Em busca do pensamento livre.

Sábado, 14.10.17

 

 

 

 

Cópia de 1168829

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Luís Afonso



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Domingo, 08.10.17

 

 

 

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Luís Afonso



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Sábado, 07.10.17

 

 

 

 

O título do Público, "OE2018: professores, militares e polícias podem demorar mais tempo a progredir", é uma componente mediática da estratégia de distracção para atingir os do costume. Bagão Félix, sentado na 1ª fila da reabertura oficial da época de "arremesso à escola pública", sentenciou ao Expresso, OE2018:"(...)lamentando que o Estado esteja novamente a inchar(...)Há um setor em que devia haver poupança(...)Nasce-se muito menos e as escolas cada vez têm mais professores e pessoal?”(...)Há aqui um contrassenso, o problema da educação é um problema de defesa de interesses corporativos.(...)" Vamos lá centrar a discussão. Os professores, por serem muitos e por exerceram a sua actividade num objecto (escola pública) de confessada antipatia (para ser brando) para os governos do arco, foram a classe profissional mais atingida na administração pública. Os números são incontestáveis. Todos sabemos isso.

"Desapareceram" 42 mil professores (30%, o dobro da percentagem da redução de alunos 14%) de 2004 a 2015, em 2006 foram alvo de uma guerra - palavras do actual PM - decretada em conselho de ministros, a presença da troika, e da ideologia PàF, acentuou a queda e em 2017 as notícias acrescentam desconsiderações associadas às intocáveis, e incontáveis, malfeitorias anteriores - as financeiras e as outras -.

 

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Sábado, 30.09.17

 

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Segunda-feira, 25.09.17

 

 

 

Tem sido um milénio de crispação política e nada fácil para os espíritos mais livres. "Não fica bem" desalinhar nem concordar, mesmo que pontualmente, com o que existe. A vida portuguesa é também um bom exemplo. Se se via a irritação à esquerda com a presença do CDS, viajando de táxi, no mainstream, percebe-se agora que a direita está inconsolável com a possibilidade deste Governo, com um apoio parlamentar inédito, ser bem sucedido. Percebe-se o temor com a severidade do julgamento histórico, já que a direita aproveitou a presença da troika para se radicalizar. Para além disso, e sempre que não se está seguro do valor da obra, cresce a desorientação com a possibilidade da sucessão negar "o que se seguirá bom de mim fará". 

 

PS: é evidente o descontrole da malta dos salões com a habilidade política dos "descamisados". Chega a ser risível assistir à intolerância com a possibilidade de oportunidade política do lado mais à esquerda da sociedade.

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Domingo, 17.09.17

 

 

 

 

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Luís Afonso



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Quinta-feira, 14.09.17

 

 

 

 

Cansados com a falta de pontualidade no tempo inicial dos alunos com 5 e 6 anos, os professores conseguiram que a escola instituísse uma multa em dólares para os atrasos. E o que é que aconteceu? Os encarregados de educação "integraram" a multa na mensalidade e o número de atrasos subiu. A escola ficou numa encruzilhada com a passagem da multa a taxa. O planeamento dos professores ficou ainda mais difícil. Encontra este e outros exemplos que ajudam a pensar no livro de Michael J. Sandel: "O que o dinheiro não pode comprar - os limites morais dos mercados".

 


3ª edição do post

 

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Sábado, 09.09.17

 

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Segunda-feira, 04.09.17

 

 

 

 

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Luís Afonso



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Quarta-feira, 30.08.17

 

 

 

 

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Antero



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Terça-feira, 29.08.17

 

 

 

Os horários incompletos causam injustiças nos concursos. É injusto que um professor do quadro colocado até 25 de Agosto (apenas para horários completos), veja, posteriormente, professores do quadro menos graduados serem colocados em horários incompletos mais perto da residência; e sem cortes no salário, como é justo. A culpa é de quem administra. E ninguém garante que não aconteça o mesmo com professores contratados. 

Quem acompanha o sistema sabe, e há muito, que eliminar a quase totalidade dos horários incompletos não seria financeiramente significativo. Houve governantes que tentaram acabar progressivamente com a praga. Em vão. Não por acaso, o Governo declarou recentemente que a gestão financeira dos funcionários públicos passará das finanças para a presidência do conselho de ministros. Está em causa a tomada de decisão com conhecimento mais efectivo - e não aparente, difuso ou preconceituoso - das variáveis: "O objectivo é valorizar a dimensão humana e profissional da administração pública e fazer com que os trabalhadores públicos deixem de ser olhados apenas como números e como uma área do Estado em que é possível cortar despesa".

