Em busca do pensamento livre.

Sábado, 14.01.17

 

 

 

 



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Quinta-feira, 05.01.17

 

 

Recebi por email, devidamente identificado, a seguinte quadratura escolar, e não só, claro, em forma interrogativa:

 

"Solicita-se desesperadamente a quem possa ajudar abenegadamente na seguinte situação (ou similares):
Que motivação psicológica existe para os professsores que começaram a carreira no 3º escalão e vinte e tal anos de serviço depois estão colocados no 4º escalão, que evite que 'mandem tudo às malvas' e se 'baldem' completamente para o trabalho?"

 

 



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Terça-feira, 27.09.16

 

 

 

A figura da direita é maior? Não. Se medir as figuras verá que são exactamente iguais. A impressão do tamanho é dominada por uma poderosa, e afunilada, ilusão que explica o processo de substituição que domina a rede pública de escolas e a nossa sociedade. Selecção de alunos com base em resultados esperados, e consequente exclusão até dos que necessitam de educação especial, é uma evidência que se acentuou com um regime competitivo que se devia circunscrever à organização escolar. A formação de crianças e jovens em sociedades avançadas, também na ciência, cultura ou desporto, assenta na cooperação em base alargada. Os funis aparecem mais tarde. O contrário envergonha-nos (envergonha mesmo?) e explica os nossos eternos números de insucesso e abandono escolares.

 

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Daniel Kahneman (2011:137), "Pensar, Depressa e Devagar".
Temas e Debates. Círculo de Leitores. Lisboa.



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Terça-feira, 06.09.16

 

 

 

 

Se insistimos no desprezo pela cultura, o passo seguinte é a crise de identidade. Do local para o global é a fórmula construtora da paz.

 

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Fotografia de Luís Moreira



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Três colegas escolares da adolescência são inesquecíveis pela queda para as artes. Um publica fotografias nas redes sociais. O Luís Moreira (everything i see, through my iphone) permite que use as fotos por aqui. Ainda estou a pensar no modo. Uma fotografia num post, com ou sem texto, é a solução que mais me agrada. Mais logo publicarei o primeiro. Este requer uma imagem com viagem no tempo.

 

 

Captura de Tela 2016-09-06 às 15.54.30 Fotografia de Luís Moreira



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Quarta-feira, 22.06.16

 

 

 

Cortesia do Sérgio Moreira

 



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Quinta-feira, 14.04.16

 

 

 

Recibi por email devidamente idenficado.

 

"Tendo como destinatário o governo da república...
 
 
Dirijo-me a V.Exa com a remota esperança de usar o seu poder para terminar com uma injustiça kafkiana que se manteve nos últimos anos. Exercendo a profissão docente no quadro do ME há mais de duas décadas, sou castigado há 10 anos na progressão na carreira sem conhecer o crime que cometi, tendo contudo, cumprido sempre diligentemente o dever profissional. A justificação para suportar esse castigo fornecida pelo poder politico, é que tenho de suportar os custos da incompetência, gestão danosa e criminalidade financeira cometida por outros. 
Mas o limite do tolerável está atingido e está a ser humanamente impossível suportar estoicamente esse castigo sem que haja prejuízo grave para terceiros. Nesta fase da carreira, já deveria estar posicionado no 7º escalão, mas forçadamente continua estagnada no 4º escalão, sem que exista evidência de desempenho profissional insuficiente.
Apelo desesperadamente à compreensão e sentido de justiça de V.Exa. para que cesse imediatamente este homicídio profissional e financeiro, com consequências gravosas para a manutenção de uma motivação necessária a um desempenho com qualidade superior. Sendo impossível ressarcir os prejuízos irreversíveis de curto e longo prazo (como por exemplo, no cálculo de uma putativa pensão de reforma), o mínimo que poderia acontecer para repor a injustiça decretada durante os últimos 10 anos, seria permitir a progressão na carreira tal como está consignada legalmente, permitindo ser posicionado não no escalão imediatamente acima, mas no escalão a que teria direito caso não tivesse sido castigado sem acusação nem condenação.
 
Esperando que seja a pessoa que fique na história governamental como aquela que cessou com uma condenação injusta aplicada a quem não contribuiu para nenhum prejuízo, apresento os mais respeitosos cumprimentos.
 
