Em busca do pensamento livre.

Sexta-feira, 23.06.17

 

 

 

Socorro! Sou mãe...



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Quinta-feira, 22.06.17

 

 

 

Hoje, no Jornal de Letras



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Quinta-feira, 01.06.17

 

 

 

É o consumo, estúpido!

 

Contributos para a Variação do PIB 1T2017

Gráfico obtido no post.

 



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Quarta-feira, 31.05.17

 

 

 

Apesar da internet e da velocidade dos restantes meios de comunicação social, as análises também se condicionam pelo espaço físico. Ou seja, raciocinamos por indução e dedução. Constata-se a diversidade geográfica, mesmo num país pequeno como Portugal. Por exemplo, e pensando na blogosfera, observa-se o modo como a localização dos bloggers os posicionam no intenso espaço mediático da educação nos últimos anos. A municipalização e a rede escolar são casos ainda mais evidentes. Quem vive em concelhos onde não existem "privados" não estará tão sensível para o problema e o mesmo se passa com o grau do caciquismo na discussão sobre municipalização.



publicado por paulo prudêncio às 10:46 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 21.05.17

 

 

 

Enfrentar a crise da rede escolar provocada pelas cooperativas de ensino é um mérito escolar da gerinçonça. Nos concelhos mais atingidos pela duplicação de oferta, Caldas da Rainha por exemplo, é patente a recuperação de alunos em escolas públicas condenadas à desertificação. Está resolvida esta componente crítica da rede escolar? É cedo para essa conclusão. As instituições particulares continuam licenciadas e uma viragem política inverterá o sentido do fluxo de alunos. Como é referido aqui, há alterações legislativas que requerem atenção. O aumento de contratos de associação deu-se em meados da primeira década de milénio e envolveu o bloco central; também ao nível local. Como esse espaço político estruturou o voto, é de considerar um forte peso político a influenciar uma reversão.

Em 2010, publiquei este texto no blogue e também na Gazeta das Caldas (exercício habitual antes do Correntes). Cumpriu-se o previsível: os autores deste género de publicações passam à incomodidade por acção dos actores do tal bloco. À medida que o tempo avança, e o tempo é sempre o mestre supremo, verifico a precisão dos escritos.

 

O Golpe disse assim:


"A propósito da recente polémica à volta da desnorteada rede escolar do concelho das Caldas da Rainha, considerei oportuno tomar uma posição que pode ser lida nos seus vários níveis de intervenção.

Foi por volta da década de noventa do século passado que se percebeu que o orçamento da Educação era demasiado apetitoso para que a ganância, que se afirmou através do PSD e do PS (o CDS e outros ficaram com empregos e fatias menores), o deixasse sossegado; potenciais PPP´s (parcerias público-privado,) ainda sem dono.

Vou fazer aqui um pequeno parêntesis para precisar que a fórmula PPP foi comprovadamente ruinosa para o estado, uma vez que os governantes assinavam contractos leoninos em benefício de empresas privadas para onde se passavam na primeira oportunidade, muitas vezes em comunhão espiritual com autarquias locais onde interrompiam obras integralmente públicas e já adjudicadas.

Desde a altura referida que as agendas mediáticas foram paulatinamente preenchidas pelo “tudo está mal na escola”, enquanto se edificavam escolas cooperativas em regime de excesso de oferta e em clima de quase mercado. Essa agenda foi levada até às últimas consequências, e com sonoro e central aplauso, a partir de 2005, através da destruição do poder democrático da escola.

Quando eclodiu a crise financeira, o PS foi apanhado de forma flagrante do lado predador. A mudança de agulha fez-se com a naturalidade de quem começa a dizer inverdades logo ao pequeno-almoço. Passou-se para um suposto lado contrário da agenda gananciosa, com mais uma epifania pato-bravista e de reanimação económica de imobiliários aflitos: a “parque escolar”. Estava quase tudo encenado para umas próximas legislativas e só faltava um detalhe precioso: somos os defensores da escola do estado e até retirámos financiamento aos nossos cooperativos que se dedicaram à privatização de lucros.

Os últimos tempos foram hilariantes (ou trágicos; é só escolher o lado). Ex-ministros do bloco central desceram da estratosfera e sentenciaram: escola do estado que seja pior fecha em favor da vizinha privada. Foi uma espécie de derradeiro serviço (consciente ou não), já que um deles até ameaçou desistir se a ideia não avançar de vez, numa intervenção que baralhou uma série de conceitos com a famigerada autonomia das escolas à mistura. Ao nível local foram convocados os inconscientes animadores de serviço.