OE2016 da educação foi de 6 mil milhões (5.843,3 milhões de euros). Contrataram-se 7306 professores na fase inicial (uns 1500 com horário incompleto). Consideremos 20000 no total. Mas é possível fazer este estudo com mais rigor. Se os horários incompletos reduzirem 500 euros anuais médios por professor, a poupança será de 750 mil euros em 6 mil milhões (como exemplo, o aumento para os "privados" escolares no OE2016 foi de 14,4 milhões de euros). O fim dos horários incompletos reduziria, por exemplo, contratações para substituições temporárias. Pensando um bocado - mas depois ficávamos o dia toda a elencar benefícios -, concluiríamos que 750 mil euros é um número por cima e que o real equivalerá a umas dezenas de boys&girls&assessorias que pululam pela capital.

 

Nota: há aspectos positivos na vinculação de mais de 3000 professores contratados. Sem dúvida. Mas não há acréscimo financeiro significativo com a medida. As carreiras estão congeladas e, para além disso, esses professores entram na carreira como se tivessem zero anos de serviço. E depois, há milhares de contratações para suprir baixas médicas. O burnout também passa pelo modo de distribuir o serviço docente; e isso relaciona-se com o impensado dos horários incompletos. Já agora, e assim de repente, parece-me possível refazer as listas de 25 de Agosto com os horários todos e ponto final.

 

 

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Antero



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Segunda-feira, 28.08.17

 

 

 

 

A troika e as avaliações, os fanatismos ideológicos, o casino financeiro, os offshores, os paraísos fiscais instalados, e há muito, em países europeus, o experimentalismo a que sujeitaram Portugal, a febre dos mercados e os jogos de sombras que capturaram o orçamento do Estado, são algumas das razões que transportaram a manipulação para o auge.

 

Por mais que os mentores confessem erros, não existirá desculpa histórica. O prolongamento da crise de 2008 reforça a responsabilidade e as consequências tornam-na inapelável.

 

Recordo as 10 estratégias de manipulação enunciadas por Noam Chomsky. Publico as 4 primeiras.

 

"1. A estratégia da manipulação. O elemento primordial do controlo social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou a inundação de contínuas distracções e de informações insignificantes. A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir que o público manifeste interesse pelos conhecimentos essenciais na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar".

2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3. A estratégia da gradação. Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições sócio-económicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram empregos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. A estratégia do diferido. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é sentido imediatamente. Em seguida, porque o público tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento."

 

2ª edição

 

 

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Quinta-feira, 24.08.17

 

 

 

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Luís Afonso



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Sexta-feira, 18.08.17

 

 

 

 

As pessoas fizeram um semestre no "estado islâmico" e regressaram como quem esteve em "erasmus"?

Por outro lado, as redes sociais ampliam a "ágora" e os sinais de intolerância. Vê-se ódio ao que os outros pensam. É o sinal mais evidente. Daí a actos terroristas irá um qualquer passo dependente de circunstâncias, oportunidades e distúrbios diversos, como se percebe com a identidade dos fanáticos. Amos Oz é, mais uma vez, muito claro:

"A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar... O fanático é uma das mais generosas criaturas. O fanático é um grande altruísta."

 

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Quinta-feira, 10.08.17

 

 

 

 

Há componentes críticas na organização escolar: hiperburocracia, fragilidade democrática, profissionais desesperançados e insuportável caderno de encargos. Para além disso, os fundos que permitiram edificar escolas cruzaram-se com o tradicional caos na gestão do território; ou seja, há tipologias escolares para todos os gostos mas, e apesar disso, há uma qualquer relação com os ciclos de ensino.

Mas eis que um especialista em tergiversação - com antigas responsabilidades governativas e em fóruns de influência - recuperou uma das suas epifanias e inclinações: e se os ciclos de ensino adoptassem o 6+6, mesmo que desdobrado em 3+3+3+3, em detrimento do 4+2+3+3, que já foi 4+2+3+2 e passou a 4+2+3+2+1 até chegar ao 4+2+3+3? Há quem prefira o tal 6+6, o 6+3+3, outros o 4+5+3, o 9+3 e até recentemente houve quem tentasse o 4+prof ou quando muito 6+prof em paralelo com o 12 para uma minoria. Sei lá. Terraplena-se o parque existente e elege-se a táctica escolar como o quebra cabeças; como alguém perguntava, táctica ou bitáctica? Não sou avesso a mudanças; pelo contrário. Mas não há pachorra, realmente. Só podemos falir ciclicamente.

 

2ª edição.

 

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Domingo, 06.08.17

 

 

 

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Luís Afonso



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Sábado, 05.08.17

 

 

 

"A formação da personalidade apoia-se na sua negação", é uma verdade educativa intemporal. Por mais que os destinatários reajam (e é bom que o façam), o "não" é desejado, e inconfessado, pelos educandos, necessário e útil.

