Em busca do pensamento livre.

Domingo, 20.08.17

 

 

 

Kevin Durant, jogador da NBA, recusou-se a ir à Casa Branca contrariando a tradição das equipas vencedoras da competição. Foi taxativo: "não tenho respeito por quem lá está". Ponto final. Noutro sentido, mas dentro do mesmo desnivelamento norte-americano, Trump cancelou a presença em prémios do Kennedy Center por causa de uma série de ameaças de boicote. Espera-se que o homem comece a ter a noção do ridículo e que atenue estragos antes de se pôr ao fresco.



publicado por paulo prudêncio às 11:24 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Domingo, 13.08.17

 

 

 

 

 

Aprecio o modo de Lonzo Ball organizar o jogo. Os Lakers depositam

fundamentadas esperanças neste jovem que se estreará na NBA.

 



publicado por paulo prudêncio às 09:31 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 14.06.17

 

 

 (Parece que esta notícia ainda não se confirmou)

 

Os novos campeões da "NBA quebraram a tradição": disseram um "não", por unanimidade, a Trump. Não existirá a habitual recepção do Presidente aos vencedores. É uma decisão interessante num mundo ocidental a transbordar de hipocrisia. Como estaria a democracia se cada cidadão tivesse a mesma dignidade?

 

Captura de Tela 2017-06-14 às 12.36.19

 



publicado por paulo prudêncio às 13:25 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 13.06.17

 

 

Golden State Warriors venceram por 4 x 1



publicado por paulo prudêncio às 09:41 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 10.06.17

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 12:39 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 08.06.17

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:49 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 05.06.17

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 14:49 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 02.06.17

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 16:55 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 23.08.16

 

 

A última página do Público de ontem trazia uma frase de Michael Jordan. Não tenho a certeza se a rubrica tem exactamente esse nome (escritos na pedra) e não me apetece confirmar. Já a frase do lendário jogador de basquetebol, que pode ser lida como uma "frase de motivação" (já a publiquei em tempos), é interessante; mais ainda num pós-olimpíadas.

"Errei mais de 900 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. 26 vezes fui escolhido para fazer o arremesso final e falhei. Falhei vezes e mais vezes na minha carreira. E foi por causa disso que me tornei um vencedor."

 

b686be01d1a301f2eacc015bf906e7db.jpg

 



publicado por paulo prudêncio às 22:18 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 20.08.16

 

 

 

v.php.jpeg

  

"Assim, sim. Vejam que o treinador dos USA vira a prancha para os jogadores", elogiou o comentador RTP. Intrigou-me o nonsense. Será que o comentador, que também é treinador, está habituado a pranchas viradas para o próprio? Não direi que os treinadores de basquetebol usam pranchas desde que James Naismith (1891) inventou o jogo, mas o apoio terá, seguramente, mais de 40 anos. Como se vê na imagem, elogiar o virar da prancha para os jogadores é tão risível que nem o próprio Mike Krzyzewski, o Coach K dos dream team, deixaria de sorrir de espanto. Só na RTP1. Passar jogos em diferido sem informar os espectadores, e com comentários do outro mundo, é, realmente, serviço público. 



publicado por paulo prudêncio às 19:17 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 14.04.16

 

 

 

Aos 37 anos e sobrecarregadíssimo com lesões graves, Kobe Bryant fez ontem o seu último jogo na NBA depois de 20 anos recheados de grandes momentos. E não é que ontem Kobe marcou 60 pontos (mais uma marca inédita na NBA para um jogo de despedida) com todos os ingredientes que o tornam uma lenda desportiva. Vale mesmo a pena ver o resumo do jogo. Pode ver mais no site da NBA. Para além de tudo, impressiona como a sua equipa dedicou a época à sua homenagem. Nunca os Lakers sofreram tantas derrotas, mas Kobe foi recebendo o reconhecimento pelos diversos pavilhões até à noite épica de ontem que não tem paralelo na vida desportiva.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:47 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 13.04.16

 

 

 

 

Kobe Bryant fará hoje o último jogo na NBA.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:04 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 22.01.16

 

 

 

 

 

 

 

 

(Este texto não é inédito e reescrevi-o. Publiquei-o numa revista da especialidade, algures em 2000, 2001 ou 2002. "Recuperei-o" a propósito de uma conversa com quem visitou recentemente Barcelona. É uma homenagem a Gaudi, cuja igreja da sagrada família continua envolta em polémica; deveria ter sido concluída?)

