros Ferreira, Santana Lopes e Fernando Rosas. Santana Lopes introduziu a avaliação de professores para condenar a oposição. Medeiros Ferreira foi taxativo: o problema estava no modelo. Uma coisa que nasce errada acaba por cair, mesmo que tarde e de forma errada. Fernando Rosas concordou.

 

A moderadora alegou com a cedência às corporações. Medeiros Ferreira voltou a ser taxativo: para além dos partidos e dos sindicatos, há outras forças na sociedade e não concordo que se possam classificar como negativas; pelo contrário, têm é de ser ouvidas. Medeiros Ferreira mostrou, mais uma vez, estar atento e informado.



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Sexta-feira, 09.09.16

 

 

 

Fui Comando. Por obrigação numa tropa para voluntários (começou nessa altura a objecção de consciência). Condicionado a dar o melhor para ser oficial e não ir parar a soldado sem graduação e sem especialidade. Éramos 87 no curso de oficiais e sobraram 7. Na prova mediatizada (prova de choque) éramos cerca de 500: ao segundo dia estavam cerca de 250 na enfermaria improvisada. Era tal a violência e alienação, que se traficavam tampinhas de cantil com água a 500 escudos a unidade (cerca de 100 euros com "equivalência" ao custo de vida actual). Um amigo de escola (o Jaime Naldinho), queria que lhe espetasse um prego da tenda na mão para ser evacuado. Como recusei (ele ficaria com mais uma lesão para a vida), correu atrás de mim acusando-me de estar feito com os inimigos (já não bastava o esforço daqueles dias loucos e infernais; estive para desertar a meio do curso). Dei instrução e pertenci à companhia operacional 112. Foram 18 meses inesquecíveis. Aprendi muito em diversos domínios; também na "arte da guerra" que até aí me era completamente estranha. Havia muitos exageros. Nestes cursos morreram dois ou três instruendos e alguns ficaram com lesões para a vida. Era uma coisa estúpida derivada de mau planeamento ou de insuficiências no equipamento. Não havia a mediatização actual. Era uma revolta muda. É inadmissível que se repita décadas depois (a unidade de Comandos foi extinta em 1993 e reactivada em 2002).

 

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Quinta-feira, 25.08.16

 

 

 

Estive umas semanas sem telejornais e regressei ontem: abertura com a tragédia em Itália e com a violência juvenil que envolveu dois iraquianos filhos de embaixador. No segundo caso, impressiona a força de um petróleo diplomático acima da lei num país devastado pela violência.

 

Mas vi dois momentos de humor irresistível: Passos Coelho (PSD) e Mota Soares (CDS) irados com o caso CGD, mais propriamente com duas reduções: trabalhadores e actividade da banca pública; e Horta Osório: será uma espécie de Bava do Lloyd´s às aranhas com a reputação? Querem ver que também foi muito premiado no modelo Super Bock Prémio Dourado e que o banco está a afundar-se. Esteve uns dias a trabalhar no Oriente e apresentou despesas, profissionais que passam a pessoais numa trapalhada no modelo Galp Lusitano, de 3800 euros em massagens.

 

Só faltava uma notícia a anunciar a regulamentação que se segue, no jeito desastroso dos burkínis.

 

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Luís Afonso



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Domingo, 07.08.16

 

 

 

 

Os jogos são transmitidos pela RTP e pelos canais desportivos pagos. Leio críticas à programação que "deixa para os pagos as melhores transmissões". Não vou confirmar, mas é provável que discordaria. Percebe-se a imensidão de transmissões e a dificuldade em tratar todos os desportos da mesma forma. É esse o espírito olímpico e vou ficar pela RTP. Quem não tem relações privilegiadas com as GALP´s, fica pelas televisões (é risível saber que a empresa de petróleos ofereceu bilhetes para jogos de futebol). Nem sei se o escândalo da silly season lusitana estará a influenciar as audiências in loco dos jogos tal a generalização de bancadas vazias; ou com mais precisão ainda: os melhores lugares sem clientes. É um hábito antigo oferecer viagens e bilhetes para convidados. Ainda há dias uma recepcionista se admirava por pagarmos um hotel com cartão de débito e por termos apenas uma preocupação com a factura: que o hotel não fuja aos impostos. A recepcionista lá confessou: as facturas são quase todas pagas por grandes empresas. O gráfico seguinte explica alguns deslumbres e a tentativa de reposição de hábitos?

 

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Gráfico daqui



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Sexta-feira, 22.07.16

 

 

 

 

"Em comunicado, as autoridades pedem a não divulgação de vídeos ou fotos do acto terrorista", repetem as televisões imediatamente a seguir à apresentação do vídeo amador mais oportuno. Os actos terroristas têm uma ocorrência quase diária, hoje é em Munique, e os canais de cabo já só têm que programar as horas sobrantes. O mal faz sempre o seu caminho, como lemos na história e temos registado nestes tempos de triunfo do neoliberalismo como caminho ideológico único.

