Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 29.05.17

 

 

 

 

O Brexit e Trump mudaram a condição da Europa. Aumentaria a apreensão se a direita radical tivesse vencido em França.

Merkel é um bom barómetro. Está em campanha. Quando diz o que vai ler, está a dramatizar ou a tentar convencer as pessoas que se ausentou nos últimos anos?

"Num comício de campanha este domingo, a chanceler alemã sugeriu que aliança ocidental pós-II Guerra foi gravemente afetada pela vitória do Brexit e pela eleição de Donald Trump."

É, no mínimo, uma Europa diferente e com jogos perigosos.



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Segunda-feira, 22.05.17

 

 

 

É um dia importante e responsabiliza a política pela imperdoável austeridade a eito iniciada em 2010. Agora, espera-se que o crescimento económico seja a "maré enchente que subirá todos os barcos" e não apenas os iates. Há uma barca quatrocentista (antecessora da caravela até 1434) a afundar-se com 2 milhões e 500 mil marinheiros no limiar da pobreza (meio milhão de crianças) e até o navio-escola, que viu atirados ao mar - no período austero de fortes ventos offshores - 42 mil dos 160 mil pedagogos, transborda de precários, congelados, remadores exauridos e reformados retardados. 

 

Dombrovskis: “Este é um dia importante para Portugal”

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Domingo, 07.05.17

 

 

 

É inegável que a eleição de Macron representa a esperança numa alternativa que mantenha o estado social e a paz na Europa. A globalização associada aos offshores colocou as multinacionais num plano financeiro impossível de controlar nos territórios limitados dos governos; mesmo nos blocos como a Europa. A revolução tecnológica acentuou o domínio do financeiro em simultâneo com a afirmação das ideologias que capitalizaram numa Europa instabilizada pelos fluxos migratórios. O europeísmo entrou em crise. Como disse o filósofo francês Dominique Wolton, "a finança capturou a economia e a economia capturou a política". A Europa procura uma alternativa política para sobreviver e Macron renova a sentimento que há cinco anos acompanhou a eleição de Hollande. Desta vez, a decadência europeia está mais evidente depois da vitória do Brexit (e de Trump nos EUA?), agravada com os fracassos do citado Hollande, mas também de Renzi na Itália ou de Tsipras na Grécia. Contudo, existe a esperança portuguesa e adensa-se a expectativa com o que pode acontecer na Alemanha. Macron pode ser um passo em frente.



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Quinta-feira, 04.05.17

 

 

 

Dá ideia que "Macron tem a vitória assegurada". Há várias conclusões do processo eleitoral francês para quem viu o debate de ontem. Há uma evidência: o ultraliberalismo defendido pelos 1% vai vencendo em toda a linha. Macron, que é o continuador de Hollande, ganhará porque se encostou ainda mais aos ultraliberais (Varoufakis parece que lhe chama progressista, o que não deixa de surpreender) e já só debate com uma extrema-direita que não atinge com contundência em termos ideológicos. Deve ser tacticamente aconselhado. É este o estado crítico da social-democracia que tem uma qualquer ténue esperança em Portugal. Há todo um futuro ideológico por desenhar, que vai da globalização à defesa do estado social e passará pela revolução tecnológica e pelos fluxos migratórios. Claro que haverá sempre a imprevisibilidade provocada por conflitos armados que têm uma antecipação tão difícil como a vida ideológica dos 99%.



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Quinta-feira, 27.04.17

 

 

 

"Eurodeputados portugueses apontam "a porta da rua" a Dijsselbloem" diz o tablóide JN. Foi uma atitude dura de parlamentaraes europeus (e não apenas portugueses) num sinal de uma qualquer viragem. Dá ideia que as políticas que Dijsselbloem protagonizava são inaceitáveis numa Europa que maioritariamente rejeita a trumpização como se percebe na França. A questão decisiva é a consolidação de uma alternativa.

