Em busca do pensamento livre.

Sexta-feira, 14.04.17

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 11.04.17

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 09.04.17

 

 

 

 

 



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Sábado, 08.04.17

 

 

 

 

 



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Sábado, 24.12.16

 

 

 

Gosto de bailado. Tenho saudades da companhia de dança da Fundação Gulbenkian. Algumas coreografias foram inesquecíveis.



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Terça-feira, 29.12.15

 

 

 

 

 

Gosto muito de bailado. Tenho saudades da companhia de dança da Fundação Gulbenkian. Algumas coreografias foram inesquecíveis e mereceram ser notícia.

 

E lembrei-me disso quando questionei há pouco os critérios jornalísticos que levaram a que esta outra coreografia fosse notícia. Que raio de coisa, realmente.



publicado por paulo prudêncio às 13:20 | link do post | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Sexta-feira, 13.11.15

 

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 24.08.15

 

 

 

 

 

 

À espera do início de mais uma "performance" do Festival de Dança de Viena, ImpulsTanz Peformance 2015.

 

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Imagens da performance de Keith Hennessy (USA).

 

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Domingo, 08.02.15

 

 

 

 

Há quem diga que a saudade é um sentimento lusitano, mas qualquer pessoa que frequentasse as temporadas de dança da Fundação Calouste Gulbenkian estaria decerto saudosa da companhia.

 

O triste encerramento já tem uns anos e deixou um vazio. A oportunidade de ver, em Portugal, coreografias do enorme israelita Ohad Naharin, por exemplo, perdeu-se. Fui à procura da sua pegada e recomendo um vídeo curto de 2013.

 

 

 

 

 

 

 

 



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Sábado, 11.05.13

 

 

 

 

A dança como denúncia da inoperância política: o exemplo do bailado "A mesa verde de Kurt Jooss"

 

 

 

 



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Segunda-feira, 04.03.13

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 20.11.12

 

 

 



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Sábado, 20.10.12

 

 



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Quinta-feira, 17.11.11

 

 

 

Encontrei no facebook da Dulce Nunes.


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Segunda-feira, 17.10.11
Cortesia da Isabel Silva.


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Quinta-feira, 24.03.11

 

 

 

 

 

 

Cortesia da Dulce Nunes.

 

 



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Sábado, 23.10.10

 

 

 

 

Perdi, e tive pena, o filme "A dança - le ballet de l´opera de paris" na última segunda-feira no CCC das Caldas da Rainha. Frederick Wiseman mostra o quotidiano da exigente escola de dança parisiense.

 

Um amigo de longa data contou-me um detalhe delicioso do filme. Em 2007 (em período mesmo pré-pré-hecatombe financeira), uns americanos contactaram a direcção da Opéra National de Paris para um percurso cultural pela cidade que incluía a dança. Entre muitas peripécias, escolhia-se o menu para os jantares dos excursionistas americanos. E a coisa não ficava por menos: lagosta era uma das constantes. Surpresos, os franceses lá questionaram quem eram os tais americanos endinheirados. Nada mais, nada menos, do que assalariados da famosa Lehman Brothers, a empresa que faliu e que foi uma das mais activas na fraude incomensurável que abalou o mundo ocidental e que atestou os piores receios de Joseph Stiglitz, por exemplo.

 

O meu amigo sentiu-se como o homem da bifana que o Antero tão bem retratou.

 

 



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Sexta-feira, 16.07.10

 

 

A simbiose entre o tango e o mundial futebol era um alibi perfeito para o bloco central ter dias descansados. O tempo passou, o mundial passou à história e o tango parece que não se volta a dançar. Se tem dúvidas da boa combinação entre as duas actividades, veja o vídeo (1 minuto e pouco) que se segue (contributo de Idalino Moura) e tire as suas conclusões.