Outra verdade é a necessidade do "não" escolar aos encarregados de educação (não organizacional e curricular, obviamente) que a lógica do "cliente tem sempre razão" tem eliminado. Há encarregados de educação mais "tudólogos", ou necessitados da sensatez do não escolar, que confundem o "outro" com o "igual" na relação com os educandos e que desvalorizam a importância destas questões para a saúde da democracia como sublinharam Hannah Arendt e muitos outros. A gravidade acentua-se se a desinformação atinge agentes escolares.

 

3ª edição.

 

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Domingo, 30.07.17

 

 

 

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(Este texto não é inédito. Foi reescrito.

O original foi publicado neste blogue

em 27 de Maio de 2004)

 

 

Não foi fácil. Só ao terceiro encontrei a auto-estima. Passei pelo que estava mais à mão, o da Porto Editora, um só volume, e nada. Fui ao grande dicionário da língua portuguesa, do Círculo de Leitores, seis volumes, e zero. Não desisti. Recorri ao Houaiss da língua portuguesa, também do Círculo de Leitores, seis volumes, seguramente os mais pesados e por isso ficaram para o fim, e lá encontrei: "“qualidade de quem se valoriza, de quem se contenta com o seu modo de ser e demonstra confiança nos seus actos e julgamentos”". 

A minha dúvida não estava tanto no significado. Situava-se mais na questão da palavra composta o ser por justaposição ou por aglutinação; ter ou não hífen. Neste caso tem, porque, e muito justamente, o sujeito até pode não se estimar.

Ouvi (em 27 de Maio de 2004) uma notícia surpreendente: um conjunto de sábios, afectos à maioria que nos desgovernava na altura, discutiu o porquê da baixa auto-estima dos portugueses. O painel incluiu: Marcelo Rebelo de Sousa, Clara Ferreira Alves, Vasco Graça Moura e António Borges (foi a primeira vez que ouvi falar do último, um empresário bem sucedido). Depois da mesa-redonda (por justaposição porque existem mesas que não são redondas), a auto-estima dos conferencistas subiu em flecha. Uns anos depois entrámos em bancarrota e treze anos após a discussão de sábios ainda andamos à volta de dívidas sem fim e a auto-estima continua irregular.



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Sexta-feira, 28.07.17

 

 

 

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O regresso da flexibilidade curricular cria legítimas preocupações, tal o inferno burocrático em que se viu enredada a última experiência. A imagem acima é elucidativa. Inscreve-se, em 1, um registo do plano curricular da turma em "forma sumária", mas lê-se o 2 e os seguintes e até nos arrepiamos. Para além de todos os devaneios didácticos, há que conhecer o método. Prever a organização e eliminar patamares informacionais desnecessários. Quanto a isso, zero. Percebe-se, para começar, a ideia de faz de conta. Mas isso não é o simplex; é impreparação por excesso das ciências da educação. É legislar o impossível. O simplex dois refere a plataforma digital única. Mas só se o período de análise e programação envolver todas as entidades que obtêm informação, desde logo a Inspecção-Geral da Educação (avaliação externa) que deve premiar as boas práticas nos métodos de tratamento da informação; e não o contrário. Na actualidade, agrava-se porque estimula mesmo esse contrário e quanto ao método ficou pela tal "idade da pedra digital". É por aí que se deve começar.

Recordo um post de 8 de Julho de 2016.

 

"Aceitei estar aqui, mas tem de me deixar explicar tudo", disse MdCR, em representação da ministra Lurdes Rodrigues, para Fátima Campos Ferreira num prós e contras da RTP1 no auge da guerra da avaliação de professores (2008). E explicou: "pela primeira vez há uma avaliação com rigor: pontuação de 1 a 10 e quotas. Criámos 4 dimensões na avaliação. Para cada uma há 5 domínios (20 no total). Tudo pontuado de 1 a 10. Aplicam-se as quotas. O resto é com as escolas."

E o que era o resto? Para cada domínio (20 no total), havia 5 indicadores (100 no total). Para cada um dos 100 indicadores, existiam 10 descritores (1000 no total) para cumprir com rigor a pontuação de 1 a 10.

Este sumário do inferno encontra sinais de um qualquer retorno? É bom avisar antes que seja tarde quando se começa a perceber o programa para o sucesso escolar. E era uma pena, convenhamos que era. O pior eduquês tem tendência para começar na estratosfera central e ganhar asas até nos locais mais recônditos.

A imagem que acompanhava o post era a seguinte:

 

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publicado por paulo prudêncio às 12:44 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 24.07.17

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Autor:
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