Mário Silva"


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Quarta-feira, 13.04.16

 

 

 

Pode assinar a petição aqui.

 

Cortesia do António Ferreira.



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Sexta-feira, 08.04.16

 

 

 

Precisamos de um "novo" abecedário. Mas um abecedário despretensioso e artesanal como na imagem. E olhem que não é falho de ambição.

 

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Quinta-feira, 03.12.15

 

 

 

 

 

 

Cortesia do António Ferreira via "O estado da educação e do resto".

 



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Segunda-feira, 20.07.15

 

 

 

 

A Grécia está a ser usada para encobrir o escândalo de salvamento dos bancos europeus

 

Cortesia do António Ferreira



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Quarta-feira, 17.06.15

 

 

1938 foi há um piscar de olhos. Para quem acha que a democracia portuguesa é um dado adquirido ou que os tiques totalitários são apenas impressões, olhe para a imagem e depois leia o texto abaixo. Como alguém disse, há sempre primeiros passos por via administrativa promovidos pelos sem rosto ou pelas figuras menores.

 

 

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"Para quantos acham que o "flirt" entre o salazarismo e o nazismo foi um mito, aqui deixo uma fotografia de 1938, da autoria do fotógrafo setubalense Américo Ribeiro, numa fábrica de conservas de Setúbal. Só hoje reencontrei esta foto, num livro que tinha perdido há uns anos,

Veja-se o pormenor das mesas postas em forma de suástica, o retrato de Hitler ladeado dos de Salazar e de Carmona, bem como as bandeiras nazi e da organização nazi "Força pela Alegria".

Resta esperar que não apareça por aí um fabiano qualquer a dizer que tudo isto se passou à revelia das orientações do regime...

 

Autoria atribuída a Francisco Seixas da Costas e retirada do facebook, assim como o texto (recebi ambos por email devidamente identificado)."



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Não é aceitável que a primeira despesa do Estado sejam PPP e juros da dívida

 

Cortesia do António Ferreira



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Domingo, 07.06.15

 

 

 

 

 

@Cortesia CVC.

 



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Quinta-feira, 14.05.15

 

 

 

Educar para um futuro pior

 

Cortesia de CVC. Colo o texto todo de Raquel Matos para sublinhar tão interessante argumentação.

 

 

"Enquanto professora universitária e mãe de três crianças dos 6 aos 12 anos, partilho a minha preocupação com as crenças e políticas de educação que se têm vindo a instalar em Portugal.

1. Há uma pressão enorme para o sucesso, desde cada vez mais cedo, por parte de pais, professores e diretores de escolas.

2. Esse sucesso é entendido como ‘ter boas notas’ e espera-se que todas as crianças tenham as melhores classificações. Ou seja, desafia-se o conceito de curva normal e as noções de média, mediana e moda que, tanto quanto sei, ainda se aplicam em estatística.

3. As crianças são, desde muito cedo, orientadas para o resultado sem serem motivadas para aprender.

4. Os programas das disciplinas têm-se tornado mais extensos e pouco sensíveis aos ritmos de aprendizagem.

5. As cargas letivas têm aumentado, porque os agentes escolares estão focados em garantir uma boa classificação das escolas nos famosos rankings e porque se assume que o melhor para crianças e jovens é estarem mais tempo na escola e terem pouco tempo livre.

6. Defende-se que fins de semana, férias e feriados são para estudar; que logo no segundo ano do ensino básico, as crianças devem preparar-se exaustivamente para os exames para que… não me ocorre outro motivo que não seja a boa classificação das escolas nos rankings ou o prazer dos pais em compararem as boas notas dos seus filhos com as notas dos colegas. Para a criança de 7 anos que passa os fins de semana a estudar em vez de descansar e brincar, não consigo antever que impacto positivo podem as classificações nestes exames ter no seu bem-estar e desenvolvimento, ou no seu futuro.