Ou seja: edificaram inconstitucionalmente junto às escolas do estado – tentaram derrotar-lhes a fama e cobiçar-lhes os melhores alunos – inflacionaram as notas, colocaram professores sem concurso e em regime de amiguismo, construíram os rankings e já só falta subtrair uma boa fatia aos orçamentos. Uns grandes profissionais, sem margem para dúvidas. Um golpe perfeito, digamos assim. O pessoal da escola pública é bem mais naif e resistente e o país está no estado que se conhece."

 

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Impermeabilização de tadudes.

Imagem encontrada na rede sem referência ao autor.

 



publicado por paulo prudêncio às 18:15 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 18.05.17

 

 

 

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Gosto de corrigir os meus textos. Reler e mudar. É um exercício interessante. Há sempre alterações a fazer. Adjectivos a mais, mas também verbos desnecessários. Quando são posts publicados procuro não alterar o sentido. É evidente que a velocidade de reacção no registo blogosférico não convive bem com a escrita mais pensada. Não é fácil. Ontem, foi um dia assim. No texto da publicação anterior mudei o sentido. Já pedi desculpa a quem comentou. Faço-o agora a quem leu e tentarei não repetir.



publicado por paulo prudêncio às 13:14 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 17.05.17

 

 

 

Sete razões que explicam o forte crescimento da economia portuguesa no primeiro trimestre



publicado por paulo prudêncio às 09:07 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 12.05.17

 

 

 

"Se apresentar joelhos esfolados ou bolhas nas extremidades inferiores do objecto de profanação, o corpo, tem mais três dias de tolerância de ponto". Ouvi a informação bem humorada, convenhamos, e ainda não a confirmei. Pareceu-me que a bênção, a exemplo da já confirmada, não excluirá os professores por serem muitos.

Não é a primeira vez que a Geringonça não excluí os professores por serem muitos. Foi assim com a reposição salarial no ímpeto inicial da governação (embora o líquido mensal esteja inamovível), que não excluiu os professores por serem muitos. Contudo, quando se fala que em muitos casos o descongelamento de carreiras atingirá dois escalões, excluem-se os professores por serem muitos; quando se projectam reformas voluntárias favoráveis, excluem-se os professores por serem muitos; quando se recupera dignidade no estatuto das carreiras, excluem-se os professores por serem muitos; quando se defende o princípio inalienável dos profissionais votarem nas instituições que servem, excluem-se os professores por serem muitos. Abençoemos, então, o dia de hoje. No caso, que não será o meu, de o leitor se exaltar na adenda descrita no início, sugiro o link por baixo da imagem.

 

Nota: dizem-me que o Diabo está novamente desiludido depois de fazer bolhas nas extremidades superiores do objecto de profanação por tanto esfregar as mãos. Porquê? Porque desejou que a Geringonça não tolerasse o ponto.

 

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Guia completo para o tratamento das bolhas (também se aplica a joelhos esfolados)



publicado por paulo prudêncio às 14:25 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 05.05.17

 

 

 

"Proposta do PSD para mudar a gestão escolar: uma bagunçada sem fio condutor"



publicado por paulo prudêncio às 10:00 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 26.04.17

 

 

 

A gestão das escolas teve um recente pico mediático com as trapalhadas "na designação de diversos membros dos Conselhos Gerais". A democracia representativa foi uma miragem no modelo em curso e deu lugar a um ambiente de partidocracia que retirou a vivência democrática numa instituição que deveria ser exemplar. O modo de escolher as direcções escolares parece ter sido o único fim da constituição dos Conselhos Gerais e foi mais uma derrota para o antigo arco governativo. Quem decidiu, em 2009, eliminar o modelo que existia, teve a oposição de muitas escolas mas a oportunidade criou alinhados de última hora. É hoje consensual para quem avalia o modelo: as direcções escolares devem ser eleitas, num processo devidamente escrutinado, por todos os que exercem funções nas escolas integrados num caderno eleitoral mais alargado a exemplo do que acontecia até 2009. É, portanto, com alguma expectativa que se espera pelas decisões do Governo actual.

 

O Paulo Guinote tem um post importante sobre o assunto, "Liberdade para ensinar a liberdade", com a seguinte passagem:

"(...)Governos sucessivos, dominados por forças políticas tidas por alternativas, nada mudaram numa situação em que a liberdade e autonomia dos professores foram cuidadosamente destruídas, assim como a democracia no funcionamento interno das escolas foi transformada numa vaga memória. Defender a Liberdade para as escolas escolherem a sua forma de organização interna é algo que recupera valores que agora, infelizmente, parecem incómodos da Direita à Esquerda na Educação. Seria um bom exemplo para demonstrarem que ainda acreditam no que Abril trouxe ao nosso país, mas tudo o que está em desenvolvimento na área da Educação aponta no sentido inverso. Com a colaboração, nem que seja com simulacros de oposição, de quase todos aqueles que a cada momento se afirmam herdeiros dos valores de Abril.(...)"