 

 
 
Sempre que o tema da minha ocupação cerebral se relaciona com o pé direito, dois conceitos condicionam de imediato as minhas opiniões:
  • do lado a que sou menos dado, o das religiosidades, condiciona-me a abençoada e eterna entrada com o pé direito; foram tantos os seguidores desta superstição na passagem de ano da mudança de milénio que se esgotou a possibilidade de refutar os mais crentes;
  • do lado que mais me entusiasma, o do pé direito dos edifícios erguidos pelo esforço dos menos favorecidos dos Homens, podem contar com opiniões mais ousadas.
Suponho que este pé direito foi o verdadeiro motor da minha consciência cívica. Sei que buscar a origem da consciência dos Homens é tarefa só ao alcance de uns quantos. Mas da minha é algo que pode ficar ao critério do meu imaginário. Atrevo-me mesmo a dizer que quem em criança nunca quis tocar no tecto do mundo não pode ter uma boa consciência social. Fui tentando tocar nos tectos das minhas casas, embora a altura dos pés direitos me exigisse a adolescência para obter saborosos sucessos.

Na atmosfera do lugar onde nasci e depois cresci, vivia-se num constante apelo a duas actividades desportivas: o futebol e o basquetebol. A primeira mais do lado das religiosidades e a segunda mais do lado das ousadias.

Era com um sentimento de verdadeira transcendência que, de mãos dadas com os pais, avós ou tios, as crianças assistiam a esses rituais de boa convivência. É certo que nem sempre as coisas corriam bem. Na ânsia humana de ser mais veloz, de ser mais forte ou de chegar mais alto, os convívios tinham momentos que azedavam e se travestiam de aspectos assustadores.

Desde cedo que as crianças iniciavam os exames exploratórios. A primeira e última experiência como jogador de futebol num clube a sério ocorreu por volta dos onze anos. Vacinei-me. Como o campo de jogo era em tudo igual ao dos adultos, “o fenómeno pé direito” aparentemente só se manifestava no tamanho das balizas. Nada mais enganador. As dimensões intermináveis do campo e o peso insuportável da bola não me deixaram alternativa. Via, com uma surpresa ingénua, como os adultos desses sítios, e doutros nossos conhecidos, sentiam uma alegria esfuziante com as dificuldades das crianças. As gargalhadas eram ruidosas. A desfaçatez chegava ao ponto de equiparem “os miúdos” com calções enormes para o espectáculo ser mais completo.

Fiquei para sempre nos jogos de rua com os meus amigos, onde eram as crianças que escolhiam o tamanho do campo, das balizas, da bola ou dos calções. Mas havia algo que começava a despertar a tal consciência de direitos de que vos falei antes.

Para a divulgação do jogo de basquetebol, os seus responsáveis construíam campos só para crianças onde o “fenómeno pé direito” era o inimigo número um. As dimensões do espaço do jogo, dos cestos ou das bolas eram apropriadas. Ideias avançadas com a assinatura de alguém que não se acomodou ao facto dos tectos parecerem estar a uma altura fora do alcance do comum dos mortais.

Foi também nesta altura que entrei para o liceu. Estávamos em 1971, em plena era marcelista. O liceu era ao melhor estilo da época, o inevitável liceu Salazar. O edifício era monumental e cheio de mármores brancos. Reinavam os espaços de amplitude arrasadora. A construção obedecia a ângulos absolutamente rectos. A altura do pé direito era de tal dimensão, que parecia desenhada com a única intenção de impossibilitar veleidades, até ao mais reverente. Lembro-me, e a propósito desta nossa conversa, de uma das primeiras aulas de matemática.

