Em busca do pensamento livre.

Quarta-feira, 13.12.17

 

 

 

"As denúncias que, há mais de um ano, chegavam ao ministério desapareceram. Uma das últimas originou o inquérito em curso da inspecção do trabalho. Entretanto, o jornalismo de investigação mediatizou o assunto e em 48 horas demitiram-se um SE e a presidente da Raríssimas e o ministro do trabalho é chamado ao parlamento pelo seu partido". Concordo com esta observação radiofónica. O jornalismo de investigação tem muita força. Já o comprovou noutras causas perdidas no tempo. É evidente que a mediatização televisiva tem ainda mais força e o caso Raríssimas retira energia aos que reduzem o denominado jornalismo de investigação a "sensacionalismo para audiências". 

 

Adenda às 22.05: discordo que se mediatize a vida privada.

 

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publicado por paulo prudêncio às 12:24 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 11.12.17

 

 

 

Percebe-se a indignação com o caso "Raríssimas"; nas instituições que acolhem crianças, custa ainda mais a digerir. Pelo que se vai percebendo, "uma denúncia anónima" tornou, ainda em Novembro, pública a informação. Parece que a mediatização colocará o processo noutro nível de responsabilidade. Como alguém dizia, espera-se um inquérito em toda a profundidade e que se cruzem todas as possíveis pontas soltas. Fica sempre a perplexidade e a interrogação: como foi isto possível?

 

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Nota: só agora vi o vídeo completo. Está de parabéns a Ana Leal. Confesso: esta gente enjoa mesmo. Como compreendo os que se querem bem longe destes meandos da estratosfera. E ninguém reparou? Nem os avençados ou membros dos órgãos sociais?



publicado por paulo prudêncio às 14:32 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 02.11.17

 

 

 

Há jornalismo que segue a pégada dos "donos disto tudo". O "relatório dos Panama Papers condena “apagão” de 10.000 milhões em Portugal" e "Dirceu investigado por receber um milhão" são dois textos imperdíveis para quem tenta perceber como foi isto possível.



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Terça-feira, 31.10.17

 

 

 

 

Parece que os "assaltantes de Tancos devolveram uma caixa a mais". É risível, realmente. Fiz "oito posts sobre Tancos" e ponto final. Veremos o que sentencia a investigação em curso (?). Lembrei-me disto por causa das agendas mediáticas. Os "assaltantes" de Tancos continuam em primeira página e duas reportagens recentes, "O cartel de fogo" (ontem) e os "Lesados do BES" (há uns três dias), desapareceram.

Não vi a primeira, mas quem viu contou-me coisas intrigantes que vão dos tais "helicópteros Kamov que não voam" - com auditorias externas sem mácula e que até peças enferrujadas e presas por arames eram "invisíveis" - a contratos ruinosos para o Estado. Vi a segunda. Impressionou-me um depositante que ficou a zeros nas poupanças de uma vida. Sublinhou que, ""no dia anterior à queda do BES", o PR da altura recomendou o banco e uma auditoria externa atribuiu a pontuação máxima nos tais testes de stress".

Estamos, paulatinamente, a criar um caldo propício à demagogia. A credibilidade da justiça é o pilar fundamental da democracia, embora não se deva confundir auditores externos com MP e PGR. Como já se observou recentemente, quando há meios as investigações são conclusivas e espera-se que o caso dos incêncios tenha desenvolvimentos semelhantes ao do BES e da PT.



publicado por paulo prudêncio às 15:41 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 17.10.17

 

 

 

Ainda no último "Expresso da Meia-Noite, Fernando Esteves, jornalista e autor do livro "A Sangue Frio" (sobre a Operação Marquês) fala do momento que deu a volta ao caso Sócrates e o papel dos Panama Papers na ligação ao universo BES e à PT". Percebeu-se o nervosismo da Malta lusitana quando se soube da presença de figuras nacionais nos Panama Papers. Seguiu-se um apagão mediático. Conhece-se agora que a avaria nos feixes hertzianos foi apenas mediática. Noutro país europeu, o assunto continua na ordem do dia.

"DaphneCaruanaGalizia, jornalista que liderava a investigação dos PanamaPapers em Malta, morreu esta segunda-feira, depois de o carro em que circulava ter explodido. Segundo o jornal britânico “TheGuardian”, terá sido colocado um explosivo no interior do veículo, umPeugeot 108. Daphne Caruana Galizia tinha um blogue onde denunciava líderes políticos. Uma das suas mais recentes investigações visava o primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, e dois dos seus assessores mais próximos, que acusou de corrupção. A jornalista denunciara às autoridades estar a ser vítima de ameaças de morte." 