 



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Sexta-feira, 18.06.10


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Domingo, 13.06.10


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Sexta-feira, 05.02.10

 

 

Temos saudades dos espectáculos do "Ballet Gulbenkian". Vivemos excelentes momentos de bailado que oscilavam muitas vezes entre o chamado  "mainstream" e a ousadia.

 

Ohad Naharin, o renomado coreógrafo israelita, foi convidado por diversas vezes: os seus "Axioma 7" (com cadeiras em meia-lua do princípio ao fim) e "Minus 5" (da série "Minus" que obriga à presença de público em palco) proporcionaram momentos inesquecíveis; com muitos bailarinos em palco e com uma conexão muito conseguida com o público.

 

Ohad Naharim transformou o ballet moderno numa festa com características muito próprias que, entre outros aspectos inovadores, dificultava a distinção entre o bailarino masculino e feminino. Uma outra faceta que sempre me fascinava na sua narrativa era quando se decidia pela utilização de cadeiras em palco.

 

Encontrei um vídeo de 2 minutos que pode entusiasmar o meu caro leitor se, por acaso, tiver a oportunidade de assistir a alguma "performance" desse grande coreógrafo. Ora clique.

 




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Segunda-feira, 03.08.09

 

 

Cortesia da Anabela Ferreira.

 

 

 

 



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Quinta-feira, 02.07.09

 

 

Tinha cerca de 14 ou 15 anos quando o cine-clube da cidade onde vivia promoveu um ciclo de cinema sobre Fred Astaire.

 

As minhas opções musicais distanciavam-se muito, pensava eu, do tipo de som que preenchia aquele género cinematográfico. Antes do ciclo de cinema referido, tinha passado uns dias a acompanhar de perto - contactos diários com bailarinos e coreógrafos num modelo que hoje se chamaria de "workshop" - a ópera-rock "Hair, let the sun shine in" que tinha passado por Maputo numa feliz digressão. Foi inesquecível. Estava, portanto, cheio de vontade em apreciar todos os géneros de dança.

 

Passava, também, por uma fase em que via todo o cinema que podia e, em boa hora, não falhei o deslumbramento pela dança de Fred Astaire e Ginger Rogers. Foi uma semana em cheio e que me deixa saudades.

 

Encontrei um pequeno vídeo que pode ajudar a perceber a excepcional qualidade da dupla.



 



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Terça-feira, 30.06.09

 

 

(encontrei esta imagem aqui

 

Ousadia, competência, coragem, beleza, convicção e determinação é o que vem à memória quando penso na enorme Pina Bausch. Uma mulher que rasgou mesmo fronteiras. A dança contemporânea deve quase tudo ao génio desta inesquecível coreógrafa.

 

Escolhi um pequeno vídeo que associa a sua competência à de Pedro Almodóvar.

 

Ora clique.

 

 

 

 

E por meros seis minutos e quarenta e um segundos pode ficar com o célebre "Café Muller", a única peça que interpretou. A não perder, pode crer.

 

Ora clique.

 

 

 

 

 

Tem mais informação aqui.



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Sexta-feira, 26.12.08

 

 
Este espaço aproveita a possibilidade de programar a publicação dos posts para datas mais avançadas.

Recebi um vídeo no denominado "dia do deficiente". São cinco belos minutos.
 
Ora clique.


 

 



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Domingo, 06.07.08

 

 

A administração da Fundação Gulbenkian decidiu-se pela extinção da sua companhia de bailado: o Ballet Gulbenkian. Já lá vão uns anos.

 

Por motivos financeiros, ao que julgo saber, os administradores optaram por investir as avultadas quantias noutro tipo de projectos. Nada a fazer, tendo em conta os estatutos da importante instituição.

 

O Ballet Gulbenkian era uma companhia com excelentes executantes e todas as temporadas convidava os coreógrafos mais variados de modo a conferir aos seus espectáculos uma mistura de mainstream com ideias mais ousadas e experimentais. Era uma fórmula que resultava. O grande auditório da Fundação Gulbenkian transformou-se num lugar de culto para os interessados na dança.