 

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Sábado, 28.05.16

 

 

A impressa do Expresso tem muitas referências, acusatórias do Governo, ao caso "estivadores"; umas subliminares e algumas tendenciosas. Mas a voracidade dos tempos é o que se sabe e o caso "estivadores" tornou-se um bom exemplo para o Governo e mais ainda se comparado com o anterior executivo. A desactualização da notícia evidenciou a parcialidade. Um jornalismo de referência seria, no mínimo, cuidadoso. Mas como no neoliberalismo tudo está à venda, estas nuances levantam a hipótese do desenho.

 

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Terça-feira, 08.03.16

 

 

 

Foi comovente ouvir a unanimidade dos jovens adultos emigrados (a maioria contra a vontade) na exaltação da escola pública das últimas décadas (e apesar da descida dos últimos dez anos). Imagina-se a irritação das "elites"; e não só, claro. O "prós e contras" da RTP1 já tem história e o de ontem não foi pioneiro na presença simultânea de Ramalho Eanes e Jorge Sampaio que não se cansaram de sublinhar e reforçar as exaltações referidas. Recordo este post de 18 de Outubro de 2010, também com a presença dos dois ex-Presidentes, em que escrevi assim:

"Quando vejo dois ex-Presidentes elegerem a avaliação de professores como um dos principais exemplos do coma financeiro que atingiu o país, convenço-me que não temos solução. É falência pela certa. Não sei o que Ramalho Eanes e Jorge Sampaio sabem de avaliação de professores, mas sei que a avaliatite situou-se no primeiro lugar das duas ou três causas com que retratam a pré-bancarrota.(...)"

As sociedades seriam bem diferentes se os humanos "perdessem" um minuto a colocarem-se, como na imagem, no lugar do outro antes de sentenciarem o que quer que fosse. Bastavam até duas elementares interrogações: e se fosse ao contrário? E se fossem os outros, por exemplo, a acusarem os ex-Presidentes pelo estado em que estamos?

 

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Terça-feira, 23.02.16

 

 

 

"As elites portuguesas não estão à altura do povo que somos", disse ontem Guterres (secundado por Barroso), segundo o Jornal de Negócios, no horário nobre da RTP1. Era bom sabermos se as "elites" desataram a ligar para a direcção de informação iradas com Guterres e com quem convida radicais. É que as "elites" cansam-se depressa com o investimento em Educação (e Guterres conhece bem esse pântano e parece que também sublinhou essa prioridade) e tratam de repor de imediato critérios de "eficiência" - fazer "mais-com-menos" - e não suportam incompreensões por facilitismo.

 

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publicado por paulo prudêncio às 14:03 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 12.12.15

 

 

 

No que se repete anualmente sobre os rankings lusitanos, há um aspecto mais chocante, e que se mantém, que encontrei num post de 10 de Novembro de 2013.

 

"Os investigadores afirmam que "é injusto que não existam dados socioeconómicos para as escolas privadas, só para as públicas. Esses dados são relevantes. As listas aparecem porque os jornais vendem mais. A maioria esmagadora das pessoas interpreta os rankings como a manifestação da qualidade de uma escola. Os dez primeiros têm uma publicidade fabulosa. Os rankings mostram a qualidade dos alunos, não o desempenho das escolas. Não sei se são um incentivo à melhoria das escolas"."

 

Os rankings e as presidenciais sofrem da mesma patologia mediática? Sofrem. Passo a explicar. Encontrei um post de 2 de Dezembro de 2014 que tem como título: "Grau zero da mediatização da Educação?" Diz assim:

 

"Marcelo Rebelo de Sousa conjugou dois verbos para os resultados do ensino privado nos rankings dos exames: arrasaram e esmagaram. Como é um professor de direito, temos de baixar o grau para lá do inadmissível e já nada nos deve espantar. O político estava fora de si e terraplenava resultados escolares como quem comenta o "seu Braga"."

 

É um político com este grau de desinformação que queremos para presidente? O que dirá hoje se lhe colocarem a questão? Às tantas, dirá tudo e o seu contrário.

 

Repito o cartoon, já que a repetição parece uma obrigação, do post que deixei para hoje e que tem como título: "Não existe o dia das patologias?" Claro que existe e a nossa sociedade está em descida uniformemente acelerada.

 

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publicado por paulo prudêncio às 21:50 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 18.07.15

 

 

 

 

Passei por duas primeiras páginas e chegou-me. A mediatização do sistema escolar continua no grau zero.

 

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Esta notícia do Público nem li.

 

 

 

 

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A patologia da industria dos exames continua com febres altas, diz o Expresso.

 

 

 



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Quarta-feira, 06.05.15

 

 

 

 

Os números confirmam que concorreram muitos professores, mesmo com mais de cinquenta anos de idade, dos quadros (de agrupamento e de escola) do ensino não superior. Quem domina as razões é peremptório: estão saturados das escolas onde leccionam. Os números não são ainda mais elevados porque os quadros estão sem vagas com tantos cortes a eito.