7. Na verdade, tenho dúvidas de que a orientação para as classificações elevadas possa garantir um futuro melhor. Percebo que o acesso ao ensino superior fica facilitado. Mas quem garante que estes jovens vão sair-se bem neste nível de ensino? Às universidades chegam, cada vez mais, jovens ansiosos (no sentido clinico do termo), focados no resultado e indiferentes ao processo. Importa-lhes conseguir uma boa nota sem ler um livro, sem participar em conferências e, se possível, sem assistir a muitas aulas. Porque não estão motivados para aprender. Porque o que sempre importou, dos 6 aos 18, foram as classificações.

8. Na entrada para o mercado de trabalho fala-se da importância das competências transversais. Na universidade entende-se então que é preciso diversificar as estratégias de formação e desenvolvimento dos jovens adultos. Por exemplo, formá-los para o pensamento crítico, depois de passarem anos num sistema de ensino que não o valoriza; ou proporcionar-lhes experiências que promovam competências sociais, quando até então pouco se apostou em mostrar-lhes que o valor das pessoas é um bem essencial.

Perante este cenário pergunto o que aconteceria se as cargas letivas não aumentassem, se não houvesse trabalho extra para favorecer as colocações em rankings, se se apostasse na motivação para aprender, se se promovesse o ensino artístico, se a relação entre alunos e professores não se cingisse à busca das melhores classificações, se pais e crianças estivessem mais tempo juntos. Não consigo pensar em consequências negativas. Porque seria uma aposta no que importa, que são as pessoas; são as crianças e jovens fantásticos, os pais, mães e professores atentos e dedicados.

Voltando à estatística, quero acreditar que a maioria partilha destas ideias e que estão nas margens da curva normal aqueles que continuam a apostar numa cultura de educação que não promove o desenvolvimento e o bem-estar dos nossos filhos, nem um futuro melhor."

 

Raquel Matos.

 

Docente da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, no Porto. A autora escreve segundo o Acordo Ortográfico.



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Quarta-feira, 13.05.15

 

 

 

O regresso da prevaricadora pública

 

Cortesia do António Ferreira.



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Domingo, 03.05.15

 

 

 

"Declaração de óbito.

 

Depois de, em 2005, ter sido declarada a doença terminal no sistema educativo, e da implementação das terapêuticas com efeitos secundários destrutivos, eis que após uma expetativa de vida de 10 anos em estado moribundo, se declara a morte do sistema educativo. Esta é anunciada sob a forma de municipalização da educação, da qual envio duas certidões, que todos deveriam ler atentamente, pois serão aplicadas a nível nacional nos anos vindouros.

Estas certidões foram divulgadas por dois colegas que estão integrados nos agrupamentos de um dos municípios que se voluntariou para o projeto, presidido por uma personagem mais conhecida pelo seu cargo diretivo na liga de futebol.

Lendo a matriz de responsabilidades e as cláusulas contratuais, conclui-se singelamente que o MEC passou a ser a câmara municipal e o seu presidente, o respetivo ministro; a escola limita-se a ser o que é atualmente...

Preparai as exéquias, arrumai os assuntos pendentes, pois a médio prazo os nossos agrupamentos serão ministrados pelo respetivo presidente da câmara do concelho onde estão inseridos (com todas as consequências derivadas do exercício de poder autárquico, sobejamente conhecidas do cidadão...).

Para os crentes, lá nos encontraremos no paraíso celestial; para os não crentes, hasta la vista.

 

Mário Silva.

 

Pode ler o contrato realizado com o município de Oliveira de Azeméis e o respetivo anexo.



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Quinta-feira, 23.04.15

 

 

 

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"Apoteose.

 

Já não faz sentido falar dos sinais do descalabro da Escola Pública. Trata-se de um facto, ainda não plenamente consumado, mas em adiantado estado de concretização. E quanto mais notório ele se torna, mais se erguem as vozes que apregoam o contrário, mais se agigantam os gráficos e os números, as folhas de Excel e as outras, maior se torna a pressão negativa exercida sobre aqueles que, no terreno, são manuseados como marionetas. Enfim, a escola real sofre de septicémia, mas a escola de papel vai bem e (auto)recomenda-se.