 

A última exibição pública do saudoso Ballet Gulbenkian pode ver-se em dois vídeos de 3 minutos cada. Vale a pena.

 

Um espaço de excelência que continua por preencher.

 

 

Ora clique.

 

 

 

 

 


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publicado por paulo prudêncio às 09:21 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 23.05.08

 

 

 

Tenho ideia que a prática do exercício físico, de competição ou de elevada "performance", na República Popular da China, continua a obedecer a exigências que não são de dimensões humanas: seja no desporto de alta competição, na dança ou nas actividades circenses.

 

Chegou-me um vídeo com um "lago dos cisnes" em versão chinesa. Retirando as suspeitas que já referi, o que não é coisa pouca, diga-se, e a qualidade dos cenários que lembra-me a enjoativa decoração da maioria dos restaurantes chineses espalhados pelo mundo, o que nos é dado a ver é uma companhia de bailado com um nível técnico de primeiro plano.

 

Tem momentos empolgantes.

 

Ora veja.

 


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publicado por paulo prudêncio às 09:27 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 16.05.08



Temos saudades dos espectáculos do "Ballet Gulbenkian". Vivemos excelentes momentos de bailado que oscilavam sempre entre o chamado  "mainstream" e a ousadia.

 

Ohad Naharin, o renomado coreógrafo israelita, foi convidado por diversas vezes: os seus "Axioma 7" (com cadeiras em meia-lua do princípio ao fim) e "Minus 5" (da série "Minus" que obriga à presença de público em palco) proporcionaram momentos inesquecíveis; com muitos bailarinos em palco e com uma conexão muito conseguida com o público,

 

Ohad Naharim transformou o ballet moderno numa festa com características muito próprias que, entre outros aspectos inovadores, dificultava a distinção entre o bailarino masculino e feminino. Uma outra faceta que sempre me fascinava na sua narrativa era a utilização de cadeiras em palco.

 

Encontrei um vídeo de 2 minutos que pode entusiasmar o meu caro leitor se, por acaso, tiver a oportunidade de assistir a alguma "performance" desse grande coreógrafo. Ora clique.




 



publicado por paulo prudêncio às 22:48 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 05.04.06
CNBkyllian.jpg Tive uma fase na vida em que pensei na coreografia como a minha futura actividade profissional. Desde cedo que percebi que a dança, como espectáculo, podia ser a totalidade: misturava-se a encenação com a música através da mais bela expressão corporal; e na maioria dos casos, e no que à dança contemporânea se refere, o tempo consomia-se de enfiada. A primeira vez que fiz um pequeno estágio com um coreógrafo profissional, algures na década de 70, foi um deslumbramento: para um jogador de basquetebol, perceber as similitudes que o meu querido jogo tinha com a mais exímia das artes corporais, foi uma surpresa marcante. Ficou, definitivamente, inscrita na minha massa cinzenta. Tenho sido um cliente mais ou menos assíduo do inesquecível Ballet Gulbenkian. Mas esta companhia, obedecendo aos doutos critérios da sua administração, fechou as portas. Ao que julgo saber, o seu público, fiel e apaixonado, procura a redenção na Companhia Nacional de Bailado. Com residência no parque das nações, mais propriamente no moderno Teatro Camões, a CNB, criada em 1977, tem desde 2002 como Director Artístico Mehemet Balkan. A Direcção da CNB resolveu homenagear o Ballet Gulbenkian. Escolheu três coreógrafos, todos eles figuras fundamentais da dança contemporânea europeia, revelados ao público português pela extinta companhia. Jirí Kyrlián, Nacho Duato e Mauro Bigonzetti, montaram um espectáculo muito interessante. Senti-o na noite de 25 de Março de 2006. Mauro Bigonzetti coreografou “Kasimir´s Colours”, com referência ao pintor russo Kazimir Malevich e com música de Dimitri Shostakovich. Resultou bem. Os contrastes e as simetrias das colorações do pintor traduziram uma forte alegria em palco. A coreografia foi dançada a pares, estando, por vezes, dois e três em palco. O último movimento tinha 18 bailarinos, aspecto que me fascinou de modo particular. Jirí Kyrlián optou por “Return to a Strange Land”, uma coreografia intimista e muito exigente, composta apenas por grupos de dois e de três. Cenários minimalistas, jogos suaves de luz e música de Leos Jonácek. Belíssimo. Por fim a festa. Nacho Duato trouxe-nos “Por vos Muero”, inspirado na música espanhola dos Séculos de Ouro e numa ideia inter-classista que reflectia, na dança, a cultura dos séculos XV e XVI. Sempre com grupos de 6 em palco e com cenários lindíssimos, Nacho Duato encheu-me a alma. A companhia tem excelentes executantes e uma característica a reter: tem gente das mais variadas partes do mundo. Uma lamentação (eu sei que não podiam estar todos): gostava que tivessem convidado o inigualável Ohad Naharin - quem não se lembra de Axioma 7, Minus 7 ou Queens/Black Milk. Paulo Guilherme Trilho Prudêncio.

