Em busca do pensamento livre.

Sexta-feira, 16.02.18

 

 

 

 

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Antero



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Quarta-feira, 14.02.18

 

 

 

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Cópia de 1201024

 

Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 12:06 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 02.02.18

 

 

 

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Cópia de Captura de Tela 2018-02-02 às 16.51.28 

Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 16:53 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 28.01.18

 

 

 

 

Leia devagar, sff, e adivinhe quem fez as declarações seguintes antes de encontrar a solução no último parágrafo.

  1. “Não é preciso ser altruísta para apoiar políticas que elevem a renda dos pobres e da classe média já que todos beneficiarão. São políticas essenciais para gerar crescimento mais alto, mais inclusivo e mais sustentado. Portanto, um crescimento duradouro exige que seja mais equitativo."
  2. "Novos estudos demonstram que a subida em 1% da renda dos pobres e da classe média aumenta até 0,38% o crescimento do PIB em 5 anos. Em contrapartida, elevar em 1% a renda dos ricos reduz o crescimento do PIB em 0,08%. As nossas constatações sugerem que – contrariando a sabedoria popular – os benefícios da renda mais alta "espalham" para cima e não para baixo. Para além de outras variáveis, os ricos gastam uma fracção menor da renda e isso reduz a procura agregada e enfraquece o crescimento. Também se demonstra que a desigualdade excessiva de renda reduz o crescimento económico e torna-o menos sustentável."

São declarações de Christine Lagarde, em Junho de 2015 (Bruxelas), baseadas no boletim oficial do FMI de 17.06.2015 que integra o estudo (FMI"Causes and Consequences of Income Inequality: A Global Perspective". Se Maquiavel estivesse por cá, explicaria: "disse ao Príncipe: faz a maldade toda em pouco tempo e depois confessa-a; afirma-te neoliberal no início e social-democrata para sempre no fim; confia na sabedoria popular."

Notas:

1ª edição deste post foi em 04.02.2016. Esta 2ª edição deveu-se ao acontecimento em imagem (@Luís Reis Ribeiro do dinheiro vivo). Em Davos, no recente 24.01.2018, "Lagarde diz a Costa e Centeno que Portugal é um excelente exemplo". Convenhamos que é preciso descaramento. É claro que não se deve desprezar o pagamento antecipado da parte mais onerosa da dívida.

 

Repeti este post com alguns ajustamentos para o partilhar noutras redes sociais.

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Quinta-feira, 25.01.18

 

 

 

Enquanto existirem professores, haverá cargas genéticas e componentes ambientais a influenciar estilos de ensino. Se o professor quiser que os alunos o ouçam, recorrerá a um estilo de comando ou directivo. Se organizar os alunos por grupos, irá da avaliação recíproca aos pequenos ou grandes grupos e se pretender que os alunos encontrem uma solução pode ir pela resolução de problemas, atribuição de tarefas ou descoberta guiada.

Não é avisado misturar a docimologia e as técnicas de ensino, que são, a par do conhecimento científico, os patrimónios dos professores, com correntes ideológicas. E nada disto significa que na Educação não haja disputa ideológica. Pelo contrário. Só que, e vezes a mais como se tem comprovado, as ideias não coincidem com as acções e muito menos com os resultados.

 

(Já usei esta argumentação noutros posts)

 

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Terça-feira, 23.01.18

 

 

 

 

Leia, sff, e tente adivinhar quem fez as declarações seguintes antes de encontrar a solução no parágrafo final.

  1. “Não é preciso ser altruísta para apoiar políticas que elevem a renda dos pobres e da classe média. Todos beneficiarão. Essas políticas são essenciais para gerar crescimento mais alto, mais inclusivo e mais sustentado. Ou seja, para se ter crescimento mais duradouro será necessário gerar crescimento mais equitativo."
  2. "Novos estudos demonstram que elevar num (1) ponto percentual a parcela da renda dos pobres e da classe média aumenta o crescimento do PIB dum país até 0,38 pontos percentuais em cinco anos. Em contrapartida, elevar num (1) ponto percentual a parcela da renda dos ricos reduz o crescimento do PIB em 0,08 pontos percentuais. Nossas constatações sugerem que – contrariando a sabedoria popular – os benefícios da renda mais alta "espalham" para cima e não para baixo. Para além de outras variáveis, constata-se que os ricos gastam uma fracção menor da sua renda o que reduz a procura agregada e enfraquece o crescimento. Os nosso estudos anteriores demonstram que a desigualdade excessiva de renda reduz, na verdade, a taxa de crescimento económico e torna-o menos sustentável com o tempo."

São declarações, em Bruxelas, de Christine Lagarde, em Junho de 2015, baseadas no boletim oficial do FMI de 17 de Junho de 2015 que integra o estudo, também de Junho de 2015 e do mesmo FMI"Causes and Consequences of Income Inequality: A Global Perspective". Se Maquiavel estivesse por cá, teria explicação: "disse ao Príncipe: faz a maldade toda em pouco tempo e depois confessa-a; sei lá: afirma-te neoliberal no início e "social-democrata para sempre" no fim; confia na sabedoria popular."

 

2ª edição.

1ª edição em 04 de Fevereiro de 2016.

 

Nota: Davos (24.01.2018): "Lagarde diz a Costa e Centeno que Portugal é um excelente exemplo".