O empobrecimento do Estado está a ser fatal para os mais despecuniados, para os mais débeis, para os mais desamparados, enfim, para quem dá à Escola Pública a sua principal razão de existir. Deixou de haver dinheiro, os empregos tornaram-se muito raros, e o Estado não está para encarecer a mão-de-obra por excesso de qualificações. Nestas situações, é conveniente que o povo adquira as competências mínimas para servir, mas que não desenvolva muito as asas, que o espaço aéreo está congestionado. Assim, torna-se contraproducente o investimento nesta fábrica de esperanças, de expectativas, de igualdades... Há até quem pense que somos mais competitivos e menos contestatários, se formos um pouco mais ignorantes. Pois é, a educação ― a verdadeira, a informada, a culta ― traz inquietações e aspirações que não se coadunam com tempos de escassez. Daí todo este desinteresse do Estado ― de quem o controla ― pela sua mais prodigiosa criação, juntamente com o Serviço Nacional de Saúde. E como não pode assumi-lo, porque, para os devidos efeitos, ainda somos uma democracia, abandona-a, enquanto lhe declara amor incondicional e eterno. A coisa privada, tal como a proibida, parece-lhe agora muito mais apetecida. É por ela que o seu coração bate mais forte.

Aceitando como válida ― ainda que de forma simplista ― a ideia de que a escola prepara para a vida (a vida que se perspetiva em cada momento histórico), impõe-se a eterna questão: o rosto “desta escola” tem alguma semelhança com o rosto da vida que espera os alunos que não têm outro apoio senão aquele que a Escola Pública lhes dá (aqueles que David Justino quer “salvar” das retenções)? A resposta é um rotundo NÃO! Lá fora, a vida real é cada vez mais exigente, mais precária, mais seletiva, mais severa com a impreparação, com a indisponibilidade, com a falta de responsabilidade… Lá fora, a vida real exige cada vez mais esforço, mais capacidade de sofrimento e de abdicação… E o que faz a escola atual para preparar os jovens para esse mundo? Ensina-lhes tudo ao contrário: podem faltar quando querem, que as faltas são meros registos; podem chegar à sala às horas que querem, que a porta está sempre aberta; podem faltar ao respeito a quem quiserem, desde que não matem nem escochem, que nada de substantivo lhes acontecerá; podem nunca fazer os trabalhos de casa, não levar o material necessário para as aulas ou nem sequer ter apontamentos no caderno, que isso apenas dará azo a uns ridículos recaditos na caderneta; podem “baldar-se” o ano inteiro, que ainda transitarão, desde que ponham umas asas pelo Stº. António ou pelo S. João. Enfim, esta escola ensina a irresponsabilidade, a boçalidade, a petulância, a falta de respeito, a falta de ambição, a mediocridade, a inércia, a externalização das causas do insucesso… Esta escola é tão honesta com estes jovens como os produtos de emagrecimento instantâneo com gordos e obesos: tudo sem esforço, sem privações, sem sofrimento… A Escola Púbica está a tornar-se um verdadeiro logro. Dentro de uma década, será apenas um serviço mínimo de instrução destinado àqueles que têm rendimentos mínimos, para os preparar para uma vida mínima, minimamente vivida.

E qual é o papel dos professores em todo este processo? Cumprem ordens, como bons amanuenses. Os que se tornaram diretores cumprem ordens da tutela e dos que se tornaram inspetores. Fazem o que for preciso para apresentar papéis e folhas Excel com os resultados solenemente encomendados e despudoradamente prometidos. Querem é descalçar a sua bota, que os joanetes doem que se fartam! Grandes anfiteatros ― autênticos coliseus ― cheios de alunos e de encarregados de educação, no dia da festa dos Quadros de Mérito, de Valor e de Excelência! Tambores a rufar, trombetas a gritar, holofotes a doirar, jornalistas a “flashar”, parangonas a contar… APOTEOSE! Xerifes de Nottingham. Os professores que continuaram a ser apenas professores ficaram cada vez menos professores e… praticamente, já só cumprem ordens, praticamente de toda a gente. Se os mandam aceitar, aceitam; se os mandam admitir, admitem; se os mandam calar, calam; se os mandam avisar, avisam; se os mandam telefonar, telefonam; se os mandam entreter, entretêm; se os mandam justificar, justificam; se os mandam passar, passam; se os mandam ir, vão. Quando os alunos não cumprem, não estudam e não têm resultados positivos, é sempre aos professores que a tutela e todos os membros da comunidade escolar perguntam “O que é que os senhores vão fazer?”. E eles tiram sempre mais um coelho da cartola. Ai deles que não tirem!