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publicado por paulo prudêncio às 18:03 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 25.04.17

 

 

 

Abril foi por acaso, mas fiz uma espera para que 25 fosse o primeiro dia. Gosto de ter um blogue - esses clássicos da publicação digital -  e que o "Correntes (em busca do pensamento livre)" faça anos hoje. Mantenho o ritmo diário de publicação. Este é o post 9494 e partilhei alguns textos no twitter ou no facebook. 13 anos depois, agradeço mesmo pela atenção.

 

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publicado por paulo prudêncio às 10:19 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Domingo, 23.04.17

 

 

 

As contas do insucesso (mas com sentido)



publicado por paulo prudêncio às 13:17 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 10.04.17

 

 

 

Maria Helena da Rocha Pereira (1925-2017)

 

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Quinta-feira, 06.04.17

 

 

Hoje, no I

 

"Educação: Por uma Flexibilização Coerente

 

(...)Ao longo dos últimos 25 anos tivemos vagas sucessivas de retórica e legislação anti-insucesso com as mais variadas legitimações: ou porque é pedagogicamente infrutífero reter os alunos, ou porque isso lhes abala a auto-estima, ou porque é uma “chaga social” ou, de forma mais pragmática, porque “é caro”. Sejam coerentes de uma vez por todas e restrinjam a possibilidade de reter os alunos a casos ultra-excepcionais de falta de assiduidade, assumindo que todos (ou quase) devem passar de forma independente do seu desempenho, recebendo no final do Ensino Básico um certificado com as suas classificações, sejam quais forem. Abandonem de vez a noção de “positiva” e “negativa”, até porque a escala de 1 a 5 é toda positiva do ponto de vista matemático. E assim deixaríamos de comentar a transição de alunos com seis ou oito “negativas”. O aluno passou de ano com média de 1,5 ou 3,7 ou 4,8. E acaba-se de vez com o insucesso. Isso, sim, consideraria coerente e pouparia imenso em “formação” e conversa fiada por todo esse país, a massacrar pela enésima vez os professores, tentando fazê-los sentir-se “inflexíveis” e culpados pelos males alheios."



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Quinta-feira, 30.03.17

 

 

Educação: A Reforma Permanente



publicado por paulo prudêncio às 12:56 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 27.03.17

 

 

 

Agir sobre a informação é não só actuar sobre os dados obtidos, mas proceder sobre as relações que se estabelecem. “(...)Ou seja, é agir sobre os padrões coletivos ou individuais de formatação e através deles sobre a perceção do real e sobre a ação que dele decorre(...)” Rascão (2004: 21). Manuel Castells, por exemplo, enuncia vantagens na utilização das redes sociais. Trata-se de saber como usar as novas ferramentas e encontrar caminhos que sem a sua existência seriam improváveis ou mesmo impossíveis.



publicado por paulo prudêncio às 14:35 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 20.03.17

 

 

É, realmente, espantoso passar em tão pouco tempo do exemplo sueco de privatização total dos anos noventa do século XX para o exemplo finlandês. 

 

Entre Helsínquia e Lisboa



publicado por paulo prudêncio às 18:44 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 19.03.17

 

 

 

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Antero



publicado por paulo prudêncio às 20:47 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 04.03.17

 

 

 

Acerca do prefácio de um perfil e outras notas



publicado por paulo prudêncio às 11:40 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 03.03.17

 

 

 

A propósito do post do Paulo Guinote, "Paulo, conta-nos lá o que sabes", e em que ele confessa, desde logo, que pode ser em vão, remeto-me para o que escrevo. Já li várias opiniões sobre o tema, incluindo o "perfil do aluno do século XXI". O que tenho escrito é independente do que se venha a aprovar. Recorro a mais este post que ajudará a compreender a minha posição. Escrevi-o no século passado e intitulei-o "Reformas e remédios" (há tempos acrescentei-lhe: a pensar no perfil do aluno do século XXII; muito à frente, portanto). Tem a seguinte introdução:

A febre reformista no sistema escolar em Portugal não é nova: é mesmo imparável. O que é engraçado, e com o passar do tempo, é que vemos recuperar ideias antigas como se fossem novidades. Parece um percurso circular.

Escrevia, algures em 1998, uns textos para uma revista sobre educação e o coordenador pediu-me que inscrevesse algumas ideias sobre reformas. Lembrei-me dos remédios. Fui ler a literatura do “Benuron” - medicamento para todas as dores e para todas as maleitas gripais e constipais - peguei no seu modelo organizativo e fui andando. Foi uma noite bem passada. Quase 19 anos depois, e aproveitando as competências do blogue, publico-as de novo.

 

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publicado por paulo prudêncio às 11:16 | link do post | comentar | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
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