Para fundamentar o facto de duas linhas paralelas nunca convergirem, o pedagogo pediu-nos que olhássemos para as "intermináveis" colunas da sala de aula e imaginássemos a possibilidade delas se encontrarem. Nunca. Uns tempos depois, um colega segredou-me que ouviu alguém também autorizado afirmar o encontro das rectas paralelas no infinito.

Antes disso, e convém lembrar, o arquitecto catalão Gaudi iniciou a construção da igreja da Sagrada Família, desrespeitando a tese das colunas que nunca se encontram. Obra incabada. Morreu em 1917 e os catalães ainda não conseguiram pôr fim ao pesadelo.

Tenho pensado muito sobre esta esquisita maneira de considerar que as crianças, os idosos ou os inadaptados não têm direito a querer tocar nos tectos dos seus mundos e ainda não encontrei as razões. 


 
 


publicado por paulo prudêncio às 11:30 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 24.01.15

 

 

 

 

37 pontos num quarto passa a ser o melhor registo da NBA. Foi ontem à noite. Pode conferir o feito de Klay Thompson.

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 15:24 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 07.01.15

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:42 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 05.01.15

 

 

 

 

Kobe Bryant e os lançamentos que decidiram jogos.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:30 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 20.10.14

 

 

 

NBA está em pré-época e faz algumas experiências não influenciada pelas metodologias AirCrato e muito menos pelas nave-Citius.

 

Sei lá.

 

Uma das ligas mais antigas do desporto profissional, com resultados importantes na lógica de mercado puro e duro abençoada pelo AirGoverno, está a pensar reduzir o tempo do jogo a par de outros detalhes associados.

 

Ou seja, os jogos são de 48 minutos (4 períodos de 12) e pensam na redução para 44 (4 períodos de 11). Experimentaram ontem no jogo Boston Celtics x Brooklyn Nets que era não pontuável para o campeonato. Vão tirar conclusões, mas, e quando muito, a alteração entrará na época 2015/2016. 

 

AirCrato, por exemplo, generalizou tudo sem testar: exames para todas as idades e concursos baseados em experimentalismos; tudo além da troika, note-se. 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:56 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 30.08.14

 

 

 

 

Há pouco tempo, seguramente na silly season, o ultraliberal (agora com menos combustível) Martim Avillez, colaborador do Expresso, disse à Ana Lourenço, na SICN, sobre o caso BES: "É um assunto muito delicado e não podemos opinar com precipitação". O mesmo ultraliberal não se tem cansado de opinar, com pressa e precipitação, sobre a avaliação de professores e a propósito de tudo o que sirva para diminuir a escola pública e os seus profissionais. O costume, digamos assim, nas narrativas da malta ultraliberal.

 

O seu texto no último Expresso tem o basquetebol no título e chamou-me à atenção. Vou directo à narrativa, mas publico a coisa na íntegra. Para poupar os leitores divulgo a parte em causa com sublinhado e tudo.

 

Segundo Avillez, o indiano Vivek Ranadivé (nascido em 1956), bem sucedido em Silicon Valley, é o inventor da defesa individual em campo todo adoptada pelo basquetebol profissional. Esta afirmação é falsa.

 

Segundo Avillez, o citado indiano ensinou às filhas, com sucesso, o sistema defensivo que assim se tornou célebre e adoptado. Pois bem. Há liga profissional desde a década de quarenta do século XX e pelo menos em 1957 (o Vivek tinha um ano e mesmo na Índia não é possível ter de imediato filhas adolescentes e logo duas) já era obrigatória a defesa individual (só mesmo há poucos anos são permitidas pequenas variações) e muitas equipas a usavam no campo todo. Fazê-lo sempre e em todos os jogos é que só nas falácias e narrativas de um ultraliberal.