Estes anos de terrorismo sobre os professores estão a matar a classe (que dá esmola para o seu próprio funeral). Mas não estão a aniquilar apenas a massa crítica dos docentes, estão a ferir de morte as sementes do livre pensamento, aquelas que fazem os homens livres, os cidadãos conscientes e interventivos, as democracias sãs, os países civilizados. E porque ensinamos muito mais o que somos do que aquilo que sabemos, devemos esperar que a História se vista a rigor e seja implacável com tanta demissão."

 

Luís Costa, 18 /04/2015



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Segunda-feira, 20.04.15

 

 

 

 

Um cavalo de Tróia chamado TTIP



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Sexta-feira, 10.04.15

 

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 09.04.15

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 10.02.15

 

 

 

Um contributo de Mário Silva.

 

 

"A verdade esfregada na cara.

 

"Desta vez, vamos fazer com que a classificação seja executada exactamente nos mesmos moldes em que é executada para qualquer exame nacional, ou seja, através de despacho, todas as tarefas inerentes à classificação passam a ser obrigatórias.”

Este responsável admite que a medida poderá causar contestação, mas está confiante que acabará por ser aceite: “A percepção que tenho é que, como em tudo na vida, como em tudo o que implica mudança, há um impacto inicial que gera muito ruído e, depois, esse ruído vai tendencialmente diminuindo”, nota Hélder Sousa. jornal Público

 

Esta declaração marca o dia em que um dirigente assume publicamente que os professores e o povo em geral são como um ‘cão que ladra e não morde’. Os dirigentes políticos têm esta perceção do povo e por isso sabem que podem decidir a seu bel-prazer, e que apesar de muito ladrar, nunca serão mordidos e tudo se fará como planeado. Rui Zink, num debate, declamou que a caravana passa e os cães ladram, ladram, ladram, mas um dia mordem. É um cenário tentador mas desfasado da realidade: eles jamais morderão. A única situação em que poderão morder, é se aparecer um dono que os conduza.

No caso dos professores, vão legislar como quiserem, os profs vão estrebuchar mas vão cumprir docilmente o que lhes impingirem. Foi assim com a ADD (que ficou com a estrutura que a ministra idealizou), com os cortes salariais, o congelamento da carreira, a alteração curricular, a última greve aos exames e avaliações (onde existiram profs de direções que assumiram as funções do secretariado que fez greve). Para mim, não é novidade há vários anos, e por isso, agora rosnam mas obedecem com o rabinho entre as pernas.

Existem formas individuais de resistência, com efeitos nefastos e insidiosos, que cada um imagine quais serão, sendo neste momento o que resta a todos aqueles que, quando ladram, ainda mordem…"

 

 

 



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Sábado, 13.09.14

 

 

 

 

 

 

 

Desenho de Luís Afonso.

 

Cortesia de CVC.

 

 



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Segunda-feira, 08.09.14

 

 

 

 

 

Paulatinamente a agenda "tudo está mal na escola pública" acentuou-se no que levamos de milénio e só o esforço de muitos impediu que caíssemos no desastre sueco. O discurso do mercado da Educação ganhou terreno com o actual Governo.

 

Há concelhos, como o de Caldas da Rainha, em que a relação público-privado é elucidativa dos efeitos negativos para a escola pública e para os seus alunos e profissionais. 

 

O João Daniel Pereira, do movimento "Em defesa da escola pública do Oeste", fez mais um estudo muito pertinente que teve a gentileza de me enviar por email. Fez referência aos quadros (são de 2013 e da Direcção-geral da Estatística da Educação e Ciência), que a seguir apresento, nas redes sociais durante o verão e num comentário por aqui.

 

No seu email o João Daniel diz o seguinte:

 

 

"(...)em relação ao nosso concelho, há números avassaladores.(...)No fundo, prova-se, através da evolução do número de alunos e do número de docentes, a investida dos interesses privados no concelho. Só professores a menos no ensino público são 190 em 9 anos, ou seja, menos 22%. É um escândalo! Destaco o 2.º Ciclo, de 190 passámos para 96 docentes, uma redução de 50%. No 3.º Ciclo e Secundário, de 420 docentes passámos para 330.(...)"