 

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publicado por paulo prudêncio às 14:21 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Domingo, 15.10.17

 

 

 

Afinal, o regime será réu. O MP, contrariando cépticos, tem uma acusação com crimes de corrupção. Para além disso, e como demonstrou Richard Thaler (Nobel2017economia), há uma elevada irracionalidade nos processos decisórios do mercado. Daí às teias de corrupção, ou às políticas económicas desastrosas para os 99%, é um passo.

Vi as duas jornadas mediáticas da RTP1: a acusação do MP e a entrevista a José Sócrates (JS). 

Na primeira, um especialista fiscal e penal considerou que "o processo é muito bom, tecnicamente muito evoluído e único no sistema judiciário português. Nunca vi tanta recolha de matéria. Foi preparado ao milímetro". Em complemento, o Expresso concluiu que Salgado é o "corruptor disto tudo" (CDT), acusado de "corromper o ex-PM e as duas ex-estrelas da PT" e que para um ex-líder do BESI (primo do CDT) "os procuradores fizeram um trabalho “gigantesco" que merece elogios. No Expresso da Meia-Noite, explicou-se como os "Panama Papers confirmaram a acusação ao universo BES e à PT".

Na segunda, JS afirmou que "nunca fui um PM corrupto" nem "fiz parte do grupo de amigos" do CDT. Para JS, Rosário Teixeira (procurador), Paulo Silva (inspector) e Carlos Alexandre (juiz) "mentem" e "perseguem um alvo e não um crime. São de direita e contra a esquerda. Não me perdoam pelo que fiz pela escola pública" e por mais umas coisas que não percebi. Em complemento, Miguel S. Tavares, no Expresso e onde defendia as políticas escolares do tempo de JS, simplificou e concluiu que o ex-PM não poderá ser culpado apenas porque o CDT corrompeu os dois PT ex-estrelares.

Um dos lados mente. Veremos o que diz o tribunal, mas não explicará como foi isto possível. Aliás, e para a saúde do regime, é importante institucionalizar uma pergunta: onde esteve no que levamos de milénio?

  

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Lisboa. Outubro de 2017. Em Alfama a olhar para o Bairro Alto.

Pôr-do-sol para os lados do Marquês.



publicado por paulo prudêncio às 09:46 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 12.10.17

 

 

 

 

A operação Marquês está longe de um epílogo. Continuaremos no tempo da justiça. Todavia, e considerando a dimensão dos incluídos no processo - os DDT's (um chefe de um Governo com maioria absoluta que exerceu o cargo durante sete anos, o chefe do principal banco privado, os chefes da empresa de telecomunicações emblemática (a Nokia portuguesa) e com prestígio internacional, os chefes de uma forte construtora de obras públicas do regime e um ministro que também chefiou o principal banco público -, estamos perante uma teia que terá certamente ramificações ainda desconhecidas mas certificadas pelos investigadores. Mesmo considerando a presunção de inocência, é já um sério abalo no regime e uma vergonha para o país. Também, e para além do desfecho, fica, em qualquer dos casos, o registo da mentira mediatizada como táctica de convencimento popular; e com que desplante, realmente.



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Domingo, 25.06.17

 

 

 

Auditoria às dívidas ocultas de Moçambique não esclarece destino do dinheiro



publicado por paulo prudêncio às 10:42 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 03.06.17

 

 

 

Segundo os OCS, a rede - e que rede; e que rendas -  EDP/REN começou no Governo de Barroso (2004), passou pelo de Santana e cimentou-se no de Sócrates. A rede pode acabar mal 13 anos depois. Pelos vistos, a rede tem ligações ao BES e desagua na lugar habitual: a rotunda do Marquês. Mexia, um dos quatro arguidos conhecidos ontem e que é referido como membro activo da rede, passou por governos e era um dos liberais do Compromisso Portugal. Em 2010, recomendou aos portugueses que aguentassem. Basta googlar um bocadito e encontramos:

 

"António Mexia diz que fez por merecer os 3,1 milhões.

 

António Mexia afirma que o valor recebido em 2009 em prémios é justificado porque "o que está em causa é que ultrapassámos os objectivos definidos em 2006, 2007 e 2008. Foram definidos objectivos ambiciosos e difíceis de atingir para a maioria das pessoas e que foram ultrapassados".(...) As declarações de Mexia surgem na sequência do escândalo causado pela sua remuneração à frente duma empresa onde o Estado é o principal accionista, numa altura em que o governo propõe medidas de austeridade para os mais pobres.(...)