 

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Domingo, 21.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1194758

 

Luís Afonso



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Domingo, 14.01.18

 

 

 

 

 

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Cópia de 1192944

 

Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 15:13 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 07.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1190967

 

Luís Afonso



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Terça-feira, 02.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1189550

 

 

Luís Afonso



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Segunda-feira, 01.01.18

 

 

 

Com todos os riscos de quem retira do contexto uma passagem, não resisto a citar Ulrich Beck (2015:22) "Sociedade de risco mundial - em busca da segurança perdida", Lisboa, Edições 70,

 

"(...)o risco constitui o modelo de percepção e de pensamento da dinâmica mobilizadora de uma sociedade, confrontada com a abertura, as inseguranças e os bloqueios de um futuro produzido por ela própria e não determinada pela religião, pela tradição ou pelo poder superior da natureza, mas que também perdeu a fé no poder redentor das utopias.(...)".

 

A perda de "fé no poder redentor das utopias" indicia um risco de decadência se não se circunscrever ao inevitável cinismo com que a maturidade olha para a prevalência do mal. Se a descrença nas utopias e no combate às desigualdades atravessar todas as gerações, a decadência entranha-se; como a história, de resto, já nos explicou.

 

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Quinta-feira, 28.12.17

 

 

 

Falemos de coisas óbvias: as organizações políticas, como os partidos, são imprescindíveis à democracia que as deve financiar com transparência; qualquer desvio nos métodos alimenta os inimigos da democracia e indigna os seus defensores. O que foi dito sobre a indignação exclui os arrependidos em modo depois da hora difícil de escrutinar.

 

democracia

 

 



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Segunda-feira, 25.12.17

 

 

 

Do douradinho dos saques - um desenho do Antero em Dezembro 2013.

 

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publicado por paulo prudêncio às 09:20 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 16.12.17

 

 

 

 

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Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 09:04 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 07.12.17

 

 

 

 

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Cópia de 1182949

 

Luís Afonso



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Quinta-feira, 30.11.17

 

 

 

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2ª edição - revista.

 

O regresso da flexibilidade curricular cria legítimas preocupações, tal o pesadelo burocrático que enredou a última experiência. A imagem acima é elucidativa. Inscreve-se, em 1, um registo do plano curricular da turma em "forma sumária", mas lê-se o 2 e os seguintes e até arrepia.

Para além das questões didácticas, há que conhecer o método. Prever a organização, eliminar patamares informacionais inúteis e não dar espaço à ideia de faz de conta ou de logo se vê.

Importa sublinhar que o simplex dois refere a plataforma digital única. Isso exige um período de análise e programação que envolva todas as entidades que obtêm informação, desde logo a Inspecção-Geral da Educação (avaliação externa), que deve estimular as boas práticas no tratamento da informação e não o contrário, o MISI, os outros serviços centrais do ME, as empresas que comercializam software de gestão escolar e as escolas. É por aí que se deve começar.

Recordo um post de 8 de Julho de 2016.

"Aceitei estar aqui, mas tem de me deixar explicar tudo", disse MdCR, em representação da ministra Lurdes Rodrigues, para Fátima Campos Ferreira num prós e contras da RTP1 no auge da guerra da avaliação de professores (2008). E explicou: "pela primeira vez há uma avaliação com rigor: pontuação de 1 a 10 e quotas. Criámos 4 dimensões na avaliação. Para cada uma há 5 domínios (20 no total). Tudo pontuado de 1 a 10. Aplicam-se as quotas. O resto é com as escolas."

E o que era o resto? Para cada domínio (20 no total), havia 5 indicadores (100 no total). Para cada um dos 100 indicadores, existiam 10 descritores (1000 no total) para cumprir com rigor a pontuação de 1 a 10.

Este sumário do inferno encontra sinais de um qualquer retorno? É bom avisar antes que seja tarde quando se começa a perceber o programa para o sucesso escolar. E era uma pena, convenhamos que era. O pior eduquês tem tendência para começar na estratosfera central e ganhar asas até nos locais mais recônditos.



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Domingo, 26.11.17

 

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Quarta-feira, 15.11.17

 

 

 

 

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Luís Afonso



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Quarta-feira, 08.11.17

 

 

 

 

Os totalitarismos alimentam-se das leis que são impossíveis de cumprir. A velocidade legislativa é tão voraz, que os destinatários não encontram o conceito de vigência. A asserção de que "direito só há um, o vigente e mais nenhum", racionaliza o efeito de perda democrática.

Faz tempo que o direito abandonou a visão positivista do primado absoluto da lei e integrou uma concepção mais moderna designada por "um ir e vir constante entre a norma e o caso". Nesse sentido, as fontes da decisão dos juízes continuam a ser as normas, mas também a jurisprudência e a jurisprudência dogmática (ou doutrina). Ou seja: para além das normas, deve considerar-se cada caso em si e a ciência jurídica produzida pelos jurisconsultos.

Os totalitarismos estabelecem-se com a "presença" (nem que seja por alheamento) da maioria dos cidadãos. As sociedades democráticas actuais vão criando um caldo propício às ditaduras, venham elas donde vierem; com as leis impossíveis de cumprir, mas também por práticas anti-democráticas. Podemos pegar em muitos casos de "impossibilidade" que criaram um estado de sítio legislativo em que só o fingimento permite o "cumprimento" legal. Não há esperança? Dá ideia, e num nível macro, que depois dos recentes Panama e Paradise Papers nada será como até aqui. E se o exemplo vier de cima, há todo um clima que se pode alterar.

 

Usei estes argumentos noutro post.

 

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Sábado, 04.11.17

 

 

 

 

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Cópia de 1173959

 

Luís Afonso



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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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