 

 

Os quadros têm abundante matéria para discussão.

 

Fiz uns sublinhados para os dados que o João Daniel referiu e acrescento mais uns detalhes.

 

O número de alunos matriculados aumentou entre 2005 (ano de inauguração do Grupo GPS no concelho) e 2013. O número de alunos do ensino secundário aumentou, mas o número de alunos matriculados no regular diminuiu. Os indicadores de sucesso escolar têm muitas variáveis. Mas há um dado em relação ao 2º ciclo que é evidente: a percentagem de insucesso escolar ou desistência duplicou entre 2005 e 2013.

 

Ou seja, também os números de uma década são elucidativos acerca do cerco à escola pública.

 

 

 

 



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Segunda-feira, 14.07.14

 

 

 

 

 

 

 

Nuno Crato tem sido interrogado por jornalistas por causa do elevado número de professores que querem rescindir com o MEC. Ao que julgo saber, existem 93 milhões de euros para rescisões, mas as solicitações, cerca de 4000, já vão em mais de 400 milhões. E se as condições do programa fossem mais favoráveis, os números da "fuga" andariam pelos 30 a 40 mil.

 

Recebi um email com um link para o Observador donde tirei a primeira imagem. Escolhi para a segunda imagem, lá mais abaixo, uma parte da entrevista a Nuno Crato no último Expresso.

 

Nas duas entrevistas (até perecem uma só), Crato culpa a indisciplina e desresponsabiliza o aumento do número de alunos por turma. Aponta um número em que vale tudo: uma média de 22 alunos por turma no ensino não superior, na média da OCDE e que já se verificava em 2009. Ou seja, faz uma média incluindo as turmas do 1º ao 12º anos de escolaridade e faz uma espécie de mescla: turmas com alunos inibidores, turmas de cursos CEF, turmas de cursos profissionais, turmas regulares e turmas regulares de opções. Interroguem-se os professores e, se houvesse uma réstia de confiança nesses profissionais, saber-se-ia que as turmas têm excesso de alunos.

 

Estes assuntos exigem muita tecla, mas é óbvia a interrogação dos jornalistas: depois do que disse, não devia diminuir o número de alunos por turma em vez de aumentar? Claro que devia diminuir. Nenhuma turma devia funcionar com mais de 24 alunos em qualquer ciclo de escolaridade, as turmas com alunos inibidores da sua formação com 18 (para 2) ou 20 (para 1) e as turmas dos vocacionais, profissionais e opções com um máximo de 16 e em alguns casos 12. Mas já se sabe que Crato é para além da troika e que não tem coragem para o assumir. Limita-se a mistificar assuntos sérios.

 

O ministro revela, naturalmente, um apego à concorrência entre escolas. É adepto do mercado escolar. Devia saber que onde esse mercado já está instalado em Portugal, e se considerarmos que o eduquês menos sensato, como o de Crato, olha para os encarregados de Educação como "clientes-tout-court", os encarregados de Educação que mais contribuem para a indisciplina impõem a sua cultura às escolas que cada vez mais dependem da matrícula dos seus educandos. Isso é fatal e alastra-se numa sociedade demasiado ausente como a nossa.

 

A destruição do estatuto dos professores no que levamos de milénio é a causa principal da "fuga" e só não conclui assim quem não põe os pés numa sala de aula.

 

Sejamos claros: há mais de 10 anos que a profissionalidade dos professores não recebe uma notícia positiva e é preciso uma boa dose de cinismo para vir agora argumentar com o "desgaste de uma profissão difícil" depois dos cortes a eito para além da troika e de toda a tralha de eduquês II associada. E é ainda mais grave se considerarmos a campanha eleitoral do actual Governo que denunciou a confessada guerra aos professores perpetrada pelos executivos de Sócrates.

 

 

 

 

 

 

 

 



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A propósito do post "Uns eternos arrependidos" em que manifestei alguma perplexidade por Carlos Fiolhais tanto ter apoiado Nuno Crato e ser agora um crítico contundente das políticas do ministro, recebi, de uma leitora identificada, um link para um post, "Carlos Fiolhais faz o panegírico de Nuno Crato", de António Nabais no Aventar.