Tirando a passagem pelo GES, António Mexia fez toda a sua carreira nos negócios em empresas com participação estatal, muitas vezes por nomeação política, para além de ter participado nos governos de Cavaco Silva e Santana Lopes. No entanto, Mexia assume-se como um liberal e foi um dos promotores da iniciativa "Compromisso Portugal", que defendia justamente a saída do Estado do capital das empresas onde ainda se mantém. Na sua mensagem aos membros do Compromisso Portugal, Mexia defendeu que a "ambição que é hoje obrigatória para Portugal" exige "sacrifícios no curto prazo por forma a obter vantagens no médio prazo, devendo esta geração evitar carregar inutilmente as próximas".

"Temos que aprender a dar mais e a pedir menos", aconselhava o então presidente da Comissão Executiva da GALP Energia, ainda antes de aceitar o convite de Santana Lopes para entrar no governo. Quando o governo caiu, foi a vez de Mexia convidar Santana para o cargo de assessor jurídico na EDP."

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publicado por paulo prudêncio às 18:05 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

 

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Sábado, 13.05.17

 

 

 

Saltar de uma obra literária para as notícias da actualidade transporta um sabor de continuidade. Mais ainda quando cruzamos páginas do "Submundo" da sociedade norte-americana do século passado (anos oitenta e noventa) com o passado recente português.

Sabe-se, e que mais se saberá, que houve fundos de alto risco que ganharam milhões com a queda das acções do BES. Também se soube que a santa casa da misericórdia foi providencial nos empregos para os assalariados do antigo arco governativo, cabendo a vez à direita. Ora leia a passagem seguinte e veja lá se não encontra analogias nesta ecologia.

 

 

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DeLillo, Don (2010:91). "Submundo". Sextante Editora. Lisboa.



publicado por paulo prudêncio às 17:03 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 04.03.17

 

 

 

O Portugal deste milénio recorda-me a Itália dos anos oitenta e noventa do século passado. A Máfia dominava os sistemas político e financeiro e boa parte do judicial. Era comum a emersão de juízes heróis enquanto outros se enredavam na malha da corrupção. Havia uma queda vertiginosa de políticos "insuspeitos". Este sentimento sobre Portugal não é recente. Obviamente que não. Mas a reportagem da SIC é arrasadora. E não me parece que a teia se fique pelo poder central. A exemplo do caso transalpino, os tentáculos chegam aos confins do território e fazem escola.

 

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publicado por paulo prudêncio às 21:22 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 25.01.17

 

 

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Estes estudos devem ser difíceis e nem imagino se estão próximos do real, mas"(...)numa análise dos resultados, é realçado que a queda de um lugar revela que "Portugal (62 ppntos) está estagnado no combate à corrupção" no sector público,(...)Dinamarca e Nova Zelândia (90 pontos em 100) são os primeiros classificados, seguidos da Finlândia (89 pontos)(...)O ranking global revela a ligação entre a corrupção sistémica e a desigualdade social e apresenta uma escala em que 100 significa "muito transparente" e 0 significa "muito corrupto"(...)Portugal situa-se agora na 29.ª posição no ranking, tendo perdido um lugar em comparação com o ano passado, quando tinha alcançado 63 pontos.(...)"

 



publicado por paulo prudêncio às 15:45 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 21.01.17

 

 

 

António Costa, ministro entre 2005 e 2007, confessou uma guerra aos professores "decretada" em conselho de ministros por volta de 2005. O actual primeiro-ministro disse que foi um erro grave.

Ao ler a edição impressa do Expresso (primeira página, de 21/01/2017, na imagem) sobre a "operação marquês", custa a aceitar que, enquanto se movia a guerra obstinada aos professores da escola pública, o chefe desse Governo recebia (de acordo com a notícia), entre 2007 e 2008, cíclicas tranches de milhões num circuito corrupto que começava no GES e que passava por off-shores e pela Suíça até chegar ao tal amigo do destinatário. Veremos o que a justiça consegue provar. Nesse período, em que os professores lutavam isolados, destacavam-se os doutrinadores do "Compromisso Portugal". Essa "fina flor da elite financeira" apontava o GES e afins como exemplos da boa gestão e enaltecia a coragem governativa. Quem lê o texto do Expresso, reconhece algumas dessas figuras ligadas aos intermináveis episódios da "operação marquês" e fica com mais um nó no estômago.

