Em busca do pensamento livre.

Quarta-feira, 14.06.17

 

 

 (Parece que esta notícia ainda não se confirmou)

 

Os novos campeões da "NBA quebraram a tradição": disseram um "não", por unanimidade, a Trump. Não existirá a habitual recepção do Presidente aos vencedores. É uma decisão interessante num mundo ocidental a transbordar de hipocrisia. Como estaria a democracia se cada cidadão tivesse a mesma dignidade?

 

Captura de Tela 2017-06-14 às 12.36.19

 



publicado por paulo prudêncio às 13:25 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 25.03.17

 

 

 

José Pacheco Pereira, no Público, e Clara Ferreira Alves, no Expresso, entre outros, claro, escrevem textos de arrepiar (esta semana parece que combinaram na análise do trumpismo), mas que retratam, se me permitem, as sociedades actuais a partir de um ângulo de análise certeiro. Há um estilo de exercício do poder ("Trump não é um epifenómeno", de Pacheco Pereira) que se faz através do bullying. É triste, mas é assim; embora o feitiço se acabe por virar, e como sempre, contra o feiticeiro, como também parece ser o caso Trump.

 

Captura de Tela 2017-03-25 às 13.54.10

 



publicado por paulo prudêncio às 13:54 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 17.05.15

 

 

 

 

Para quê manter a Escola se há empresas que oferecem modelos admiráveis?



publicado por paulo prudêncio às 11:23 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 12.09.14

 

 

 

 

 

 

Uns pediatras concluíram contra a corrente: "(...)Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer? Os pediatras americanos defendem que, no caso dos adolescentes, a máxima não é exequível e mais vale ajustar os horários das escolas. É contra a natureza dos miúdos deitarem-se muito cedo e é também por isso que a maioria não dorme o tempo que devia.(...)".

 

Se nas crianças são óbvias as vantagens do deitar muito cedo, nos adolescentes já não é assim. Começar as escolas por volta das 08h30 parece uma boa opção para se considerarem as preocupações dos referidos pediatras.

 

A idade de transição para o estado adulto requer adaptações progressivas.

 

Durante anos (no nosso estado novo eram mesmo totalitaristas) prevaleceram critérios militaristas, conservadores e mesmo improdutivos que "obrigavam os adultos" ao espartano "deitar cedo e levantar cedo" com desrespeito pelos ritmos biológicos.

 

As primeiras horas do dia eram consideradas eleitas e todos tinham de parecer muito ocupados e eficientes nesse período mesmo que se provasse a sua hipo glicemia (no treino desportivo foi mais do que comprovado). As restantes horas do dia eram proscritas e as noites consideradas "horas de pecado". Os noctívagos que defendiam esse período como mais produtivo, para interagirem com pessoas em estado menos teatral ou para desenvolverem trabalhos que exigiam solidão, eram olhados de lado pelo "mundo do trabalho". É interessante assistir a esta evolução dos direitos, até ao de dormir, que, nalguns casos, se pode considerar também um dever.

 

 



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Sexta-feira, 29.08.14

 

 

 

 

Da desonestidade ignorante - 4

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 15:29 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 01.03.14

 

 

 

 

 

 

 

 

Página 16 da revista do Expresso de 1 de Março de 2014



publicado por paulo prudêncio às 12:59 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 05.02.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pode ler aqui o texto completo (vale mesmo a pena).

 

 

 

 



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Terça-feira, 28.01.14

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:27 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 13.01.14

 

 

 

 

Um lugar para a Educação

 

 

"Choca-me tanto o CDS querer descer a escolaridade obrigatória como a progressista ideia de “esquerda” de não haver chumbos. Na vida há muitas ideias, não há só duas. Andamos entre os defensores da escola “fascista”, desigual, e os partidários do paternalismo e do facilitismo total, como se não existissem outras hipóteses de organização da educação.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 18:58 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 25.11.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 19:06 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Sábado, 09.11.13

 

 

 

 

O que está por detrás dos números?

 

 

 

A ligação que sugiro refere-se a um texto de Bárbara Wong, jornalista do Público, sobre os rankings.

 

Depois de vários anos ligada a esta divulgação - o seu jornal foi pioneiro numa época em que o seu director, o liberal José Manuel Fernandes, era um Lurditas D´Oiro (mais tarde um fervoroso anti-Lurditas D´Oiro, veja-se lá) - a jornalista vai para lá dos números e começa por concluir: "(...)Se nas primeiras edições dos rankings me dava prazer conversar com as escolas que ficavam bem colocadas – perceber o que faziam de diferente, com a intenção de conhecer as boas práticas e de as poder partilhar com os leitores e com as escolas que podiam replicá-las; hoje, gosto de falar com as que ficam no fundo do ranking e descobrir que, na maior parte das vezes, fazem um trabalho exemplar.(...)".


Imagina-se o contributo do tratamento mediático, e alucinado, destas coisas.

 

É evidente que se uma escola vai descendo centenas de lugares a cada ranking, haverá detalhes que vão para além das variáveis externas.

