Em busca do pensamento livre.

Domingo, 16.07.17

 

 

 

"Viaje segundo um seu projecto próprio, dê mínimos ouvidos à facilidade dos itinerários cómodos e de rasto pisado, aceite enganar-se na estrada e voltar atrás, ou pelo contrário, persevere até inventar saídas desacostumadas para o mundo"

 

José Saramago,

Viagem a Portugal (Apresentação)

 

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Imagem encontrada algures na rede sem referência ao autor.

 



publicado por paulo prudêncio às 15:48 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 04.06.14

 

 

 

 

11 fotos que os pais não devem publicar nas redes sociais

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:32 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 28.03.14

 

 

 

 

 

 

O BES e o regime

 

 

"A decisão do Banco de Portugal de obrigar o Grupo Espírito Santo a fazer provisões de 700 milhões de euros, devido a receios sobre a capacidade de reembolsar a totalidade de emissão de dívida vendida a clientes do BES, é um momento muito importante para o sistema financeiro português. Por um lado, porque mostra finalmente o nosso banco central a actuar como um verdadeiro regulador, após anos e anos de uma supervisão narcoléptica, que acabou por enterrar o país no caso BPN. Por outro, porque é um sinal público de que o BES, eterno banco do regime e porta-giratória de inúmeros ministros e deputados, tem, de uma vez por todas, de mudar de cultura e de vida.

 

Na última década, o nome Espírito Santo esteve envolvido em investigações relacionadas com:

 

1) o caso Portucale, que meteu o abate de sobreiros numa zona protegida, após a aprovação de empreendimentos imobiliários em contra-relógio, em vésperas das legislativas de 2005, por parte de ministros do CDS-PP;

2) o caso dos submarinos, onde se suspeitou de financiamento partidário por parte do consórcio vencedor;

3) o caso Mensalão, mais financiamento partidário, desta vez do PT de Lula da Silva (as notícias do caso levaram a um corte de relações entre o BES e a Impresa);

4) o caso das contas de Pinochet, com dinheiro do ditador chileno a passar, segundo uma investigação americana, pelo banco português, via Miami;

5) o caso das fraudes na gestão dos CTT, incluindo a mediática venda de um prédio em Coimbra, valorizado em mais de cinco milhões de euros num só dia;

6) a interminável Operação Furacão, megaprocesso de investigação de fraude fiscal;

7) o caso Monte Branco, onde Ricardo Salgado constava da lista de clientes da Akoya, rede suíça de fraude fiscal e branqueamento de capitais;

8) o caso dos 8,5 milhões de euros que Salgado se esqueceu de declarar ao fisco, detectados na sequência das investigações à Akoya, e que teria recebido por alegados serviços de consultadoria prestados a um construtor português a actuar em Angola;

9) o caso da venda das acções da EDP pelo BES Vida, feita dias antes da aprovação da dispersão em bolsa da EDP Renováveis, o que levantou suspeitas de abuso de informação privilegiada;

10) o caso do BES Angola, uma investigação por branqueamento de capitais que acabou por transformar Álvaro Sobrinho, antigo presidente do BESA, num dos inimigos de Ricardo Salgado (o BES, por sua vez, veio acusar Sobrinho de utilizar os jornais da Newshold – o i e o Sol – para ataques pessoais ao presidente do banco);

11) o caso da recente multa (1,1 milhões de euros) em Espanha, devido a infracções “muito graves” de uma norma para a prevenção de branqueamento de capitais (em 2006, a Guardia Civil já havia feito uma rusga a uma dependência espanhola do BES). É possível que me esteja a esquecer de alguma coisa.

 

Manda o rigor, e a boa tradição portuguesa, sublinhar que muitos destes casos resultaram em absolvição dos arguidos. Mas, das duas, uma: ou o BES é menos popular no DCIAP do que Hitler entre os judeus, ou, de facto, há uma cultura de gestão altamente problemática, a que urge pôr cobro. Tendo em conta a importância da reputação num banco sistémico, é impossível viver com a sensação de que valia a pena a polícia abrir uma dependência dentro do BES, tendo em conta o tempo que passa a investigar o banco. Daí a importância simbólica do gesto do Banco de Portugal – é um enorme passo em frente na transparência do nosso sistema financeiro e, sobretudo, um motivo para termos esperança de que fazer negociatas à moda antiga venha a ser, no futuro, muito mais difícil."

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:57 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 11.03.14

 

 

 

 

Roseira

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:38 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 02.01.14

 

 

 

 

Um abraço aos professores portugueses

 

 

 

Encontra o texto no blogue referido e também na edição do Público donde tirei o seguinte:

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 15:08 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 06.05.13

 

 

 

 

 

Enquanto o novo primeiro-ministro italiano diz que se demite se o obrigarem a fazer mais cortes na Educação, em Portugal o primeiro-ministro mentiu em campanha eleitoral com promessas que fez nesse sector (na avaliação de professores era a custo zero) e, por incrível que pareça, o ministro da Educação e ciência está sempre pronto para cortes, chega a argumentar com estudos que só ele conhece no que se refere ao aumento de alunos por turma e corta em disciplinas da área das humanidades e das artes como quem muda de camisa.

 

E nem o factor financeiro serve de argumento para ajustar as mentes dos para além da toika. Se no número de professores já estamos quase em 1973, os outros indicadores aproximam-se vertiginosamente. Tudo isto fundamenta o que sempre se soube: o que demora a construir pode ser destruido num período temporal muito mais curto.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:28 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 12.01.13

 

 

 

 

Cidadania


"Eu vou a manifestações. Dizem-me que não serve de nada, e provavelmente têm razão, mas eu vou.

Eu voto. Provavelmente não serve de nada, mas eu voto. Eu falo e escrevo. Provavelmente não serve de nada, mas eu falo e escrevo. Eu desobedeço quando posso, às vezes sozinho. Pode não servir de nada, mas desobedeço. Eu informo-me. Pode não servir de nada, mas informo-me.

Sei que há outras pessoas a fazer como eu. Não sei se são muitas ou se são poucas, mas sei que as há, e por todo o mundo. Muitas delas bem mais dedicadas e eficazes do que eu. 

E por fim tudo serve para alguma coisa, até o desprezadíssimo voto. Porque aquilo a que chamam nada é afinal apenas quase nada, e os quase nadas somam-se."



publicado por paulo prudêncio às 22:56 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 12.10.12

 

 

 

 

Encontrei, no facebook de João B. Serra, uma citação de José Saramago, Viagem a Portugal (Apresentação) que diz assim:

 

‎"Viaje segundo um seu projecto próprio, dê mínimos ouvidos à facilidade dos itinerários cómodos e de rasto pisado, aceite enganar-se na estrada e voltar atrás, ou pelo contrário, persevere até inventar saídas desacostumadas para o mundo"



publicado por paulo prudêncio às 19:23 | link do post | comentar | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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