 

Existe um preocupante, e reconhecido, sentimento de desesperança neste grupo profissional.

 

Depois de anos a fio sujeitos a uma avaliação do desempenho kafkiana, expostos a divisões brutalmente injustas na carreira, sobrecarregados com turmas com mais alunos, com mais serviço lectivo e não lectivo e com hiperburocracia analógica e digital, atirados para megagrupamentos regulamentados por um modelo de gestão escolar "impensado" e que transportou a partidocracia local, com os conhecidos "assaltos ao poder", para dentro das escolas, é natural que as atmosferas relacionais se tenham dilacerado e que o sentimento de "uma qualquer fuga" se afirme como primeira prioridade. E importa sublinhar que os meios de comunicação social estão há uma dezena de anos a publicitar em primeira página a devassa da carreira dos professores para gáudio dos políticos mentores da desgraça.



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Segunda-feira, 19.01.15

 

 

 

 

Há uma epidemia que considera o sistema escolar uma coisa insólita e longínqua. Essa moda, que se dispersa rapidamente numa população, não racionaliza a ideia de escolar e atinge um grau elevado de rejeição quando se confronta com quem faça disso profissão pública ou, pior ainda, uma causa. É um fenómeno com dúvidas agudas na literacia associada às pessoas, à política, ao social, e, em auge infeccioso, à democracia.

 

É uma sociopatia que não manifesta qualquer empatia para com os seus semelhantes ou de atenção para com os seus problemas. É exímia em manipular factos e incapaz de assumir erros. Pode, em aparente desespero e de forma cínica, admitir “falhas de comunicação".

 

Usa modelos ideológicos com diagramas mentais inflexíveis que desprezam a consistência cultural e histórica das sociedades. Na origem está sempre a estranheza com o humano.

 

 

 

 



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Segunda-feira, 12.01.15

 

 

 

 

 

Impressionou-me ver milhões de pessoas a manifestaram-se, ontem, em Paris, em defesa da liberdade e da democracia e a afirmarem que é inalienável a matriz que nasceu na Grécia.

 

Mas a marcha pela República deixou-me com sentimentos contraditórios. Já passei por algo semelhante em manifestações históricas e em que vi, uns dias depois, milhares desses manifestantes a "desobedecerem", sem surpresa, é certo, ao compromisso em nome dos interesses mesquinhos. Claro que os da fila da frente se sentiram ainda mais autorizados para também falharem os compromissos.

 

Só que ontem a contradição foi mais profunda. Políticos da família de Merkel ou Juncker a desfilarem com aqueles propósitos permite registar a forma oportunista como o poder vigente surfa a resposta dos cidadãos que têm sido vítimas das políticas austeritaristas. A fila da frente tinha ainda personagens com uma história recente de arrepiar. Foi uma encenação organizada com o poder mediático. Amanhã regressam à cartilha. Os profissionais do Charlie Hebdo considerariam isto uma nova morte e era tremendamente injusto.

 

Embora presente por breves minutos, é certo, a fila da frente podia integrar, mesmo que como convidada especial, uma manifestação da ausente Frente Popular ou empunhar um cartaz do Goldman Sachs ou do grupo de Bildeberg. Poucos estranhariam. Esta liderança europeia, fraca com os fortes (e com os comprovadamente corruptos) e impiedosa com os fracos, parece capaz das mais sofisticadas coreografias.

 

Seguem-se duas fotos com ângulos diferentes da fila da frente. Apenas para que conste.

 

 

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publicado por paulo prudêncio às 09:29 | link do post | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Terça-feira, 25.11.14

 

 

 

 

Foi inaceitável que um canal de televisão esperasse no aeroporto a detenção do ex-primeiro-ministro e o desempenho televisivo de Clara Ferreira Alves, na SICN na noite da prisão preventiva, foi das figuras mais tristes de que tenho memória. A defesa de Sócrates em contraposição à justiça foi patética e com tiques oligárquicos.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:00 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Terça-feira, 11.11.14

 

 

 

Foi por volta de 2006 que quebrámos a regra caseira de ligar a televisão apenas às 21h00. Havia excepções, obviamente, mas o desvio acentuou-se com a sucessão de tresloucados, e tresloucadas, que foram governando a Educação.

 

O telejornal das 20h00 passou a antecipar o toque no "on". Por princípio, o canal público generalista tem preferência. Mas nas últimas semanas o alinhamento da RTP1 entrou, declaradamente, no frenesi da campanha eleitoral. Bem sei que falta um ano para as legislativas, mas há vícios que a democracia não resolveu como também se constata em tanto BPN, BCP, PPP´s, BES, PT e por aí fora. A dificuldade está na escolha da alternativa e o clique no "off" está sempre à mão.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:46 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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