 

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Domingo, 26.03.17

 

 

 

Há uns meses ninguém prognosticava as vitórias de Macron, em França, e Schulz, na Alemanha. Talvez o perigo do alastramento do trumpismo tenha este efeito na Europa, apesar dos dois candidatos não parecerem revigorar o ideal europeu. Pode ser que vençam e que a situação melhore (é um desejo cinzento como o clima, mas nem sei se se pode pedir mais).



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Quarta-feira, 22.03.17

 

 

 

Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Há muito que se teme o fenómeno. É que um dia os eleitores "acordam" e viram-se para fora do mainstream.

As declarações do presidente do Eurogrupo são muito graves. É incontestável. É muito mau para a Europa. Mas há quase três anos declarou um mestrado com uma designação que não existia. Podia ser engano administrativo. Não foi. Não tinha esse grau académico, mas administrativamente continuou como presidente do Eurogrupo. A Europa está administrativamente assim. Se olharmos para a hecatombe moral dos políticos mainstream franceses com as suas legalidades administrativas, só por muita sensatez dos eleitores é que podemos esperar a derrota da extrema-direita francesa.

 

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Sexta-feira, 10.03.17

 

 

 

Estas epifanias são cíclicas e podemos esperar como a proposta do Francis Bacon: sentados. Lembro-me de um pico semelhante em 2004 que foi o ano em que comecei o blogue. Receei que não tivesse registado o momento, mas não. Em 27 de Maio de 2004 escrevi assim e os resultados são conhecidos no presente (é muito interessante a plêiade de especialistas):


"Não foi fácil. Só ao terceiro encontrei a auto-estima. Passei pelo que estava mais à mão, o da Porto Editora, um só volume, e nada. Fui ao grande dicionário da língua portuguesa, do Círculo de Leitores, seis volumes, e zero. Não desisti. Recorri ao Houaiss da língua portuguesa, também do Círculo de Leitores, seis volumes, seguramente os mais pesados e por isso ficaram para o fim, e lá encontrei: qualidade de quem se valoriza, de quem se contenta com o seu modo de ser e demonstra confiança nos seus actos e julgamentos

A minha dúvida não estava tanto no significado. Situava-se mais na questão da palavra composta o ser por justaposição ou por aglutinação; ter ou não hífen. Neste caso tem, porque, e muito justamente, o sujeito até pode não ter muita estima por si próprio.

Ouvi hoje uma notícia surpreendente: um conjunto de sábios comprovados, ao que julgo saber afectos à maioria que nos desgoverna, vai discutir o porquê da baixa auto-estima dos portugueses. O painel inclui: Marcelo Rebelo de Sousa, Clara Ferreira Alves, Vasco Graça Moura e António Borges, que julgo que seja um empresário bem sucedido. Espera-se que, depois da mesa-redonda (por justaposição porque existem mesas que não são redondas), a auto-estima dos conferencistas suba em flecha."

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Francis Bacon.

Albertina, museum.

Viena.



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Terça-feira, 17.01.17

 

 

 

Aceitar um mínimo de dez anos de serviço para a vinculação de um professor contratado (há imensos com mais de vinte) é um sinal da decadência (irreversível?). A aceitação inclui a entrada na carreira no ponto zero com "eliminação" do serviço prestado. Este sinal de "sensatez", ou um imperativo da possibilidade, foi partilhado, naturalmente, por quem se bateu, durante anos e com sucesso, pelos direitos dos professores contratados junto da Comissão Europeia. Sublinhe-se que no universo europeu, privado ou público, exige-se três anos de serviço como regra de passagem para o quadro. E se olharmos para os profissionais escolares (professores e outros profissionais), tropeçamos em mais decadência. Carreiras congeladas há "tempo sem fim", aposentações retardadas (um caos anunciado) e precariedade institucionalizada. São componentes críticas transversais aos sistemas público e privado e o horizonte dos jovens adultos (alguns com quarenta ou cinquenta anos de idade) contraria os mais optimistas num momento em que o Governo dá um sinal de esperança aos professores contratados. Mesmo os mais pragmáticos (por onde andam os doutrinadores do "Compromisso Portugal"?) têm de considerar que o imobilismo nestas matérias será "irreparável".