 

O professor e blogger fez, em 26 de Novembro de 2012, uma crítica detalhada às opiniões de Carlos Fiolhais. O melhor é ir ler o post, mas fiz umas imagens das passagens mais significativas que deixo à reflexão. É muita mudança no pensamento estrutural em tão pouco tempo que vai do reforço do ensino privado à gestão escolar e passando, ao que parece, pelo ensino dual; enfim.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 05.05.14

 

 

 

Um depoimento impressionante de um professor brasileiro por cortesia do José Mota.

 

 

"(...)Sou um “buscante” do conhecimento, mas nada me valia não aplicá-los um pouco que fosse, pois vivia encarcerado numa burocracia administrativa que particularmente me desumanizava.(...)"

 

 

 

 

 



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Sábado, 26.04.14

 

 

 

 

 

É hábito dizer-se nas efemérides que a repetição diária depende da vontade, mais da boa-vontade, claro, de cada um. Sabemos que nem sempre é suficiente.

 

Recebi uma imagem do 25 de Abril por contributo do AM e só hoje a consigo publicar. Está justificado.

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 23.04.14

 

 

 

 

 

O Colégio Liceal de Lamas prepara, segundo a comunicação social, um despedimento colectivo de professores. Repare-se na designação: colégio liceal com a particular referência de se afirmar como ensino privado. Vamos ler e é o costume: financiados pelo Estado, sem redução do número de alunos, nos últimos anos não reduziram o financiamento recebido (ao que se sabe, Crato aumentou em 2011, como medida primeira, o valor por turma) mas despedem professores. Há um dado objectivo conhecido: foi alterado o estatuto da carreira do professores do ensino privado e cooperativo.

 

 

 

 

Cortesia do João Daniel Pereira



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Sexta-feira, 18.04.14

 

 

 

Cortesia de CarlosVC
 


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Segunda-feira, 14.04.14

 

 

 

 

Com os cortes a eito registados no sistema escolar é natural que as consequências negativas se evidenciem. É no mínimo sei lá o quê que David Justino veja ganhos de eficiência no que se está a passar, o que pode dar razão aos que defendem que há muito de ideológico nos cortes e que o peso político dos actores mainstream da Educação é nulo ou de soma negativa.

 

Santana Castilho é obvio e taxativo: "com a atual sangria de meios e recursos, tudo andará para trás".

 

Pode ler estas e outras opiniões no estudo que o DN classifica como Grande Investigação e onde se conclui que "120 mil crianças sofrem com falta de comida" ou que o "abandono escolar é preocupação sem rostos nem números". São inúmeros os "ganhos de eficiência" que escapam a leituras com um determinado tipo de lentes, obviamente.

 

O João Daniel Pereira digitalizou uma parte da edição impressa.

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:09 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

 

 

 

 

 

 

 

Cortesia do João Daniel Pereira.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 15:06 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 26.03.14

 

 

 

Cortesia do António Ferreira


publicado por paulo prudêncio às 11:43 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 25.03.14

 

 

 

 

Cortesia do António Ferreira


publicado por paulo prudêncio às 09:25 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 21.03.14

 

 

 

 

.
.
Cortesia do António Ferreira


publicado por paulo prudêncio às 10:00 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 20.03.14

 

 

 

 

A era da empatia

Lições da natureza para uma sociedade mais gentil

Frans de Waal 

 

Cortesia do António Ferreira

 

 

"1. Biologia, esquerda e direita

 

 

Mas o que é o governo em si, senão a maior

de todas as reflexões sobre a natureza humana?

 

James Madison, 1788

 

 

Somos nós os responsáveis pela guarda de nossos irmãos? Deveríamos ser? Ou essa função apenas atrapalharia os propósitos pelos quais estamos aqui na Terra — para produzir e consumir, segundo os economistas; para sobreviver e nos reproduzir, segundo os biólogos? Que essas duas visões pareçam tão semelhantes não é uma simples coincidência, uma vez que surgiram aproximadamente na mesma época e no mesmo lugar, em meio à Revolução Industrial inglesa. As duas adotam como princípio a ideia de que a competição é saudável.