 

Há critérios simples de eficiência que devem, desde logo, ser observados. A pontualidade como regra fundamental, o respeito escrupuloso pelas condições de realização de cada uma das aulas, a institucionalização da "pedagogia do silêncio" (as escolas do fim dos rankings têm a tendência para elevar a festa e o entretenimento que é exactamente o contrário das necessidades das suas populações), a produção escrita, e em avaliação permanente, do plano estratégico e o esforço para se evitar a tentação de passar para o exterior uma imagem que não corresponde à sua vida quotidiana.

 

Mas vale a pena ler o texto todo.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 15:20 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

 

 

 

 

Os rankings como retrato de uma educação a várias velocidades






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Sábado, 26.10.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"(...)Nunca compreenderei como é que seis anos de passeio narcísico possam merecer absolvições e indulgências, tantos os casos justiciários mal ou nada explicados para onde o seu nome resvalou. Poucos políticos sem vida profissional própria ostentaram tanto como ele e se pavoneiam tão descaradamente quanto ele, o que, no estrito plano moral, e tendo em conta a miséria para que milhões de portugueses foram atirados, não deixa dúvidas a ninguém. E se o assunto dos assuntos, em 2010, era o PlayBoy então no Governo, convém recordar de que provocatório e obcecado consigo mesmo foi feita a intervenção pública desse actor literal. É profundamente anormal que se investiguem Primeiros-Ministros em casos sucessivos e todos tenham sido arquivados, sendo os arquivadores amigos e devedores de favores do alvo da matéria arquivada: Pinto Monteiro foi o Procurador Geral Restrito e Privativo de Sócrates. Há portanto uma causa directa para que sobre o hoje Manequim Político das Esquerdas terem abundado notícias de pequenos, médios, monstruosos, casos, de forma tão insistente sem qualquer esclarecimento: nunca um Primeiro-Ministro em Portugal foi tão agressivo como o actual Ayatola das Esquerdas, Sócrates. Nada da sua vida intima, do património da sua família, do seu percurso profissional e académico, na forma como exerceu os seus cargos políticos anteriores foi, depois de escrutinado, esclarecido e, depois de esclarecido, justificado. Nada.(...)"







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Sexta-feira, 06.09.13

 

 

 

O Grande Combate Ideológico De Nuno Crato…



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Domingo, 28.07.13








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Sexta-feira, 10.05.13

 

 

 

 

 

 

 

 Imagem do parlamento europeu.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 22:01 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Quinta-feira, 02.05.13

 

 

 

 

"A não-corporação dos professores" é o título de uma acertada crónica do Paulo Guinote no Público. Deve ser lida na totalidade, se me permitem, mas destaco o último parágrafo onde podemos incluir também aqueles professores que, estando nas escolas ou muitas vezes no MEC e afins, não têm sala de aula. Em regra, quanto mais incompetentes mais se acentua a sua prosápia anti-professor e, nalguns casos, até se armam em déspotas (os assustados são sempre assim).

 

 

"(...)É falso que só é professor quem não consegue fazer outra coisa. Mas é verdade que há quem logo que consiga ser algo diverso se esqueça que foi professor. E se torne um dos seus principais inimigos. Quantas vezes de forma bem explícita e provocatória. E é nesses momentos que me apetece defender, sem embaraço, a necessidade de um assumido e eficaz corporativismo docente."

 



publicado por paulo prudêncio às 16:26 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 22.04.13

 

 

 

 

 

Subscrevo integralmente e com gosto o texto do João Ruivo. É um assunto que tenho abordado com frequência. Se me permitem, desde que iniciei este blogue, em 25 de Abril de 2004, que faço este tipo de análise que é um tema central dos meus escritos sobre política educativa. É bom que se sublinhe: quem governou o MEC neste milénio, mas propriamente desde 2003, mergulhou neste modelo neoliberal das escolas.

 

 

A reorganização neoliberal das escolas

 

"A reorganização neoliberal da escola, em que os alunos são vistos como "clientes", os professores como "colaboradores", a aprendizagem como um "produto", o sucesso académico como um indicador de "qualidade total", o planeamento pedagógico como "acção de empreendedorismo", a gestão escolar como "direcção corporativa" e os pais e a comunidade como "stakeholders", e o investimento como um "custo orçamental", esta reorganização, dizíamos, tem destruído uma boa (e talvez a melhor) parte do edifício da escola pública, enquanto escola democrática, inclusiva e meritocrática.

O pretenso ideal de fazer funcionar uma escola sem professores reflexivos, activos e motivados, sem custos e sem autonomia, foi experimentada por todos os sistemas mais ou menos autocráticos, mais ou menos ditatoriais. Os resultados também estiveram sempre à vista: no Portugal do início da década de setenta do século passado, quase metade da população era analfabeta e apenas sete em cada cem estudantes que terminavam o secundário continuavam estudos na universidade.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 18:40 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

 

Os não concursos para docentes (2009-2013)





publicado por paulo prudêncio às 17:40 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 18.04.13

 

 

 

 

 

Chegam relatos de uma multidão de professores à beira de um ataque de nervos, com a agravante de muitos enfrentarem o dilema descrito por Samuel Beckett em Watt (ficção em prosa):



"Pensar, quando já não somos novos, quando ainda não somos velhos, que já não somos novos, que ainda não somos velhos, não é coisa pouca".



publicado por paulo prudêncio às 20:53 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
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Após 2 mandatos de um presidente negro simpático,...
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