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Sábado, 28.01.06
D. Quixote.jpg Dei comigo a comparar o que senti com dois espectáculos que vi ultimamente: a peça “Ella”, levada à cena pelo Teatro da Rainha - de que já dei nota por aqui - e o D. Quixote, interpretado pela Companhia Nacional de Bailado. Sei que não se deve comparar teatro com bailado, mas pode-se falar dos nossos gostos e da nossa sensibilidade. E entre estes espectáculos, existe um mar de diferenças; desde logo de meios - a lavandaria de um hospital termal e o Teatro Camões -; no número de profissionais: de um lado uma meia dúzia e do outro, eu sei lá, a Companhia Nacional de Bailado e a Orquestra Sinfónica Portuguesa do Teatro Nacional de São Carlos, dirigida pelo Maestro, James Tuggle, ambas em peso; no número de espectadores: uns quinze e uma sala completamente cheia com bilhetes comprados com meses de antecedência. Duas realidades de uma mesma vontade. A primeira exaltou-me o espírito e a mente, a segunda desiludiu-me. Dito isto, podemos falar de duas grandes produções. A sério. Duas grandes produções; a primeira, de um texto pouco conhecido e traçado pela miséria de muitas condições humanas; a, segunda, confirmou a relação próxima que existe entre dois clássicos, da literatura e do ballet. Direi, a propósito, que o bailado até é minha arte performativa de eleição: seduz-me a sua intensa totalidade. No entanto, fico-me mais pelo bailado moderno. Agora, sem a extraordinária companhia do ballet gulbenkian, ficámos um pouco órfãos. Por isso, ou talvez não, quando decidimos ir ver um “must” da dança clássica, esperávamos uma parte da noite bem passada. Também, o mês de dezembro tinha sido muito quixotesco: não só foi publicada mais uma muito discutida tradução da obra, como o canal dois da televisão portuguesa nos tinha oferecido uma série espanhola, soberba, sobre a obra. A coisa prometia. Não sei o que aconteceu. Não quero ser injusto, mas acho que o desempenho do coreógrafo escolhido, o turco Mehmet Balkan, esteve muito longe do brilhantismo esperado. Que raio, com aqueles profissionais todos... e ainda com o privilégio de ter a presença do Carlos Acosta, primeiro bailarino do Royal Ballet, que teve como “partenaire” Ana Lacerda, bailarina principal por excelência da CNB, exigia-se muito mais. A combinação entre as danças de folclore espanhol e a dança de tradição clássica não resultou: esta associação, teve momento sonoros que nos parecia vindos de uma banda de coreto de uma orquestra de bombeiros voluntários, com todo o respeito que esses músicos merecem. Deixou a desejar. Paulo Guilherme Trilho Prudêncio.

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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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