 

Pouco tempo antes, e ligeiramente mais ao norte, na Escócia, o pensamento era outro. Adam Smith, o pai da economia, compreendia melhor do que ninguém que a luta em defesa de nossos interesses pessoais necessita ser temperada pelo sentimento de solidariedade. Ele defendeu esse ponto de vista em "A teoria dos sentimentos morais", um livro muito menos conhecido do que "A riqueza das nações". Smith iniciou seu primeiro livro com uma frase memorável:

 

Por mais egoísta que se possa admitir que seja o homem, é evidente que existem certos princípios em sua natureza que o levam a interessar-se pela sorte dos outros e fazem com que a felicidade destes lhe seja necessária, embora disso ele nada obtenha que não o prazer de a testemunhar.(...)"

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:29 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 13.03.14

 

 

 

 

 

 

Portugal e o Brasil vão-se aproximando.

 

 

 

 

 

 Cortesia do José Mota

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:48 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 27.02.14

 

 

 

 

 

A heurística, como arte de inventar ou descobrir, pode também manifestar-se em desenhos a três dimensões ou em gráficos com linhas ou barras.

 

A figura que se vê a seguir, e o problema colocado, recorda-me as manipulações de vária ordem dos ideólogos do Estado mínimo. O seu discurso anti-professor e anti-funcionário público em geral não sofre oscilações por mais que se comprovem as inverdades nos números ou nos factos, como foi o caso recente do relatório FMI ou das atoardas do primeiro-ministro e de quem o influencia ou guia directamente.

 

 

 

 

Daniel Kahneman (2011:137), "Pensar, Depressa e Devagar".

Temas e Debates. Círculo de Leitores. Lisboa.

 

 

É mesmo assim. Nem com régua os defensores do Estado mínimo lá vão. A despesa com professores será sempre exagerada e nunca se comoverão com a brutalidade dos cortes já efectuados. Mesmo os que dizem que na Educação já se chegou ao limte mínimo, omitirão essa fatalidade e repetirão o chavão da atracção dos "melhores".

 

Outra forma heurística muito em voga é a demonstração por gráficos. A escolha das escalas, mais ainda no eixo do y, digamos assim, provoca um efeito parecido ao demonstrado por Daniel Kahneman.

 

Vejamos dois gráficos com os mesmos números de alunos matriculados no 1º anos de escolaridade. A diferença está na escala usada no eixo do y e o resultado permite as mais variadas leituras. Repare-se que quem fez o primeiro gráfico é um blogger comprovadamente comprometido com a causa da escola pública.

 

 

 

Este gráfico foi inserido neste post.

 

 

 

 

 

 

Este gráfico é de um leitor do blogue a quem agradeço a colaboração.

 

 

 

1ª edição em 19 de Maio de 2013. 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:03 | link do post | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Terça-feira, 25.02.14

 

 

 

 

"(...)“Nosotros pensamos que ser madre adolescente es malo, pero no sabemos lo que significa para las clases más desfavorecidas. Para nosotros es romper un proyecto, pero para ella capaz que no”, aseveró.

En este sentido, la docente de la UBA llamó a cambiar la forma de enseñar. “Vamos a educar con una cultura hegemónica, pero no dialogamos con los jóvenes sobre qué significan estas cosas para ellos”, manifestó. Por eso, “cuando se piensa en formar personal para contexto crítico tenemos que hacer una discriminación positiva”, recomendó.

“¿Qué efecto puede ocasionar en un chico, que sabe de drogas más que nosotros, el eslogan: Decile no a las drogas? Ninguno. Las campañas son muy malas, no tienen impacto”, aseveró.(...)"

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:58 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 07.02.14

 

 

 

 

Estamos a precisar de um novo abecedário para escrever palavras como honra, honestidade, prestígio, modéstia, humildade, amizade, respeito e por aí fora. Mas de um abecedário despretensioso e construído com paciência e de modo artesanal; como na imagem. E olhem que não é falho de ambição.

 

 

 

 

 

(1ª edição em 25 de Dezembro de 2010)

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:31 | link do post | comentar | ver comentários (14) | partilhar


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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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