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:04 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quinta-feira, 26.06.14

 

 

 

 

Bem sei que o futebol e a selecção totalizam o espaço, mas quem acompanha a NBA imagina o que acontecerá se a imagem seguinte for uma realidade.

 

 

 

 

 

 

Imagem encontrada na rede sem referência ao autor.

 



publicado por paulo prudêncio às 16:20 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 05.09.13

 

 

 

 

Ontem, pelas 13h30, fui esvaziar o cacifo à escola dos últimos vinte anos. Pedi a uma das assistentes operacionais para me abrir a porta do gabinete e foi inevitável: o professor vai-se embora?

 

Atenuei, mas a emoção tomou conta de nós e rapidamente contaminou as pessoas que estavam na escola.

 

A história é simples. A EBI de Santo Onofre, (que de 47 já vai em 24 turmas e é atingida pelo flagelo do público-privado nas Caldas da Rainha) deixou de ser escola sede com o advento dos mega-agrupamentos. Já em Julho tinha ido a uma reunião do meu mega-departamento e fui eleito coordenador. Esta semana fiquei a saber que a queda de turmas associada a outras variáveis de gestão faz com que a minha componente lectiva seja toda na escola sede. Ou seja, sem qualquer tipo de concurso não leccionarei na EBI de Santo Onofre no próximo ano lectivo. O trajecto da escola para casa foi percorrido com os olhos húmidos. Sei que o rol de insanidades que devastam os professores portugueses transforma este meu problema num caso menor. Sei que sim. Mas doeu mesmo.

 

Convidaram-me para fazer uma conferência, no Sábado, para professores de Educação Física integrada numas jornadas pedagógicas que começaram hoje e que incluem uma formação em Basquetebol. Não resisti. Esta tarde viajei no tempo e joguei o desporto da minha vida. Num dos exercícios, senti uma dor inédita, e fortíssima, no gémeo da perna esquerda. Pareceu-me um pontapé da colega que estava a meu lado ou que alguma pedra tinha caído do tecto do pavilhão. Mas não. Uma rotura ou contratura muscular obriga-me a dias de gelo, a umas três semanas de muletas e à natural incomodidade.

 

"No creo en brujas, pero que las hay, las hay".





publicado por paulo prudêncio às 19:23 | link do post | comentar | ver comentários (26) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
arquivo
comentários recentes
MINHA POMBA GIRA MARIA Padilha RAINHA DAS SETE ENC...
A última ida A Marte? Espero que seja para continu...
Peço, uma vez mais, desculpa pela invasão do Quadr...
Desculpas?Passo por lá mais logo. Obrigado.Disponh...
Pedindo desculpas pela invasão (temporária) do esp...
subscrever feeds
mais sobre mim
Por precaução
https://www.createspace.com/5386516
ligações
blog participante - Educaá∆o - correntes .jpg
tags

antero

avaliação do desempenho

bancarrota

blogues

campanhas eleitorais

cartoon

circunstâncias pessoais

coisas tontas

concursos de professores

contributos

corrupção

crise da democracia

crise da europa

crise financeira

desenhos

direitos

economia

educação

efemérides

escolas em luta

estatuto da carreira

falta de pachorra

filosofia

fotografia

gestão escolar

história

humor

ideias

literatura

movimentos independentes

música

paulo guinote

política

política educativa

professores contratados

público-privado

queda de crato

rede escolar

ultraliberais

vídeos

todas as tags

favoritos

bloco da precaução

pensar o sistema escolar ...

escolas sem oxigénio

e lembrei-me de kafka

as minhas calças brancas ...

as minhas calças brancas ...

reformas e remédios (1) -...

sua excelência e os númer...

posts mais comentados
21 comentários
14 comentários
13 comentários
9 comentários
Razões de uma candidatura
https://www.createspace.com/5387676