 

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Sexta-feira, 13.01.17

 

 

 


 



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Quarta-feira, 09.11.16

 

 

 

 

"Varrer para debaixo do tapete" foi uma expressão acertada que ouvi de madrugada para caracterizar a descida valorativa dos arcos governativos nas democracias ocidentais. Não há tapete que encubra tamanha ganância e promiscuidade; dito assim para ser brando. É um dia triste. As pessoas que não frequentam as oligarquias estão saturadas de tanta defesa de um qualquer institucional e o quarto poder já provou que determina presidentes como quem aconselha sabonetes; com uma vantagem para os sabonetes presidentes: só precisam de aparecer muito, mesmo que ridicularizados ou trocando de opinião como quem muda de camisa. O problema pode estar mais nos dias seguintes.

PS: repito a imagem que usei num post de anteontem e nem é pela dificuldade na escolha de um shampoo+amaciador elucidativo. Repito a citação de Dominique Wolton nesse post: "a finança comeu a política".

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publicado por paulo prudêncio às 13:45 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 02.11.16

 

 

 

A discussão à volta do défice orçamental é, principalmente, um exercício retórico. O crescimento económico também só é "a maré enchente que subirá todos os barcos" se a decisão política quiser. As duas variáveis têm um tratamento desigual na Europa com vantagem para os mais fortes e para os seus interesses. "A revelação deste “contrato secreto” é confirmada pelo próprio presidente francês, François Hollande, no livro “Um presidente não deveria dizer isso” (661 páginas, edições Stock) e não foi desmentida. Desde que Hollande foi eleito, em 2012, as autoridades francesas apresentaram sempre previsões de défices intencionalmente falsas, com a aprovação da Comissão presidida por Durão Barroso e pela seguinte, por Jean Claude Juncker. Desse modo, a França escapou sempre a sanções por défice excessivo. Um livro explosivo."

 

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Quinta-feira, 06.10.16

 

 

 

 

O processo da ONU destapou a irrelevância da Europa; e da Alemanha. Li que o próprio Guterres o sublinhou no Conselho de Estado. Não será por acaso que os chineses consideram o futuro da Europa como um museu ao ar livre. Nesse caso, e olhando para o boom turístico, é pertinente a interrogação que ouvi noutro dia em Espanha: e os europeus serão "visitantes" ou "camareros"? Se olharmos para o emprego jovem europeu (precário e sem direitos como "nunca"), a segunda hipótese vence em toda a linha.

 

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Imagem obtida na internet sem referência ao autor 

 



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Quarta-feira, 13.07.16

 

 

 

"Vais marcar," é o que se diz a todo o avançado que é lançado no jogo. Quando a "profecia" se concretiza, uma em mil, transforma-se num crente feeling. Compreende-se os protagonistas. Aceita-se. Não se espera diferente. Já um PR deixar escapar uma escapadela a Fátima também se aceita. Da figura não se espera diferente. São feelings. Se a antevisão mediática de um jogo chegava com dois dias e o rescaldo com outros dois, a partir de agora será permanente. São feelings para todos. É irrefutável a festa. Nem os exemplares islandeses escapam à globalização. Pode o Deutsche Bank ter o destino do Lehman Brothers que os pobres portugueses sonharão com a oportunidade futebolística de ouro para os filhos, como substituição escolar, enquanto uns quantos dirigentes lá vão premiados para os Goldman Sachs deste mundo.

 

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Quarta-feira, 06.07.16

 

 

 

"O homem perdeu, no pensamento político europeu dominante, a posição de centralidade no organismo social e foi remetido para o exterior, passando a fazer parte do meio ambiente do sistema. Tornou-se uma causa para o aparecimento de problemas constantes e de complexidades crescentes."


A lógica defendida por Niklas Luhman tem que ser encarada pelas democracias europeias e pelas suas organizações. Os sistemas de informação, e o capitalismo de génese taylorista, estão numa fase de saturação por entropia informacional? Há, no mínimo, sinais do fenómeno.