 

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publicado por paulo prudêncio às 17:48 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 18.01.17

 

 

Objectivamente, e para além dos resultados da justiça (a Operação Marquês conheceu hoje mais um avanço), estamos a pagar, e vamos continuar (a tal dívida impagável), anos a fio de desvario financeiro; em Portugal, na Europa e no mundo do capitalismo selvagem.



publicado por paulo prudêncio às 19:47 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 14.12.16

 

 

 

As notícias sobre casos de corrupção são diárias. Há casos que chocam mais. É o caso do INEM e da corrupção através da comercialização de produtos sanguíneos. Há instituições que pareciam a salvo da selvajaria. Imagino o estado de alma das pessoas que dão tanto de si ao INEM. Parece que a teia chegava à informática, mas o mote inicial arrepia. É muita falta de tudo, realmente.



publicado por paulo prudêncio às 16:30 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 02.09.16

 

 

 

CGD não voltará a falir de imediato uma vez que chumbou nos testes de stress do BCE. Sempre que um banco português passou nestes testes, faliu na semana seguinte. O BES teve mesmo um excelente antes da necessidade de requalificação (o eufemismo dos média para as falências na alta finança que, como na imagem, jamais pisa a relva). Entretanto, a injecção de capital na CGD já serviu, garante a nova administração, de fármaco para o stress. Para o ano, a síndrome anual (um banco por ano desde 2008) deve atingir o Montepio.

 

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Sábado, 27.08.16

 

 

 

Subida de impostos, desemprego em números inéditos, cortes a eito em salários e pensões durante anos a fio, carreiras (de professores, por exemplo) há oito anos congeladas, pessoas, sem acesso aos quadros, com dez a vinte anos sucessivos de contratos anuais, emigração em massa à procura de salários que permitam viver, quebra populacional, precariedade e insegurança profissional que atinge principalmente os jovens adultos e por aí fora. Há explicações? Encontrei uma com sentido de Pedro Pais de Vasconcelos que podíamos multiplicar por todo o arco governativo e pelos diversos bancos; depois é fazer contas até mais de 20 mil milhões de euros "desaparecidos". Era o tal pântano?

 

"CGD: quando eu Presidia ao seu Conselho Fiscal, a Caixa, sozinha, valia mais do que o resto do sistema bancário. O governo de Guterres extinguiu o Conselho Fiscal por Decreto-Lei.
O resultado foi a sucessão de grandes operações de financiamento a clientes especiais que não vieram a pagar, mas a quem também ninguém tem vontade de cobrar.
Tanto a concessão de crédito como a sua não cobrança merecem ser investigadas, é tão fácil...
E, depois de investigadas, deve ser feitas duas coisas: castigar exemplarmente os responsáveis e cobrar os créditos com a mesma energia que usam quando cobram sobre as pobres famílias que ficam sem casa.
Porque é que ninguém cobra o crédito da Caixa sobre o Berardo? E quem é que propôs em Conselho a sua concessão e quem é que no mesmo Conselho votou a favor.
Alguém que responda, por favor."

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Adenda com vídeo com declarações de Miguel Sousa Tavares:

"Muitos dos piores negócios da Caixa foram feitos sob égide de administrações nomeadas pelo PSD".



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Sexta-feira, 26.08.16

 

 

 

A falência da banca portuguesa obedece a uma precisão suíça: desde 2007 que é um por ano para não tornar "impossíveis" os orçamentos rectificativos. Nos anos mais recentes, o ritmo anual registou o BPN, seguiu-se o BES, depois o Banif, agora a CGD e parece que se adivinha o Montepio. É uma espécie de relógio suíço, quiçá em homenagem à nação neutra que não se limita a lavar vil metal: seca, lava a seco, engoma e faz entregas ao domicílio. Nem a tal de FIFA conhece qualquer obstáculo. É o modelo chuva que se vê na imagem. Talvez seja um modo prospectivo, mais amigo do ambiente, de tratar os trajes.

 

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publicado por paulo prudêncio às 21:39 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 09.07.16

 

 

 

O que é que cimenta o título? Goldman Sachs (pode saber mais aqui).

 

Em 20 de Janeiro de 2015, um post dizia assim:

"Arnualt "interveio decisivamente para que fosse desbloqueado o empréstimo do Goldman Sach´s ao BES em vésperas do colapso do banco" e "já estava já no Goldman Sachs quando elogiou "o legado de Ricardo Salgado" e afirmou que "o BES é um banco profundamente estável". Esta malta, que acusava os seus críticos de uns sem-mundo, têm também um historial de delapidação do orçamento do Estado e são responsáveis pelo estado a que chegámos."

 

Sobre a personagem Durrão Barroso pode começar por aqui (Jorge Sampaio responsabiliza o Cherne pela invasão do Iraque): pelo demolidor romance de Clara Ferreira Alves.

 

Sobre o Goldman Sachs fica o vídeo.

 

 



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