As redes têm uma exigência: a eliminação da centralidade. Se associarmos a sua impressionante ubiquidade aos modelos organizacionais vigentes, também no sistema escolar português (hiperburocracia e burnout são consequências da entropia associada ao taylorismo), temos razões para duvidarmos do "fim da história" e, pelo contrário, todos os motivos para afirmarmos que a história, e até a actualidade, não estranha a regressão política e social. Os sistemas assentes na confiança são mais exigentes, geram mais responsabilidade e, por estranho que hoje possa parecer, só se constroem com pessoas; dá ideia que passa por aqui alguma janela para o pós-capitalismo "num tempo de supressão do futuro e de absolutização do presente" (Daniel Innerarity em "O futuro e os seus inimigos"). E há outro argumento determinante: não "incomodam" a natural supremacia do hedonismo.

 

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Segunda-feira, 04.07.16

 

 

 

 

"Não podemos reciclar uma saqueta de chá ou as crianças com menos de oito anos não podem estoirar balões", são dois exemplos de Boris Johnson na defesa do Brexit. Sem dúvida que a máquina de Bruxelas e Estrasburgo, com as suas benesses ilimitadas, não pode sequer acusar de invejosos os eurocépticos. Adensam-se as preocupações. É mais uma encruzilhada europeia que exige mais integração, muito mais humildade e que se olhe para os desenhos como o que se segue.

 

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Domingo, 03.07.16

 

 

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A crise europeia agudiza-se. Já são de vários quadrantes os que apontam a "sovietização" das estruturas centrais europeias (o euroviete, tal a sumptuosidade) e o desnorte confirmou-o na imposição de não eleitos: os draghis e os montis (e não está sequer em causa a competência de ambos, o que se eleva é a fragilidade do modelo europeu).

Mário Draghi foi alertando para a perda de independência dos estados europeus, enquanto na Europa do Sul se esgrimiam textos constitucionais. Os paradoxos e os Governos obedeceram aos ditames não sufragados.

A polémica orçamental pode ser mais um ponto de partida para a inadiável discussão da Europa. O federalismo e o modelo norte-americano estão sempre presentes. Ao contrário da "estática" Europa, os "dinâmicosEUA têm sido mais pujantes e dominadores. O modelo europeu nunca será uma cópia e só perde enquanto a espera for dominada pelas políticas de afunilamento defendidas por Wolfgang Schäuble.



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Segunda-feira, 27.06.16

 

 

 

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Luís Afonso



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Domingo, 26.06.16

 

 

 

"A Espanha de 2016 dá vontade de citar Churchil a propósito da Rússia de 1939: "É uma advinha embrulhada num mistério dentro de um enigma"",

 

lê-se na página 13 da impressa do Público num texto de Jorge Almeida Fernandes.

 

A crise da Europa torna-se cada vez menos previsível.



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Sexta-feira, 24.06.16

 

 

 

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Parece consensual que com a vitória do Brexit nada será como dantes e que vivemos mais um momento histórico. Apesar da histórica titubeante adesão à Europa continental, a Inglaterra acabou a dirimir conflitos aterradores entre a França e a Alemanha. Deseja-se que a história não se repita. O Brexit é, desde logo e como representa a imagem acima, uma derrota de Cameron (o Brexit só foi possível com o apoio dos conservadores). Veremos como se desfragmenta o Reino Unido com as vontades europeístas da Irlanda e da Escócia. Mas não é só Cameron a perder. O euroviete supremo, "comandado" na última década pelo desastroso Barroso, acentuou as políticas austeritarista condenadas até pelo FMI e perdeu em toda a linha acompanhado pelos executivos alemão e francês e pela maioria do eurogrupo. As benesses ilimitadas dos eurocratas esgotaram-se. O défice democrático nas instituições europeias, a imposição de políticas não escrutinadas e a especulação financeira com carta branca são faces da derrota. O cartoon que se segue é uma boa imagem do egoísmo europeu assente no neoliberalismo das últimas três décadas.

 

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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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